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Gestores públicos deveriam ser responsabilizados criminalmente por permitir habitações irregulares em morros ou em margens de rios, canalizar ou cobrir córregos de forma inadequada e por não fazer obras de infra-estrutura em áreas urbanas para atender o crescimento populacional. A enchentes são causadas por ações ou omissões humanas.
 
 
Por Renato Ferreira -
Gente, infelizmente, estamos acompanhado mais uma vez no Brasil, as consequências drásticas das enchentes causadas pelas chuvas, principalmente, na região Sudeste. E, se antes, essas tragédias aconteciam somente nos grandes centros urbanos, hoje, elas ocorrem também em pequenas cidades e vilarejos no interior do Brasil.
E todos os anos essas tragédias anunciadas, que poderiam ser evitadas, acontecem. E as desculpas dos governantes e gestores públicos, muito bem remunerados pelo povo para administrar, são as mesmas: "Choveu muito mais do que era previsto". Como se isso fosse alívio para o coração de quem perdeu ente queridos nas enchentes, além dos prejuízos materiais
Estamos ainda longe do final das águas de março e só em Minas Gerais, as enchentes deste ano já mataram mais de 50 pessoas. Pessoas humildes que, com certeza, poderiam ainda estar entre nós, caso as autoridades de ontem e de hoje fossem mais responsáveis e tivessem administrado com mais seriedade e respeito aos seres humanos. Tudo isso acontece pura falta de planejamento, que deveriam ser entendido como crime de responsabilidade.
Água exige passagem livre
Não sou engenheiro e nem especialista em política urbana/ambiental, mas, ao longo da minha aprendi que na natureza a água exige passagem livre. Morei na roça até aos 10 anos de idade e nesse tempo, lá pelo final dos anos 1950 e metade de 1960, essas tragédias não aconteciam com tata frequência em cidades grades e, muito menos, nos pequenos municípios, como ocorrem hoje.
Muitos podem alegar que isso se deve ao aumento da população. Mas, é justamente aí, que entra a falta de planejamento e culpa pelas consequências das enchentes daqueles que se propõem e se apresentam para governar. E apesar das enchentes atingirem todo o Brasil e outros países também, focarei em duas localidades para justificar o enfoque desse artigo, ou seja, a culpa dos governantes pelas tragédias das enchentes: Minas Gerais e Osasco, cidade da região Oeste da Grande São Paulo.
Minas Gerais
Enchentes em Guidoval
Sobre Minas Gerais, onde morei até 1970, citarei alguns municípios da Zona da Mata, onde vivi até aos 10 anos na zona rural, como as cidades de Guiricema, Guidoval e Cataguases, que há muitos anos vêm sofrendo com as enchente. Fato que se repete com as fortes chuvas atuais.
Até 1964, por exemplo, morei e estudei em escolas dessas cidades, e não me lembro de ter vivenciado cenas dramáticas como as que vemos hoje, com rios transbordando e águas cobrindo carros e casas. De vez em quando, ficávamos assustados com alguma tromba d´água, mas, que não causavam devastação tão grande.
E por que hoje essas cidades, muitas até com populações menores, sofrem com as enchentes? Com certeza, esses fenômenos deveriam ser objeto diário de estudo e o ano todo pelos administradores públicos. Certamente, se isso ocorressem, eles e o povo humilde não seriam surpreendidos pelas enchentes.
Lá na roça a gente morava perto de pequenos e grandes rios com as suas grandes e belas margens verdes. Mas, como a gente aprende desde cedo na escola, a vida desses rios depende da mata ciliar que os acompanham em toda sua extensão.E imaginamos que os prefeitos e seus auxiliares também estudaram. Será que hoje, como antigamente, esses rios correm livres e soltos? Com certeza, não.
Justamente, porque hoje com os desmatamento, as nascentes diminuíram, muitas sumiram, os rios estão assoreados e quando chegam próximos às cidades ainda recebem em seus leitos todo o tipo de lixo e esgoto não tratado. E um grande vilão desse dilema, senão o maior, chama-se exploração imobiliária. Cooptados por isso, os administradores cedem aos encantos da corrupção e permitem o crescimento desordenado das cidades, que por sua vez, causa as enchentes. Por isso, a culpa das enchentes não é da natureza.
Ela apenas cobra caro pelo desrespeito que cometemos contra suas florestas e rios. E o meu querido estado de Minas, com todos sabem, é formado por montanhas e rios. E como no caso das barragens - outro crime dos governantes - se não respeitamos essas montanhas, matas e rios de Minas, temos que pagar o alto preço cobrado pela natureza. A natureza cobra
E Belo Horizonte é o maior exemplo dessa falta de planejamento ou visão administrativa. Apesar de ser uma das primeiras cidades planejadas do país, muitas obras urbanas foram feitas de forma errada ou em planejamento para longo tempo.
Há poucos dias, a TV Globo mostrou que nos anos 1970, os administradores de BH fizeram festa com a canalização e cobertura do Ribeirão Arrudas que corta a cidade. Mas, esses administradores não "secaram" o Arrudas. Eles apenas o cobriram para a construção de belas avenidas.
Só que as águas continuaram chegando ao Arrudas e, quando não encontram mais espaço por baixo do asfalto, elas, simplesmente, destroem tudo que encontram pela frente. Talvez, o custo seria menor se tivessem deixado o Arrudas correndo a céu aberto e com suas margens respeitadas. Hoje, com certeza, ele não provocaria tantos estragos e mortes.
E, como o Arruda, poderíamos citar o rio Tietê, em São Paulo, e todos os rios que cortam as cidades brasileiros. Rios que tiveram suas margens encolhidas ou foram transformados em canais subterrâneos. Uma hora esses cursos d´água requerem suas margens de volta.
Osasco
 
Osasco é outra cidade brasileira que sempre sofreu com as enchentes. E o seu bairro que mais sofre com a fúria das águas é o Rochdalle, na zona Norte. Uma das principais causas dessas enchentes, além das moradias irregulares, é o famoso Braço Morto do Tietê, criado pelo homem.
Enchentes periferia Osasco
Até meados do século passado, o Rio Tietê tinha um curso normal e sinuoso no município de Osasco. Um governador a época resolveu mudar esse curso deixando o rio numa linha reta na altura do Bairro do Rochdalle, criando assim o conhecido Braço Morto, que continuou recebendo águas de afluentes.
Só que mudança no curso do Tietê, contrariando a natureza, criou um problema sério. O Braço Morto ficou mais baixo do que leito reto do Rio e, com o aumento da população em suas margens, o Braço Morto acabou se transformando num autêntico braço de enchentes ao longo das décadas.
Atualmente, após várias obras do Governo do Estado em parceria com a Prefeitura, as enchentes diminuíram um pouco, mas, ainda acontecem, como neste sábado, 01, causando ainda inundações e transtorno aos moradores da região.
Enchentes Largo de Osasco
 
E, se hoje, as enchentes diminuíram no Rochdalle, elas ocorrem em outros bairros e até mesmo na região central da cidade. Como em Belo Horizonte, as enchentes em Osasco ocorrem também devido às canalizações de córregos e falta de obras de infra-estrutura. São córregos canalizados que encontram um Tietê assoreado e acabam voltando com suas águas canalizadas para regão central.
Osasco é uma das cidades com maior densidade população do Brasil. Com apenas 64 quilômetros quadrados de extensão, o município possui em torno de 800 mil habitantes. E esse crescimento ocorreu nas últimas décadas com a verticalização da cidade que não tem mais área rural. Na tarde deste sábado, se eu demorasse um pouco mais na região de Quitaúna, certamente, iria encontrar sérias dificuldades para voltar para a Vila São Francisco, devido às inundação naquele bairro e em outra regiões da cidade.
E sobre esse problema da exploração imobiliária e canalização de rios, lembro de um episódio dos anos 1990, quando eu acompanhava o, então, prefeito Silas Bortolosso, numa visita a um córrego no Jardim Roberto, zona Sul, onde a Prefeitura tinha um projeto de canalização.
Num determinado momento, o prefeito lembrou dos tempos de sua infância na região. Diante do córrego sujo, sem margem e cercado por habitações precárias, ele disse: "Naquele tempo, a gente brincava, nadava e pescava nesse rio". Então, vejam que não foi por culpa do Bortolosso que aquele córrego chegou a essa situação, mas, com certeza, se administradores do passado tivessem planejado melhor e conservado o rio limpo e sem habitações irregulares em suas margens, certamente, ele não precisaria ter sido canalizado.
Hoje, as leis proíbem esse tipo de obra, mas, se os gestores públicos continuarem permitindo invasões de encostas e vales, crescimento desordenado e com todo tipo de sujeiras e esgotos sendo despejados em nossos rios, as enchentes vão continuar destruindo e matando pessoas inocentes. Os piscinões resolvem um pouco, mas, eles também precisam ser limpos e conservados.
E depois das tragédias, senhores governantes, não adianta culpar a natureza ou o maior volume de chuvas no verão. A culpa é dos senhores que são pagos para governar, planejar e administrar as cidades. Até mesmo no caso de móveis ou entulhos jogados por moradores nas ruas ou córregos, os gestores púlicos têm culpa, porque cabe eles educar, fiscalizar e punir os maus munícipes. (Renato Ferreira é jornalista e editor do Portal Notícias & Opinião)
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A paciente chegou da China e está clinicamente estável.
A Secretaria de Saúde de Minas Gerais investiga suspeita do primeiro caso de Coronavírus no Brasil. Trata-se de uma mulher brasileira de 35 anos que esteve recentemente na cidade chinesa de Shangai e chegou a Belo Horizonte no dia 18 de janeiro com sintomas respiratórios compatíveis com aqueles associados ao coronavírus.
O caso é tratado como suspeito e não como uma confirmação. A paciente foi levada ao Hospital Eduardo de Menezes, em Belo Horizonte, e as medidas assistenciais para redução de risco foram tomadas. Segundo a secretaria, a paciente está clinicamente estável.
A paciente relatou à equipe de Vigilância em Saúde da secretaria que não esteve na região de Wuhan, na China, onde foram registrados casos de transmissão ativa da doença. O caso segue sendo investigado e os exames para confirmar ou descartar a possibilidade de se tratar do coronavírus estão em andamento.
Apesar da investigação feita pela secretaria em Minas Gerais, o ministério da Saúde disse, em nota, que o caso “não se enquadra na definição de caso suspeito”. Ao fazer essa afirmação, a pasta considera o fato da paciente não ter estado em Wuhan.“De acordo com a definição atual da Organização Mundial de Saúde (OMS), só há transmissão ativa do vírus na província de Wuhan”.
O ministério também esclareceu que está monitorando a situação e outras medidas cabíveis serão tomadas assim que a OMS definir a situação de emergência. Os sinais e sintomas clínicos do coronavírus, também chamado de pneumonia indeterminada, são, principalmente, febre, dor, dificuldade em respirar em alguns pacientes e infiltrado pulmonar bilateral. (Fonte: Estado de Minas e Portal UAI)
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Hoje, eles jogam pra não cair e fora de campo, suas torcidas não torcem mais. Só brigam!

 

Por Renato Ferreira -

No último jogo entre Cruzeiro e Atlético Mineiro, no domingo, 10/11, esses dois grandes clubes de futebol do Brasil e do mundo fizeram (ou deveriam ter feito) mais um clássico pelo Campeonato Brasileiro. Porém, futebol foi o que menos se viu no Mineirão, palco de grandes espetáculos desses dois times que orgulham Minas Gerais. O tradicional e belo estádio de Belo Horizonte deve ter chorado de vergonha pelo triste espetáculo protagonizado pelas duas equipes e, principalmente, pelas suas torcidas.

Cruzeiro e Atlético torcidas

Mal colocados na tabela de classificação e mais preocupados em fugir da zona de rebaixamento do que alcançar o G4, Cruzeiro e Atlético não saíram do 0 a 0, placar muito diferente de outros tempos de glórias do clássico, marcado sempre por muitos e belos gols.

E se não bastasse o baixo nível do utebol atual em campo, fora dele, como vem acontecendo mundo afora, as torcidas cruzeirenses e atleticanas parecem também que hoje não se interessam mais por em torcer nas arquibancadas.

Após o empate sem gols, que pode significar o famoso 'abraço de afogados", torcedores dos dois times tentaram fazer a diferença no braço e transformaram o novo e belo Mineirão numa verdadeira praça de guerra.

Mineirão

Mineirão foi mais uma vez depredado por vândalos em briga de torcidades de Atlético e Cruzeiro

Os vândalos, conhecidos também como "torcedores organizados" partiram pra briga, quebrando cadeiras e outros equipamentos do estádio, que deveria ser cuidado, justamente, por eles mesmos.

E o pior é que não ficou apenas no dantesco espetáculo de luta em lugar errado. Alguns torcedores, segundo as notícias, do Atlético, resolveram baixar ainda mais o nível, cuspindo em seguranças, chamando-os de "macacos", praticando o crime inafiançável de racismo. Com certeza, apesar de chorar, agora, e pedir desculpas, vão pagar pelo crime.

Certamente, esses torcedores do Galo,esquecem que pela sua equipe, como também pela do Cruzeiro, e do futebol em geral. a história é feita de jogadores altos, baixos, brancos e, principalmente, por negros. Esquecem, talvez, que o maior jogador de todos os tempos - Pelé - é negro. E nascido, justamente, em Três Corações, nas Minas Gerais.

Tostão e Dirceu Lopes

Tostão e Dirceu Lopes, ex-craques do Cruzeiro

E, assim, eu, como mineiro, morando em São Paulo há quase 50 anos, tenho saudades dos tempos em que Cruzeiro e Atlético sempre brigavam pelo topo da tabela de classificação e desfilavam craques, como Tostão e Dirceu Lopes, pelo Cruzeiro; e Reinaldo e Dadá Maravilha, pelo Atlético; para citar apenas quatro craques dentre tantos outros, que fazem parte da história desses dois times, que são orgulho de Belo Horizonte e de todos os mineiros.

Reinaldo e Dadá Maravilha

Reinaldo e Dadá Maravilha, ex-craques do Atlético

Esperamos que esse pesadelo termine em 2019 e que, a partir de 2020, Cruzeiro e Atlético voltem a brigar por títulos em Minas, no Brasil e no mundo. E também que suas torcidas se organizem de verdade, mas, para apenas torcer e se divertir com o futebol. (Renato Ferreira)

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Os protestos ocorrem duas semanas depois da divulgação de reportagens pelo site The Intercept Brasil, que questionam a imparcialidade do ex-juiz responsável pela operação Lava-Jato.
 
Neste domingo, 30/06, milhares de brasileiros já lotam as ruas do país para demonstrar apoio ao ministro da Justiça, Sérgio Moro e também à reforma da Previdência, que tramita na Câmara dos Deputados.
As maiores manifestações foram marcadas para iniciar às 14h, na Avenida Paulista, em São Paulo, e na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Na Paulista, os organizadores ergueram um enorme boneco de Sérgio Moro.
Manifestação em Salvador
Manifestação em apoio a Sergio Moro, em Salvador, neste domingo
Mas, já houve manifestações na parte da manhã em outras capitais, como em Belo Horizonte, onde a multidão se reuniu na região Centro-Sul da cidade. Bairro Funcionários, na Região Centro-Sul de BH, e também em Salvador.
"Foram prometidos vazamentos comprovando atividade criminosa por parte do Moro, mas até agora não vimos nada que mostre que ele tenha influenciado a operação ou a eleição", afirma o coordenador do Movimento Brasil Livre em BH, Ivan Gunther. Segundo os organizadores, cerca de 15 mil pessoas estiveram na Praça da Liberdade, em BH.
Com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva preso e a ex-presidente Dilma Rousseff sem ocupar cargo público, os alvos da vez dos manifestantes são o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), além dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). "O Maia e o Alcolumbre estão empurrando as pautas, junto com o STF. O governo quer fazer alguma coisa e não consegue", afirma a auxiliar de recursos humanos Jusmari Amorim, de 60 anos. Ela carregava uma faixa contra os dois parlamentares.(Renato Ferreira com informações do Estado de Minas)
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Militância carrega o deputado federal, pré-candidato à Presidência da República

 

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) desembarcou há pouco no Aeroporto da Pampulha onde era aguardado por simpatizantes com faixas "melhor Jair se acostumando".

Ele foi carregado por alguns militantes que gritavam "um, dois, três, quatro, cinco mil, queremos Bolsonaro presidente do Barsil". À saída do aeroporto, um trio elétrico o aguardava.

Em discurso na porta do aeroporto, Jair Bolsonaro disse que quer mudar o Brasil e, em crítica às urnas eletrônicas, defendeu a volta do voto impresso."Se o voto for impresso, a gente ganha em primeiro turno", afirmou o pré-candidato. Bolsonaro disse ainda que podem acusá-lo de tudo, menos de ser corrupto. "Temos que colocar em Brasília, no ano que vem, um homem ou mulher que seja honesto, patriota e que crê em Deus", continuou.

Segundo Bolsonaro, não é que ele seja "muito bom", mas os adversários que são "muito ruins".

Bolsonaro neste momento está na Prefeitura de Belo Horizonte, onde conversará com o prefeito Alexandre Kalil (PHS). Ele se encontrará nesta tarde com empresários mineiros, na sede da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL). (Matéria extraída do site do Jornal Estado de Minas) - Veja o vídeo aqui: https://bit.ly/2rzA6XS

 

Opinião de Renato Ferreira

Enquanto outros partidos e outros candidatos ainda patinam nas pesquisas eleitorais ou estão preocupados com Plano B de suas candidaturas, Jair Bolsonaro parece ignorar tudo isso e continua bem nas pesquisas e parece ainda melhor na aceitação popular nas ruas do país.

Por todo lugar que passa, o candidato, classificado por alguns como "cavalo paraguaio", é recebido com festa e carregado nos braços do povo.

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Domingo, 06 Maio 2018 14:47

Cruzeiro é hexacampeão da Superliga

Time celeste de Belo Horizonte vence o Sesi/SP por 3 a 2 e conquista o seu sexto título - o quinto consecutivo - da Superliga Masculina
 
 Cruzeiro, Cruzeiro querido; Tão combatido, jamais vencido!
 
Mais uma vez, neste domingo, 06/05, a metade azul de Belo Horizonte e de Minas Gerais está azul e cantando alto o hino do Cruzeiro, time tradicional de Futebol e imbatível no vôlei masculino nos últimos anos.
Cruzeiro é hexa.jpg 2
 
Espetacular! Não há outro termo para definir a final da Superliga Masculina de Vôlei, disputada nesta manhã no Mineirino com mais de 14 mil torcedores. Com casa cheia e emoção do início ao fim do jogo, o Sada/Cruzeiro venceu Sesi/SP por 3 sets a 2, com parciais de 25/16, 17/25, 25/22, 23/25 e 22/20 num tie break sensacional e que parecia até um saque normal. Foi a oitava decisão consecutiva do Cruzeiro. No sábado passado, os mineiros já haviam vencido os paulistas também por 3 sets a 2, no Ibirapuera.
 
O levantador Uriarte foi eleito o melhor jogador da partida. E o ponteiro Leal recebeu o prêmio de melhor da competição.
Os números do time celeste são impressionantes. Desde 2010, a Raposa disputou 39 campeonatos, chegando a 35 finais e faturando 31 títulos. Na Superliga, a equipe do técnico Marcelo Mendez faturou o título também em 2012, 2014, 2015 e 2016.
Além do técnico Marcelo Mendez, o ponteiro Filipe e o líbero Serginho também estiveram em todos os cinco títulos nacionais da equipe. Com o nome de Superliga, torneio nacional foi criado em 1994.
Agora, o Cruzeiro é o maior campeão isolado, seguido por Minas e Florianópolis, que possuem quatro títulos. O Sesi tem um troféu tem título. E se se contabilizados todos os torneios nacionais de voleibol a partir de 1976, o Minas é o maior campeão, com sete taças, seguido pelo Cruzeiro, agora, com seis títulos.
Despedidas
Mas, se a torcida cruzeirense lotou o Mineirinho, empurrou o time e fez a festa com mais um título, por outro lado, ela sai um pouco apreensiva. Pois, foi também uma manhã de despedidas. Para a próxima temprada, a Raposa não contará com duas estrelas: o cubano Leal e o argentino Uriarte.
 
Leal despede se do Cruzeiro
 
Leal, naturalizado brasileiro e que já poderá defender a Seleção Brasileira a partir de abril de 2019, vai vestir a camisa do Lube Civitanova, da Itália.
Emocionado e ao lado dos pais, que vieram de Cuba para ver o último jogo do filho em Belo Horizonte, Leal agradeceu o apoio e o carinho da torcida mineira.
Já o levantador Uriarte defenderá o Taubaté. Possivelmente, o Cruzeiro deverá buscar o substituto de Leal no exerior. O central Simon, também cubano, e que foi o melhor sacador da atual temporada, continará no Cruzeiro para a Superliga 2018/19.
 
Veja, aqui, o último ponto do Cruzeiro e a festa da torcida no Mineirinho: https://bit.ly/2JVAzLh
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