Sábado, 23 Março 2019 | Login

Parlamentares da esquerda fajuta, que torcem contra o Brasil, fazem questão de se caracterizar e se vestir de laranja.

 

Então, só agora, em 2019, que esses deputados, que nada apresentam de positivo para o desenvolvimento político, econômico e social do país, e a Rede Globo descobriram que há candidatos laranjas na política brasileira? O objetivo deles não é combater esse tipo de crime, mas, sim desestabilizar o governo Bolsonaro.

Só mesmo essa chamada "esquerda" brasileira para protagonizar cenas tão ridículas e grotescas como esta verificada nos corredores da Câmara dos Deputados, na quarta-feira, 20, quando o Presidente Jair Bolsonaro foi levar, pessoalmente, a Proposta de Reforma da Previdência Social. São deputados que aprenderam muito bem as lições de Eduardo Suplicy, o "rei" de ações inusitadas nas dependências do Congresso e fora dele. O PSOL, organizador da cena bizzara, sempre foi um verdadeiro laranjal do PT.

Como um um erro não justifica o outro, não defendemos nenhum tipo de erro ou crime e quem desvia dinheiro público tem que pagar mesmo, doa a quem doer. E distribuir recursos públicos do Fundo Partidário para candidaturas laranjas, com o objetivo de reaver esse dinheiro de alguma forma, é crime e deve ser punido.

No entanto, gostaria de informar que cubro política há mais de trinta anos e uma das coisas que mais vi em todo esse tempo de jornalismo foi o uso de candidatura laranja, praticamente, em todos os partidos. E, nunca vi, por exemplo, a Globo falando dia e noite contra tal crime. Fato que agora, repentinamente, surpreende esses "santos" deputados do PSOL e a 'pudica' Globo.

É bom destacar também que todos esses deputados da esquerda fajuta do Brasil, incluindo PT, PSOL, Rede, PCdoB, dentre outros, votaram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, contra o Plano Real. Eram também contra o Imposto do Cheque, enquanto faziam oposição ao PSDB, mas, mudaram de ideia quando o Lula quis ressuscitar o Imposto. E, agora, foi essa mesma turma que festejou a fatiamento do Projeto Anti-Crime do ministro Sérgio Moro, que separou do Projeto a proposta para punição mais rigorosa do caixa-dois. 

Por essas e outras, são estes deputados os verdadeiros LARANJAS da política podre que ainda tenta se sustentar no Brasil. (Renato Ferreira)

TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras. Para ver outros casos já publicados, acesse o site: www.noticiaseopiniao.com.br   e busque pela palavra tragicômico.

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Opositores do alagoano lutam pelo voto aberto. Na Câmara dos Deputados, o favorito Rodrigo Maia é mais alinhado às propostas do Governo.

Renato Ferreira - 

Nesta sexta-feira, 01/02, os senadores e deputados eleitos em 2018 vão escolher os novos presidentes das duas Casas Legislativas. No Senado, Renan Calheiros (MDB-AL) é um nome que aparece forte, apesar de dividir a própria bancada de seu partido. Já na Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) aparece como favorito.

Armadilha para o Governo

Apesar de ser um nome forte para voltar a presidir o Senado, Renan Calheiros ainda não é uma unanimidade. Ele divide, inclusive, o seu próprio partido, o MDB, A senadora Simone Tebet (MDB-MS) pleiteia ser a candidata do partido, cuja decisão sairá na tarde desta quinta-feira, 31.

Outros partidos também não querem nem pensar na volta de Renan ao comando da Casa. É o caso do PSDB e do Podemos que, inclusive, fazem campanha pelo voto aberto, o que dificultaria em muito a eleição do senador alagoano pelo Plenário.

Para o Governo Bolsonaro, que optou não lançar candidato, com certeza, a eleição de Renan será uma armadilha para os planos do Planalto. Segundo comentários dos bastidores políticos, Renan Calheiros pretende se apresentar amanhã com uma nova roupagem aos seus colegas. Seria uma roupagem mais próxima de um governista.

Mas, tudo não passa de um lobo em pele de cordeiro. Renan foi oposição ferrenha à candidatura de Jair Bolsonaro. Durante a campanha, ele se aproximou ainda mais do PT, fez campanha pelo "Lula livre", pediu votos para Haddad, e fez de tudo para se reeleger senador por Alagoas, como também para a reeleição de seu filho, Renan Calheiros Filho, como governador.

Portanto, Renan Calheiros não tem nenhum compromisso com o Brasil, a não ser com Alagoas. E muito menos com as reformas propostas pelo Governo Bolsonaro. Sua eleição como presidente do Senado será uma grande armadilha para o Presidente da República, que dependerá do Senado para aprovar as principais reformas, como a Trabalhista e da Previdência.

E essa posição de Renan não será somente com relação às reformas. Como foi adversário de Bolsonaro, uma vez na presidência do Senado, Renan Calheiros poderá dificultar todos os projetos do Planalto para inviabilizar o governo de Jair Bolsonaro.

Além ter feito campanha contra Bolsonaro, Renan Calheiros é inimigo declarado do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, ex-juiz federal comandante da Operação Lava Jato. O senador alagoano responde a 18 processos na Justiça e já virou réu vários deles.

Então, diante desse quadro, os bolsonaristas, se quiserem, terão outras opções para evitar a eleição de Renan Calheiros. Além de Simone Tebet, caso vença o Renan dentro do MDB, há outras candidaturas, como de Tasso Jereissati (PSDB-CE), Esperidião Amin (PP-SC), estado onde Bolsonaro obteve uma das maiores votações, de Álvaro Dias (Podemos), e também de novatos, como a do Major (PSL-SP) e de Reguffe (sem partido-DF).

Presidente da Câmara

Rodrigo Maia

O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) é o candidato favorio para a Presidência da Câmara

Assim como no Senado, o governo Bolsonaro vai depender muio também do próximo presidente da Câmara dos Deputados. Lá, o atual presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) aparece como favorito. Maia já conquistou o apoio de 13 siglas, que contam com 293 deputados. Para vencer no 1º turno, é necessário obter maioria absoluta (257 votos). Caso contrário, a disputa vai para o 2º turno entre os dois candidatos mais bem votados.

Diferente do Senado, onde a eleição de Renan Calheiros é vista como muito prejudicial aos interesses do Planalto, na Câmara, a possível reeleição de Rodrigo Maia configura-se mais alinhada com o governo. Pois, se o Renan fez campanha aberta pelo petista Fernando Haddad, alinhando-se a toda ala emedebista do Nordeste, Rodrigo Maia e o DEM apoiaram a candidatura de Bolsonaro. (Renato Ferreira)

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A Câmara dos Deputados e o Senado Federal foram surpreendidos na manhã desta terça-feira, 24/04, com a presença de policiais federais que deflagraram mais uma etapa da Operação Lava Jato contra parlamentares. Os mandados são de apreensão e de prisão contra representantes do PP (Partido Progressista).


 A operação está sendo realizada juntamente com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e cumpre dois mandados de busca a e apreensão nas casas e nos gabinetes do deputado Eduardo da Fonte (PP/PE) - à esquerda na foto - e do senador Ciro Nogueira (PP/PI).


Há também um mandado de prisão contra o ex-deputado federal Márcio Junqueira (RR).

 

Os mandados foram autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, relator da Operação Lava-Jato.


Entenda o caso

O deputado federal Eduardo da Fonte é o principal alvo da operação de hoje. O parlamentar é investigado por suposta prática de associação criminosa (artigo 2.º da Lei 12.850/2013), juntamente com outros parlamentares do PP: Aguinaldo Ribeiro, Arthur Lira, Benedito de Lira, Ciro Nogueira, José Otávio Germano, Luiz Fernando Faria e Nelson Meurer.

Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, feita em setembro de 2017, os parlamentares seriam integrantes do núcleo político de uma organização criminosa voltada à prática de delitos contra a Câmara dos Deputados, entre outros, visando "a arrecadação de propina por meio da utilização de diversos órgãos públicos da administração pública direta e indireta". (Fonte: Estado de Minas)

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Por ser um Decreto Presidencial a medida já está em vigor desde a semana passada, mas o governo precisava da aprovação do Congresso
Depois de ser aprovada na Câmara dos Deputados na madrugada de terça-feira, 20, na noite do mesmo dia, o Senado aprovou , por 55 votos a 13 (1 abstenção), o decreto do Presidente Michel Temer que autoriza intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro. O decreto será publicado no Diário Oficial da União. Na Câmara dos Deputados a medida foi aprovada por 340 votos a 72.
Na sexta-feira, 16, a medida foi assinada por Michel Temer e passou a valer imediatmente. No entanto, para continuar vigorando, precisava do aval dos Deputados Federais e dos Senadores da República. Conforme o Decreto, a intervenção valerá até o dia 31 de dezembro de 2018.
Enquanto estiver vigorar a medida, o general de Exército Walter Souza Braga Netto, do Comando Militar do Leste, será o interventor no estado e terá o comando da Secretaria de Segurança Pública, Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e do sistema carcerário do estado do Rio de Janeiro.
Conforme o Decreto, o objetivo da intervenção é tratar do "grave comprometimento da ordem pública" no Rio. E a medida foi tomada após os feriados de carnaval, período em que a cidade do Rio de Janeiro registrou diversos casos de violência envolvendo brasileiros e estrangeiros.
O Decreto diz que o interventor está subordinado ao presidente da República e não está sujeito a regras estaduais que entrem em conflito com o objetivo da intervenção.
O general Braga Netto pode, se necessário, solicitar recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do Rio para restabelecer a ordem pública.
O interventor poderá também, segundo o decreto, requisitar a órgãos civis e militares da administração pública federal meios necessários ao sucesso da intervenção.
Sob a responsabilidade do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), ficam as atribuições sem relação com a área de segurança pública. (Fonte: G1)
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