Sexta, 21 Fevereiro 2020 | Login
Deputada Federal Renata Abreu recebe o vereador Dr. Lindoso e posta: "Juntos, Podemos". Ela é presidente nacional do Podemos; ele, pré-candidato a prefeito de Osasco pelo PSDB. Uma das perguntas geradas pela foto: Renata Abreu rompeu com o prefeito Rogério Lins?
Por Renato Ferreira -
No meio jornalístico esta frase ficou famosa: "Uma foto fala mais que mil palavra". E, realmente, por mais claro que possa ser um texto, ele jamais expressa os fatos com tanta fidelidade como uma boa foto. Porque, além da possibilidade do autor do texto emitir sua opinião, o que pode deturpar a realidade, a foto mostra e congela a imagem afastando quaisquer possibilidades de versões duvidosas.
E essa importância da foto pode ficar ainda mais evidenciada dependendo do contexto, das circunstâncias e dos personagens envolvidos. É o caso desta foto que publicamos, divulgada nas redes sociais na quinta-feira, 16 de janeiro, onde aparecem meus caros amigos, a deputada Federal e presidente nacional do Podemos, e o vereador Dr. Lindoso, presidente do diretório municipal do PSDB de Osasco. Nesse caso, mais do que mil palavras que esta foto fala, ela também gera mais de mil perguntas, por enquanto ainda sem respostas. Como não poderia deixar de ser, a foto caiu como uma bomba em Osasco.
Mas, por que esta foto com a Renata Abreu e o Dr. Lindoso fala tanta coisa e gera tantas indagações? É, justamente, devido ao contexto e às circunstâncias que a envolvem. Primeiro, não podemos esquecer que seus dois personagens são políticos, cada um com a sua importância nas Casas Legislativas onde atuam. E ainda mais: além dos dois políticos que aparecem na foto, com certeza, ela tem também grande impacto sobre um político que não aparece nela. É o prefeito de Osasco, Rogério Lins. As razões disso, eu explico mais à frente.
Contexto e circunstâncias
Antes de falarmos sobre os personagens diretos, destacamos a importância da data da foto. Ela foi divulgada pela Renata Abreu no dia 16 de janeiro de 2020. Portanto, na metade do primeiro mês de um ano eleitoral. Em outubro, serão realizadas as eleições municipais, quando os milhões de brasileiros vão às urnas para eleger prefeitos e vereadores nos mais de 5.500 municípios do país.
E no Brasil temos eleições a cada dois anos: as municipais e as gerais, quando elegemos deputados estaduais, federais, senadores e o Presidente da República. Assim, vamos eleger vereadores e prefeitos daqui a dez meses, e em 2022, voltaremos à urnas para votar novamente em candidatos de deputado a Presidente. Portanto, é dispensável falar sobre a ligação intrínseca que há entre os dois pleitos. E, se neste ano, teremos representantes de instâncias superiores como candidatos a prefeito, em 2022, serão prefeitos e vereadores que estarão em campanhas em busca de vôos mais altos em suas carreiras políticas.
Renata Abreu
Sendo assim, vamos falar primeiramente sobre a deputada Federal Renata Abreu. Como já dissemos, a simpática e competente deputada, que sempre atendeu a imprensa com muita atenção, é presidente nacional do Podemos, partido que deixou de ser PTN e que já nasceu grande. Hoje, o Podemos é a segunda bancada do Senado com 10 senadores. A primeira é a do MDB, com 13 representantes. Na Câmara dos Deputados,Federal, o partido não é um dos maiores, mas, é muito ativo com uma bancada de 11 parlamentares.
E a deputada Renata Abreu sempre teve uma grande ligação com a cidade Osasco, a 6ª economia do Brasil, superando muitas capitais, e a segunda do Estado. E esta ligação ficou ainda mais forte a partir das eleições de 2016, com a eleição de Rogério Lins (ainda no PTN), como o primeiro prefeito do Podemos na cidade.
Durante a campanha, Renata Abreu era presença constante nas ações de campanha de Lins. E foi uma das que mais vibrou com a vitória, no segundo turno, quando Rogério Lins venceu o ex-prefeito, então candidato à reeleição, Jorge Lapas (PDT). Renata Abreu reforça também a sua ligação com Osasco por meio de recursos de várias emendas parlamentares destinadas ao município.
Renata tem também uma forte influência junto a eleitorado nordestino em São Paulo. Ela é filha do ex-deputado José de Abreu, fundador do CTN (Centro de Tradições Nordestinas), espaço de referência, onde são realizados os mais diversos eventos ligados à cultura do povo do Nordeste na Capital paulista.
Dr. Lindoso
O jovem médico oftalmologista, Elissandro Lindoso, é um dos três vereadores osasquenses da atual legislatura. Em seu primeiro mandato foi eleito presidente da Câmara Municipal. Apesar de não ser ainda oficial. Lindoso é o principal pré-candidato a prefeito pelos tucanos. Assim, como Renata Abreu, Lindoso é um parlamentar que também sempre é muito atencioso com a imprensa. Pelo menos, sempre foi com este jornalista.
No mês de dezembro de 2019, após intervenção da Executiva Estadual, Lindoso assumiu a presidência do Diretório Municipal do PSDB, causando ainda mais incertezas no ninho tucano de Osasco, que já vinha dividido deste a morte do, então deputado estadual, e ex-prefeito por dois mandatos, Dr. Celso Giglio.
Sem a presença de Celso Giglio, a divisão do PSDB chegou a tal ponto em Osasco, que os três vereadores nunca falaram a mesma língua na Câmara Municipal, com alguns se declarando independentes em relação ao prefeito Rogério Lins por algum tempo, e oposição em outras ocasiões, o mesmo ocorrendo com os demais membros do Diretório. Antes da intervenção, o presidente era o ex-prefeito e braço direito de Giglio, Silas Bortolosso.
Mas, o ápice da desunião tucana em Osasco aconteceu durante a campanha das eleições gerais de 2018, quando alguns membros da Diretoria chegaram a fazer campanha para Márcio França, como foi o caso de José Carlos Vido, que sempre participou do governo de Rogério Lins. E foi essa suposta traição de Vido, que culminou no processo de intervenção da Executiva Estadual. Antes de ser expulso, Vido pediu desfiliação do partido. Após assumir a presidência, Lindoso afirma que principal missão é trabalhar pela união do PSDB em Osasco.
Título pra Doria e tumulto
Na campanha de 2018, Lindoso foi o parlamentar tucano que fez campanha explícita pra João Doria. Essa ligação entre os dois já vem de longe. Em 2017, inclusive, por iniciativa de Lindoso a Câmara aprovou a outorga de Título de Cidadão Osasquense ao, então, prefeito de São Paulo e atual governador do Estado.
A entrega do Título, no entanto, acabou se transformando num espetáculo dantesco nas dependências do Legislativo. Mas, não por culpa do jovem vereador e, sim, seus seus adversários na cidade.
Acreditando piamente que seus adversário fossem democráticos, Lindoso e seu grupo político prepararam a festa no plenário da Câmara desde a manhã para a entrega do Título programado para às 19h. Só que, candidamente, o vereador deixou todas as dependências abertas para a chegada do público, com certeza, pensando que as dependências fossem ocupadas por seus eleitores e correligionários. Ledo engano.
Quando Lindoso e Doria chegaram à Câmara quase não conseguiram entrar no prédio. Cabos eleitorais de partidos adversários, principalmente, do PT, já haviam tomados todas as cadeiras na plateia, além de muita gente no hall e na rua, com faixas e gritando palavras de ordem contra Doria e Lindoso.
Depois de muito sufoco, os dois conseguiram chegar à sala da Presidência e, sem condições de adiar o evento, resolveram entregar o Título ali mesmo. Como sempre foi um dos tucanos que mais critica Lula e o PT, Doria não perdeu a oportunidade para, mais uma vez, não medir palavras para detonar os petistas de Osasco. Em minha opinião, aquele clima de guerra acabou prejudicando muito mais a imagem de uma oposição inconsequente do que a do vereador Lindoso, que acreditava na democracia e educação de seus adversários políticos.
Renata, Lindoso e Lins
Para fechar este texto, abordaremos a seguir, o que esta foto representa para Renata Abreu, Dr. Lindoso e Rogério Lins, como também as dúvidas que ela deixou no ar. Primeiro, o fato de que Abreu preside o Podemos, mesmo partido do prefeito Lins. E a mais intrigante dúvida: Por que a deputada convidou Lindoso, possível adversário de Lins nas eleições de outubro? Ela teria rompido com o prefeito, temendo uma possível derrota?
Em sua postagem no dia 16, logo após falar da primeira reunião daquele dia, sob o título: "Juntos, Podemos", Renata Abreu falou da segunda reunião: "Depois, recebi meu amigo vereador Dr. Elissandro Lindoso. Discutimos eleições municipais e formas de contribuir mais com a cidade de Osasco. Adorei a nossa conversa".
Neste sábado, conversamos com o Dr. Lindoso, que também foi sucinto ao falar sobre o encontro com a deputada Federal. "Meu amigo Renato, foi um encontro muito bom com a grande deputada Renata Abreu, que tanto tem trabalhado pelo povo de Osasco. Falamos de um modo geral sobre o momento político de Osasco, de São Paulo e do Brasil e de cooperação para o bem do município. Sobre definições com relação às eleições municipais, tudo acontecerá mesmo a partir de abril. Sou grato pelo convite da Renata e eu também gostei muito da nossa conversa", afirmou Lindoso. É bom desacar também que a Renata Abreu continua muito de João Doria. Nesta semana mesmo, ela participou de um evento de prestação de contas do Governador paulista.
Perguntas sem respostas
Mas, como fica a situação de Rogério Lins com esse encontro da deputada Renata Abreu, presidente do seu partido, com um de seus possíveis adversários na campanha pela reeleição? Os boatos que já corriam na cidade e ficaram ainda mais fortes após a divulgação do encontro, dão conta de que Rogério Lins, que apoiou a candidatura à reeleição de Márcio França, sendo um dos responsáveis pela derrota de João Doria em Osasco, estaria de malas prontas para sari do Podemos. Não conseguimos contato com o prefeito para saber sua opinião a respeito desse assunto.
Mas, e se ele continuar no Podemos? Poderia haver uma aliança entre ele e Lindoso para as eleições? Apesar de presidir o PSDB local, a situação futura de Lindoso podeira ainda ser revertida, uma vez que o grupo de Bortolosso afirmou que iria recorrer contra a intervenção estadual? Caso Lindoso vá para o Podemos, ele poderia abrir mão da candidatura a Prefeito para ser vice de Lins? Sobre esse assunto, Lindoso não comentou e disse que o tema não fez parte da pauta dos assuntos com Renata Abreu.
Há poucos meses, Rogério Lins fez uma aliança que também gerou e ainda gera muitos comentários na imprensa e nos bastidores políticos. Apesar de terem sido adversários ferrenhos na campanha de 2016, com trocas mútuas de acusações e até agressões verbais, com apreensões de jornais falsos e prisões de cabos eleitorais, Lins se aproximou de Jorge Lapas. Essa aproximação resultou na nomeação do engenheiro Waldyr Ribeiro Filho, braço direito de Lapas, para a Secretaria de Obas de Osasco. Em 2018, Waldyr Ribeiro deixou o PDT e se filiou ao Podemos, quando trabalhou na campanha vitoriosa do deputado Estadual, Ataíde Teruel.
Então, vejam que, além das verdades que a foto escancara, ela também gerou muitas dúvidas; Se nem tanto para os eleitores, que não acompanham de perto os bastidores políticos, muito mais para os meios políticos e na imprensa. Ou seja, todos querem saber os motivos e as consequências política/eleitorais dessa foto que denota muita proximidade entre Renata Abreu e Lindos, logo no início deste eleitoral, que promete ferver no Brasil inteiro. E pelo jeito, em Osasco não será diferente. (Renato Ferreira é editor do Portal Notícias & Opinião)
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Trata-se do 1º Seminário de Trabalho e Renda, Empreendedorismo e Parcerias do Governo do Estado de São Paulo.
 
Nesta segunda-feira, 30/09, a prefeita de Araçariguama, Lili Aymar (ao lado vice-governador Rodrigo Garcia), participou do 1º Seminário de Trabalho e Renda, Empreendedorismo e Parcerias do Governo do Estado de São Paulo, no Palácio dos Bandeirantes. O evento abordou temas de interesse das prefeituras em geral, como eficiência fiscal, concessões, parcerias, simplificação tributária, financiamento público, agronegócio e qualificação profissional.
 
Araçariguama Palácio dos Bandeirantes Lili Aymar
Prefeita de Araçariguama, Lili Aymar, assinando convênio entre a Prefeitura e o Governo do Estado, no Palácio dos Bandeirantes
Durante o encontro, a chefe do Executivo de Araçariguama assinou mais um convênio com o governo estadual, desta vez com a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, que terá como premissa a revisão ou atualização dos Planos Municipais de Saneamento, Serviços de Abastecimento de Água Potável e de Esgotamento Sanitário.
Araçariguama Palácio dos Bandeirantes Doria
O evento no Palácio dos Bandeirantes, sob o comando do Governador João Dória (PSDB), contou ainda com a presença do Deputado Estadual e Presidente da ALESP Cauê Macris e do Deputado Federal, Herculano Passos, dentre outras autoridades.
Os temas do Seminário foram abordados pelos secretários estaduais Marco Vinholi (Desenvolvimento Regional); Henrique Meirelles (Fazenda e Planejamento), Rodrigo Garcia (Vice-Governador e Secretário de Governo), Patrícia Ellen(Desenvolvimento Econômico), Marcos Penido (Infraestrutura e Meio Ambiente) e Gustavo Junqueira (Agricultura e Abastecimento). Foram palestrantes também Nelson de Souza (Presidente da Desenvolve SP), Wilson Poit (Diretor Superintendente do Sebrae-SP) e Walter Ihoshi( Presidente da Jucesp). (SECOM/PMA - Foto: Rutty Baxtton)
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Hoje, os criminosos podem até continuar aterrorizando no Brasil, mas, o ´diálogo' com a Polícia mudou.
 
 
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel elogiou o trabalho “muito técnico” feito pela Polícia Militar no caso do sequestro do ônibus no início da manhã desta terça-feira, 20/08, na Ponte Rio-Niterói. A ocorrência terminou com o sequestrador abatido por atiradores de elite.
“O ideal é que todos saíssem com vida, mas nós tivemos que tomar uma decisão de salvar os reféns. O que nós assistimos foi um trabalho muito técnico da Polícia Militar. Todo tempo eu fiquei monitorando para fazer o meu trabalho como governador e a Polícia Militar, usando os atiradores de elite, escolheu a melhor oportunidade para salvar os reféns. A técnica é da Polícia Militar. Nós nos mobilizamos rapidamente e tentamos evitar o transtorno para a sociedade”, disse ele no local.
Witzel chegou de helicóptero à ponte Rio-Niterói às 9h45 e desceu da aeronave fazendo gestos de comemoração, vibrando os pulsos cerrados. Ele confirmou que o homem foi morto e identificado e que não é policial. A identidade dele não foi revelada e o corpo já foi removido para a perícia.
O sequestro
Pouco antes das 6h de hoje, um homem armado sequestrou um ônibus e fez 37 reféns, obrigando o motorista a parar o veículo na altura do vão central da ponte, no sentido Rio. Ele foi morto por atiradores de elite por volta de 9h. Segundo o governador, a Secretaria de Vitimização prestará assistência aos reféns e à família do sequestrador.
“Conversei com familiares dele, um me pediu desculpa. Ele pediu desculpa a toda a sociedade, aos reféns. Disse que alguma coisa falhou na criação, a mãe está muito abalada. Nós vamos também cuidar da família dele, vamos entender esse problema para que não ocorram outras vezes”.
Segundo Witzel, a Polícia Civil já está no local para iniciar o trabalho de perícia. Ele agradeceu às corporações envolvidas e disse que os atiradores que participaram da ação serão condecorados e promovidos por bravura e pelo “trabalho de excelência” realizado.
“Muitas vezes algumas pessoas não entendem o trabalho da polícia que às vezes tem que ser dessa forma. Se não tivesse abatido esse criminoso, muitas vidas não seriam poupadas. Isso está acontecendo nas comunidades, eles estão de fuzil aterrorizando as comunidades. Se a polícia puder fazer o trabalho dela de abater quem estiver de fuzil, tantas outras vítimas serão poupadas”.
O governador disse também que as primeiras informações indicam que o sequestrador sofria de algum transtorno mental. A PM informou que a arma usada por ele era um simulacro.
O ônibus sequestrado é da Empresa Galo Branco, linha 2520, que faz o trajeto Jardim Alcântara, em São Gonçalo, até o Estácio, no Centro do Rio. O sequestrador disse ter gasolina e ameaçou incendiar o coletivo.
O tráfego foi interrompido nos dois sentidos e liberado no sentido Niterói pouco depois das 10h. Antes de ser atingido, o sequestrador havia liberado seis reféns. As primeiras negociações com o sequestrado foram feitas pela Polícia Rodoviária Federal e depois conduzidas pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar.
O governador, o secretário de Estado de Polícia Militar, Rogério Figueredo, e o comandante do Bope, tenente-coronel Maurílio Nunes, concederão entrevista coletiva sobre o assunto ainda na manhã de hoje, no Palácio Guanabara. (Informações da Agência Brasil)
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A cidade de Barueri e, consequentemente, a região Oeste da Grande São Paulo, ganhará mais um Hospital Regional sob a responsabilidade do Governo do Estado. E esse grande benefício na área da Saúde será o cumprimento de um compromisso que o prefeito Rubens Furlan (PSDB) e o então, candidato ao Palácio dos Bandeirantes, João Doria (PSDB), firmaram durante a campanha eleitoral em 2018. Veja, aqui, nesta matéria de Notícias & Opinião, feita num evento ainda durante a pré campanha, em Barueri: https://www.facebook.com/noticiaseopiniao/videos/1681565818593314/

Nesta terça-feira, 07/05, Furlan esteve no Palácio dos Bandeirantes, onde se reuniu com o Governador João Doria. Dentre outros temas tratados pelos dois governantes, a construção do Hospital Regional foi um dos assuntos principais e confirmada por João Doria, conforme esclareceu Rubens Furlan.

Segundo o governador paulista, a construção do futuro Hospital será fruto de uma Parceria Público Privada (PPP), onde o governo Estadual e a Prefeitura participam juntos para viabilizar a obra.

"Já colocamos a área à disposição do Governo do Estado. O Hospital Estadual em Barueri será para atender toda nossa região. Avançamos muito nesta primeira reunião e, se tudo correr como o que planejamos, a previsão de início das obras é para ainda este ano. Fico muito feliz em poder trazer esse avanço e mais saúde para todos os moradores da região Oeste", afirmou Furlan. 

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Evento também contou com homenagem para policiais paulistas que trabalharam nas buscas de vítimas em Brumadinho.

 

O Governador João Doria participou, nesta segunda-feira 11/02, da primeira entrega de certificados de “Policial Nota 10” para 20 policiais militares, civis e técnico-científicos. A iniciativa tem o objetivo de reconhecer e estimular o bom trabalho dos policiais. A cerimônia também contou com uma homenagem aos 161 policiais paulistas que auxiliaram nas buscas e identificação de vítimas da tragédia de Brumadinho.

“Nosso Estado já tem o privilégio de ter a melhor polícia do país e nós temos que manter essa posição com o reconhecimento do trabalho, a remuneração dos seus profissionais, a qualidade técnico-científica dos trabalhos de inteligência e equipamentos que serão adquiridos ao longo dos próximos meses”, disse Doria, durante evento no Palácio dos Bandeirantes.

Doria Policial Nota 10 2

O Policial Nota 10 foi instituído no dia 29 de janeiro deste ano, por meio da resolução nº 8 da SSP. Mensalmente, 20 policiais serão homenageados. Nesta segunda, foram agraciados dez policiais militares, oito civis e dois técnico-científicos.

Destaques na Polícia Militar

O 3º sargento Leandro Schiavinatti Espim e os cabos Fábio de Almeida e Sandro de Almeida, integrantes do Corpo de Bombeiros, foram homenageados pelo resgate de um menino de 9 anos que caiu em uma galeria de água fluvial, no dia 4 de janeiro de 2019, no bairro Piratininga, em Osasco. O garoto tentava salvar um cachorro que estava sendo levado pela correnteza.

Já o cabo Ademir Rodrigues da Silva e o soldado Rodrigo Faria Chaves, do 14º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M), foram agraciados pela prisão de um homem suspeito de atirar na esposa. O flagrante aconteceu em 10 de dezembro de 2018, no bairro Santa Maria, em Osasco.

Os outros cinco policiais militares, o 1° sargento Eduardo de Lima Araújo, os cabos Ailton de Araújo Anastácio e Evanildo Ferreira de Oliveira e os soldados Sérgio Augusto Ferreira Silva e Atílio Miranda Alencar, do 3º Batalhão de Policiamento Ambiental, foram homenageados por realizarem uma grande apreensão de munições e drogas em Cubatão. O caso aconteceu no dia 9 de dezembro de 2018. Duas pessoas foram presas.

Destaques nas polícias Civil e Técnico-Científica

A delegada Adriana Ribeiro Pavarina Franco, a escrivã Ana Claudia Fujikura Santos e os investigadores Carlos Cesar Postigo e Viviane dos Santos Sanches, todos da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Presidente Prudente, tiveram o reconhecimento pela prisão de um médico cardiologista, de 74 anos, acusado de abusar sexualmente de pacientes mulheres em seu consultório na cidade de Presidente Prudente. O homem foi detido no dia 18 de janeiro deste ano.

O delegado Rodrigo Borges Petrilli, o investigador Maurício Ribeiro de Campos, e os escrivães Eliana Santos São Bernardo e Diego Kuwahara de Souza, todos do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), além do perito do DHPP Eduardo Tachlisky e o médico legista do IML Centro, Antônio Carlos de Pádua Milagres, foram homenageados pelo trabalho conjunto que resultou na prisão de quatro pessoas suspeitas de envolvimento na morte da policial militar Juliane dos Santos Duarte. A vítima foi levada de um bar em Paraisópolis em 2 agosto e encontrada morta quatro dias depois.

Brumadinho

O Governo do Estado de São Paulo também prestou homenagem aos policiais militares e técnico-científicos que auxiliaram nas buscas e identificação das vítimas da tragédia de Brumadinho. No dia 29 de janeiro, a primeira tropa paulista composta com 54 policiais militares, sendo 44 bombeiros e 10 homens do Comando de Aviação da PM, seguiu para Minas Gerais.

Dois dias depois, uma equipe com sete policiais técnico-científicos embarcou para a região metropolitana de Belo Horizonte. Outras duas turmas de militares rumaram para Brumadinho, sendo a última no dia 6 de fevereiro. Ao todo, 161 policiais participaram dos trabalhos de busca e reconhecimento de vítimas em Minas Gerais. (SECOM - GOVERNO DE SÃO PAULO)

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Modelo de PPP será adotado em quatro novas penitenciárias que já estão sendo construídas. Um dos modelos é o presídio de Ribeirão das Neves, em Minas Gerais.
 
Nesta sexta-feira, 18/01, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que vai privatizar os novos presídios construídos no estado com o modelo de parcerias público-privadas (PPPs).
De acordo com o governador paulista, a administração de quatro das 12 novas penitenciárias que já estão em fase de obras, será concedida à iniciativa privada em editais que devem ser lançados ainda neste ano. Outros três complexos penitenciários que estão previstos também devem entrar no modelo. As unidades que serão privatizadas não foram informadas durante o anúncio.
Segundo João Doria, o modelo PPP a ser adotado tem como referências o presídio da cidade de Ribeirão das Neves, em Minas Gerais, e também o sistema norte-americano. Estão previstas viagens de secretários tanto para Minas quanto para os EUA para reuniões de avaliações de formatos.
"Nós basearemos a gestão em critérios de qualidade, melhorando as condições do apenado, oferecendo parque fabril interno capaz de ressocializar o apenado com trabalho", afirmou o secretário de Administração Penitenciária, coronel Nivaldo Restivo.
A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) disse em nota que ainda é estudado "o modelo ou modelos de PPP que serão adotados".
Informação corrigida
Durante o anúncio para a imprensa, Doria chegou a dizer que todos os 171 presídios do estado seriam privatizados gradativamente ao longo da gestão, mas a informação foi corrigida posteriormente pelo vice-governador e secretário de Governo, Rodrigo Garcia.
"Nós temos hoje 171 presídios em São Paulo funcionando com 230 mil presos. Esse sistema continua assim. As melhorias nesse sistema serão de obras complementares. Ele é estatal”, disse Garcia.
“Temos hoje 12 presídios em obras, dos quais oito já têm funcionários públicos concursados contratados. Não tem sentido racional desistimos disso. Os quatro que ainda não têm funcionários e qualquer outra decisão de novo presídio é que serão via PPP", acrescentou o secretário.
Cartão de crédito
O governador também anunciou que, a partir de agora, todos os pagamentos de impostos do estado poderão ser feitos por meio de cartão de crédito.
"O objetivo é facilitar a vida das pessoas, melhorar a funcionalidade, diminuir a burocracia e garantir o recebimento dos impostos. Vale para ICMS, IPVA e demais impostos", disse Doria. (G1)
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Reunião entre Governador e Presidente dá sinais de que São Paulo caminhará em sintonia com o Governo Federal
Nesta quinta-feira, 10/01, o governador de São Paulo, João Doria, se reuniu hoje (10) com o presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto, e reafirmou seu apoio à proposta de reforma da Previdência que será enviada pelo governo ao Congresso Nacional. Segundo ele, a bancada paulista do PSDB votará favoravelmente à proposta.
Para Doria, a aprovação da reforma previdenciária terá “efeito transformador” no país, “permitindo que o crescimento possa saltar dos 3% hoje previstos para 5%”. Segundo o governador, a reforma vai atrair investimentos internacionais e aumentar a geração de emprego e renda.
Perguntado, Doria disse ser favorável ao regime de capitalização proposto pela equipe econômica, no qual cada trabalhador faz sua poupança individual para a aposentadoria.
Fórum em Davos
O governador paulista disse que outro assunto tratado na reunião com o Presidente foi o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, onde Bolsonaro fará sua estreia internacional. Segundo Doria, o presidente vai apresentar as oportunidades de investimento no Brasil nos setores do agronegócio, da indústria, comércio, serviços, ciência, tecnologia e empreendedorismo.
“É um grande palco para a apresentação do novo Brasil. O Brasil que acredita numa economia liberal, transformadora, que gera empregos e oportunidades”,disse Doria.
A reunião será de 22 a 25 deste mês com representantes do G20, onde estão as maiores economias mundiais, e convidados estrangeiros. No total, líderes de cerca de cem países estarão presentes.
Decreto sobre armas
João Doria afirmou também que é favorável à flexibilização da posse de armas e, questionado pelos jornalistas, disse que o decreto sobre a questão deve ser assinado nesta sesta-feira, 11, pelo presidente Jair Bolsonaro. (Com informações da Agência Brasil)
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Operação Boca de Lobo, em mais um desdobramento da Lava Jato, cumpre mandados expedidos pelo STJ. Delator diz que Pezão recebia mesada de R$ 150 mil quando era vice de Sérgio Cabral
 
 
 
A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira, 29/11, Luiz Fernando Pezão (MDB), governador do Rio de Janeiro. A força-tarefa da Lava Jato deu voz de prisão ao governador por volta das 6h no Palácio Laranjeiras, residência oficial do chefe do estado.
PF cumpre mandados de prisão contra Pezão, secretário de Obras do RJ e outras 7 pessoas, Após prestar depoimento à PF, o governador ficará preso em uma sala especial na unidade prisional da Polícia Militar em Niterói, Região Metropolitana do Rio.
Pezão preso
 
Além do governador, outras seis pessoas foram presas nesta manhã. Ao todo, 9 mandados de prisão e 31 de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça.
Batizada de Boca de Lobo, a operação é baseada na delação premiada de Carlos Miranda, operador financeiro de Sérgio Cabral. O ex-governador, de quem Pezão foi vice, também está preso.
De acordo com os agentes, o governador se surpreendeu com a chegada dos agentes da PF e achou que seriam cumpridos apenas mandados de busca e apreensão no local. Segundo o relato, Pezão reagiu bem à voz de prisão e chamou seus advogados imediatamente.
Outros presos e governador em exercício
Além de Pezão, os secretários Iran Peixoto Júnior, de Obras, e Affonso Henriques Monnerat Alves da Cruz, de Governo, e Marcelo Santos Amorim, sobrinho do governador, foram presos nesta manhã.
Na avaliação da força-tarefa da Lava Jato, solto, o governador poderia dificultar ainda mais a recuperação dos valores, além de dissipar o patrimônio adquirido em decorrência da prática criminosa. Segundo o MPF, o esquema de corrupção ainda estava ativo.
Com a prisão de Pezão, assume automaticamente Francisco Dornelles, 83 anos, vice-governador do estado. Em entrevista à Globonews, Dornelles comentou a prisão de Pezão.
“É um violência contra Pezão. Foi uma surpresa. Em primeiro lugar, vamos dar prosseguimento a todas as ações do regime de recuperação fiscal. Já conversei por telefone com o presidente Michel Temer, garantindo isso. Vamos também continuar com os trabalhos de transição. Falei hoje o governador eleito e já dei essa garantia a ele. Vamos procurar ter o melhor relacionamento com os principais poderes. Já conversei também por telefone com o presidente da Alerj, André Ceciliano. Marcamos de conversar pessoalmente agora pela tarde", disse
Resumo
A prisão preventiva foi determinada pelo STJ;
São nove mandados de prisão, incluindo a de Pezão, e 30 de busca e apreensão;
A decisão foi baseada em delação de Carlos Miranda, operador financeiro de Cabral;
A Justiça determinou o bloqueio de R$ 39 milhões em bens;
São investigados os crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa e corrupção ativa e passiva.
Pezão é o quarto governador do Rio a ser preso.
Nove mandados de prisão
Luiz Fernando Pezão, governador do Estado do Rio de Janeiro
José Iran Peixoto Júnior, secretário de Obras de Pezão
Affonso Henriques Monnerat Alves da Cruz, secretário de Governo de Pezão
Luiz Carlos Vidal Barroso, servidor da Casa Civil e Desenvolvimento Econômico
Marcelo Santos Amorim, sobrinho do governador
Cláudio Fernandes Vidal, sócio da JRO Pavimentação
Luiz Alberto Gomes Gonçalves, sócio da JRO Pavimentação
Luis Fernando Craveiro de Amorim, sócio da High Control Luis
César Augusto Craveiro de Amorim, sócio da High Control Luis
A Polícia Federal cumpriu ainda 30 mandados de busca e apreensão. Um deles foi na casa de Pezão em Piraí, no Sul do estado, base do governador.
Os policiais estiveram também no Palácio Guanabara, sede do governo, em Laranjeiras. Motoristas que passavam em frente, na Rua Pinheiro Machado, buzinavam, em sinal de comemoração.
A ordem de prisão preventiva foi expedida pelo ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde governadores têm foro.
Atualmente, dos três poderes do Estado do Rio, estão presos o governador e o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani.
Boca de Lobo
Carlos Miranda detalhou o pagamento de mesada de R$ 150 mil para Pezão na época em que ele era vice do então governador Sérgio Cabral. Também houve, segundo a delação, pagamento de 13º de propina e ainda dois bônus de R$ 1 milhão como prêmio.
Segundo o depoimento à Justiça, o "homem da mala" do ex-governador Sérgio Cabral disse que o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, guardou R$ 1 milhão em propina com um empresário do Sul Fluminense.
O nome da operação faz alusão aos desvios de recursos, revelados nas diversas fases da Operação Lava Jato, que causa a sensação na sociedade de que o dinheiro público vem escorrendo para o esgoto.
Boca de Lobo é o dispositivo instalado em vias públicas para receber o escoamento das águas da chuva drenadas pelas sarjetas com destino às galerias pluviais.
O trecho da delação, homologada pelo ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, foi revelado pelo jornal O Globo em abril.
O dinheiro vinha de empreiteiras e fornecedoras que tinham contrato com o governo do estado, afirmou o delator. Miranda acrescentou ainda que, de 2007 a 2014, Pezão, na época vice-governador, também ganhou um 13º salário, além de dois bônus, de R$ 1 milhão cada.
 
Com a prisão de Luiz Fernando Pezão nesta quarta-feira (29), quatro dos últimos cinco governadores eleitos do Rio de Janeiro estão ou já foram presos. Sérgio Cabral, Anthony Garotinho e Rosinha Matheus foram presos quando já não eram mais governadores do RJ. A exceção é Wilson Witzel, que toma posse em 1º de janeiro de 2019.
Nas duas ocasiões, o governador negou as acusações. Sobre a mesada, Pezão disse que "as afirmações eram absurdas e sem propósito". "O governaor afirma que jamais recebeu recursos ilícitos e já teve sua vida amplamente investigada pela Polícia Federal", disse a nota.
Citado em delações desde 2017
Depois de ver Sérgio Cabral ser preso em 2016, Pezão também sofreu denúncias de corrupção. Em abril de 2017, dois executivos da Odebrecht disseram, em delação premiada, que Pezão recebeu dinheiro da construtora em espécie e em contas no exterior, mas não revelaram os valores.
Pezão também é suspeito de ter recebido dinheiro do esquema de corrupção do Tribunal de Contas do Estado. O delator Jonas Lopes Neto, filho de Jonas Lopes de Carvalho, ex-presidente do TSE, disse que arrecadou R$ 900 mil para pagar despesas pessoais do governador.
De acordo com delator, o dinheiro veio de empresas de alimentação que tinham contrato com estado. O governador também é suspeito de receber propina da Fetranspor. Um funcionário do doleiro Álvaro José Novis afirmou em delação que pagou propina de R$ 4,8 milhões ao governador. Edimar Dantas contou aos procuradores que foram cinco pagamentos em 2014 e 2015.
O nome de Pezão também aparece nas delações de Carlos Miranda, apontado como operador do esquema de corrupção chefiado por Sérgio Cabral. O atual governador teria recebido mesada das fornecedoras do estado no valor de R$ 150 mil durante sete anos. Pezão negou todas as acusações.
Perfil do governador
Pezão tem 63 anos, é economista e nasceu em Piraí, no Sul do estado, onde foi vereador por dois mandatos e prefeito por mais dois. No estado, Pezão começou a carreira no governo de Rosinha Garotinho, quando foi subsecretário de Governo e coordenação.
Em 2006, foi escolhido para ser vice na chapa de Sérgio Cabral pelo PMDB na disputa pelo governo do estado. Os dois foram eleitos e reeleitos. Em abril de 2014, Pezão assumiu como governador depois que Sérgio Cabral renunciou ao cargo. Nessa época, a economia do estado já enfrentava sérios problemas.
Mesmo assim, Pezão venceu a disputa pela reeleição no segundo turno. Ele tomou posse com o estado já mergulhado numa das piores crises da história. Em 2017, as contas públicas estavam em colapso total e Pezão ficou sete meses fora do governo para tratar um câncer. O vice-governador Francisco Dornelles decretou estado de calamidade pública. Pezão reassumiu em outubro e assinou um acordo de recuperação fiscal com o governo federal no fim daquele ano.
Outro lado
O governo do Estado do Rio não comentou especificamente a prisão de Pezão. Emitiu nota informando que, "de acordo com o artigo 140 da Constituição estadual, a chefia do Poder Executivo passa a ser exercida, a partir desta quinta-feira (29/11), pelo vice-governador Francisco Dornelles".
"O governador em exercício afirma que o Governo do Estado do Rio de Janeiro manterá todas as ações previstas no Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e dará prosseguimento aos trabalhos de transição de governo, reiterando o seu maior interesse na manutenção do bom relacionamento com os demais Poderes do Estado", prossegue a nota.
Já o MDB comunicou que "acredita que os processos legais e as investigações restabelecerão a verdade". (G1)
 
Opinião - Renato Ferreira
Todos se dizem "inocentes"
 
Lula Pezão Joesley Cabral e Eduardo Paes
Pezão, Joesley Batista, Lula, Sérgio Cabral e Eduardo Paes
 
O curioso nas prisões de políticos e empresários corruptos é que mesmo depois de serem confrontados com delatores, testemunhas, documentos e provas dos crimes, todos eles negam as acusações e se dizem "inocentes" por crimes de corrupção ativa ou passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Vejam estes que aparecem nesta foto, da esquerda para direita: Pezão, Joesley Batista, Lula, Sérgio Cabral e Eduardo Paes. Nesta imagem de 2012, esses importantes politicos e empresários da época festejavam a reeleição do então prefeito do Rio, Eduardo Paes
 
Com exceção do ex-prefeito do Rio, Eduado Paes (MDB) - último à direita - candidato derrotado ao governo do Rio nas eleições deste ano, todos os demais estão presos. Uns já cumprindo pena por condenação, como o ex-presidente petista, Luiz Inácio Lula da Silva e Sérgio Cabral, ex-governador fluminense, e outros, presos preventivamente, como o empresário Joesley Batista e o governador Pezão. É bom destacar que Eduardo Paes, ex-tucano e membro ativo da CPI dos Correios, que culminou no processo do Mensalão, já foi acusado também por crime de corrupção. Paes é acusado de receber propinas das obras para as Olimpíadas 2016, realizadas durante a sua administração na cidade do Rio de Janeiro. (Renato Ferreira)
 
 
Published in Política

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