Terça, 31 Março 2020 | Login
Grupo se comprometeu a fazer o que for necessário para minimizar danos econômicos e sociais da pandemia em teleconferência com Bolsonaro e Araújo.
Diante da maior pandemia que o planeta já viveu, nesta quinta-feira, 26/03, o G20 anunciou que vai injetar US$ 5 trilhões — o equivalente a R$ 25 trilhões — na economia mundial como forma de combater a pandemia do novo coronavírus, que provoca a covid-19, e os seus danos na economia de todos os países.
"Estamos injetando US$ 5 trilhões na economia global como parte da política fiscal direcionada, medidas econômicas e esquemas de garantia para combater a impactos sociais, econômicos e financeiros da pandemia", informou o grupo dos 20 países mais ricos do mundo em um comunicado após reunião extraordinária realizada na Arábia Saudita.
O informativo diz ainda que o grupo "se compromete a fazer o que for necessário e a usar todas as ferramentas de política disponíveis para minimizar os danos econômicos e sociais da pandemia, restaurar o crescimento global, manter a estabilidade do mercado e fortalecer a resiliência".
Bolsonaro e Araújo
O Brasil foi representado na reunião virtual pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.
A reunião do G20 se concentrou em encontrar meios de cooperação e de como os países devem agir para enfrentar a epidemia, mas também deixar os fluxos de comércio abertos e manter as cadeias de suprimento.
Teleconferência
Bolsonaro levou à cúpula virtual do G20 o mesmo discurso que tem defendido internamente no combate ao coronavírus, de defender a saúde das pessoas, mas também os empregos. O presidente levantou mais uma vez o uso da hidroxicloroquina como tratamento para covid-19, mesmo sem pesquisas conclusivas.
"O presidente concentrou-se em falar da necessidade de proteger a saúde das pessoas e ao mesmo tempo proteger os empregos, pensando prioritariamente nas pessoas mais vulneráveis. Falou do avanço das pesquisas, no Brasil, nos Estados Unidos e em outros lugares, sobre o tratamento com hidroxicloroquina", disse uma fonte diplomática.
Em fotos distribuídas pelo Palácio do Planalto, Bolsonaro aparece com uma das versões do medicamento usado contra malária, produzido por um laboratório brasileiro, na mesa a sua frente. Em outra, enquanto está falando, segura a caixa do medicamento.
Remédio em estudo
Na última quarta-feira, 25, o Ministério da Saúde decidiu abrir um estudo nacional e anunciou que vai adotar a cloroquina no tratamento de casos graves de infecção pelo novo coronavírus, mas ressaltou que o medicamento não deve ser usado fora de ambientes hospitalares.
O ministro da Saúde, Henrique Mandetta, disse que a intenção é deixar o medicamento à disposição dos médicos para o caso de decidirem usar em pacientes graves, com determinadas condições, que possam responder ao medicamento. (Fonte: R7)
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Mesmo diante de uma pandemia que mata e com o mundo inteiro assustado, os inconsequentes opositores de Bolsonaro continuam fazendo politicagem no Brasil em cima de uma desgraça mundial. Para eles, hoje, existem dois personagens no Brasil: Coronavírus e Bolsonaro. E o último terá que ser derrotado. Hoje à noite, deve ter "Parabéns" das janelas em homenagem a Bolsonaro, que faz aniversário.
 
Por Renato Ferreira -
Para a oposição brasileira, não tem jeito. Bolsonaro é culpado por todas as desgraças do país, inclusive, pelo coronavírus, e por isso tem que deixar a Presidência, de preferência, imediatamente. Mesmo com uma equipe peuena e competente de ministros, que ele escolheu, Bolsonaro é massacrado diuturnamente pelos adversários que tentam, assim, conseguir mais alguns votinhos, já para 2020 e, principalmente, para 2022. E muitos nem desceram do palanque político de 2018. Querem a todo custo um terceiro turno das eleições. Querem porque querem o impeachment de Bolsonaro, via coronavírus.
Esse pessoal é tão patético que, hoje, se represetantes do crime organizado, traficantes, milicianos, políticos corruptos, ex-presidentes condenados, ou qualquer um zé ninguém fizer algo em algum estado, ou município contra o vírus, como esse ex-juiz que governa o Rio de Janeiro, pretenso candidato à Presidência da República, que vibra quando uma pessoa é morta a tiros pela polícia, diz que vai fechar os aeroportos do Rio, mesmo sem competência para isso, estes são elogiados e chamados até de gênios pela oposição ao governo. Só para fustigar Bolsonaro. Pura politicagem rasteira. E claro, sempre usando como base, matérias patéticas da ex-toda poderosa rede Globo de Televisão, que perdeu as polpudas verbas publicitárias do Governo Federal.
Ao contrário disso, o chefe maior da Nação, eleito democraticamente, mesmo reunindo-se diariamente com ministros, com chefes de outros Poderes, com chefes das Forças Armadas, com empresários, com a comunidade médica e tomando providências corretas de acordo com determinações da OMS (Organização Mundial da Saúde), para combater a disseminação do coronavírus, Bolsonaro é criticado, ironizado e desrespeitado pelos canhotinhos revoltados. Tudo isso só por ele ter sido eleito por 58 milhões de votos sem recursos financeiros e sem depender de nenhum esquema com políticos ou sindicatos corruptos.
Desçam do palanque político eleitoral, gente. Em 2022, teremos novamente eleição para Presidente da República. Quem sabe até lá, o Lula já esteja livre da cadeia para se candidatar novamente, ou vocês consigam eleger, por exemplo, o Guilherme Boulos. Parem e se preocupem um pouco mais com o combate ao coronavírus, dêem sugestões de como vencer melhor a quarentena e de como vocês e seus familiares poderão evitar a doença. Deixem de lado o ódio ao Bolsonaro. O vírus não foi criado por ele. Apareceu na China e se espalhou pelo mundo.
Tem que estar contaminado
Outra bronca de seus adversários é que até o momento, o Presidente Bolsonaro ainda não foi contaminado com o novo coronavírus. Para alguns, possivelmente, menos inteligentes, como 23 membros do governo, que participaram da comitiva em viagem aos Estados Unidos, já foram diagnosticados com o vírus, "é impossível", que Bolsonaro também não esteja doente.
Como o próprio Presidente tem afirmado, ele já fez dois exames a pedido de sua equipe médica e os dois deram negativos. Nesta sexta-feira, 20, um dos repórteres que participava de uma coletiva não se conteve e perguntou se o presidente poderia mostrar os exames. Ou seja, ele fez a pergunta porque, pessoalmente, ou a mando de seu órgão de comunicação, não acredita que Bolsonaro esteja falando a verdade. Precisou do ministro da Saúde, Henrique Mandetta, que é medico, explicar que os exames de laboratório são de propriedade pessoal do paciente e cabe a este divulgar ou não.
O que, talvez, o afoito repórter não sabe é que o hospital que realiza o exame tem a obrigação de informar às autoridades e, principalmente, ao Ministério da Saúde e à Vigilância Sanitária, se o exame deu positivo, pois se não informar, a unidade será punida por deixar de fornecer uma informação imprescindível à saúde pública. Isso é crime. Então, mesmo que o indivíduo, Presidente da Repúplica ou qualuer outro cidadão, não queira, o seu exame dando positivo, ele será notificado e terá que permanecer em quarentena no hospital ou em casa para se tratar.
Diante desse impasse, até a Justiça já foi acionada. Por determinação da juíza Raquel Soares Chiarelli, da 4ª Vara da Justiça Federal em Brasília, em atençao a uma liminar do Governo do Distrito Federal, o Hospital das Forças Armadas, que atendeu todos os membros da comitiva presidencial, terá que fornecer ao governo do DF uma lista com os nomes de todos os pacientes cujos testes deram positivo para o coronavírus. Não podemos esquecer que, como os governadores João Doria (PSDB-SP), e Wilson Witzel (PSC-RJ), o governador Ibaneis Rocha (MDB-DF), é também um desafeto de Bolsonaro. Os três querem ser candidatos à Presidência em 2022.
Todo esse pessoal exige que Jair Bolsonaro faça um terceiro exame, ou quantos forem necessários, para eles terem certeza que o Presidente esteja falando a verdade. Fico até imaginando como seria a manchete da extrema imprensa, caso mesmo que seja o quadragésimo exame de Bolsonaro dando positivo. A Globo, certamete, faria chamada de urgência e publicariaem todos seus jornais com a seguinte manchete, na voz empostada de Willian Bonner: "Bolsonaro é contaminado pela gripezinha do coronavírus e terá que ficar em quarentena até 2022".
Parabéns das janelas
E por falar no Presidente Jair Bolsonaro, neste sábado, 21, ele faz aniversário. E seus correligionários e admiradores - ele tem mais de 35 milhões de seguidores nas redes sociais - estão programando um ato para homenageá-lo pela data. Para isso, seus eleitores estão sendo conclamados a cantarem o "Parabéns a você", hoje à noite das janelas de suas residências. A homenagem, segundo os organizadores, deverá acontecer no horário do Jornal Nacional da TV Globo. (O jornalista Renato Ferreira é editor do Portal Notícias & Opinião)
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Proposta do Presidente Bolsonaro, que segue, agora, ao Senado, permite que o Executivo gaste mais do que o previsto sem infringir as metas fiscais para custear combate à pandemia. Como primeiras medidas econômicas, Governo vai auxiliar empresas e trabalhadores informais.
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira, 18/03, o pedido de reconhecimento de calamidade pública enviado pelo governo federal diante da pandemia de coronavírus. A proposta, que segue para o Senado Federal, permite que o Executivo gaste mais do que o previsto, sem que isso signifique desobediência às metas fiscais para custear ações de combate à pandemia.
O texto aprovado é o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 88/20 , que também cria uma comissão mista composta por seis deputados e seis senadores, com igual número de suplentes, para acompanhar os gastos e as medidas tomadas pelo governo federal no enfrentamento do problema.
A comissão poderá trabalhar por meio virtual, mas terá garantida reuniões mensais com técnicos do Ministério da Economia e uma audiência bimestral com o ministro da pasta, Paulo Guedes, para avaliar a situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas emergenciais relacionadas ao Covid-19.
Crédito ilimitado
O relator, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), afirmou que não se trata de um "cheque em branco", mas de crédito ilimitado para o governo agir. Ele disse ainda que a comissão mista vai garantir a transparência nos gastos. "Ao reconhecer a calamidade pública, o Congresso permite o descumprimento das metas fiscais, e o governo vai ter condições de fortalecer o Sistema Único de Saúde, que é o principal instrumento de combate ao coronavírus", comentou. "Também vai garantir medidas econômicas, como renda para a população, e ações para impedir a expansão do vírus."
Ações
O governo federal anunciou também na quarta-feira uma série de medidas de enfrentamento à crise, como linhas de crédito, desoneração de produtos médicos, socorro às companhias aéreas, a liberação de R$ 200,00 mensais para trabalhadores informais e fechamento de fronteiras.
O líder do PDT, deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE), reivindicou a expansão dos gastos com saúde e com o Bolsa Família. Por sua vez, o deputado Alexis Fonteyne (Novo-SP) pediu atenção às empresas, para evitar o encolhimento da economia.
Já o líder da oposição, deputado  Alessandro Molon (PSB-RJ), destacou o voto favorável dos partidos contrários ao governo e salientou que os gastos serão exclusivos para combater o coronavírus. Ele acrescentou que os parlamentares vão ficar vigilantes às ações do Executivo.
Calamidade
Nos termos atuais, o estado de calamidade pública é inédito em nível federal. A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) prevê essa condição temporária, que suspende prazos para ajuste das despesas de pessoal e dos limites do endividamento; para cumprimento das metas fiscais; e para adoção dos limites de empenho (contingenciamento) das despesas.
Segundo o governo, o reconhecimento do estado de calamidade pública, previsto para durar até 31 de dezembro, é necessário “em virtude do monitoramento permanente da pandemia Covid-19, da necessidade de elevação dos gastos públicos para proteger a saúde e os empregos dos brasileiros e da perspectiva de queda de arrecadação”.
Conforme previsto na LRF, o governo deve atualizar na próxima semana os parâmetros econômicos que norteiam as contas públicas. Interlocutores da equipe econômica, como o líder do governo na Comissão Mista de Orçamento, deputado Claudio Cajado (PP-BA), previam o anúncio neste mês de um contingenciamento de R$ 30 bilhões a R$ 40 bilhões.
Neste ano, conforme o Orçamento sancionado sem vetos pelo presidente Bolsonaro, a meta fiscal para o governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) é um déficit primário de R$ 124,1 bilhões. Desde 2014, as contas públicas estão no vermelho: descontado o pagamento dos juros da dívida, as despesas superam as receitas.
Governo pagará 15 dias de afastamento
O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, anunciou durante coletiva nesta quinta-feira, 19, que as empresas não precisarão pagar pelos primeiros 15 dias de afastamento do funcionário diagnosticado com coronavírus. "Empresas não precisarão arcar com o valor quando enfermidade for o coronavírus", afirmou.
Bianco disse ainda que, nos casos em que o segurado precisar cumprir alguma exigência, o prazo para isso será dispensado. "Se a demora do prazo for prejudicial, faremos antecipação do benefício", explicou. A cobertura desses gastos pelo governo será limitada pelo teto do Regime Geral de Previdência Social, que é de R$ 6.101.
Redução de jornada
O secretário falou também sobre a proposta do governo de redução da jornada de trabalho. “São 3 meses que o governo, empresa e empregado farão um esforço conjunto para passar por esta fase e para preservar o emprego", disse Bianco.
Segundo a proposta, o governo federal vai arcar com 25% daquele empregado que tiver a jornada reduzida. O acordo deve ser feito entre empregador e empregado. A medida anunciada na quarta-feira, 18, prevê que o trabalhador que tiver a jornada reduzida receberá antecipação do seguro-desemprego. Porém,a proposta ainda terá que passar pelo Congresso Nacional. (Fonte: R7)
 
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Apesar dos chantagistas do Congresso continuarem pressionando o Governo, derrubando vetos e jogando contra o Brasil, Bolsonaro pede que as manifestações do dia 15 sejam suspensas. Nesse momento, o que interessa ao país é a prevenção contra a transmissão do coronavírus.
 
Nesta quinta-feira, o presidente da República, Jair Bolsonaro, fez um pronunciamento em rede nacional, para falar sobre a situação do novo coronavírus e as medidas tomadas pelo Governo e o Ministério da Saúde. Demonstrando responsabilidade e bom senso, o presidente pediu que as manifestações marcadas para o dia 15 de março fossem adiadas.
Logo após o pronunciamento do presidente, os organizadores divulgaram nota adiando as manifestações de domingo. É uma questão de bom senso. Em diversos países de todos os Continentes, as autoridades políticas e entidades particulares estão suspendendo eventos políticos, esportivos e culturais para evitar aglomerações de pessoas.
Ao contrário do que ocorreu no carnaval, quando os organizadores poderiam ter repensado os festejos carnavalescos, onde houve grandes concentrações de brasileiros e estrangeiros por vários dias, quando a doença já se alastrava pelo mundo, desta vez, os organizados dos atos políticos tiveram o bom senso e, de acordo com a solicitação de Bolsonaro, suspenderam o evento.
Com um discurso, de apenas dois minutos, o chefe da Nação elogiou elogiou a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) ao declarar uma pandemia em virtude da propagação da COVID-19, e pontuou que, embora o sistema de saúde nacional, assim como o de outros países, tenha limitações para atender, o governo está preparado para manter a evolução da epidemia sob controle.
​"É provável, inclusive, que o número de infectados aumente nos próximos dias, sem, no entanto, ser motivo de qualquer pânico", disse o presidente.
Bolsonaro salientou que, por motivos óbvios, há uma preocupação maior com os idosos, e que, no momento, a recomendação das autoridades é para a população evitar "grandes concentrações populares". Nesse caso, ele atentou para a necessidade de serem repensadas as manifestações marcadas para o próximo domingo, dia 15, em defesa de seu governo.
"Não podemos esquecer, no entanto, que o Brasil mudou. O povo está atento e exige de nós respeito à Constituição e zelo pelo dinheiro público. Por isso, as motivações da vontade popular continuam vivas e inabaláveis."
Atualmente, o Brasil registra 76 pacientes diagnosticados com a COVID-19, incluindo o secretário de Comunicação da Presidência (Secom), Fabio Wajngarten, que acompanhou o presidente em visita recente aos Estados Unidos. Devido ao contato com o funcionário, Jair Bolsonaro precisou realizar um teste e, agora, aguarda o resultado, que deve ser divulgado nesta sexta-feira. No entanto, Bolsonaro não apresenta sintomas do novo coronavírus.
Medidas emergenciais
Vários ministérios estão agindo em conjunto no combate ao novo coronavírus e no atendimento de pacientes. O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta informou ontem que pediu ao Congresso a liberação de R$ 5 bilhões das emendas parlamentares. O relator disse que o Congresso vai colaborar. Por sua vez, Mandetta disse que se os recursos não forem liberados pelo Congresso, o Governo vai agir para buscar recursos e atender o povo.
Já o ministro da Saúde, Paulo Guedes, criou um grupo para também atender o povo na área econômica. O INSS suspendeu a necessidade dos segurados irem aos bancos para fazer a prova de vida. O governo determinou também a antecipação para o mês de abril dos 50% de adiantamento das aposentadorias e pensões. (Renato Ferreira com informações de agências)
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Determinação do Presidente da República foi publicadoa nesta sexta-feira. Interinos e substitutos também ficam proibidos em qualquer situação.
O governo Federal alterou as regras para o uso de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) por autoridades, uma regalia que já havia se tornado uma prática, totalmente em desacordo com o sofrimento do povo. Com o Decreto nº 10.267/2020, publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 06/03, fica proibido o deslocamento de qualquer autorida para o local de residência em aeronaves da FAB.
O uso de aviões da FAB ficará restrito a motivo de emergência médica, segurança ou viagem a serviço. Anteriormente, o Decreto nº 4.244/2002, editado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), permitia a autoridades o uso dessas aeronaves para voltar para casa.
 
Outra mudança do Decreto de Jair Bolsonaro diz respeito a quem pode usar os aviões. O novo decreto proíbe interinos e substitutos de viajar com a FAB. Estão autorizados o vice-presidente, os presidentes do Senado, da Câmara dos Deputados e do Supremo Tribunal Federal, ministros, comandantes das Forças Armadas e o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.
Segundo o decreto, a autoridade que usar o avião da FAB em detrimento de voos comerciais deverá comprovar a necessidade. O novo decreto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) surgiu após polêmica envolvendo o ex-número dois da Casa Civil, José Vicente Santini.
Na ocasião, o ministro em exercício viajou em avião da FAB de Davos, na Suíça, para se encontrar com a comitiva presidencial, que estava na Índia. Na ocasião, Santini substituía o ex-ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni.
Bolsonaro classificou como “inadmissível” o uso do avião e indicou que demitiria Santini. Após esse episódio, o presidente proibiu ministros interinos de voarem com a FAB. (Fonte: Metrópoles)
Parabéns ao Presidente Jair Bolsonaro por essa medida de austeridade. Agora, uma vez que a oposição critica todas as medidas de Bolsonaro, só falta algum político ou ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), venham dizer que o Decreto é inconstitucional. (Renato Ferreira).
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Atriz, que pediu demissão da Globo, assumiu nesta quarta-feira a Secretaria Especial da Cultura.
 
Acompanhado de sua esposa e primeira-dama do Brasil, Michelle, e de outras lideranças do Governo, o Presidente Jair Bolsonaro empossou, nesta quarta-feira, 04/03, a atriz Regina Duarte na Secretaria Especial da Cultura. Ao tomar posse sob aplausos da plateia, a atriz disse que espera o apoio do Legislativo para impulsionar projetos culturais no país e que vai “passar o chapéu” em busca de recursos para o setor. Ela afirmou ainda que buscará pacificação e diálogo permanente com o setor.
“Meu propósito aqui é pacificação e diálogo permanente com o setor cultural, com os estados e municípios, com o parlamento e com os órgãos de controle. O apoio do legislativo é indispensável para que se tornem reais os objetivos da tarefa que vamos inciar juntos a partir de hoje”, afirmou, durante cerimônia no Palácio do Planalto.
É possível “fazer muita cultura com os recursos que temos. Criativamente, como no meu tempo de amadora”, disse Regina. “Acredito também que se possa fazer mais com mais, acredito na busca da beleza e sabemos que beleza é inerente ao conceito de arte. E assim, na busca de uma beleza maior, vamos passar o chapéu, como de praxe, por que não? Se há vontade de fazer mais, e grande, e os recursos são escassos, vamos passar o chapéu, sim”, destacou.
Para Regina, a cultura é um dos principais pilares do desenvolvimento social e econômico do país, e uma cultura forte consolida a identidade de uma nação. “Uma nação tem que nutrir e zelar pela cultura do seu povo, democratizando, repartindo com equilíbrio as fatias do fomento para que todas as regiões possam viabilizar e expor sua produção e para que toda a população possa desfrutar da nossa magnífica expressão cultural.”
No discurso, Regina Duarte agradeceu o apoio da sua família, o incentivo dos fãs e anônimos e a confiança do presidente Jair Bolsonaro, do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, e de sua nova equipe de trabalho. A Secretaria Especial da Cultura está ligada ao Ministério do Turismo.
“Estamos unidos aos milhões de brasileiros, uma gente que deseja e merece viver em um país onde a cultura seja passaporte para uma vida plena, recheada de sonhos, de fantasias, emoções, momentos felizes, sempre. E que cultura seria essa geradora da tenta felicidade, dona Regina? Para começar, acho que seria alguma coisa que não passasse nem perto do conceito de domínio. Falo de cultura como libertação, dessa argamassa de hábitos e comportamentos, rituais e costumes que se autofertilizam no seio do povo”, destacou a secretária.
LEI ROUANET
A atriz foi convidada pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir o cargo de secretária especial da Cultura após a exoneração do dramaturgo Roberto Alvim, em janeiro deste ano.
Em discurso, Bolsonaro disse que, assim como os ministros, Regina Duarte terá liberdade para montar sua equipe. A expectativa do presidente é que a nova secretária impulsione os mecanismos culturais disponíveis, como a Lei Federal de Incentivo à Cultura, conhecida como Lei Rouanet.
“A definição de cultura se resume a um conjunto de hábitos, crenças e conhecimentos. E, com esse propósito, depois de um ano de governo, nós achamos, tenho certeza, a pessoa certa que pode valorizar, por exemplo, a Lei Rouanet, tão mal utilizada no passado”, disse o presidente.
Em abril do ano passado, o governo anunciou mudanças para o financiamento de projetos culturais, como a redução do teto de valores financiados de R$ 60 milhões para R$ 1 milhão.
A cultura “vai muito além do que nós pensamos” e influencia na economia, afirmou o presidente. “Lógico que não é palpável”, destacou. “A música [por exemplo], é um ânimo, é uma injeção de coragem em você, e nós temos que resgatar isso, e o tempo voa”, disse Bolsonaro, ressaltando que o governo está, “de forma tímida, apenas começando a escrever a cultura”.
CARREIRA
Filha de pai militar e de mãe professora de piano, mãe de três filhos e avó de seis netos, Regina Duarte nasceu no dia 5 de fevereiro de 1947.
Regina trabalha como atriz há 55 anos. Atuou em dezenas de novelas, sendo um dos rostos mais conhecidos da televisão brasileira.
Seus papéis mais marcantes foram em folhetins como Selva de Pedra, Irmãos Coragem, Vale Tudo, Roque Santeiro e Rainha da Sucata e no seriado Malu Mulher. Regina Duarte interpretou a personagem Helena em três obras do autor Manoel Carlos (História de Amor, Por Amor e Páginas da Vida).
Para assumir o cargo de secretária especial da Cultura, a atriz encerrou seu contrato com a TV Globo. (Fonte: Agência Brasil)
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A Rede Vírus vai desenvolver pesquisas para mapear o Covid-19.
O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, informou nesta segunda-feira 02/03, que o governo federal prevê investir R$ 10 milhões via Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em pesquisas voltadas para o mapeamento e sequenciamento do novo coronavírus.
Segundo Pontes, o valor ainda é uma previsão e deve ser aplicado em 2020. A informação foi divulgada após teleconferência sobre o novo coronavírus com ministros de Ciência e Tecnologia de outros oito países (Alemanha, Canadá, Coreia do Sul, Estados Unidos, Índia, Inglaterra, Itália, Japão e Nova Zelândia).
Em fevereiro, a pasta criou a Rede Vírus, uma rede de pesquisa envolvendo cientistas e laboratórios para ajudar no enfrentamento de viroses emergentes, com foco inicial em coronavírus e influenza. O grupo é formado por especialistas e representantes do Ministério da Saúde, de entidades científicas e de unidades de pesquisa.
O ministro Marcos Pontes afirmou em entrevista aos veículos da Empresa Brasil de Comunicação (EBC):
“A ideia é trabalhar com o Ministério da Saúde para colocar recursos para que essa rede possa desenvolver as pesquisas. Certamente vai ajudar em termos de modelamento desse vírus, no mapeamento e no sequenciamento desse genoma e muitas outras possibilidades em termos de tratamento, testes clínicos. Então, o Brasil pode contribuir muito”
A rede de pesquisa será coordenada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) e definirá uma agenda de prioridades de pesquisa e ações futuras para auxiliar no combate de viroses no país. A atuação deverá ser restrita ao campo da pesquisa científica, como auxiliar e complementar às iniciativas do Ministério da Saúde.
Ministros de Ciência
De acordo com Marcos Pontes, o grupo de ministros de Ciência discutiu sobre formas de trocar informações sobre o novo coranavírus entre os países e como pode haver a colaboração entre os países.
“Nós tratamos de três assuntos: o que estamos fazendo em cada um desses países em termos de pesquisa para auxiliar a parte de saúde propriamente dita. Segundo: como a gente pode trocar dados; e terceiro, como podemos colaborar com os diversos países”, explicou Pontes. O grupo de ministros faz parte do Carnegie Group of Science Advisers, criado em 1991 para reunir anualmente ministros da Ciência de diversos países.
Segundo o ministro, o grupo tem trabalhado no mapeamento e identificação da origem do novo coronavírus.
“A pesquisa e o desenvolvimento têm uma série de fatores que trabalham na busca de identificar o vírus, o genoma, o modelamento. Com esse tipo de identificação, a gente consegue ter uma ideia de onde vem, que tipo de vírus a gente recebeu aqui no Brasil. É importante a gente ter a noção dessa propagação”, completou.
A previsão de Pontes é que o grupo mantenha o contato, por teleconferência, semanalmente. (Agência Brasil)
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Resultado foi divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional. No mês passado, arrecadação bateu recorde histórico, de acordo com a Receita Federal.
 
O caixa do Governo Central registrou um superávit primário de R$ 44,124 bilhões em janeiro, o melhor desempenho para o mês na série histórica, iniciada em 1997, conforme o Tesouro Nacional.
O resultado, que reúne as contas do Tesouro, Previdência Social e Banco Central, sucede o déficit de R$ 14,637 bilhões de dezembro. Em janeiro de 2019, o resultado havia sido positivo em R$ 30,030 bilhões.
Agora, o resultado de janeiro ficou acima das expectativas do mercado financeiro, cuja mediana apontava um superávit de R$ 38 bilhões, de acordo com levantamento do Projeções Broadcast junto a 19 instituições financeiras.
O valor de janeiro representa alta real de 3,9% nas receitas em relação a igual mês do ano passado. Já as despesas tiveram queda real de 3,3%. (Fonte: EXAME)
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Após confirmar presença nas manifestações pró Governo no dia 15 de março, senador por Goiás cobrou, contudo, que presidente dê nomes e aponte parlamentares que o teriam chantageado. E aí, senhores Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre, vocês querer punir também o colega Jorge Kajuru?
 
 
Confirmando presença nas manifestações marcadas para dia 15 de março, o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) endossou as críticas do ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, a supostas “chantagens” do Congresso. “O governo tem razão, tem muito chantagista lá”, afirmou ele.“Eu vou [aos protestos] porque é uma coisa normal para mim, todo mundo merece manifestação contra e tem muita gente ruim lá, do mesmo jeito que tem muita gente boa”, pontuou
 
Segundo ele, “ou as pessoas se enganaram ou não quiseram entender” que Bolsonaro não falava dos parlamentares de forma generalista. “Em nenhum momento o presidente quis dizer que todo mundo no Congresso é igual, até por que ele permaneceu lá por sete mandatos. Entre os 594 [deputados e senadores], tem muita gente boa.
”Apesar de concordar com as críticas do auxiliar de Jair Bolsonaro (sem partido), contudo, Kajuru cobrou que o presidente exponha quem são os tais chantagistas, em vez de generalizar uma crítica ao Congresso. “Não dá nome por quê? Quer negociar com essa pessoa depois, não tem coragem? Generalizar é irresponsabilidade, é algo que eu nunca vou aplaudir”, rebateu o senador.
“Nós sabemos quais são os Aécios (Neves, deputado federal pelo PSDB-MG) no Senado e na Câmara dos Deputados. O Álvaro Dias (senador do Podemos-PR) pediu dinheiro ao governo? Eu sei que não. O Randolfe (Rodrigues, senador pelo Podemos do AP) pediu? Não. Eu queria era a verdade, ele falar quem é que está chantageando. Chantagem de quem, cara pálida?”
E embora a fala de Augusto Heleno e o compartilhamento, por parte de Bolsonaro, de um polêmico vídeo convocando para as manifestações, tenham causado intensa reação contrária de autoridades, a aposta do senador por Goiás é a de que “no fim, tudo se entende”. Junto das imagens, o chefe do Executivo escreveu que “O Brasil é nosso, não dos políticos de sempre”. (Fonte: Metrópoles)
 
Rodrigo Maia e David Alcolumbre
Rodrigo Maia (Presidente da Câmara dos Deputdos; e Davi Alcolumbre (Presidente do Senado)
Diante da afirmação do ministro general Augusto Heleno, dizendo que o governo não pode ficar refém dos "chantagistas do Congresso", Rodrigo Maia (Presidente da Câmara dos Deputados), e Davi Alcolumbre, (Presidente do Senado), se revoltaram e chegaram a afirmar que pretendem ouvir explicações do ministro sobre tal declaração.
E agora, senhores Maia e Alcolumbre? A afirmação de Augusto Heleno foi endossada por um senador. Vocês pretendem ouvir também explicações do senador Jorge Kajuru? Eu os aconselho que não façam isso, porque vocês poderão ouvir o que não querem. (Renato Ferreira).
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Na semana passada, em conversa privada com colegas, o General Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), desabafou: "Não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente o tempo todo". E terminou com um palavrão. E o povo brasileiro pensa da mesma forma sobre a maioria dos parlamentares, comandados por Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, e Davi Alcolumbre, presidente do Senado.
Por Renato Ferreira -
Antes de iniciar esse texto que traz notícia e opinião, gostaria de de deixar claro que eu, jornalista Renato Ferreira, não obstante ter votado em Jair Bolsonaro para Presidente da República, não sou um defensor cego do político Bolsonaro e, talvez, não falaria 80% do que ele fala, fatos que podem atrapalhar o seu próprio governo. No entanto, sou defensor das políticas deste governo, que não é formado apenas pelo Presidente, mas, sim por uma equipe de Ministros, que até hoje têm se mostrado capazes, responsáveis e competentes em suas atribuições e funções.
Além disso, as reformas já aprovadas, como a da Previdência e Trabalhista, outras que já foram encaminhadas, dentre a Tributária, além de inúmeros acordos bilaterais, firmados com países que vão dos Estados Unidos à China e de Israel aos Árabes, provam que, mesmo com erros pontuais, o atual governo tem como objetivo colocar o país nos eixos do desenvolvimento político, econômico e social.
Sendo assim, acho interessante quando uma conversa privada de autoridades acaba vazando para o público. Pois, só assim, a população fica sabendo, realmente, do que muitas autoridades pensam, mas, que ficam impedidas de falarem em público por N motivos. Isso ocorreu com a gravação vazada pela Lava Jato, onde a então-presidente Dilma Roussef (PT), informava ao ex-presidente Lula que estaria lhe enviando um "papel" para que ele usasse quando precisasse. Tudo indica que ela se referia ao termo de nomeação de Lula como ministro chefe-da Casa Civil, fato que impediria que o petista pudesse ser indiciado em algum processo durante o seu governo. Posteriormente, Lula foi indiciado, condenado e preso. Hoje, ele responde a um dos processos em liberdade.
E fato semelhante ocorreu no último dia 18, com a conversa do general Augusto Heleno. Ele conversava com os ministros Paulo Guedes, General Ramos e Onyx Lorenzoni sobre as chantagens que estaria recebendo de alguns parlamentares sobre os vetos do presidente ao Projeto de Lei do Orçamento impositivo, que retira R$ 30 bilhões dos R$ 80 bilhões das mãos do Executivo e deixa nas mãos dos Congressistas pelas emendas.
No dia seguinte, pelo Twitter, o General Heleno explicou seu desabafo:
“Em mais um lamentável episódio de invasão de privacidade, hábito louvado no Brasil, vazou para a imprensa uma conversa que tive com o Dr. Paulo Guedes e o Gen. Ramos.
Ressalto que a opinião é de minha inteira responsabilidade e não é fruto de qualquer conversa anterior, seja com o Sr. Presidente da República, com o Min. Paulo Guedes, com o Min. Ramos, ou com qualquer outro ministro.
Externei minha visão sobre as insaciáveis reivindicações de alguns parlamentares por fatias do orçamento impositivo, o que reduz, substancialmente, o orçamento do Poder Executivo e de seus respectivos ministérios.
Isso, a meu ver, prejudica a atuação do Executivo e contraria os preceitos de um regime presidencialista. Se desejam o parlamentarismo, mudem a constituição. Sendo assim, não falarei mais sobre o assunto”. General Heleno
Rodrigo Maia e David Alcolumbre
Rodrigo Maia (presidente da Câmara dos Deputados) e Davi Alcolumbre (presidente do Senado), querem retirar mais recursos do Orçamento da União para dificultar o governo Bolsonaro. O povo está atento à ação dos dois
 
Sem dúvida, assim como Augusto Heleno, o povo também está revoltado com este Congresso. Não podemos generalizar, pois, com certeza, temos deputados e senadores que não compactuam com essas pressões e chantagens capitaneadas por Maia e Alcolumbre. Mas, eles são tão poucos, que acabam não tendo forças para enfrentar a maioria, formada pela oposição a Bolsonaro e, principalmente, pelos membros do Centrão, que jogam de acordo com os seus próprios interesses e não com os interesses da sociedade. E isso não é de hoje. Sempre o Congresso pressionou e chantageou o governo.
Governos civis, corrupção e esmola
Todos lembram das grandes e belas manifestações do povo brasileiro pela redemocratização do país na década de 1980. Ela veio e todos os brasileiros puderam, novamente, votar para a Presidência da República e para Governadores do Estados. Mas, ledo engano daqueles que pensavam que com presidentes civis, o Brasil passaria a ser um país livre para crescer e se desenvolver.
Pois, se por um lado, ganhamos a liberdade de votar, por outro, o que vimos a seguir foi uma sucessão de presidentes corruptos e o país se afundando em crises políticas, econômicas, sociais e morais. Além de ver aumentar a injustiça social, a pobreza, a falta de segurança, o tráfico de drogas e a criminalidade de um modo geral.
Para ilustrar isso, basta fazermos uma retrospectiva desde o governo de Fernando Collor até Michel Temer. Durante todos esses anos, o Brasil não avançou em construção de obras de infraestruturas nas cidades ou no campo. Rodovias,portos, aeroportos, escolas, hospitais e as próprias cidades, foi tudo sucateado sob os governos civis.
Alguém pode perguntar: "Mas, você acha que não existia corrupção nos governos militares?". Não sei e não posso responder isso com exatidão. Afinal, vivíamos sob uma ditadura, contra a qual lutamos para termos liberdade. Mas, de uma coisa eu sei. Tínhamos melhores escolas públicas. Enquanto lá, estudávamos, aprendíamos e respeitávamos os professores, hoje, as escolas públicas viraram esconderijos de bandidos, traficantes e locais onde os professores são agredidos e até assassinados. E um povo sem escolas dignas, com certeza, é um povo sem futuro. Gostaria, inclusive, de saber, por exemplo, quais os políticos que têm filhos estudando em escolas públicas. Se me disserem e comprovarem terei o maior prazer em divulgar.
Durante os governos civis, o que se viu aumentar de forma brutal no Brasil foi, justamente, a corrupção em todos os níveis administrativos. Fatos que podem ser facilmente comprovados pelas Operações Caça-Fantasmas em Prefeituras e Câmaras Municipais, passando por escândalos em Assembleias Legislativas, até os escândalos no Governo Federal, principalmente, nos períodos dos governos petistas, como provou a Operação Lava Jato. Pois, jamais poderíamos imaginar em ver empresários, até então respeitados, como os Odebrecht, e políticos de renome como Lula, Zé Dirceu e Sérgio Cabral atrás das grades, condenados por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.
Durante os governos petistas, eles criaram também uma narrativa de grande apelo político/eleitoral e que vai ao encontro do anseio dos mais pobres, que é apelo social. Tanto é que logo após a posse de Lula, o até então todo poderoso Zé Dirceu, ministro chefe da Casa Civil tratou de criar o Bolsa Família, que se tornou no carro-chefe do Governo Lula. Mas, que não passou de um grande curral eleitoral, uma vez que o governo pegava bilhões para dividir entre milhões de pobres. Ou seja, distribuindo esmola, mas, qual pobre e miserável que despreza uma esmola. Além de não desprezar, ainda sai agradecido. Um programa que apenas mantém o pobre na pobreza.
Novamente, alguém pode questionar: por que, então este governo deu até 13º aos beneficiários do BF em vez de extinguir o programa? Eu respondo: ele não é louco. Quem em sã consciência pode acabar com um programa que atende cerca de 15 milhões de famílias com um benefício de pouco mais de R$ 120,00? O que este governo tem feito é um pente fino no BF, pois, além de parentes de políticos, foram encontrados até beneficiários já falecidos e pasmem, até um gato que recebia o Bolsa Família. - https://bit.ly/2Ta55HO - Assim, sem as fraudes, sobra dinheiro para o 13º aos usuários de verdade. A porta de saída do BF tem que ser maior que a da entrada, para ele ser, realmente, um programa social e não uma bandeira de governo populista, mentiroso e corrupto.
Clima quente
Esta fala do General Augusto Heleno não é um caso isolado neste cabo de guerra entre o Governo Bolsonaro e o Congresso que, agora, ganha também apoio de vários governadores, que estão de olho nas eleições de 2022, como João Doria (PSDB-SP) e Flávio Dino (PCdoB-MA). Talvez, até o momento, apenas três governadores - Ronaldo Caiado (DEM-GO), Ratinho Junior (PSD-PR) e Romeu Zema (Novo-MG) - que estão trabalhando em parceria com Bolsonaro.
E esse clima de disputa eleitoral vai se desenrolando em outros fatos políticos , cujo desfecho é uma incógnita. Na semana passada, Davi Alcolumbre (DEM-AP), recebeu o ex-presidente Lula. De olho na Presidência, mesmo de forma provisória, Rodrigo Maia não cansa de alfinetar Bolsonaro e seus ministros. Enquanto o governador João Doria, que usou o bordão "Bolso-Dória" para ser eleito em São Paulo, depois de abandonar a Prefeitura de São Paulo, também não mede esforço para criticar o governo, numa explícita pré-campanha para 2022.
Por outro lado, parece que já acendeu também a luz amarela no Palácio do Planalto, com relação a esses movimentos da oposição de retaliação ao governo, Movimentos esses que tem total apoio de parte da grande mídia, como os jornais Folha de S.Paulo, Estadão e o Grupo Globo.
Uma prova dessa preocupação do governo pode ser o grande número de ministros militares no Governo Bolsonaro. Com a saída do deputado Onix Lorenzoni da Casa Civil, substituído pelo General Walter Braga Netto, agora já são quatro ministros militares dentro do próprio Palácio do Planalto, além de outras pastas também sob o comando de militares. Assim, governo é formando por um ex-capitão do Exército na Presidência da República, Jair Bolsonaro , um vice-presidente General da Reserva. Milton Morão, e diversos ministros militares, além de outros ex-militares da ativa ocupando diversos cargos inferiores no Governo.
Para o próximo dia 15 de março já está sendo convocada pela internet uma mega manifestação do povo com verde e amarelo em apoio ao Governo e contra Maia e Alcolumbre. Alguém duvida que milhões de pessoas estarão nas ruas no dia 15? Ou alguém prevê qual será o desfecho desse embate entre governo e oposição? (O jornalista Renato Ferreira é editor do Portal Notícias e Opinião).
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