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No último domingo, 05/08, último dia para a realização das convenções partidárias, o PMB (Partido da Mulher Brasileira), realizou a sua convenção em São Paulo, ocasião em que anunciou o apoio ao governador Márcio França (PSB), candidato à reeleição. Na convenção, o PMB  também anunciou seu apoio à ex-atleta e campeã olímpica no salto em distância, em Pequim (2008), Maurren Maggi, ao Senado. No evento, foram oficializadas tambémm as candidaturas da legenda para a Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. 

Na abertura do evento, Jaime Angelo Nonato Fusco, presidente da executiva estadual do PMB, pediu fidelidade ao partido. Márcio França não compareceu à convenção. Ele foi representado pela sua esposa e primeira-dama do Estado, Lúcia França. No total, o PMB confirmou 30 candidaturas a deputado Estadual e 15 a Federal.

E uma das candidatas do partido à Assembleia Legislativa, é a Dra. Regiane Souza Neves, pedagoga, escritora e psicóloga. Representante de Osasco e região Oeste, Regiane esteve presente à convenção, onde falou de suas expectativas como pré-candidata, destacando a importância da participação cada vez mais ativa da mulher na política. "Acredito na política com participação 50/50, ou seja, de igualdade entre homens e mulheres. É possível caminharmos juntos. Já estive como presidente e vice-presidente em outros partidos, hoje estou pré-candidata à deputada estadual e entrei de coração no PMB, pois sei que é o partido que melhor acolhe minhas causas. Que nós possamos ser flechas nas vidas de outras mulheres", afirmou. (Fonte e Foto: Portal A Rede de Notícias)  

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PSDB, PT e PDT disputam o apoio do partido do governador de São Paulo, legenda fundada por Miguel Arraes

Hoje, sem dúvida, o PSB é um dos partidos mais disputados pelos pré-candidatos à Presidência da República. E não é por acaso. Afinal, o Partido Socialista Brasileiro, fundado por Miguel Arraes, é muito forte no Nordeste, região onde tem vários governadores, tem fortes bancadas tanto no Senado como na Câmara dos Deputados e, atualmente, tem também o comando do Estado de São Paulo, o maior colégio eleitoral de São Paulo. O governador Márcio França assumiu o cargo em abril, no lugar do tucano Geraldo Alckmin, e concorrerá á reeleição. Recentemene, França esteve na cidade de Osasco, onde condedeu entrevista coletiva no Ciclo de Entrevistas - Eleições 2018, promovido pelo jornal O Diário da Região e AmeCom (Associação Metropolitana de Comunicação), e ADJORI (Associação dos Jornais do Interior do Estado de São Paulo).

Conforme entrevista publicada nesta terça-feira, 17/07, pelo portal Poder360, Márcio França afirmou que o seu PSB só deve decidir se apoia o pedetista Ciro Gomes para presidente às vésperas do prazo final para realização das convenções (5 de agosto). Os socialistas marcaram sua convenção para 4 de agosto.

Há no partido três opções que estão sendo discutidas internamente: o partido está dividido entre Ciro Gomes (PDT), o tucano Geraldo Alckmin e o candidato do PT, que ainda insiste na candidatura de Lula, que continua preso e condenado a mais de 12 anos de prisão.

Candidatura própria
Surgiu também dentro do PSB, uma quarta alternativa: a candidatura própria defendida pelo deputado Federal Júlio Delgado (PSB-MG).

O nome para a possível pré-candidatura socialista seria o de Renata Campos, viúva do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, morto em acidente de avião durrante a campanha de 2014. Casagrande agora fala até na possibilidade de não apoiar ninguém, ou mesmo uma candidatura própria.

O nome de Renata Campos, viúva do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, começa a ser ventilado.

“Tudo é possível"
Pré-candidato à reeleição, França diz na entrevista ao Poder360 que ele próprio já esteve bem mais definido. Mas que agora não sabe ao certo qual rumo tomará. Para sua campanha, há vantagens nos seguintes cenários:

- com Ciro Gomes – a aliança com o PDT aumentaria seu tempo de TV, subindo de 20 para 22 inserções de TV no horário eleitoral gratuito;
sem candidato – a legislação eleitoral permite que, não tendo candidato a presidente, França use nos programas de TV a imagem do amigo e ex-governador Geraldo Alckmin, do PSDB;
com candidato próprio – 1 nome como Renata Campos, viúva do ex-governador Eduardo Campos (Pernambuco), concorrendo a presidente permitiria ao partido estadualizar a campanha nacional.

Pesos-pesados
O Diretório de São Paulo divide com o de Pernambuco a maioria na Convenção Nacional do PSB. Paulistas aliam-se aos Estados do Sul e Centro-Oeste e pernambucanos, aos do Norte e Nordeste.

O governador de Pernambuco e pré-candidato à reeleição defende o apoio nacional do PSB ao PT. Como está difícil, passou a trabalhar para o partido liberar alianças nos Estados. Assim, pode ficar com o ex-presidente Lula. O problema é a pré-candidata petista ao governo pernambucano, Marília Arraes. Ela cresce nas pesquisas e dificulta a aliança de Câmara com os petistas.

Há ainda a ala socialista de Minas Gerais. Lá, o ex-prefeito de Belo Horizonte Marcio Lacerda trabalha para ser o vice de Ciro Gomes. Por outro lado, Júlio Delgado, líder do PSB na Câmara dos Deputados, passou a defender nos bastidores uma candidatura própria do partido a presidente. (Fonte: Poder360)

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Terça, 08 Maio 2018 16:10

Sem Joaquim, para onde vai o PSB?

 

Durante meses o PSB (Partido Socialista Brasileiro) tentou a filiação do ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa até que conseguiu em abril dentro do prazo legal estipulado pela Justiça Eleitoral para quem desejasse disputar o pleito em outubro. Joaquim Barbosa seria, então, o candidato à Presidência da República pelo PSB.

Nesta quinta-feira, 08/05, no entanto, Barbosa surpreende os meios políticos avisando pelo Twiteer que não será candidato, afirmando que desiste da pré-candidatura por problemas pessoais.

Mesmo sem nunca ter anunciado que disputaria as eleições, o nome do ex-ministro aparecia com cerca de 10% das intenções de voto nas últimas pesquisas, fato que deixava os socialistas contentes e os concorrentes preocupados.

Assim, diante da desistência do ex-presidente do Supremo, que se notabilizou no Brasil e no exterior pela sua ação enérgica como relator e juiz da Ação Penal - o Mensalão - levando diversas lideranças empresariais e políticas à prisão, fica uma pergunta: para onde vai o PSB?

Partido tradicional do Brasil, o PSB fica meio sem rumo, mas, com certeza, passará a ser uma legenda cortejada por outros candidatos para fazer aliança nacional. Legenda forte no Nordeste, o PSB disputará o goveno em estados importantes da Federação, como São Paulo, com o atual governador, Márcio França, ex-vice de Alckmin,que assumiu o governo com a saída do tucano, que vai disputar a eleição Presidente da República. (Renato Ferreira)

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Ainda não passa de especulação, mas, já circula nos bastidores políticos do país uma possível chapa formada por Joaquim Barbosa (PSB) e Álvaro Dias (Podemos). Inclusive, a Coluna do Estadão registrou no sábado, 21/04), que a presidente nacional do Podemos, deputada Federal e candidata à reeleição, Renata Abreu, procurou o deputado federal Júlio Delgado (PSB) para tentar juntar os presidenciáveis do seu partido, Alvaro Dias, e do PSB, Joaquim Barbosa, numa chapa única.

Sem dúvida, que se essa união se tornar realidade, será uma chapa muito forte e com grande possibilidade de chegar ao Palácio do Planalto. O difícil, com certeza, é convencer um dos dois presidenciáveis a entrar na corrida como vice. O pontapé foi dado pela Renata Abreu, resta saber, agora, se essa partida terá continuidade.

Uma coisa é certa: ninguém pode afirmar que são nomes fracos. O senador Álvaro Dias, apesar de estar forte em seu Estado, o Paraná, onde já foi governador, ainda não aparece com destaque em nível nacional nas pesquisas eleitorais. Porém, é um dos poucos políticos, cujo nome não aparece nos noticiários acusado de corrupção.

Enquanto isso, o ex-ministro e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, mesmo antes de lançar-se como candidato, já parece nas pesquisas eleitorais com 10% das intenções de voto. Barbosa, como todos sabem, tornou-se conhecido nacionalmente, quando foi relator do processo do Mensalão e levou políticos e empresários de renome, como José Dirceu, para a prisão.

Você apostaria nessa união entre Joaquim Barbosa e Álvaro Dias? (Renato Ferreira)

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Visando fortalecer a sua candidatura ao Planalto, principalmente, em seu maior reduto eleitoral, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) já admite que seu partido não tenha candidato ao governo do estado para apoiar a candidatura de seu vice, Márcio França (PSB). Com isso, o PSDB abriria mão do comando de São Paulo depois de 24 anos no Palácio Bandeirantes. Para implementar essa troca de apoio na campanha e também com receio de atritos entre aliados pelo governo paulista, correligionários do governador ensaiam um palanque único no Estado. Nesse caso, os tucanos abririam mão da cabeça de chapa e indicariam o vice na chapa de Márcio França.
 
Para os tucanos, o mais importante nesse momento é fortalecer o projeto nacional em torno de Alckmin e, ao mesmo tempo, afastar qualquer problema com aliados em São Paulo. Na opinião deles, a prioridade é a eleição de Alckmin para a Presidência da República e a volta do partido ao poder depois de 16 anos. Na opinião dos tucanos, isso valeria o sacrifício de perder o governo de São Paulo, o principal estado da Federação.
Márcio França, que não esconde de ninguém a sua candidatura, vai assumir o governo em abril, quando Alckmin renunciará para concorrer à Presidência,. França já lançou sua pré-candidatura e tem anunciado apoio de outras legendas. O assunto ainda não é consenço no PSDB, que tem outros quatro postulantes à sucessão de Alckmin. Um deles é o de João Doria, prefeito da Capital.
No entanto, após José Serra anunciar que não vai disputar a eleição para o governo paulista, a possibilidade de apoio a Márcio França passou a ser admitida publicamente pelo próprio governador e presidente nacional do PSDB. Na opinião de Alckmin, “não é obrigatório” o candidato ao governo ser do seu partido. “Se o Márcio França assumir o governo é natural que ele queira ser candidato, o que é legítimo. E, se pudermos ter um candidato só, melhor", afirmou Alckmin.
França sempre foi apresentado como aliado leal ao governador Alckmin. Com esse perfil, o vice-governador ganha a preferência por já ter uma candidatura consolidada e que terá a máquina estadual na mão durante a campanha. Além disso, os tucanos defendem o apoio a França, alegando que ele só poderá ficar quatro anos no cargo, abrindo, assim, a possibilidade do PSDB ao comando do Estado em 2022. Na sexta-feira, 26, Alckmin e França cumpriram compromisso de agenda conjunta em São Vicente cidade onde o vice iniciou sua carreira política.
Alianças
Se o apoio a Marcio França se consolidar, Alckmin abre mão do Estado mais rico da federação para o PSB, porém, por outro ladi, consegue também atrair para a sua coligação um partido com forte atuação no Nordeste, onde o governador paulista se mostra mais frágil eleitoralmente, e outras legendas que já fecharam apoio a França no Estado, como o PR.
O objetivo do grupo de Alckmin é consolidar o nome do governador como o único candidato de centro na disputa presidencial em 2018. E, assim, amarrando o PSB em São Paulo, Alckmin enfraqueceria uma possível candidatura do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Apoiando França e o PSB em São paulo, o governador ficaria livre para oferecer a vice na chapa ao Palácio do Planalto ao DEM.
 
Mas há resistências no PSDB. Brunco Covas, vice-preveito de São Paulo, afirma: “Sempre vou defender que o PSDB tenha candidatura própria. Há dez anos, por exemplo, fui contra apoiar a eleição do prefeito (Gilberto) Kassab para que o governador fosse candidato pelo PSDB. O Fernando Henrique foi reeleito presidente com palanques de Mário Covas e Paulo Maluf. Tenho certeza de que o Marcio França vai apoiar a eleição de Alckmin independentemente de qualquer contrapartida. Descarto o partido ter um vice”, disse Bruno Covas. (Fonte: Veja)

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