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Nesta segunda-feira, 16/03, em decisão liminar, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), acatou pedido da defesa do prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PSDB), e concedeu efeito suspensivo à decisão anterior, que o tornava inelegível. Agora, com a nova decisão do TRE, ele está livre para disputar a reeleição. Se for reeleito, Furlan vai para seu sexto mandato como chefe do Executivo de Barueri.

O processo é referente às eleições de 2012, quando o ex-vice de Furlan, Carlos Zicardi, disputava o pleito. Na ocasião, a Justiça entendeu que havia ocorrido "abuso na legislação eleitoral", fato que muda agora com a liminar. Portanto, a partir da expedição da liminar e até o julgamento final do processo, o prefeito Rubens Furlan é candidato à reeleição.

FURLAN AGRADECE

Em suas redes sociais, Rubens Furlan fez questão de agradecer a Deus por mais esta oportunidade de se candidatar.

"Quero compartilhar toda minha felicidade com vocês! Acabo de receber a notícia de que a presidência do TRE-SP suspendeu qualquer impedimento à minha intenção de disputar a próxima eleição para a Prefeitura de Barueri. Agradeço a Deus por, durante todo esse tempo, ter preservado em mim a plena confiança na Justiça e novamente me dar a oportunidade de concorrer à reeleição como prefeito dessa cidade que eu tanto amo! Obrigado a todos!" . (Renato Ferreira)

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Decisão inclui suspensão de aulas, do rodízio de veículos, disponibilização de leitos de UTI e home office para funcionários com mais de 60 anos.
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) decretou uma série de medidas de emergência na Capital Paulista, nesta segunda-feira, 16/03, para combater a pandemia de coronavírus. A decisão abrange ações em diversas áreas da gestão municipal, como: transporte, educação, saúde e gestão, entre outras. Todas as determinações terão efeito a partir desta terça-feira, 17.
Covas anunciou que vai se mudar por tempo indeterminado para a sede da Prefeitura, no Viaduto do Chá, na região central, durante o aumento dos casos do novo coronavírus na cidade. "A partir de hoje, vou passar a dormir aqui", disse Covas, que faz tratamento de um câncer.
Uma das medidas anunciadas pela Prefeitura de São Paulo foi a autorização para que servidores municipais com 60 anos ou mais possam trabalhar em regime de home office. Eventos do poder público foram cancelados por tempo indeterminado, equipamentos de cultura foram fechados.
A Secretaria Municipal de Saúde deverá disponibilizar 490 novos leitos de UTI na rede pública – 190 com a reorganização do sistema municipal e pelo menos 300 com recursos do Ministério da Saúde. As férias dos profissionais de saúde foram adiadas por 60 dias.
De acordo com as recomendações da Secretaria de Justiça, como há determinações e ações de natureza administrativa que extrapolam o aspecto meramente sanitário, a Portaria Ministerial nº 356/2020 deve ser complementada por atos normativos municipais.
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Como a administração municipal, eventualmente, terá que fazer contratações e aquisições emergenciais, essas e outras providências que venham a ser necessárias dependem de reconhecimento pela autoridade local da situação de emergência — a determinação permite que o gestor público suspenda ou altere funções do Executivo e serviços municipais devido a uma situação excepcional.
“É recomendável juridicamente que as medidas administrativas não tratadas explicitamente pela Portaria do Ministério da Saúde e que foram solicitadas pelas autoridades sanitárias municipais sejam objeto de um decreto municipal”, argumentou o secretário municipal de Justiça, Rubens Rizek.
Conheça as medidas da gestão paulistana para combater o coronavírus:
Saúde
- Viabilização de 490 novos leitos de UTI na rede pública, divididos da seguinte forma: reorganização da rede municipal vai gerar 190 novos leitos em até 20 dias e pelo menos outros 300 serão financiados pelo Ministério da Saúde em até 50 dias;
- No próximo dia 23 terá inicio a vacinação da gripe para idosos;
-  Profissionais de saúde não poderão tirar férias nos próximos 60 dias;
Educação
-  Prefeitura decidiu suspender as aulas nas escolas a partir do dia 23;
- Prefeitura estuda possibilidades de como manter a alimentação das crianças;
Subprefeituras
- Não haverá emissão de novos alvarás para eventos;
- Alvarás já emitidos serão cancelados;
- Praças de Atendimento só funcionarão para serviços que não podem ser solicitados via 156 e terão de ter agendamento prévio;
- Nos velórios serão permitidos até 10 pessoas por sala;
Gestão
- Funcionários com mais de 60 anos, gestantes e pessoas com suspeita do vírus deverão trabalhar em sistema de home office;
-  Todos os estagiários serão liberados, exceto os que atuam nas áreas de saúde e segurança;
- Todas as secretarias deverão organizar seu quadro de RH dividindo seus funcionários em dois turnos;
- Os trabalhadores, exceto os de saúde e segurança, poderão antecipar o período de férias  mediante autorização das chefias;
Inovação e Tecnologia -
SMIT irá liberar 30 mil acessos remotos para que os funcionários possam trabalhar em home office.Transportes
- Rodízio municipal será suspenso;
- Idosos não devem usar os ônibus nos horários de pico;
- Os ônibus serão lavados a cada término de viagem com água sanitária;
- Museu do Transporte será fechado; - Linha circular de turismo será suspensa;
- Bilhete Único do Idoso será solicitado por e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. (Fonte: R7)
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Hoje, durante entrevista coletiva, o deputado Estadual disse que pretende discutir ideias, comparar administrações e defender o seu legado como prefeito.
Por Renato Ferreira -
Nesta quarta-feira, 04/03, o deputado Estadual e ex-prefeito de Osasco, Emidio de Souza, concedeu entrevista coletiva no plenário da Câmara Municipal, ocasião em que foi apresentado pelo PT de Osasco como candidato a Prefeito nas eleições de 2020. O evento teve a direção do ex-vereador e atual presidente do Diretório Municipal do PT, Aluísio Pinheiro, e contou com a presença de ex-vereadores, lideranças sindicais, representantes de movimentos sociais e militantes.
Durante a entrevista, Emidio de Souza falou sobre vários assuntos, como enchentes, sistema viário, saúde, habitação, obras que fez em seus dois mandatos de prefeito, administração de Rogério Lins, alianças que pretende fazer com outros partidos, dentre outros assuntos. Bem descontraído, Emidio demonstrou certo desconforto apenas quando falou em dois momentos sobre o ex-deputado Federal e liderança histórica do PT osasquense, João Paulo Cunha, ausente na entrevista.
Após falar sobre os motivos que o levaram a convidar a imprensa, Emídio agradeceu a presença dos jornalistas e das lideranças políticas. "Agradeço também ao Diretório Municipal que escolheu o meu nome para disputar mais uma vez a Prefeitura de Osasco. Estou à disposição, com muita vontade, mais experiente e se o meu nome for confirmado na convenção, vamos com muita força para essa disputa, porque acredito no potencial de Osasco".
No fim da entrevista, Emidio foi direto para a Assembleia Legislativa, onde atua como um dos mais ferrenhos opositores ao governador João Doria (PSDB), principalmente, nos últimos dias nas votações da conturbada reforma da Previdência dos Servidores Estaduais. Na terça-feira, 3, a proposta do governo foi aprovada em primeira votação, quando ocorreram tumultos e confrontos entre manifestantes e a polícia. O próprio Emdio foi vítima de gás pimenta que a Tropa de Choque jogou para controlar o tumulto de vândalos que promoveram um verdadeiro quebra-quebra no interior da Alesp.
Emídio entrevista plateia
Diversas lideranças partidárias, sindicais e de movimentos sociais estiveram presentes
 
Veja, a seguir, os principais trechos da coletiva:
Campanha
"A nossa proposta é que possamos discutir ideias, projetos e políticas públicas. Nos nossos dois mandatos, administramos a cidade com planejamento. Por exemplo, em 2007, criamos o programa Osasco 50 Anos. Projetamos uma cidade para o futuro e muitas ações foram concluídas. Para todas as áreas tínhamos programas e planejamentos para atuar, como na saúde, educação, habitação, saneamento básico, sistema viário e também para o funcionalismo público. O problema é que esses projetos não tiveram continuidade e a Prefeitura precisa retomar. E é isso que pretendemos fazer. Então, na campanha vamos comparar o que fizemos com o que estão fazendo e será o eleitor quem vai decidir nas urnas".
Teto petista
"Todos os partidos têm teto eleitoral e o PT tem um teto muito bom de 25 a 30% do eleitorado. E para superar esse teto, vamos fazer o que fizemos em campanhas passadas, como também nos mandatos. Ou seja, diálogo aberto com todos os segmentos sociais, como do comércio, da industria, sindical e igrejas dentre outros. E também procurar fazer alianças com outros partidos".
Vice
"O nome do vice-prefeito começa a ser discutido agora, mas, a definição só sairá no período das convenções partidárias. O que pretendo é que seja de um outro partido e de um perfil de centro-direita que venha complementar o meu perfil para prefeito. Lembro que tivemos muito sucesso com o doutor Faisal Cury. Uma excelente pessoa que nos ajudou na administração de Osasco".
Enchentes
"Como eu disse, para enfrentar todos os problemas precisamos de planejamento. E foi isso que fizemos no caso das enchentes, principalmente, no Rochdale, o ponto crucial de Osasco. Juntamente com o governo Federal do Presidente Lula, e também com o Estado, tínhamos um projeto completo e fizemos a primeira parte, como os piscinões e a retirada de famílias do Braço Morto, como também em outros locais de encosta da zona Norte. Só que a segunda parte desse projeto ainda não foi concluída e, além disso, houve novas ocupações em áreas de risco. Sobre enchentes no centro da cidade, precisamos identificar as causas. Uma das soluções, como planejávamos, é a construção de um piscinão na cabeceira do Córrego Bussocaba, cuja água vem com muita força e por não ter vazão no rio Tietê, acaba voltando para a área central. E por mais que chova, o que todos os gestores públicos têm que saber é que no período do verão as chuvas são fortes mesmo e ações de prevenção têm que ser feitas no período seco".
PT e vereadores
"Tivemos erros e ai daqueles que não reconhecem seus erros. Constantemente, discutimos isso dentro do partido, só que não precisamos expor nossas discussões só para agradar adversários políticos. O PT pagou caro por erros, como de arrecadação, até 2014. Agimos, como os demais partidos e o PT foi criminalizado. Mas, agora, é outro momento. Vamos formar uma chapa completa de candidatos e candidatas para vereadores com pessoas competentes e comprometidas com as bandeiras do partido. O PT já elegeu seis vereadores em Osasco, em 2000. Não sei quantos vereadores vamos eleger em 2020, mas, já começamos a recuperar nas eleições gerais de 2018 e vamos recuperar também em Osasco".
 
Governo de Rogério Lins
"Veja bem, eu não tenho nenhuma responsabilidade pela eleição do Rogério Lins. Só vejo que nada do que foi prometido em campanha foi feito. Nada foi renovado em Osasco. Ele, inclusive, participou do meu governo, mas, eu o preprarei para ser vereador. Vejo também que Osasco precisa voltar a se desenvolver. Então, é o eleitor que vai escolher nas urnas".
Lula
"Sempre estive e estarei sempre ao lado do Lula. Pra mim, ele é inocente e foi condenado em processos sem nenhuma prova. Tanto é assim, que ele é querido no Brasil e reconhecido no exterior, como agora, quando foi recebido pelo Papa Francisco, no Vaticano, e na França, com o Título de Cidadão de Paris. Tenho orgulho do meu relacionamento com presidente Lula".
João Paulo
"Olha, o João Paulo Cunha é uma grande liderança do PT, não só de Osasco, mas, do Estado e do Brasil. Já foi presidente da Câmara dos Deputados e é também um militante histórico do PT. Não sei o que ele vai fazer na campanha, mas, espero que ele esteja ao nosso lado. Tenho grande respeito por ele".
Estiveram presentes ao evento, o presidente do PT local, Aluisio Pinheiro, o ex-deputado federal Valmir Prascidelli, o ex-deputado Estadual Marcos Martins, os ex-vereadores Valdir Roque (Coordenador da macro-região Oeste), Nelsinho Batista, João Gois e Roberto Trapp, os ex-secretários municipais Roque Silva (Cultura), Dulce Helena Cazumi (Planejamento e Gestão), dentre outras lideranças petistas. Passaram também pelo plenário da Câmara, o presidente da Casa, vereador Ribamar Silva, os vereadores Batista Comunidade e Dra. Régia, e o ex-vereador Marcos Arruda. (O jornalista Renato Ferreira é editor do Portal Notícias & Opinião - Fotos: ConecTv)
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Na terça-feira, 07/01, o prefeito de Osasco, Rogério Lins, visitou o início das obras de canalização de novo trecho do córrego Baronesa, no entroncamento das avenidas Loureço Belloli e Presidente Médici, no Jardim Baronesa. Trata-se de obras de canalização em mais um trecho do conhecido Braço Morto do Tietê.
 
No local serão aprofundados e alargados 200 metros de córrego pelo consórcio FBS/Soebe/Hidrostudio, entre a Presidente Médici e a Rua Basílio Fernandes de Barros, na divisa com o Jardim Aliança. No outro lado da Lourenço Belloli, o grupo já havia canalizado 400 metros.
 
Com as obras, o córrego, também chamado de Braço Morto do Rio Tietê, terá 10 metros de largura por 3 de profundidade, e futuramente deverá acabar com alagamentos naquela região da cidade.
 
Ao todo, serão canalizados 2.420 metros. No outro trecho do canal (na divisa entre o Aliança e o Rochdale), que deságua no Tietê, a obra é liderada pelo consórcio Constran.
As intervenções integram um amplo projeto de urbanização com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2) do governo federal e prevê outras ações, como a abertura de duas vias paralelas à margem do córrego, que farão a ligação entre as avenidas Presidente Médici e Presidente Kennedy, criação de áreas de lazer, entrega de equipamentos públicos e construção na nova UBS do Rochdale.
 
A canalização do córrego e a nova UBS beneficiarão cerca de 11 mil famílias do Rochdale, Jardim Canaã e Jardim Aliança. (Fonte: Secom/PMO - Texto: Marco Borba - Imagens: Marcelo Dec)
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Partido convida população para inscrever-se para pré-candidatura de vereador.
 
Nesta quinta-feira, 12/12, o Partido Novo em Osasco realizou uma coletiva para lançar seu pré-candidato a Prefeito, Cacildo Nunes. Representando a legenda estavam o presidente do diretório em Osasco, Flávio Pedro, e a ex-candidata à deputada federal Mônica Rosenberg entre militantes do partido e imprensa regional.
Durante a coletiva foi explanado sobre a escolha do pré-candidato de Osasco, Cacildo Nunes dentre os demais inscritos. Uma das inovações do partido é que pré-candidatos passam por um processo seletivo para integrarem a legenda e disputarem as eleições.
O presidente Flávio Pedro explicou sobre o plano de expansão de filiação do partido, falou sobre a abertura para inscrições de candidatos a vereador e justificou a cobrança da taxa de filiação no valor de R$ 29,80 para novos filiados, entre outros temas partidários. A taxa foi justificada como uma das principais mantenedoras do partido, e que para este início de existência e coexistência com as demais siglas nacionais, seria preciso manter o valor da mensalidade.
Durante sua apresentação, Cacildo Nunes, empresário do ramo da construção de Osasco, destacou a importância de estar alinhado com o partido para candidatar-se. “Antes eu não via nenhum partido para me alinhar. Um partido que não usasse dinheiro público e trabalhasse com seus próprios filiados era algo que me fascinava bastante. Foi por isso que me identifiquei com o NOVO e me filiei em abril do ano passado”, afirmou Nunes.
Nunes relatou que uma das metas propostas pelo partido era que, para participar de uma eleição, seria preciso conquistar 150 filiados ativos para Osasco. Outra meta era arrecadar recursos entre filiados e simpatizantes para gerir o diretório e somente depois disputar o cargo. Foram apresentados dois postulantes à pré-candidatura e Cacildo Nunes se sobressaiu pelas propostas apresentadas para o município entre outros critérios.
O processo seletivo para a pré-candidatura foi realizado em três etapas e a oficialização da pré-candidatura será durante a Convenção do Partido que acontece no primeiro semestre de 2020.
Outro ponto destacado durante a coletiva foi o posicionamento do partido em relação a NÃO UTILIZAÇÃO DE DINHEIRO PÚBLICO advindo do Fundo Partidário ou de qualquer outra origem, para manter-se e para financiar suas campanhas.
“Somos contra o financiamento de campanhas políticas e partidos com recursos públicos. Acreditamos que partidos políticos devem ser financiados por aqueles que compartilham de seus valores e ideais”, reforçou Nunes.
SAIBA MAIS
O pré-candidato Cacildo Nunes, 48 anos é empresário do ramo da construção civil. É casado e pais de duas filhas. Morador de Osasco, atua em movimentos sociais. É voluntário de grupos catequéticos de apoio aos jovens e famílias na igreja católica. Membro voluntário do Partido Novo. Criador de projetos de capacitação de mão de obra para construção civil com dependentes químicos e ex-detentos, visando a reintrodução no mercado de trabalho. Nunes realiza estudos com especialistas para melhorar a gestão pública de Osasco e com isso buscar melhorias para qualidade de vida da cidade e de toda a população. (Raquel Duarte - Assessoria de Imprensa)
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O prefeito foi assassinado em 2002. Declarações estão sob sigilo da Justiça. De forma misteriosa, sete testemunhas do sequestro e morte também foram assassinadas.
O empresário e um dos principais operadores do mensalão, Marcos Valério, prestou novo depoimento ao Ministério Público de São Paulo, no qual acusou o ex-presidente Lula de ser um dos mandantes do assassinato do então prefeito de Santo André, Celso Daniel, em 2002.
As declarações foram anexadas em investigação sigilosa sobre o caso, no âmbito do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público), e foram divulgadas nesta sexta-feira, 25/10, pela revista Veja, em matéria de capa. Toninho do PT, ex-prefeito de Campianas, também foi assassinado de forma misteriosa, pouco tempo depois da morte de Celso Daniel.
Capa Veja
De acordo com a revista, Valério disse que Lula e outros petistas, como o ex-ministro José Dirceu, foram chantageados pelo empresário de Santo André, Ronan Maria Pinto, que ameaçava implicá-los na morte do prefeito. A Polícia Civil, à época, não considerou que o crime teria motivação política.
Valério conta que foi chamado pelo chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, para uma reunião no Palácio do Planalto. Na ocasião, Carvalho falou das ameaças e pediu para que ele resolvesse o assunto, pagando o chantagista. O empresário ainda disse que, depois da reunião, procurou José Dirceu, que disse apenas: “Vá e resolva”.
O operador do mensalão encontrou-se com Ronan Maria Pinto em 1 hotel em São Paulo, junto com o então tesoureiro do PT, Delúbio Soares. Na ocasião, o empresário teria deixado claro que Lula foi o cabeça do assassinato. O dinheiro que comprou o silêncio dele foi conseguido em um esquema precursor do petrolão: o Banco Schahin fez 1 “empréstimo” de R$ 12 milhões ao partido, em troca de 1 contrato de uma operação com a Petrobras.
Valério também disse que conversou pessoalmente com Lula sobre o caso. Depois de avisar que o problema havia sido resolvido, o então presidente teria respondido “ótimo, graças a Deus”.
O empresário já tinha feito, em outros depoimentos, alguns desses relatos à Justiça. Dessa vez, deu mais detalhes e, embora não tenha apresentado nenhuma prova, os promotores responsáveis consideraram as falas graves.
Valério cumpre pena de 37 anos e 5 meses de prisão pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Atualmente, está em regime semiaberto. Em maio deste ano, pediu para cumprir a pena em casa, mas teve a solicitação negada pela então procuradora-geral da República, Raquel Dodge.
O presidente Jair Bolsonaro repercutiu a notícia na sua conta do Twitter. Na publicação, ele diz que não está surpreso com o depoimento. (Fonte: PODER360)
"OS OITO CADÁVERES DO CASO CELSO DANIEL E O PAPEL DE CADA UM"
Matéria detalhada sobre esse caso, que continua sendo um fantasma para o Partido dos Trabalhadores, escrita pelo jornalista Reinaldo Azevedo, na revista Veja, em abril de 2016, e republicada em seu blog no dia 9 fev 2017. Até então, o jornalista era um ferrenho crítico de Lula e do PT. Hoje, ele mudou de lado. Veja aqui: https://bit.ly/32LpZR6.
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A cidade de Barueri e, consequentemente, a região Oeste da Grande São Paulo, ganhará mais um Hospital Regional sob a responsabilidade do Governo do Estado. E esse grande benefício na área da Saúde será o cumprimento de um compromisso que o prefeito Rubens Furlan (PSDB) e o então, candidato ao Palácio dos Bandeirantes, João Doria (PSDB), firmaram durante a campanha eleitoral em 2018. Veja, aqui, nesta matéria de Notícias & Opinião, feita num evento ainda durante a pré campanha, em Barueri: https://www.facebook.com/noticiaseopiniao/videos/1681565818593314/

Nesta terça-feira, 07/05, Furlan esteve no Palácio dos Bandeirantes, onde se reuniu com o Governador João Doria. Dentre outros temas tratados pelos dois governantes, a construção do Hospital Regional foi um dos assuntos principais e confirmada por João Doria, conforme esclareceu Rubens Furlan.

Segundo o governador paulista, a construção do futuro Hospital será fruto de uma Parceria Público Privada (PPP), onde o governo Estadual e a Prefeitura participam juntos para viabilizar a obra.

"Já colocamos a área à disposição do Governo do Estado. O Hospital Estadual em Barueri será para atender toda nossa região. Avançamos muito nesta primeira reunião e, se tudo correr como o que planejamos, a previsão de início das obras é para ainda este ano. Fico muito feliz em poder trazer esse avanço e mais saúde para todos os moradores da região Oeste", afirmou Furlan. 

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"Tudo será filmado e o comissionado que não aparecer no show da minha noiva, será demitido", ameaça o prefeito.

 

Renato Ferreira - 

Quando a gente pensa que com novo Governo, novos mentalidades em Brasília, o país entraria de vez nos eixos em termos de administração pública, eis que gente se depara com isso. Um prefeito que obriga servidores públicos a irem prestigiar a sua noiva, que é cantora, em evento público organizado pela Prefeitura.

O fato grotesco aconteceu na cidade de Camaragibe (PE), onde a Prefeitura já vem promovendo o Carnaval 2019 desde domingo, 17/02. E o autor da proeza é o prefeito Demóstenes Meira (PTB). Coitado do PTB. Depois dos Vargas e de Brizola, esse partido caiu nas mãos de gente que só faz legenda virar motivo de investigação policial e de piada.

Como se fosse dono da Prefeitura e dos servidores comissionados - o que não é inédito no Brasil - Demóstenes Meira resolveu, então, obrigar a todos os comissionados a irem prestigiar o show de sua noiva, Tay Dantas, secretária Municipal de Assistência. E para não deixar dúvidas, o prefeito gravou a ameaça em áudio divulgado pelas redes sociais, ao mesmo tempo que afirma que iria haver retaliações para quem desobedecer a sua ordem.

“Eu queria falar para todo mundo do ‘Tropão’, todo os cargos comissionados que estão no grupo. É o prefeito Meira que está falando. Eu quero convidar todos os cargos comissionados agora ao meio-dia em frente ao trio onde vai cantar minha noiva, Taty Dantas. A gente vai filmar e eu vou contar quantos cargos comissionados foram ao evento”, diz Demóstenes Meira no áudio ameaçador que, com certeza, fez muita gente tremer, sobretudo, nessa crise de desemprego que assola o país.

E o Demóstenes segue ameaçando> “Eu sei que tem gente que não gosta de Carnaval, eu também não vivo Carnaval, mas minha noiva vai cantar, a minha futura esposa, e eu quero a presença de todos os cargos comissionados. E aí eu vou saber todos os cargos comissionados que foram. Até porque cargo comissionado tem que dar força ao evento e o evento é da Prefeitura também”. explica.

“Trate de ouvir a mensagem, porque eu estou acompanhando de perto. Quem está clicando, quem está abrindo, quem está dormindo quando acordar clica e escuta a minha mensagem. Quero todos os cargos comissionados no bloco. Independente de ser crente, espírita, católico ou de não gostar de Carnaval”, conclui o prefeito..

Após o vazamento do áudio, Meira confirmou que fez a convocação dos subordinados. Segundo ele, é obrigação dos comissionados “apoiar” o show da futura primeira-dama. “Cargo comissionado é de nomeação e exoneração”, explicou. “É cargo de confiança, então eu posso convocar”, completou.

O prefeito disse que só colocou nos cargos comissionados pessoas em quem confia. “Na hora que eu preciso do apoio deles, eu convoco. Isso é normal. Cargo comissionado tem que estar à disposição do chefe do Executivo. Senão, não serve”, arrematou. (Fonte: Diário de Pernambuco).

Engana-se quem pensa que esse tipo de coisa só acontece em cidades pequenas e nos rincões do Brasil. Infelizmente, essa prática de obrigar servidores públicos, como se fossem escravos, a prestigiarem eventos públicos, sob ameaça de retaliações, ocorre em muitas cidades de todas regiões do país.

Vai me dizer que você não tem um parente ou um amigo que já passou por essa situação deprimente em alguma Prefeitura? (Renato Ferreira)

TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras. Para ver outros casos já publicados, acesse o site -www.noticiaseopiniao.com.br - e busque pelo termo tragicômico.

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Está meio confuso este título, não é mesmo? Pois é, mas, a confusão é apenas por conta do nome da cidade. Sabe quando os membros de uma quadrilha não se entendem no momento da divisão do produto roubado e o caso termina em briga e até em morte?

Foi justamente isso que aconteceu na cidade de Novo Acordo, no estado de Tocantins. Só que o caso não envolve bandidos comuns. Os envolvidos são o prefeito e o vice-prefeito da cidade por causa de pagamento de propinas.

No último dia 10 de janeiro, o vice-prefeito de Novo Acordo, Leto Moura Leitão Filho (PRB), foi preso em flagrante, depois que mandou matar o prefeito da cidade Elson Lino de Aguiar (MDB, conhecido na cidade como Dotozim. O acusado foi interrogado na Delegacia de Investigações Criminais de Palmas.

Segundo informações da Polícia Civil de Palmas, no dia 9, o Dotozim levou três tiros, inclusive, um deles na cabeça. O crime ocorreu na residência do prefeito. Ele foi socorrido e internado, mas, acabou ficando de perigo. Segundo a Polícia, a motivação do crime teria sido por desentendimento na distribuição de recursos oriundos de fraudes em licitações na Prefeitura de Novo Acordo.

Morte planejada
Antes de ser vice na chapa de Dotozim, Leto Moura foi candidato a vereador da cidade em 2004.

Além do vice-prefeito, foi preso Gustavo Araújo da Silva, suspeito de ser o executor do atentado. Inicialmente, eles teriam combinado um pagamento de R$ 10 mil pelo crime, mas o depósito não chegou a ser feito. A polícia prendeu também o empresário Paulo Henrique Sousa, suspeito de fazer a intermediação entre o político e o matador Gustavo.

"Isto foi planejado mais ou menos há três meses. A morte do prefeito teria sido encomendada antes do Natal de 2018. Uma primeira tentativa foi feita com dois contratados, que não conseguiram chegar em Novo Acordo, depois que que se envolveram num problema com a PM de Aparecida do Rio Negro", explicou o delegado Diogo Fonseca. (Fonte: G1)

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O assédio teria sido praticado contra duas funcionárias públicas e uma delas gravou a ação do prefeito de Não-Me-Toquef
Parece até uma piada pronta, mas, não é. O prefeito de Não-Me-Toque, no Norte do Rio Grande do Sul, Armando Carlos Ross (PP), teve seu mandato cassado após uma denúncia de assédio sexual contra duas servidoras públicas. A decisão foi tomada pela Câmara Municipal nesta sexta-feira, 10/08.
A sessão, que começou na manhã de ontem, foi composta por nove vereadores. Entre eles, seis foram favoráveis à perda do mandato de Armando Ross.
De acordo com informações do G1, uma servidora chegou a gravar um vídeo em que o prefeito aparece falando sobre o cargo que ela ocuparia no município e a convidando para ir a seu apartamento. Após o escândalo vazar, o prefeito negou o caso e proibiu o uso de celulares dentro da prefeitura. No entanto, o acusado diz que a medida não está relacionada ao caso de assédio.
O político foi denunciado pelo Ministério Público por assédio sexual contra as duas servidoras, importunação ofensiva contra uma terceira vítima, e outros crimes.
Sobre a cassação, Ross criticou o fato de não ter tido o direito de se manifestar durante a sessão. "Os vereadores vão pagar por isso", disse. (Fonte: Notícias ao Minuto)
 
 
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