Terça, 31 Março 2020 | Login
Líderes jantaram juntos no sábado, em Palm Beach, na Flórida.
 
Interessados em intensificar a parceria econômica entre Brasil e Estados Unidos, os presidentes Jair Bolsonaro e Donaldo Trump instruíram seus negociadores a aprofundar as discussões prévias à possível assinatura de um pacote bilateral de comércio. A informação foi confirmada pelo Ministério das Relações Exteriores. Segundo a pasta, a intenção é que um acordo seja assinado ainda neste ano.
Bolsonaro e Trump se reuniram na noite deste sábadO, 07/03, durante um jantar em um resort pertencente ao próprio chefe do Executivo norte-americano, localizado em Palm Beach, na Flórida.
Acompanhados por membros da equipe de governo, assessores e jornalistas, os dois políticos conversaram sobre alguns temas de interesse dos dois países, como os potenciais benefícios da ampliação das relações econômicas bilaterais.
OCDE
Em nota divulgada na madrugada de hoje (8), o Itamaraty trata o aprofundamento da parceria como uma “aliança estratégica” entre os dois países. De acordo com o ministério, Trump reiterou o apoio norte-americano ao início do processo de entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
Ao conversar com jornalistas ainda acompanhado por Bolsonaro, Trump foi questionado sobre a possibilidade dos Estados Unidos sobretaxar produtos importados do Brasil como forma de compensar os impactos negativos que o Real desvalorizado em comparação ao dólar pode causar aos produtores norte-americanos. Trump respondeu que não faria promessa sobre o assunto.
Os dois presidentes também discutiram acelerar a participação do Brasil no programa de Operadores Econômicos Autorizados, que agilizará o comércio entre os dois países ao garantir a segurança dos bens importados, com objetivo de entrada no programa em 2021.
Em sua conta no Twitter, Bolsonaro postou um vídeo com trechos do encontro. Ao discursar, o presidente brasileiro fala sobre a importância dos “laços de amizade” entre os dois países. “Estou muito feliz em ser amigo do governo americano”, disse Bolsonaro.
Também no Twitter, o chanceler Ernesto Araújo comentou que as conversações presidenciais permitem o avanço “na construção de uma aliança Brasil-EUA pela democracia, segurança e prosperidade”.
AMÉRICA LATINA E ORIENTE MÉDIO
De acordo com o Itamaraty, Bolsonaro e Trump reiteraram o apoio de seus governos ao auto-declarado presidente da Venezuela, Juan Guaidó; e à realização de eleições livres e justas na Bolívia, previstas para ocorrer em maio. Os dois presidentes também reiteram o compromisso com a paz e a prosperidade no Oriente Médio, com o brasileiro elogiando a proposta norte-americana de estimular a coexistência pacífica entre o Estado de Israel e um Estado palestino.
Os dois líderes também trataram das negociações para assinatura de acordos de cooperação bilateral em outras áreas, inclusive em pesquisa e desenvolvimento militar; setores aeroespacial; de ciência e tecnologia; saúde e inovação.
AGENDA
Bolsonaro e Michelle chegam aos Estados Unidos
Acompanhado da primeira-dama do Braisl, Michelle, o presidente Jair Bolsonaro chega aos Estados Unidos, no sábado
A previsão é de que Bolsonaro permaneça nos Estados Unidos até terça-feira (10). Hoje, ele e parte de sua equipe ministerial visitam o Comando Militar do Sul, responsável por coordenar as operações militares dos Estados Unidos no Caribe, Centro e América do Sul.
Integram a comitiva brasileira, além do presidente e assessores próximos, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Fernando Azevedo e Silva (Defesa) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), além do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), que escreveu, no Twitter, que “Brasil e EUA, antes de mais nada, trabalham para serem países prósperos, apostando no livre mercado, num Estado menor, apoiando a legítima defesa através de armas e respeitando os valores judaico-cristãos da maioria de nossas sociedades.”
Esta é quarta visita de Bolsonaro aos Estados Unidos desde que tomou posse em janeiro de 2019, e também o seu quarto encontro com Donald Trump.
Durante o jantar, Trump elogiou Bolsonaro, afirmando que ele faz um trabalho fantástico. "O Brasil o ama e os Estados Unidos o amam; Nossa amizade é, provavelmente, mais forte agora do que nunca”, disse o presidente norte-americano.
Bolsonaro também falou sobre o encontro. "Estou muito feliz de estar aqui. É uma honra pra mim e para o meu país. Eu tenho certeza que num futuro próximo será muito bom contar com um bom relacionamento de direita com o Estados Unidos”, afirmou. (Fonte: G1 e Exame)
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"Na verdade, ele [Bolsonaro] segue exatamente o que chamamos de ‘Make Brazil Great Again’ [Faça o Brasil Grande de Novo]", disse Trump.
 
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou sua relação com Jair Bolsonaro nesta quarta-feira, 26/02, e afirmou que o líder brasileiro é “um grande amigo”. As declarações foram feitas durante uma coletiva de imprensa sobre a epidemia da Covid-19 em todo o mundo na Casa Branca, em Washington.
Questionado sobre o Brasil, que anunciou na quarta-feira o primeiro caso de coronavírus na América Latina, Trump disse que as medidas de controle foram fortalecidas, mas não detalhou quais, e enfatizou seu bom relacionamento com o presidente Jair Bolsonaro.
“Nós estamos sendo firmes com as pessoas que chegam de várias partes do mundo, inclusive, do Brasil”, disse o presidente americano. “Mas há apenas um caso e é um país grande. Ainda assim é um caso”, afirmou Trump, que citou o grande avanço da doença na Itália, país muito menor que o Brasil.
.“Temos um bom relacionamento com o Brasil. O presidente Bolsonaro é um grande amigo meu. Na verdade, ele [Bolsonaro] segue exatamente o que chamamos de ‘Make Brazil Great Again’ [Faça o Brasil Grande de Novo], isso foi exatamente o que ele seguiu”, disse Trump. “Nós nos damos muito bem", enfatizou o presidente americano.
O trecho do discurso em que Trump fala do Brasil foi compartilhado nas redes sociais pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP).
Durante a coletiva na Casa Branca, Trump ainda anunciou que o comando das operações de prevenção e combate ao coronavírus Sars-CoV-2 nos Estados Unidos caberá ao vice-presidente, Mike Pence. O presidente afirmou que a contaminação está diminuindo na China, epicentro do novo surto, e alegou que os Estados Unidos são “o país mais bem preparado para conter a epidemia”. (Fonte: Veja)
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Além da absolvição no Parlamento, pesquisas mostram também aumento no índice de aprovação do governo Trump.
 
O Senado dos Estados Unidos absolveu nesta quarta-feira, 05/02, o presidente Donald Trump da acusação de abuso de poder depois de um julgamento histórico de impeachment de duas semanas.
Formado por maioria republicana - partido de Trump - a votação no Senado foi diferente do resultado da Câmara dos Representantes, onde o presidente foi condenado. Já no Senado, o resultado foi de 52 votos pela absolvição contra 48 pela condenação..
Conforme o processo, Trump teria retido ajuda militar à Ucrânia para pressionar Kiev a investigar seu rival político Joe Biden. Membro do Democratass, Biden pode ser o principal rival de Trump na disputa presidencial deste ano. Trump foi denunciado ao Congresso pela maioria democrata da Câmara de Representantes por abuso de poder e obstrução em dezembro do último ano. O processo teve quase três semanas de audiências.
E como não poderia ser diferente, Donald Trump comemorou sua vitória no Senado. E motivos para isso não faltam, pois, além de ser absolvido no processo de impeachment, Trump comemora também seus altos índices de aprovação popular, fruto do excelente momento da economia norte-americana. (Renato Ferreira - Fonte: Estado de Minas)
 
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Hoje, além dos avanços tecnológicos em termos de armamentos bélicos, as relações comerciais falam mais altos antes de uma decisão de guerra. A Guerra dos Seis Dias, em 1967, já demonstrou naquela época a distância que separa Israel de seus inimigos árabes, sem falar no poderio dos Estados Unidos. Hoje, uma terceira guerra seria com ações cirúrgicas e sem matança descontrolada de civis.
 
 
Por Renato Ferreira -
O mundo está vivendo sob forte tensão desde o dia 2 de janeiro, quando o comandante de alto escalão da Guarda Revolucionária do Irã, Qassem Soleimani, foi morto num ataque aéreo dos Estados Unidos nos arredores do aeroporto de Bagdá, capital do Iraque. Soleimani comandava a unidade de elite Força Quds, uma brigada de forças especiais responsável por operações militares fora do Irã.
Nesses seis dias após o ataque, as notícias mundiais não falam em outra coisa senão nas consequências da ação norte-americana e nas reações do governo iraniano. E o Irã deu a primeira resposta nesta terça-feira,7, com mísseis lançados sobre duas unidades militares dos EUA localizadas no Iraque.
Guerra de informações
E como acontece em qualquer conflito, surge também a guerra de informações. Segundo os iranianos, o ataque teria matado 80 soldados norte-americanos. Hoje, durante uma coletiva, o presidente Donald Trump negou essa informação, afirmando que não houve nenhuma baixa entre os soldados de seu país e nem mortes de civis iraquianos. Apenas danos materiais.
Logo após o ataque que matou Soleimani, Trump disse que os Estados Unidos agiram preventivamente para evitar a continuação de uma gerra e de ações terroristas do comandante iraniano. E acrescentou: "Se houver reação iraniana contra cidadãos americanos, os Estados Unidos vão agir de forma desproporcional e vamos atingir 52 pontos iranianos de uma forma que eles não esperam".
Terceira guerra? Será?
É claro que se forem intensificando ações e reações de ambos os lados, a tensão mundial tende a aumentar, com países aliados tendo que tomar posições, como a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que já declarou apoio aos Estados Unidos em ações contra o terrorismo. Outros países, como o Brasil, também emitiram notas, pedindo ações diplomáticas e não de guerra.
Mas, até que ponto esse conflito EUA X Irã, poderá provocar a terceira guerra mundial com devastação em massa? Não sou especialista em conflitos internacionais, mas, pela experiência de 40 anos no exercício do jornalismo, e por todas as mudanças após a segunda guerra, acho difícil que haverá outra guerra com consequência devastadora em nível mundial.
Hoje, além dos avanços tecnológicos, sobretudo, nos meios de armamentos bélicos, os interesses comerciais falam mais alto e podem ser decisivos antes de um conflito inconsequente ser decidido pelas autoridades, por mais intolerantes elas sejam.
Poderio desproporcional
Todos sabem que qualquer tipo de conflito internacional é causado pela disputa de poder e de território. Alguém se sente superior e pensa que pode invadir e dominar outros povos. Hoje, um dos maiores motivos que causam os conflitos, sobretudo, no Oriente Médio, é o petróleo, a energia fóssil que ainda é decisiva na economia mundial. Porém, até mesmo um rio ou poucos metros de terra, podem ser decisivos para a deflagração de um conflito, como aconteceu na Guerra dos Seis Dias, em 1967, entre Israel e seus inimigos árabes.
E, já naquela época, o poderio bélico de Israel se mostrou muito, muito superior à de seus inimigos. Com apenas 19 anos de fundação, Israel era um país jovem, e países árabes, como a Siria, Libano, Jordânia e Egito, dentre outros, resolveram que seria o momento de acabar com o país dos judeus. Ledo engano.
Guerra dos Seis Dias
Em apenas seis dias, Israel devastou seus adversários. E além das milhares de baixas entre os inimigos - cerca de 30 mil mortes, contra poucas centenas de soldados israelenses mortos - Israel ainda aumentou consideravelmente o seu território.
Com aval dos Estados Unidos, Israel começou a guerra com apenas 20.300 km2 de área sob sua administração, mas depois do conflito, contava com cerca de 102.400 km2, um aumento de cerca de cinco vezes em seu território. Assim, com essas conquistas Israel consolidou o projeto da Grande Israel que já havia sido, um dos projetos de algumas escolas sionistas.
Com a vitória esmagadora, a Guerra dos Seis Dias fez com que Israel passasse a controlar as colinas de Golã, o deserto do Sinai, a faixa de Gaza, a Cisjordânia e Jerusalém Oriental. São conquistas que até hoje são os principais motivos do ódio dos árabes contra Israel e dos constantes confrontos na região.
Guerra desigual
E se em 1967, Israel já se mostrava muito à frente de seus inimigos em termos de armamentos e de preparo técnico para a guerra, hoje, Israel e Estados Unidos, além de aliados do Ocidente, estão anos/luz à frente em termos de inteligência artificial e de armas bélicas. Além, é claro à frente também no número de soldados preparados para qualquer tipo de combate.
Hoje, por mais que um país como Irã tenha se desenvolvido também em termos bélicos, inclusive, com ajuda técnica da antiga União Soviética, eles mesmos sabem que jamais poderiam fazer frente numa guerra contra os Estados Unidos e Israel. Atualmente, aviões, foguetes e drones são aparelhos que podem fazer ataques cirúrgicos contra unidades adversárias sem atingir civis.
Assim, com o poderio que possuem, os Estados Unidos acabariam em segundos com o Irã. Mas, certamente, esse não é o interesse do Republicano Trump e nem mesmo de seus adversários Democratas. Como o próprio Trump disse hoje na coletiva, o primeiro passo, agora, é aumentar ainda mais os bloqueios econômicos ao Irã, antes de uma reação às ações dos iranianos.
Mas, claro, essa atitude de Trump só durará até o momento em que as ações do país dos aiatolás não atinjam cidadãos americanos. Caso isso aconteça, as reações americanas serão imediatas.
Bomba atômica?
Apesar dos acordos nucleares e das negativas iranianas, de que o país persa não tenha ainda a boma atômica, é difícil acreditar nesse momento tenso, que o Irã não possa usar desse tipo de arma para se defender ou atacar seus inimigos. E o inimigo número um dos árabes e muçulmanos xiitas, é a América, além de Israel. Para eles, a América "é o demônio".
Mas, até que ponto, o Irã tem poderio para atacar o território norte-americano mesmo com armas nucleares? No máximo, eles deverão continuar com ações terroristas em diversas partes do planeta visando atingir americanos ou aliados dos Estados Unidos.
Então, nesse caso, Israel poderia ser um alvo de ataque com armas nucleares por parte do governo do Irã. Fica difícil imaginar, no entanto, que eles poderiam atacar dessa forma o território israelense. O interesse dos árabes xiitas sempre foi exterminar com Israel, que é a Terra Santa também para os muçulmanos. Caso isso acontecesse, o governo do Irã arrumaria inimigos em seu próprio país.
Mundo geopolítico
Para muitos, uma guerra entre Irã, Estados Unidos e Isral, poderia causar mudanças profundas na geopolítica mundial, dependendo da posição tomada por Rússia e China. Mas, eu pergunto: qual o interesse desses dois países em tomar decisão para um lado ou para outro, a ponto de abalar o mundo? Principalmente, sabendo que, muito além do petróleo, que daqui a alguns anos não terá tanta importância na economia, o interesse do Irã é regional para diminuir a força de Israel no Oriente Médio?
No caso da Rússia, por mais que eles tenham interesse ainda em medir foças com os Estados Unidos, hoje, a Rússia é apenas um país com muitos problemas internos e muito longe do poder e da influência que tinha ex-poderosa União Soviética.
E quanto à China, o país mais populoso do mundo, com mais de 1 bilhão e 300 mil habiante, seus maiores maiores interesses são comerciais com o mundo capitalista. Prestes a ser a maior economia do mundo, a China é comunista apenas no papel. Na prática, hoje, o país asiático é o maior "país capitalista" do planeta. Basta verificar seu sistema econômico e seus acordos bilaterais com as principais economias abertas do mundo, inclusive, com o Brasil.
E a primeira manifestação do governo chinês sobre o conflito EUA-Irã, foi, justamente, no sentido diplomático de pedir tolerância aos os dois países, pois, para a China não há interesse na guera e, muito menos, em decisão de apoio para nenhum dos lados.
Conflitos milenares
E falando sobre relações árabes-israelenses, vai aqui também um pouco da história bíblica sobre a origem desses povos e de suas eternas relações belicosas. Hoje, os analistas e especialistas sempre falam das guerras no Oriente Médio, abordando os temas de interesses geopolíticos como se lá fosse igual aos conflitos em outras partes do mundo.
Mas, seria interessante que essas análises não excluíssem o tema religião e o fundamentalismo que impera na região. Apesar de vários acordos assinados por países em conflitos, é impossível acreditar que os árabes passem a conviver em paz com Israel.
Como os dois países mais famosos dessa região historicamente falando, Israel e Egito sempre foram os protagonistas desses conflitos. Pela história bíblica, Israel é considerado o "povo escolhido" de Deus. Mas, com a desobediência desse povo, Israel sempre foi perseguido e muitas vezes dominado pelos seus adversários, como o Egito, para onde o povo judeu fora levado como escravo. E só foi libertado por Moisés, após as grandes pragas contra Faraó e o povo egípcio.
Mesmo que muitos não acreditam na narrativa bíblica, a história de Israel sugere, no mínimo, uma atenção especial, nem que seja por curiosidade, já que há milhares de anos, esse povo é perseguido, maltratado e quase dizimado, como na segunda grande guerra mundial. E mesmo assim, eles conseguem ressurgir das cinzas. E se unem pela religião em torno de um único Deus.
Outra curiosidade, é o desenvolvimento de Israel em todas as áreas. Localizado numa mesma região árida e de desertos, Israel parece um oásis com plantações e verde ao lado de outros povos que vivem com extremas dificuldades. Para muitos, isso parece até milagre. E essa situação avançada de Israel acaba provocando ainda mais ódio em seus inimigos regionais.
Posição do Brasil
Logo após o ataque e a morte do comandante iraniano, o Itamaraty divulgou uma nota, afirmando que o "Brasil apoiaria qualquer ação de combate ao terrorismo mundial". E mesmo sem declarar apoio explícito aos Estados Unidos, a nota não agradou ao governo do Irã, que pediu explicação às autoridades brasileiras.
Após a reação iraniana, o próprio Itamaraty afirmou que o pedido de explicação foi feito em termos diplomáticos e que as relações comerciais com o Irã não sofreriam arranhões. O presidente Jair Bolsonaro também fez declarações, sem, no entanto, demonstrar apoio aos Estados Unidos, já que tem boas relações com o presidente Trump.
Em minha opinião, caso o conflito aumente, a maioria dos países ter´s, sim, que tomar decisões, inclusive, de apoio para alguns dos lados. E ao meu ver, não seria nenhuma novidade o Brasil se aliar aos Estados Unidos e a Israel.
Primeiro, pela localização geográfica, pela ligação histórica com os Estados Unidos e a excelente relação com Israel.
É importante destacar que a amizade entre Brasil e Israel vem de décadas e se fortaleceu, principalmente, após 1948, graças à ação do diplomata Osvaldo Aranha. Além do lobby que fez pró Israel, Osvaldo Aranha presidiu a sessão da ONU (Organização das Nações Unidas), que aprovou a criação do Estado de Israel.
E Israel faz questão de demonstrar para o mundo esse apreço que tem pelo diplomata e pelo Brasil. No centro de Jerusalém, ao lado de um cemitério árabe, há uma praça com o nome de Osvaldo Aranha. E foi também devido à ação de Aranha, que a ONU decidiu que todos os anos a Assembleia Geral da ONU seria aberta pelo chefe da Nação Brasileira. (Renato Ferreira é Jornalista formado pela Unimep e editor do Portal Notícias & Opinião)
 
 
 
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O assunto "Terceira Guerra Mundial" é um dos assuntos mais comentados no Twitter e buscados no Google na manhã desta sexta-feira. Comandante da Guarda Revolucionária do Irã, Qasem Soleimani, morreu nesta quinta-feira após um bombardeio atingir seu veículo em Bagdá, Iraque.
 
O Pentágono confirmou nesta sexta-feir, 03/01, que lançou o ataque aéreo que matou o comandante da Guarda Revolucionária do Irã, o general Qasem Soleimani. A ordem para o ataque partiu do presidente norte-americano, Donald Trump, segundo a rede de notícias CNN.
Ataque dos Estados Unidos no Iraque General iraniano morto
Qasem Soleimani, morto no ataque aéreo, era popular em seu país e o segundo homem mais poderoso do Irã. Ele era acusado pelos EUA de coordenar ataques terroristas
Segundo autoridades americanas,o ataque teria sido uma resposta preventiva americana às ações de terrorismo do Irã contra alvos dos Estados Unidos. No comunicado, o Pentágono afirmou que o "general Soleimani estava desenvolvendo ativamente planos para atacar diplomatas e militares americanos no Iraque e em toda a região". Agora, a tensão é mundial e todos aguardam como será a atitude do Irã.
Ainda segundo o documento do Pentágono, os EUA afirmam que o “general Soleimani e sua equipe foram responsáveis pela morte de centenas de americanos e membros do serviço de coalizão e pelo ferimento de milhares de outros".
Além de Qasem Soleimani, o comandante da milícia iraquiana, Abu Mahdi al-Muhandis, também morreu no bombardeio desta quinta-feira, 2,. O ataque aéreo foi contra um, onde os dois estavam, no aeroporto de Bagdá, capital do Iraque.
Imediatamente, um porta-voz da milícia iraquiana responsabilizou os Estados Unidos e Israel pelo bombardeio. Os três foguetes caíram perto do terminal de cargas, queimando dois veículos e ferindo vários cidadãos, disse o órgão. Ao menos cinco pessoas foram mortas no ataque.
Pelo Twitter, o ministro de Relações Exteriores do Irã, Javad Zarif, condenou o ataque que matou o general Soleimani. "O ato de terrorismo internacional dos EUA, que visou e assassinou o general Soleimani - o mais eficaz combatente ao Estado Islâmico, ao Al Nusrah e ao Al Qaeda - é uma escalada extremamente perigosa e imprudente. Os EUA são responsáveis por todas as consequências de sua aventura desonesta".
Já Donald Trump publicou uma foto da bandeira dos Estados Unidos após a confirmação do ataque. O bombardeio ocorreu horas depois do secretário de Defesa dos Estados Unidos, Mark Esper, dizer que o Irã iria lamentar se continuasse com a "campanha de provocações" contra os interesses da Casa Branca no Oriente Médio."Eles provavelmente lamentarão, e estamos preparados para exercer nossa própria defesa e deter o comportamento mais ofensivo por parte destes grupos, todos apoiados, liderados e financiados pelo Irã", disse Esper em um encontro com jornalistas no Pentágono.
Invasão a embaixada
No último dia do ano, um grupo de manifestantes invadiu a embaixada dos Estados Unidos em Bagdá e depredou o complexo. Em resposta, o presidente Trump culpou o Irã por "orquestrar" a invasão, que ocorreu dois dias depois de ataques aéreos norte-americanos em território iraquiano contra bases de milícia local apoiada pelo Irã. Os bombardeios deixaram 25 pessoas mortas. (Fonte: R7)
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira, 19/03 que apoia a entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Durante encontro com o presidente Jair Bolsonaro, na Casa Branca, Trump disse que os dois países nunca estiveram tão próximos. "Eu estou apoiando os esforços deles [brasileiros] para entrar [na OCDE]", afirmou o presidente norte-americano sem entrar em detalhes.
Segundo ele, os Estados Unidos têm interesse em estreitar laços comerciais com o Brasil. "Estamos trabalhando para isso. Um dos aspectos é o comércio. O Brasil fabrica ótimos produtos e nós produzimos ótimos produtos. No passado, nosso comércio nunca foi tão bom quanto deveria ser. Em alguns casos, deveria ser muito mais. Então achamos que nosso comércio com o Brasil aumentará substancialmente em ambos os sentidos e estamos ansiosos para isso", declarou.
Bolsonaro também disse que o Brasil mudou “depois de algumas décadas de presidentes antiamericanos” e que “tem muita coisa em comum” com Trump. “Ele quer uma América grande e eu também quero um Brasil grande. Estou engajado com o nosso Estados Unidos. Isso é motivo de orgulho e satisfação para os nossos povos.”
Os dois presidentes tiveram encontro a portas fechadas. Antes, porém, os dois trocaram camisas oficiais das seleções de seus países. Trump deu a camisa 19 dos Estados Unidos para Bolsonaro, que retribuiu com a número 10 do Brasil.
O presidente brasileiro levou o filho Eduardo Bolsonaro, deputado que preside atualmente a Comissão de Relações Exteriores, para o encontro com Trump. O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, porém, não foi chamado a comparecer à reunião no Salão Oval.
Antes do encontro na Casa Branca, o presidente brasileiro esteve com o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro.
De acordo com a agência Reuters, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que os Estados Unidos impõem uma condição para apoiar o ingresso do Brasil na OCDE: que o país deixe a lista de países em desenvolvimento que recebem tratamento especial da Organização Mundial do Comércio (OMC). O governo norte-americano quer acabar com essa lista.
Bolsonaro está em sua primeira viagem oficial aos Estados Unidos desde domingo e deve voltar ao Brasil nesta quarta-feira (20). O encontro com Trump era o principal compromisso do presidente brasileiro em Washington. Ele visitará ainda hoje o cemitério nacional de Arlington, onde estão enterrados cerca de 400 mil soldados mortos em guerra. (Congresso em Foco)
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"É o começo de uma parceria pela liberdade e prosperidade", disse Jair Bolsonaro.
 
O presidente Jair Bolsonaro disse, em sua conta no Twitter, que sua visita aos Estados Unidos representa o começo de uma parceria pela “liberdade e prosperidade”. Bolsonaro já posou neste domingo. 17/03, na Base Aérea de Andrews, em Washington.
“Pela primeira vez em muito tempo, um presidente brasileiro que não é anti-americano chega a Washington. É o começo de uma parceria pela liberdade e prosperidade, como os brasileiros sempre desejaram”, afirmou na rede social.
O avião presidencial decolou da Base Aérea de Brasília por volta das 8h de hoje (17). Antes do embarque, Bolsonaro transmitiu o cargo ao vice Hamilton Mourão. O presidente brasileiro ficará hospedado na Blair House, palácio que faz parte do complexo da Casa Branca.
“Nos hospedaremos na Blair House. É uma honraria concedida a pouquíssimos chefes de Estado, além de não custar um centavo aos cofres públicos. Agradecemos ao governo americano a todo respeito e carinho que nos está sendo dado”, acrescentou.
Ainda segundo o presidente brasileiro, Brasil e Estados Unidos “juntos assustam os defensores do atraso e da tirania ao redor do mundo”.
Bolsonaro e Trump
Bolsonaro e o presidente norte-americano Donald Trump devem assinar na próxima terça-feira (19) o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas entre o Brasil e os Estados Unidos. A medida vai permitir o uso comercial da base de lançamentos aeroespaciais de Alcântara, no Maranhão. Estima-se que, em todo o mundo, ocorra uma média de 42 lançamentos comerciais de satélites por ano.
A Base de Alcântara é reconhecida internacionalmente como ponto estratégico para o lançamento de foguetes, por estar localizada em latitude privilegiada na zona equatorial, o que permite uso máximo da rotação da Terra para impulsionar os lançamentos.
Segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), o uso da base brasileira pode significar uma redução de 30% na utilização de combustível, em comparação a outros locais de lançamentos em latitudes mais elevadas.
Integram a comitiva brasileira os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Paulo Guedes (Economia), Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Tereza Cristina (Agricultura) e Ricardo Salles (Meio Ambiente), além do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). (Agência Brasil)
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