Terça, 31 Março 2020 | Login
Mesmo diante de uma pandemia que mata e com o mundo inteiro assustado, os inconsequentes opositores de Bolsonaro continuam fazendo politicagem no Brasil em cima de uma desgraça mundial. Para eles, hoje, existem dois personagens no Brasil: Coronavírus e Bolsonaro. E o último terá que ser derrotado. Hoje à noite, deve ter "Parabéns" das janelas em homenagem a Bolsonaro, que faz aniversário.
 
Por Renato Ferreira -
Para a oposição brasileira, não tem jeito. Bolsonaro é culpado por todas as desgraças do país, inclusive, pelo coronavírus, e por isso tem que deixar a Presidência, de preferência, imediatamente. Mesmo com uma equipe peuena e competente de ministros, que ele escolheu, Bolsonaro é massacrado diuturnamente pelos adversários que tentam, assim, conseguir mais alguns votinhos, já para 2020 e, principalmente, para 2022. E muitos nem desceram do palanque político de 2018. Querem a todo custo um terceiro turno das eleições. Querem porque querem o impeachment de Bolsonaro, via coronavírus.
Esse pessoal é tão patético que, hoje, se represetantes do crime organizado, traficantes, milicianos, políticos corruptos, ex-presidentes condenados, ou qualquer um zé ninguém fizer algo em algum estado, ou município contra o vírus, como esse ex-juiz que governa o Rio de Janeiro, pretenso candidato à Presidência da República, que vibra quando uma pessoa é morta a tiros pela polícia, diz que vai fechar os aeroportos do Rio, mesmo sem competência para isso, estes são elogiados e chamados até de gênios pela oposição ao governo. Só para fustigar Bolsonaro. Pura politicagem rasteira. E claro, sempre usando como base, matérias patéticas da ex-toda poderosa rede Globo de Televisão, que perdeu as polpudas verbas publicitárias do Governo Federal.
Ao contrário disso, o chefe maior da Nação, eleito democraticamente, mesmo reunindo-se diariamente com ministros, com chefes de outros Poderes, com chefes das Forças Armadas, com empresários, com a comunidade médica e tomando providências corretas de acordo com determinações da OMS (Organização Mundial da Saúde), para combater a disseminação do coronavírus, Bolsonaro é criticado, ironizado e desrespeitado pelos canhotinhos revoltados. Tudo isso só por ele ter sido eleito por 58 milhões de votos sem recursos financeiros e sem depender de nenhum esquema com políticos ou sindicatos corruptos.
Desçam do palanque político eleitoral, gente. Em 2022, teremos novamente eleição para Presidente da República. Quem sabe até lá, o Lula já esteja livre da cadeia para se candidatar novamente, ou vocês consigam eleger, por exemplo, o Guilherme Boulos. Parem e se preocupem um pouco mais com o combate ao coronavírus, dêem sugestões de como vencer melhor a quarentena e de como vocês e seus familiares poderão evitar a doença. Deixem de lado o ódio ao Bolsonaro. O vírus não foi criado por ele. Apareceu na China e se espalhou pelo mundo.
Tem que estar contaminado
Outra bronca de seus adversários é que até o momento, o Presidente Bolsonaro ainda não foi contaminado com o novo coronavírus. Para alguns, possivelmente, menos inteligentes, como 23 membros do governo, que participaram da comitiva em viagem aos Estados Unidos, já foram diagnosticados com o vírus, "é impossível", que Bolsonaro também não esteja doente.
Como o próprio Presidente tem afirmado, ele já fez dois exames a pedido de sua equipe médica e os dois deram negativos. Nesta sexta-feira, 20, um dos repórteres que participava de uma coletiva não se conteve e perguntou se o presidente poderia mostrar os exames. Ou seja, ele fez a pergunta porque, pessoalmente, ou a mando de seu órgão de comunicação, não acredita que Bolsonaro esteja falando a verdade. Precisou do ministro da Saúde, Henrique Mandetta, que é medico, explicar que os exames de laboratório são de propriedade pessoal do paciente e cabe a este divulgar ou não.
O que, talvez, o afoito repórter não sabe é que o hospital que realiza o exame tem a obrigação de informar às autoridades e, principalmente, ao Ministério da Saúde e à Vigilância Sanitária, se o exame deu positivo, pois se não informar, a unidade será punida por deixar de fornecer uma informação imprescindível à saúde pública. Isso é crime. Então, mesmo que o indivíduo, Presidente da Repúplica ou qualuer outro cidadão, não queira, o seu exame dando positivo, ele será notificado e terá que permanecer em quarentena no hospital ou em casa para se tratar.
Diante desse impasse, até a Justiça já foi acionada. Por determinação da juíza Raquel Soares Chiarelli, da 4ª Vara da Justiça Federal em Brasília, em atençao a uma liminar do Governo do Distrito Federal, o Hospital das Forças Armadas, que atendeu todos os membros da comitiva presidencial, terá que fornecer ao governo do DF uma lista com os nomes de todos os pacientes cujos testes deram positivo para o coronavírus. Não podemos esquecer que, como os governadores João Doria (PSDB-SP), e Wilson Witzel (PSC-RJ), o governador Ibaneis Rocha (MDB-DF), é também um desafeto de Bolsonaro. Os três querem ser candidatos à Presidência em 2022.
Todo esse pessoal exige que Jair Bolsonaro faça um terceiro exame, ou quantos forem necessários, para eles terem certeza que o Presidente esteja falando a verdade. Fico até imaginando como seria a manchete da extrema imprensa, caso mesmo que seja o quadragésimo exame de Bolsonaro dando positivo. A Globo, certamete, faria chamada de urgência e publicariaem todos seus jornais com a seguinte manchete, na voz empostada de Willian Bonner: "Bolsonaro é contaminado pela gripezinha do coronavírus e terá que ficar em quarentena até 2022".
Parabéns das janelas
E por falar no Presidente Jair Bolsonaro, neste sábado, 21, ele faz aniversário. E seus correligionários e admiradores - ele tem mais de 35 milhões de seguidores nas redes sociais - estão programando um ato para homenageá-lo pela data. Para isso, seus eleitores estão sendo conclamados a cantarem o "Parabéns a você", hoje à noite das janelas de suas residências. A homenagem, segundo os organizadores, deverá acontecer no horário do Jornal Nacional da TV Globo. (O jornalista Renato Ferreira é editor do Portal Notícias & Opinião)
Alguns dos principais estádios já estão à disposição das autoridades estaduais e municipais, como o Morumbi, em São Paulo, que vão funcionar como Hospital de Campanha. Com certeza, agora, as Arenas, ou elefantes brancos construídos para a Copa no Brasil, em 2014, vão ter alguma utilidade.
O mundo segue em alerta total devido à pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Os principais eventos culturais e esportivos foram paralisados, alguns cancelados, e a recomendação geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) é para permanecer em casa. No Brasil, alguns estádios de futebol foram colocados à disposição das autoridades estaduais e municipais para ajudar no combate à doença.
Com essa ação, a ideia é que os locais possam ser utilizados para abrigar pacientes em tratamento, para não sobrecarregar hospitais e clínicas em caso de avanço do Covid-19 no país. Os estádios Nilton Santos, no Rio de Janeiro; Pacaembu, Morumbi e Arena Corinthians, em São Paulo; Mané Garrincha, em Brasília; Frasqueirão, em Natal; e Arena da Baixada, em Curitiba, já foram disponibilizados para os órgãos públicos.
Na capital mineira, Mineirão e Independência ainda não divulgaram medidas a serem tomadas em relação ao caso. Em contato com o Superesportes, o gerente de operações e segurança do Horto, Helber Gurgel, falou sobre o caso. Segundo ele, a arena não tem estrutura para comportar esse tipo de ação.
“Nós já pensamos em abrir o Independência, mas nós esbarramos na questão estrutural. A maior estrutura do estádio é a parte de vestiários, porque o Independência é diferente dos outros estádios redondos, falta uma parte da estrutura nele. Mas, é claro, se formos consultados, a gente se dispõe, mas por enquanto não houve nenhuma solicitação”, afirmou Gurgel.
A reportagem também apurou que o Mineirão está estudando qual será a melhor ação a ser viabilizada neste momento.
Estádio Mané Garrincha, em Brasília
A concessionária Arena BSB, que administra o estádio Municipal Mané Garrincha, colocou a arena à disposição do Governo do Distrito Federal para o combate à pandemia do novo coronavírus. O local poderá ser utilizado como centro de triagem ou hospital de campanha pela Secretaria de Saúde.
Estádio Frasqueirão, em Natal
O ABC de Natal colocou toda a estrutura do Frasqueirão à disposição da Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Norte (Sesap). Em nota divulgada à imprensa, o clube diz que a "diretoria abecedista, ciente da responsabilidade social em que o clube tem diante da sociedade, ainda mais nesse momento importante e crítico vivido por todos, disponibiliza as dependências do seu estádio caso haja a necessidade de ampliação, por parte do Governo, da estrutura de apoio e combate ao novo coronavírus, o Covid-19".
Arena da Baixada, em Curitiba
O Athletico Paranaense disponibilizou a Arena da Baixada e o CT do Caju aos órgãos de saúde do Paraná para dar apoio ao tratamento de pessoas no combate ao Covid-19. O clube disse que as autoridades podem utilizar o espaço da “forma que entenderem necessário”.
Estádio Nilton Santos, em Brasília
O Botafogo colocou a estrutura do Estádio Nilton Santos à disposição das autoridades de saúde do Rio de Janeiro em meio à luta para superar a pandemia do novo coronavírus. Em nota, o clube afirma que está ciente da sua responsabilidade social e se solidariza com o momento conturbado.
Arena Corinthians, em São Paulo
O Corinthians anunciou que vai abrir a sua Arena a partir de semana que vem para receber doações de sangue e auxiliar no combate à pandemia do coronavírus. As doações deverão ser agendadas para evitar aglomerações e seguir os protocolos recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde.
Estádio do Morumbi, em São Paulo
O São Paulo anunciou que irá disponibilizar toda a infraestrutura do Morumbi para o combate à pandemia do novo coronavírus. Em nota, o clube também colocou o CT da Barra Funda e de Cotia, da base, à disposição das autoridades.
Estádio Pacaembu, em São Paulo
A Prefeitura de São Paulo vai instalar 200 leitos no Pacaembu para atender pacientes com coronavírus de baixa complexidade. O anúncio foi feito na manhã desta sexta-feira pelo prefeito Bruno Covas. O estádio será adaptado para receber os pacientes. (Fonte: Estado de Minas)
Luiz Henrique Mandetta prevê que a pandemia deve ganhar força no Brasil até junho e registrar "queda profunda" em setembro. Prefeitos de grandes cidades, como Osasco, São Caetano e Santo André, estão fechando o comércio. Portanto, o momento é de atenção, precaução e também de oração pelo Brasil e o mundo.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou nesta sexta-feira, 20/03, que o sistema de saúde brasileiro "entrará em colapso" no final de abril devido ao avanço do coronavírus. "As pessoas confundem colapso com sistemas caóticos. O colapso é quando você pode ter o dinheiro, ter o plano de saúde e a ordem judicial, mas simplesmente não há o sistema para se tratar. É o que está acontecendo na Itália", explicou Mandetta em videoconferência a empresários brasileiros.
Na análise de Mandetta com base na evolução do coronavírus no mundo ocidental, as infecções ainda vão ganhar força e aumentar rapidamente nos meses de abril, maio e junho. "Devemos entrar em abril com o início da subida rápida, que vai durar até o mês de junho, quando ela vai começar a ter uma desaceleração de subida. No mês de julho, deve começar o platô. Em agosto, esse platô vai começar a mostrar tendência de queda e, em setembro, essa queda é mais profunda, como foi a de março na China", previu Mandetta.
O ministro da Saúde, avalia ainda que pode ser necessário "segurar a movimentação" de idosos para diminuir a transmissão do coronavírus e evitar o colapso do sistema. "Mais difícil do que fechar uma cidade, um supermercado e um shopping é saber o momento de reabrir. É preciso de uma série de informações para reabrir os locais com segurança”, observou.
Mandetta anunciou ainda que o Ministério da Saúde planeja promover "o maior programa de telemedicina" com a intenção de antecipar os sintomas e bloquear a proliferação do coronavírus. (Fonte: R7)
Proposta do Presidente Bolsonaro, que segue, agora, ao Senado, permite que o Executivo gaste mais do que o previsto sem infringir as metas fiscais para custear combate à pandemia. Como primeiras medidas econômicas, Governo vai auxiliar empresas e trabalhadores informais.
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira, 18/03, o pedido de reconhecimento de calamidade pública enviado pelo governo federal diante da pandemia de coronavírus. A proposta, que segue para o Senado Federal, permite que o Executivo gaste mais do que o previsto, sem que isso signifique desobediência às metas fiscais para custear ações de combate à pandemia.
O texto aprovado é o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 88/20 , que também cria uma comissão mista composta por seis deputados e seis senadores, com igual número de suplentes, para acompanhar os gastos e as medidas tomadas pelo governo federal no enfrentamento do problema.
A comissão poderá trabalhar por meio virtual, mas terá garantida reuniões mensais com técnicos do Ministério da Economia e uma audiência bimestral com o ministro da pasta, Paulo Guedes, para avaliar a situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas emergenciais relacionadas ao Covid-19.
Crédito ilimitado
O relator, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), afirmou que não se trata de um "cheque em branco", mas de crédito ilimitado para o governo agir. Ele disse ainda que a comissão mista vai garantir a transparência nos gastos. "Ao reconhecer a calamidade pública, o Congresso permite o descumprimento das metas fiscais, e o governo vai ter condições de fortalecer o Sistema Único de Saúde, que é o principal instrumento de combate ao coronavírus", comentou. "Também vai garantir medidas econômicas, como renda para a população, e ações para impedir a expansão do vírus."
Ações
O governo federal anunciou também na quarta-feira uma série de medidas de enfrentamento à crise, como linhas de crédito, desoneração de produtos médicos, socorro às companhias aéreas, a liberação de R$ 200,00 mensais para trabalhadores informais e fechamento de fronteiras.
O líder do PDT, deputado Mauro Benevides Filho (PDT-CE), reivindicou a expansão dos gastos com saúde e com o Bolsa Família. Por sua vez, o deputado Alexis Fonteyne (Novo-SP) pediu atenção às empresas, para evitar o encolhimento da economia.
Já o líder da oposição, deputado  Alessandro Molon (PSB-RJ), destacou o voto favorável dos partidos contrários ao governo e salientou que os gastos serão exclusivos para combater o coronavírus. Ele acrescentou que os parlamentares vão ficar vigilantes às ações do Executivo.
Calamidade
Nos termos atuais, o estado de calamidade pública é inédito em nível federal. A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) prevê essa condição temporária, que suspende prazos para ajuste das despesas de pessoal e dos limites do endividamento; para cumprimento das metas fiscais; e para adoção dos limites de empenho (contingenciamento) das despesas.
Segundo o governo, o reconhecimento do estado de calamidade pública, previsto para durar até 31 de dezembro, é necessário “em virtude do monitoramento permanente da pandemia Covid-19, da necessidade de elevação dos gastos públicos para proteger a saúde e os empregos dos brasileiros e da perspectiva de queda de arrecadação”.
Conforme previsto na LRF, o governo deve atualizar na próxima semana os parâmetros econômicos que norteiam as contas públicas. Interlocutores da equipe econômica, como o líder do governo na Comissão Mista de Orçamento, deputado Claudio Cajado (PP-BA), previam o anúncio neste mês de um contingenciamento de R$ 30 bilhões a R$ 40 bilhões.
Neste ano, conforme o Orçamento sancionado sem vetos pelo presidente Bolsonaro, a meta fiscal para o governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) é um déficit primário de R$ 124,1 bilhões. Desde 2014, as contas públicas estão no vermelho: descontado o pagamento dos juros da dívida, as despesas superam as receitas.
Governo pagará 15 dias de afastamento
O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, anunciou durante coletiva nesta quinta-feira, 19, que as empresas não precisarão pagar pelos primeiros 15 dias de afastamento do funcionário diagnosticado com coronavírus. "Empresas não precisarão arcar com o valor quando enfermidade for o coronavírus", afirmou.
Bianco disse ainda que, nos casos em que o segurado precisar cumprir alguma exigência, o prazo para isso será dispensado. "Se a demora do prazo for prejudicial, faremos antecipação do benefício", explicou. A cobertura desses gastos pelo governo será limitada pelo teto do Regime Geral de Previdência Social, que é de R$ 6.101.
Redução de jornada
O secretário falou também sobre a proposta do governo de redução da jornada de trabalho. “São 3 meses que o governo, empresa e empregado farão um esforço conjunto para passar por esta fase e para preservar o emprego", disse Bianco.
Segundo a proposta, o governo federal vai arcar com 25% daquele empregado que tiver a jornada reduzida. O acordo deve ser feito entre empregador e empregado. A medida anunciada na quarta-feira, 18, prevê que o trabalhador que tiver a jornada reduzida receberá antecipação do seguro-desemprego. Porém,a proposta ainda terá que passar pelo Congresso Nacional. (Fonte: R7)
 
Em atenção ao alerta do governo do Estado de São Paulo, a Câmara Municipal de Osasco está realizando, junto a seus servidores, uma campanha de incentivo à doação de sangue. Por decisão da Mesa Diretora, desde terça-feira, 17, as sessões do Legislativo passaram a ser realizadas sem a presença de público para conter a disseminação do coronavírus.
 
O Presidente da Câmara, Ribamar Silva, solicitou que aqueles que possuem os requisitos para doação aproveitem o período de “home-office" para doar sangue. “É um ato emergencial e, acima de tudo, um ato de amor ao próximo. Mais do que nunca, precisamos nos unir para minimizar a crise nos estoques de banco de sangue”, disse o presidente.
O governador João Dória fez, nesta terça-feira, 17/03, um apelo para que doadores de sangue compareçam às unidades urgentemente e ajudem a repor os estoques. De acordo com o coordenador do Comitê de Contingência do Corona Vírus, o infectologista David Uip, “diante da crise provocada pela disseminação do corona vírus, os hemocentros de São Paulo estão enfrentando uma drástica redução nos estoques”.
Uip fez um alerta, informando que o melhor dos bancos de sangue do estado tem estoque somente para uma semana. “Isso é extremamente grave, pois os doadores estão com receio de serem infectados durante o ato da doação. Se tem um lugar que está protegido é o banco de sangue, que tem todo o requinte técnico de proteção ao doador”, ressaltou o infectologista.
Sessões sem público
Câmara de Osasco
Também como medida para evitar a disseminação do coronavírus, a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Osasco, por iniciativa de seu presidente, Ribamar, decidiu realizar as sessões sem a presença de público. Assim, a população passa acompanhar as sessões exclusivamente pela TV e Internet durante a pandemia.
Essa decisão da Câmara Municipal de Osasco, como outras medidas, foi tomada, seguindo orientações do Ministério da Saúde e da OMS (Organização Mundial da Saúde), para conter a disseminação do Covid-19. Na Sessão Ordinária desta terça-feira, 17, os vereadores explicaram que a entrada nas dependências da Casa está restrita aos parlamentares e servidores e o atendimento à população será realizado à distância.
Os parlamentares e servidores maiores de 60 anos, com doenças crônicas ou respiratórias e em tratamento imunossupressor deverão trabalhar remotamente de suas residências durante o período de pandemia e haverá, facultativamente, uma sessão por semana para deliberar assuntos de relevância para a cidade. Outra medida anunciada é a implantação de um esquema de rodízio de colaboradores para evitar aglomerações dentro dos setores.
Atendimento
O vereador Alex Sá (PDT), que presidiu a Sessão, lembrou que os cidadãos osasquenses podem entrar em contato com os vereadores mesmo durante esse período de restrição. “Basta acessar o site osasco.sp.leg.br, lá a população vai encontrar os telefones dos gabinetes de todos os vereadores e podem levar suas demandas para o legislativo mesmo à distância”.
TV e Internet
Apesar da Câmara de Osasco estar fechada ao público para evitar aglomerações e expor a população ao risco, todos podem acompanhar as sessões legislativas, onde ocorrem as votações e discussões de assuntos importantes do município. As sessões ordinárias serão realizadas neste período às terças-feiras a partir das 15h30 e podem ser assistidas através da TV Câmara Osasco, pelos canais 7 da Net e 3 da Megabit Telecom, site (www.osasco.sp.leg.br) e Facebook (www.facebook.com/tvcamaraosascosp/).

 

Nesta segunda-feira, 16/03, em decisão liminar, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), acatou pedido da defesa do prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PSDB), e concedeu efeito suspensivo à decisão anterior, que o tornava inelegível. Agora, com a nova decisão do TRE, ele está livre para disputar a reeleição. Se for reeleito, Furlan vai para seu sexto mandato como chefe do Executivo de Barueri.

O processo é referente às eleições de 2012, quando o ex-vice de Furlan, Carlos Zicardi, disputava o pleito. Na ocasião, a Justiça entendeu que havia ocorrido "abuso na legislação eleitoral", fato que muda agora com a liminar. Portanto, a partir da expedição da liminar e até o julgamento final do processo, o prefeito Rubens Furlan é candidato à reeleição.

FURLAN AGRADECE

Em suas redes sociais, Rubens Furlan fez questão de agradecer a Deus por mais esta oportunidade de se candidatar.

"Quero compartilhar toda minha felicidade com vocês! Acabo de receber a notícia de que a presidência do TRE-SP suspendeu qualquer impedimento à minha intenção de disputar a próxima eleição para a Prefeitura de Barueri. Agradeço a Deus por, durante todo esse tempo, ter preservado em mim a plena confiança na Justiça e novamente me dar a oportunidade de concorrer à reeleição como prefeito dessa cidade que eu tanto amo! Obrigado a todos!" . (Renato Ferreira)

Decisão inclui suspensão de aulas, do rodízio de veículos, disponibilização de leitos de UTI e home office para funcionários com mais de 60 anos.
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) decretou uma série de medidas de emergência na Capital Paulista, nesta segunda-feira, 16/03, para combater a pandemia de coronavírus. A decisão abrange ações em diversas áreas da gestão municipal, como: transporte, educação, saúde e gestão, entre outras. Todas as determinações terão efeito a partir desta terça-feira, 17.
Covas anunciou que vai se mudar por tempo indeterminado para a sede da Prefeitura, no Viaduto do Chá, na região central, durante o aumento dos casos do novo coronavírus na cidade. "A partir de hoje, vou passar a dormir aqui", disse Covas, que faz tratamento de um câncer.
Uma das medidas anunciadas pela Prefeitura de São Paulo foi a autorização para que servidores municipais com 60 anos ou mais possam trabalhar em regime de home office. Eventos do poder público foram cancelados por tempo indeterminado, equipamentos de cultura foram fechados.
A Secretaria Municipal de Saúde deverá disponibilizar 490 novos leitos de UTI na rede pública – 190 com a reorganização do sistema municipal e pelo menos 300 com recursos do Ministério da Saúde. As férias dos profissionais de saúde foram adiadas por 60 dias.
De acordo com as recomendações da Secretaria de Justiça, como há determinações e ações de natureza administrativa que extrapolam o aspecto meramente sanitário, a Portaria Ministerial nº 356/2020 deve ser complementada por atos normativos municipais.
saopaulotexto1foto
Como a administração municipal, eventualmente, terá que fazer contratações e aquisições emergenciais, essas e outras providências que venham a ser necessárias dependem de reconhecimento pela autoridade local da situação de emergência — a determinação permite que o gestor público suspenda ou altere funções do Executivo e serviços municipais devido a uma situação excepcional.
“É recomendável juridicamente que as medidas administrativas não tratadas explicitamente pela Portaria do Ministério da Saúde e que foram solicitadas pelas autoridades sanitárias municipais sejam objeto de um decreto municipal”, argumentou o secretário municipal de Justiça, Rubens Rizek.
Conheça as medidas da gestão paulistana para combater o coronavírus:
Saúde
- Viabilização de 490 novos leitos de UTI na rede pública, divididos da seguinte forma: reorganização da rede municipal vai gerar 190 novos leitos em até 20 dias e pelo menos outros 300 serão financiados pelo Ministério da Saúde em até 50 dias;
- No próximo dia 23 terá inicio a vacinação da gripe para idosos;
-  Profissionais de saúde não poderão tirar férias nos próximos 60 dias;
Educação
-  Prefeitura decidiu suspender as aulas nas escolas a partir do dia 23;
- Prefeitura estuda possibilidades de como manter a alimentação das crianças;
Subprefeituras
- Não haverá emissão de novos alvarás para eventos;
- Alvarás já emitidos serão cancelados;
- Praças de Atendimento só funcionarão para serviços que não podem ser solicitados via 156 e terão de ter agendamento prévio;
- Nos velórios serão permitidos até 10 pessoas por sala;
Gestão
- Funcionários com mais de 60 anos, gestantes e pessoas com suspeita do vírus deverão trabalhar em sistema de home office;
-  Todos os estagiários serão liberados, exceto os que atuam nas áreas de saúde e segurança;
- Todas as secretarias deverão organizar seu quadro de RH dividindo seus funcionários em dois turnos;
- Os trabalhadores, exceto os de saúde e segurança, poderão antecipar o período de férias  mediante autorização das chefias;
Inovação e Tecnologia -
SMIT irá liberar 30 mil acessos remotos para que os funcionários possam trabalhar em home office.Transportes
- Rodízio municipal será suspenso;
- Idosos não devem usar os ônibus nos horários de pico;
- Os ônibus serão lavados a cada término de viagem com água sanitária;
- Museu do Transporte será fechado; - Linha circular de turismo será suspensa;
- Bilhete Único do Idoso será solicitado por e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. (Fonte: R7)

Os dois discutiram em evento da polícia, quase se agrediram fisicamente e foram apartados por seguranças do governador tucano.

Se a disputa pela Prefeitura de São Paulo estava meio morna até hoje, com a complicada situação de saúde do prefeito Bruno Covas (PSDB), que faz tratamento de um câncer, com um ou outro anúncio de candidaturas, isso pode mudar a partir desta segunda-feira, 16/03, depois de uma briga entre duas grandes lideranças políticas do estado e que, com certeza, terão grande influência na disputa municipal na maior cidade do país.

Falamos do governador do Estado, João Doria (PSDB), que foi prefeito da Capital, e do senador Major Olímpio (PSL), eleito em 2018 com mais de 9 milhões de votos. Na manhã de hoje, os dois protagonizaram uma cena digna de verdadeiros adversários políticos na Capital, fato que pode, sem dúvida, esquentar o clima nas eleições paulistanas.

A discussão entre João Doria e Major Olímpio aconteceu durante um evento da polícia na Barra Funda, Zona Oeste de São Paulo. Eles trocaram insultos e quase chegaram a vias de fato, na sede do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE).

Segundo testemunhas, a confusão começou quando o senador Major Olímpio tentou interceptar o governador na chegada ao evento. O senador, que continua no PSL, faz algumas críticas, mas, ainda defende o governo Bolsonaro, chegou a sentar sobre o carro oficial do governador, gritando palavras de ordem, ao lado do deputado federal Coronel Tadeu (PSL).

Doria tinha um compromisso oficial agendado com os policiais do DOPE. Segundo o senador Major Olímpio, o governador convocou os policiais para ficarem desde as 7h da manhã para fazerem imagens com ele e, incomodados pela espera, os policiais teriam acionado o parlamentar, que foi para frente do DOP, acompanhado pelo deputado federal Coronel Tadeu (PSL).

Conforme vídeos gravados por participantes do evento, o governador deixou o carro e decidiu entrar a pé no evento depois que o carro foi interceptado, sendo perseguido pelo senador. “Fujão, fujão. Você não tem respeito”, gritou o senador contra João Doria.

doria major olimpio

E já dentro do DOPE, era possível ver o governador e o senador sendo apartados por seguranças, enquanto Doria chamava o parlamentar de “vagabundo, vagabundo”.

Em consequência do entrevero entre os dois, o senador foi retirado do evento pelos seguranças e o DOPE teve os portões fechados. “Com a minha caixinha de som, ficamos fazendo falas. Ele começou a me dizer impropérios e, obviamente, protegido pela segurança, fez com que esses seguranças me colocassem para fora do evento. Lamentável, atitude covarde do governador João Doria. Não comigo, comigo que se dane, mas, com os policiais de São Paulo. Não vai ficar barato isso", disse Major Olímpio em um vídeo publicado nas redes sociais.

Em nota oficial divulgada pela assessoria de imprensa do Palácio dos Bandeirantes, o governador João Doria declarou que está "preocupado com a saúde dos brasileiros de São Paulo” e que o senador Major Olímpio “deveria honrar o seu mandato e fazer o mesmo”.“Não é hora de fazer proselitismo político eleitoral. É um desrespeito ao povo de São Paulo um senador da República que vira as costas para o grave tema da saúde pública. E quer fazer campanha política, ideológica e sindical na hora errada", disse o governador.

DISPUTA EM SÃO PAULO

Até o momento, o senador Major Olímpio não afirmou ser pré-candidato à Prefeitura da Capital, mas, sem dúvida, é um nome forte no cenário político do estado e que pode a qualquer momento ter o seu nome indicado para a disputa. Inclusive, com apoio do presidente Bolsonaro.

Além de ter uma característica de bom debatedor, que discute com frequência os problemas da Capital como do estado, Major Olímpio é um ferrenho adversário do Dória. Tanto é assim, que nas eleições de 2018, ele fez campanha aberta para a reeleção do então governador, Márcio França (PSB), que já se declarou pré-candidato ao prefeito da Capital em 2020.

Então, mesmo não vindo como candidato forte da direita, tudo indica que o senador Major Olímpio estará trabalhando contra o candidato apoiado pelo Dória, podendo até repetir o apoio a Márcio França. (Renato Ferreira com informações do G1)

Manifestantes pró-governo ignoram pedido do Presidente e fazem marchas e carreatas em todo o país. Maia, Alcolumbre, Toffoli e Doria foram alvos dos manifestantes.
A oposição ao governo Bolsonaro sofreu, sem dúvida, uma grande derrota neste domingo, 15 de março com as manifestações pró governo, de norte a sul do país. Praticamente, em todas as capitais e em outras centenas de cidades do interior, milhares de pessoas, vestindo verde e amarelo, saíram às ruas para manifestar apoio ao governo Bolsonaro e criticar ações do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal (STF), e também de lideranças políticas que fazem oposição ao governo. Foi um autodenominado movimento nacional pró-governo, realizado em todo Brasil.
Manifestações povo nas ruas
E toda essa gente foi para as ruas, mesmo depois do pedido do Presidente Bolsonaro solicitando que adiassem as manifestações, de desmobilização por parte dos organizadores, de decreto sde governadores proibindo eventos públicos e também das restrições ao avanço do coronavírus. Com certeza, se não fosse a ameaça do novo coronavírus e a desmobilização, hoje, o Brasil teria parado literalemente com milhões nas ruas.
Manifestações Toffoli Maia e Alcolumbre são alvos
Dentre outras lideranças, os manifestantes gritaram palavras de ordem contra o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ); o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).
BRASÍLIA
Manifestações carreata em Brasília
 
 
Manifestações Bolsonaro com a Bandeira
Em Brasília, onde o governador do DF, baixou um decreto proibindo eventos com mais de 100 pessoas, os manifestantes portando roupas e bandeiras verde e amarelas, além de cartazes contendo frases contra marcharam pela Esplanada dos Ministérios até o gramado em frente ao Congresso Nacional. Eles foram seguidos por uma carreata.
Foram registradas manifestações em outras cidades curante a manhã, como em Belém e no Rio de Janeiro.
Em suas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro postou vídeos da carreata em Brasília e na capital do Pará, e de passeatas na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, e em Ribeirão Preto (SP).
Na última quinta-feira (12), em pronunciamento veiculado em cadeia nacional de rádio e televisão, o presidente classificou as manifestações como "legítimas" e "expressões da liberdade", mas recomendou que, em meio à pandemia de coronavrírus, as pessoas repensassem a ida às ruas. Hoje, em Brasília, ele chegou a cumprimentar os manifestantes. Houve manifestações também no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, Bahia, Pernambuco, Pará, Goiás, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, dentre outros estados;
RIO DE JANEIRO
Manifestantes Praia de Copacabana
No Rio de Janeiro, os primeiros manifestantes chegaram o Posto 4 da Praia de Copacabana por volva das 10. Do alto de um carro de som, lideranças de movimentos faziam discursos a favor do governo e contra políticos corruptos, que, segundo os manifestantes, têm prejudicado o governo Bolsonaro com derrubadas de vetos e tentando engessar o Orçamento da União. No Rio, o governador Wilson Witzel, desafeto de Bolsonaro, tentou evitar as manifestações, proibindo atos públicos. Hoje, ele tentou até apreender carros de som nas manifestações.
SÃO PAULO
 Manifestações Av Paulista 2
Em São Paulo, a Prefeitura comandada por tucanos, como também o governo de João Doria tentaram de todas as formas desestimular as manifestações. A Avenida Paulista, aberta ao público todos os domingos e feriados, foi liberada ao trânsito de veículo, sob o pretexto de evitar aglomerações de pessoas e a transmissão do coronavírus.
Mas, nem assim, na parte da tarde, os manifestantes desistiram. Vestidos de verde e amarelo, os manifestantes invadiram a Paulista, levando bandeiras do Brasil para o ato, mensagens de apoio ao presidente da República e muitas críticas a parlamentares do Congresso Nacional. A concentração maior de manifestantes foi realizada em frente ao prédio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.
MINAS GERAIS
Manifestações Praça da Liberdade em BH
Em Belo Horizonte, mesmo após desconvocação de Jair Bolsonaro, apoiadores do presidente da República se reuniram no Centro da cidade. O principal ato reuniu milhares de pessoas na Praça da Liberdade, empunhando cartazes, bandeiras do Brasil e gritos contra o Congresso e o STF.
"Chegou a hora de enfrentar os corruptos, somos muito enganados. Olha quem está lá, Maia, Alcolumbre, Toffoli, Gilmar Mendes, fora! Fora da nossa nação, são bandidos terroristas que vieram assolar a nação ainda mais. Somos Bolsonaro sempre, pelos ideais, caráter, estamos aqui hoje, e nada pode nos parar", disse uma manifetante de BH à reportagem do Estado de Minas.
JUIZ DE FORA
Também em Minas Gerals, outra cidade que registrou uma grande manifestação pró governo, na manhã deste domingo, foi Juiz de Fona, maior cidade da Zona da Mata. Todos vertidos com as cores do Brasil e empunhando faixas e cartazes, os manifestantes declararam apoio ao governo Bosolnaro, ao mesmo tempo que criticavam lideranças do Congresso Nacional.
Foi em Juiz de Fora, onde durante a campanha presidencial em 2018, Jair Bolsonaro ficou gravemente ferido ao ser esfaqueado pelo ativista político, Adélio Bispo, ex-membro do PSOL. Adélio Bispo foi preso e condenado. Após ser considerado portador de problemas mentais, nesta semana, a Justiça determinou que o agressor fosse transferido de um presídio de Mato Grosso Sul para o Hospital Psiquiátrico de Barbacena, em Minas Gerais. (Renato Ferreira)
Ex-secretário geral da Presidência sofreu um infarto fulminante na manhã deste sábado. Ele era pré-candidato a prefeito do Rio de Janeiro pelo PSDB.
 
O ex-ministro Gustavo Bebianno, de 56 anos, morreu após sofrer um infarto fulminante na madrugada deste sábado, 14/03, em seu sítio em Teresópolis. Coordenador da campanha de Jair Bolsonaro em 2018, ele era pré-candidato a prefeito pelo PSDB na cidade o Rio de Janeiro. Segundo informações do presidente estadual do PSDB no Rio, o empresário Paulo Marinho, Bebianno estava em casa com seu filho quando se sentiu mal, por volta das 4h, Ao ir ao banheiro tomar um remédio, ele desmaiou.
Bebianno foi levado para um hospital da cidade, onde morreu por volta de 5h30. Ainda não há informações sobre o velório. O PSDB lamentou publicamente a morte ex-ministro, assim como o governador de São Paulo, João Doria.
Um dos coordenadores da campanha de Jair Bolsonaro à presidência, Bebianno durou pouco no governo. Pivô da primeira crise política da gestão Bolsonaro, ele foi demitido no dia 18 fevereiro do ano passado em meio acusações de irregularidades nas campanhas do PSL quando era presidente nacional do partido. (Fonte: R7)

Quem somos

Notícias & Opinião é um site de notícias gerais editado pela Empresa Jornalística Notícias de Paz Ltda - EPP, a partir da Capital e região Oeste da Grande São Paulo.

Como o próprio nome diz, aqui você vai encontrar notícias, entrevistas, artigos, crônicas e opinião sobre política, economia, educação, cultura e esporte, dentre outros temas do nosso dia-a-dia.