Sexta, 21 Fevereiro 2020 | Login
Começou esta semana uma campanha para reflorestar o santuário arqueológico de Machu Picchu com a plantação de um milhão de árvores.
 
O plano, para proteger a cidade histórica das chuvas e deslizamentos, foi anunciado pelo presidente do Peru, Martín Vizcarra. A meta foi divulgada como um “compromisso do governo”.
A cidadela fica no distrito de Machu Picchu, na província de Urubamba, a 80 quilômetros a noroeste da cidade de Cuzco, antiga capital do império inca, nos séculos XV e XVI.
No último domingo, a empresa de trem que leva turistas decidiu restringir o serviço por várias horas, por causa de deslizamentos de pedras e lama, que aumentaram com as chuvas. Houve transbordamento do rio Vilcanota.
Especialistas do Ministério do Ambiente defendem a necessidade de plantar árvores no cinturão ecológico, conhecido como zona tampão, que permite proteger o santuário arqueológico e a flora e fauna circundantes.
História
O complexo arqueológico, encontrado em 1911 pelo explorador americano Hiram Bingham, foi declarado pela Unesco como Patrimônio Mundial em 1983.
Machu Picchu é uma área protegida do Peru com mais de 35 mil hectares, que inclui o ambiente natural do local de Machu Picchu, localizado na íngreme floresta dos yungas, na encosta oriental dos Andes peruanos.
Lixo
A cidade recebe 1,6 milhão de visitantes todos os anos e sofre com o problema do lixo deixado pelos turistas.
Segundo a revista Aventuras na História, os resíduos somam mais de cinco toneladas por dia, formados em sua maioria por garrafas plásticas, prejudicando a fauna e flora.
Como não existem estradas para o sítio arqueológico, o lixo é levado exclusivamente por ferrovias, o que dificulta seu gerenciamento por autoridades locais. (Fonte: SóNotíciaBoa - Foto: Jacqueline Saraiva Divulgação) - https://bit.ly/2tPNM5G
 
Depois de centenas de jogos entre os 127 times que disputaram a competição na fase de grupos, começa neste sábado, 11/01, a disputa da segunda fase do principal torneio de futebol de base do Brasil, a Copa São Paulo de Futebol Junior. E essa fase de mata-mata será disputada pelos 64 clubes que se classificaram para as fases finais.
Assim, os times jogam em formato mata-mata onde vai se eliminando até que sobre só o campeão. Nessa etapa, o primeiro classificado do grupo permanece na sede que jogou a primeira fase, enquanto o segundo colocado viaja para jogar em outra sede.
Os quatro grandes times de São Paulo - Palmeiras, São Paulo, Corinthians e Santos - avançaram à segunda-fase. O Tricolor do Morumbi ó atual campeão e busca o seu quinto título da Copinha. O maior campeão da história do torneio é o Corinthians. (Fonte: Globo Esporte)
Veja, a seguir, todos os jogos da segunda fase da Copinha:
Todas as partidas serão realizadas neste sábado e domingo.
Sábado:
11:00 - Botafogo-SP x Botafogo, em Assis (SPORTV)
11:00 - Vitória x Paraná Clube, em Jaú
11:00 - Desportivo Brasil-SP x Capivariano-SP, em Porto Feliz
13:45 - Internacional x Volta Redonda-RJ, em Santa Bárbara (SPORTV)
15:00 - Joinville x Tanabi-SP, em Tanabi
15:00 - Juventude x Francana-SP, em Cravinhos
15:00 - Tupi-MG x Gama, em Indaiatuba
15:00 - Taboão da Serra-SP x Ituano, em Embu das Artes
16:00 - Santos x Ponte Preta, em Osvaldo Cruz (GLOBOESPORTE.COM)
16:00 - Novorizontino-SP x Atlético-GO, em Bauru
16:00 - RB Brasil-SP x Serra-ES, em Rio Claro
16:00 - Votuporanguense-SP x Mirassol-SP, em Bálsamo
16:00 - Athletico-PR x Bahia, em Jundiaí (SPORTV)
18:30 - Fluminense x CRB, em Itu (SPORTV)
19:00 - Londrina x Timon-MA, às 19h, em Osvaldo Cruz
21:00 - Corinthians x Cuiabá, em Franca (SPORTV)
Domingo:
11:00 - Grêmio x União ABC-MS, em Mogi das Cruzes (SPORTV)
11:00 - Chapecoense x Real-DF, em Suzano
11:00 - Ceará x Coritiba, em São Paulo (Nicolau Alayon)
13:45 - Atlético-MG x ABC-RN, em Taubaté (SPORTV)
15:00 - São Bernardo-SP x River-PI, em Guaratinguetá
15:00 - Água Santa-SP x Atlético-CE, em Diadema
15:00 - Avaí x Trem-AP, em Mauá
15:00 - São Bento x São Caetano, em São Paulo (Canindé)
15:00 - Santa Cruz x Operário-PR, em Guarulhos
16:00 - Sertãozinho-SP x Palmeiras, em Araraquara (SPORTV)
16:00 - Cruzeiro x Sport, em Barueri (GLOBOESPORTE.COM)
16:00 - Criciúma x Itapirense-SP, em Itapira
18:30 - Vasco x Náutico, em Itapira (SPORTV)
19:00 - Ferroviária-SP x Goiás, em Araraquara
19:00 - Desportiva Paraense-PA x Oeste, em Osasco
21:00 - São Paulo x Flamengo-SP (SPORTV)
Governo iraniano admitiu que abateu aeronave por engano. Maioria das vítimas é do próprio Irã e do Canadá.
 
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, exigiu neste sábado, 11/01, a punição dos responsáveis pelo abate de um avião ucraniano com 176 pessoas a bordo e o pagamento de indenizações por parte do Irã. Após negar que tivesse culpa na tragédia, o governo iraniano admitiu ter abatido a aeronave por engano.
"A manhã trouxe a verdade. A Ucrânia insiste em um pleno reconhecimento de culpa. Esperamos do Irã que leve os culpados à Justiça, devolva os corpos, pague uma indemnização e publique um pedido de desculpas oficial", escreveu Volodymyr Zelensky em sua conta no Twitter.
"A investigação tem de ser completa, aberta e deve continuar sem atrasos ou obstáculos", acrescentou.
O primeiro-ministro do Canadá, país de origem de dezenas dos passageiros mortos na queda do avião, também exigiu hoje "transparência" na realização de um "inquérito completo e aprofundado" para apurar responsabilidades.
"A nossa prioridade continua a ser esclarecer este caso em um espírito de transparência e justiça", afirmou Justin Trudeau, em comunicado.
"Esta é uma tragédia nacional e todos os canadenses estão de luto. Vamos continuar a trabalhar com os nossos parceiros em todo o mundo para garantir a realização de um inquérito completo e aprofundado", afirmou.
Trudeau acrescentou que "o governo do Canadá espera a plena colaboração das autoridades iranianas".
O presidente do Irã, Hassan Rohani, afirmou hoje que o país "lamenta profundamente" ter abatido o avião civil ucraniano, ressaltando que foi "uma grande tragédia e um erro imperdoável".
"O inquérito interno das forças armadas concluiu que lamentavelmente mísseis lançados por engano provocaram a queda do avião ucraniano e a morte de 176 inocentes", admitiu Hassan Rohani, em uma mensagem divulgada na rede social Twitter.
"As investigações continuam para identificar e levar à justiça" os responsáveis, acrescentou.
O Boeing 737 da companhia Ukrainian Airlines caiu na quarta-feira nos arredores de Teerã, causando a morte de todas as 176 pessoas a bordo, na maioria iranianos e canadenses.
O acidente ocorreu horas depois do lançamento de 22 mísseis iranianos contra duas bases da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos, em Ain Assad e Erbil, no Iraque, em uma operação de vingança pela morte do general iraniano Qassem Soleimani. (Agência Brasil)

 

Para começar o ano com mais agilidade no atendimento aos usuários, o Centro Cirúrgico do Hospital Municipal de Barueri Dr. Francisco Moran (HMB), recebeu, no final de 2019, sete focos cirúrgicos e um arco cirúrgico, aparelhos utilizados em diversas operações que representam melhora na qualidade do serviço.

Com média mensal de 700 procedimentos, o Centro Cirúrgico do hospital tem capacidade para realizar desde cirurgias reparadoras até neurológicas, e os novos focos cirúrgicos, utilizados em todas as cirurgias convencionais - exceto nas minimamente invasivas - garantem iluminação constante durante toda a cirurgia. Mesmo com a movimentação da equipe médica, o aparelho faz a compensação automática da luz.

“Operar sem foco é como dirigir à noite sem farol em uma via sem luz, ou seja, apresenta alto risco de danos” explica Ernesto Imakuma, cirurgião geral do HMB, que destaca a necessidade desse instrumento, porque os riscos são menores e os resultados podem ser melhores.

Hospital Municipal de Barueri 2

Já o arco cirúrgico, utilizado em especialidades como ortopedia, crânio-maxilo-facial, coluna, neurocirurgia, cabeça e pescoço, cirurgia vascular e cirurgia geral, é um equipamento de raio-X que produz imagens em tempo real por meio do monitor. Além de ser mais ágil para manusear, essa metodologia pode impactar na qualidade do resultado cirúrgico e diminuir o tempo da operação.

“Alguns procedimentos só podem ser realizados com o equipamento, pois é a produção de imagens em tempo real que irá guiar o cirurgião. Em ortopedia, por exemplo, não é necessário realizar extensos cortes para tratamento de fraturas visto que com o arco, é possível visualizar a fratura na imagem de raio-X”, esclarece o cirurgião, que explica a importância do arco também para analisar a anatomia dos órgãos e confirmar se próteses ou drenos estão nos locais adequados.

Para instalação dos novos equipamentos, foram realizados serviços de manutenção como adequações na estrutura, substituições de tomadas e pintura em todas as salas do Centro Cirúrgico. Além disso, para completar as melhorias, o setor também recebeu novas mesas cirúrgicas e macas hospitalares. (Fonte: SECOM/PMB)

 
Na terça-feira, 07/01, o prefeito de Osasco, Rogério Lins, visitou o início das obras de canalização de novo trecho do córrego Baronesa, no entroncamento das avenidas Loureço Belloli e Presidente Médici, no Jardim Baronesa. Trata-se de obras de canalização em mais um trecho do conhecido Braço Morto do Tietê.
 
No local serão aprofundados e alargados 200 metros de córrego pelo consórcio FBS/Soebe/Hidrostudio, entre a Presidente Médici e a Rua Basílio Fernandes de Barros, na divisa com o Jardim Aliança. No outro lado da Lourenço Belloli, o grupo já havia canalizado 400 metros.
 
Com as obras, o córrego, também chamado de Braço Morto do Rio Tietê, terá 10 metros de largura por 3 de profundidade, e futuramente deverá acabar com alagamentos naquela região da cidade.
 
Ao todo, serão canalizados 2.420 metros. No outro trecho do canal (na divisa entre o Aliança e o Rochdale), que deságua no Tietê, a obra é liderada pelo consórcio Constran.
As intervenções integram um amplo projeto de urbanização com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC2) do governo federal e prevê outras ações, como a abertura de duas vias paralelas à margem do córrego, que farão a ligação entre as avenidas Presidente Médici e Presidente Kennedy, criação de áreas de lazer, entrega de equipamentos públicos e construção na nova UBS do Rochdale.
 
A canalização do córrego e a nova UBS beneficiarão cerca de 11 mil famílias do Rochdale, Jardim Canaã e Jardim Aliança. (Fonte: Secom/PMO - Texto: Marco Borba - Imagens: Marcelo Dec)
Hoje, além dos avanços tecnológicos em termos de armamentos bélicos, as relações comerciais falam mais altos antes de uma decisão de guerra. A Guerra dos Seis Dias, em 1967, já demonstrou naquela época a distância que separa Israel de seus inimigos árabes, sem falar no poderio dos Estados Unidos. Hoje, uma terceira guerra seria com ações cirúrgicas e sem matança descontrolada de civis.
 
 
Por Renato Ferreira -
O mundo está vivendo sob forte tensão desde o dia 2 de janeiro, quando o comandante de alto escalão da Guarda Revolucionária do Irã, Qassem Soleimani, foi morto num ataque aéreo dos Estados Unidos nos arredores do aeroporto de Bagdá, capital do Iraque. Soleimani comandava a unidade de elite Força Quds, uma brigada de forças especiais responsável por operações militares fora do Irã.
Nesses seis dias após o ataque, as notícias mundiais não falam em outra coisa senão nas consequências da ação norte-americana e nas reações do governo iraniano. E o Irã deu a primeira resposta nesta terça-feira,7, com mísseis lançados sobre duas unidades militares dos EUA localizadas no Iraque.
Guerra de informações
E como acontece em qualquer conflito, surge também a guerra de informações. Segundo os iranianos, o ataque teria matado 80 soldados norte-americanos. Hoje, durante uma coletiva, o presidente Donald Trump negou essa informação, afirmando que não houve nenhuma baixa entre os soldados de seu país e nem mortes de civis iraquianos. Apenas danos materiais.
Logo após o ataque que matou Soleimani, Trump disse que os Estados Unidos agiram preventivamente para evitar a continuação de uma gerra e de ações terroristas do comandante iraniano. E acrescentou: "Se houver reação iraniana contra cidadãos americanos, os Estados Unidos vão agir de forma desproporcional e vamos atingir 52 pontos iranianos de uma forma que eles não esperam".
Terceira guerra? Será?
É claro que se forem intensificando ações e reações de ambos os lados, a tensão mundial tende a aumentar, com países aliados tendo que tomar posições, como a OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte), que já declarou apoio aos Estados Unidos em ações contra o terrorismo. Outros países, como o Brasil, também emitiram notas, pedindo ações diplomáticas e não de guerra.
Mas, até que ponto esse conflito EUA X Irã, poderá provocar a terceira guerra mundial com devastação em massa? Não sou especialista em conflitos internacionais, mas, pela experiência de 40 anos no exercício do jornalismo, e por todas as mudanças após a segunda guerra, acho difícil que haverá outra guerra com consequência devastadora em nível mundial.
Hoje, além dos avanços tecnológicos, sobretudo, nos meios de armamentos bélicos, os interesses comerciais falam mais alto e podem ser decisivos antes de um conflito inconsequente ser decidido pelas autoridades, por mais intolerantes elas sejam.
Poderio desproporcional
Todos sabem que qualquer tipo de conflito internacional é causado pela disputa de poder e de território. Alguém se sente superior e pensa que pode invadir e dominar outros povos. Hoje, um dos maiores motivos que causam os conflitos, sobretudo, no Oriente Médio, é o petróleo, a energia fóssil que ainda é decisiva na economia mundial. Porém, até mesmo um rio ou poucos metros de terra, podem ser decisivos para a deflagração de um conflito, como aconteceu na Guerra dos Seis Dias, em 1967, entre Israel e seus inimigos árabes.
E, já naquela época, o poderio bélico de Israel se mostrou muito, muito superior à de seus inimigos. Com apenas 19 anos de fundação, Israel era um país jovem, e países árabes, como a Siria, Libano, Jordânia e Egito, dentre outros, resolveram que seria o momento de acabar com o país dos judeus. Ledo engano.
Guerra dos Seis Dias
Em apenas seis dias, Israel devastou seus adversários. E além das milhares de baixas entre os inimigos - cerca de 30 mil mortes, contra poucas centenas de soldados israelenses mortos - Israel ainda aumentou consideravelmente o seu território.
Com aval dos Estados Unidos, Israel começou a guerra com apenas 20.300 km2 de área sob sua administração, mas depois do conflito, contava com cerca de 102.400 km2, um aumento de cerca de cinco vezes em seu território. Assim, com essas conquistas Israel consolidou o projeto da Grande Israel que já havia sido, um dos projetos de algumas escolas sionistas.
Com a vitória esmagadora, a Guerra dos Seis Dias fez com que Israel passasse a controlar as colinas de Golã, o deserto do Sinai, a faixa de Gaza, a Cisjordânia e Jerusalém Oriental. São conquistas que até hoje são os principais motivos do ódio dos árabes contra Israel e dos constantes confrontos na região.
Guerra desigual
E se em 1967, Israel já se mostrava muito à frente de seus inimigos em termos de armamentos e de preparo técnico para a guerra, hoje, Israel e Estados Unidos, além de aliados do Ocidente, estão anos/luz à frente em termos de inteligência artificial e de armas bélicas. Além, é claro à frente também no número de soldados preparados para qualquer tipo de combate.
Hoje, por mais que um país como Irã tenha se desenvolvido também em termos bélicos, inclusive, com ajuda técnica da antiga União Soviética, eles mesmos sabem que jamais poderiam fazer frente numa guerra contra os Estados Unidos e Israel. Atualmente, aviões, foguetes e drones são aparelhos que podem fazer ataques cirúrgicos contra unidades adversárias sem atingir civis.
Assim, com o poderio que possuem, os Estados Unidos acabariam em segundos com o Irã. Mas, certamente, esse não é o interesse do Republicano Trump e nem mesmo de seus adversários Democratas. Como o próprio Trump disse hoje na coletiva, o primeiro passo, agora, é aumentar ainda mais os bloqueios econômicos ao Irã, antes de uma reação às ações dos iranianos.
Mas, claro, essa atitude de Trump só durará até o momento em que as ações do país dos aiatolás não atinjam cidadãos americanos. Caso isso aconteça, as reações americanas serão imediatas.
Bomba atômica?
Apesar dos acordos nucleares e das negativas iranianas, de que o país persa não tenha ainda a boma atômica, é difícil acreditar nesse momento tenso, que o Irã não possa usar desse tipo de arma para se defender ou atacar seus inimigos. E o inimigo número um dos árabes e muçulmanos xiitas, é a América, além de Israel. Para eles, a América "é o demônio".
Mas, até que ponto, o Irã tem poderio para atacar o território norte-americano mesmo com armas nucleares? No máximo, eles deverão continuar com ações terroristas em diversas partes do planeta visando atingir americanos ou aliados dos Estados Unidos.
Então, nesse caso, Israel poderia ser um alvo de ataque com armas nucleares por parte do governo do Irã. Fica difícil imaginar, no entanto, que eles poderiam atacar dessa forma o território israelense. O interesse dos árabes xiitas sempre foi exterminar com Israel, que é a Terra Santa também para os muçulmanos. Caso isso acontecesse, o governo do Irã arrumaria inimigos em seu próprio país.
Mundo geopolítico
Para muitos, uma guerra entre Irã, Estados Unidos e Isral, poderia causar mudanças profundas na geopolítica mundial, dependendo da posição tomada por Rússia e China. Mas, eu pergunto: qual o interesse desses dois países em tomar decisão para um lado ou para outro, a ponto de abalar o mundo? Principalmente, sabendo que, muito além do petróleo, que daqui a alguns anos não terá tanta importância na economia, o interesse do Irã é regional para diminuir a força de Israel no Oriente Médio?
No caso da Rússia, por mais que eles tenham interesse ainda em medir foças com os Estados Unidos, hoje, a Rússia é apenas um país com muitos problemas internos e muito longe do poder e da influência que tinha ex-poderosa União Soviética.
E quanto à China, o país mais populoso do mundo, com mais de 1 bilhão e 300 mil habiante, seus maiores maiores interesses são comerciais com o mundo capitalista. Prestes a ser a maior economia do mundo, a China é comunista apenas no papel. Na prática, hoje, o país asiático é o maior "país capitalista" do planeta. Basta verificar seu sistema econômico e seus acordos bilaterais com as principais economias abertas do mundo, inclusive, com o Brasil.
E a primeira manifestação do governo chinês sobre o conflito EUA-Irã, foi, justamente, no sentido diplomático de pedir tolerância aos os dois países, pois, para a China não há interesse na guera e, muito menos, em decisão de apoio para nenhum dos lados.
Conflitos milenares
E falando sobre relações árabes-israelenses, vai aqui também um pouco da história bíblica sobre a origem desses povos e de suas eternas relações belicosas. Hoje, os analistas e especialistas sempre falam das guerras no Oriente Médio, abordando os temas de interesses geopolíticos como se lá fosse igual aos conflitos em outras partes do mundo.
Mas, seria interessante que essas análises não excluíssem o tema religião e o fundamentalismo que impera na região. Apesar de vários acordos assinados por países em conflitos, é impossível acreditar que os árabes passem a conviver em paz com Israel.
Como os dois países mais famosos dessa região historicamente falando, Israel e Egito sempre foram os protagonistas desses conflitos. Pela história bíblica, Israel é considerado o "povo escolhido" de Deus. Mas, com a desobediência desse povo, Israel sempre foi perseguido e muitas vezes dominado pelos seus adversários, como o Egito, para onde o povo judeu fora levado como escravo. E só foi libertado por Moisés, após as grandes pragas contra Faraó e o povo egípcio.
Mesmo que muitos não acreditam na narrativa bíblica, a história de Israel sugere, no mínimo, uma atenção especial, nem que seja por curiosidade, já que há milhares de anos, esse povo é perseguido, maltratado e quase dizimado, como na segunda grande guerra mundial. E mesmo assim, eles conseguem ressurgir das cinzas. E se unem pela religião em torno de um único Deus.
Outra curiosidade, é o desenvolvimento de Israel em todas as áreas. Localizado numa mesma região árida e de desertos, Israel parece um oásis com plantações e verde ao lado de outros povos que vivem com extremas dificuldades. Para muitos, isso parece até milagre. E essa situação avançada de Israel acaba provocando ainda mais ódio em seus inimigos regionais.
Posição do Brasil
Logo após o ataque e a morte do comandante iraniano, o Itamaraty divulgou uma nota, afirmando que o "Brasil apoiaria qualquer ação de combate ao terrorismo mundial". E mesmo sem declarar apoio explícito aos Estados Unidos, a nota não agradou ao governo do Irã, que pediu explicação às autoridades brasileiras.
Após a reação iraniana, o próprio Itamaraty afirmou que o pedido de explicação foi feito em termos diplomáticos e que as relações comerciais com o Irã não sofreriam arranhões. O presidente Jair Bolsonaro também fez declarações, sem, no entanto, demonstrar apoio aos Estados Unidos, já que tem boas relações com o presidente Trump.
Em minha opinião, caso o conflito aumente, a maioria dos países ter´s, sim, que tomar decisões, inclusive, de apoio para alguns dos lados. E ao meu ver, não seria nenhuma novidade o Brasil se aliar aos Estados Unidos e a Israel.
Primeiro, pela localização geográfica, pela ligação histórica com os Estados Unidos e a excelente relação com Israel.
É importante destacar que a amizade entre Brasil e Israel vem de décadas e se fortaleceu, principalmente, após 1948, graças à ação do diplomata Osvaldo Aranha. Além do lobby que fez pró Israel, Osvaldo Aranha presidiu a sessão da ONU (Organização das Nações Unidas), que aprovou a criação do Estado de Israel.
E Israel faz questão de demonstrar para o mundo esse apreço que tem pelo diplomata e pelo Brasil. No centro de Jerusalém, ao lado de um cemitério árabe, há uma praça com o nome de Osvaldo Aranha. E foi também devido à ação de Aranha, que a ONU decidiu que todos os anos a Assembleia Geral da ONU seria aberta pelo chefe da Nação Brasileira. (Renato Ferreira é Jornalista formado pela Unimep e editor do Portal Notícias & Opinião)
 
 
 
Estão na lista diversas concessões de rodovias, aeroportos, ferrovias e portos, que devem chegar a R$ 101 bilhões em investimentos. É o Brasil na rota do desenvolvimento.
 
Após o início do ano, o governo deve realizar em fevereiro o primeiro leilão de concessão de ativos para a iniciativa privada. Trata-se de concessão da BR-101, no trecho entre Paulo Lopes (SC) e a divisa com o estado do Rio Grande do Sul, marcado para o dia 21/01. A concessão da rodovia faz parte da previsão de 40 a 44 ativos de infraestrutura que o governo pretende leiloar em 2020.
A expectativa é que os projetos de concessão de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias alcancem R$ 101 bilhões em investimentos durante o período de duração dos contratos. Em 2019, foram vendidos 27 ativos, que devem resultar em R$ 9,4 bilhões em investimentos e R$ 5,9 bilhões em outorgas.
Além da BR-101, outras seis rodovias, 22 aeroportos (divididos em três blocos), nove terminais portuários, duas ferrovias sejam concedidos à iniciativa privada. Também está no radar do governo a renovação antecipada de quatro contratos de transporte ferroviário de cargas.
O contrato de concessão da BR-101 é de 30 anos. De acordo com o edital, vence o certame que oferecer o menor valor da tarifa básica de pedágio. Mas a BR-101, não é a mais aguardada pelo mercado. De acordo com o Ministro da Infraestrutura a concessão da Nova Dutra (BR-116/465/101) deve ser o ativo que mais vai despertar o interesse dos investidores.
Rodovias
Leilões rodovias
A Via Dutra é administrada pela empresa CCR desde 1996. O contrato vence em março de 2021, mas a intenção do governo é realizar o certame no final do segundo semestre de 2020. O governo pretende fazer um novo leilão da rodovia já no segundo semestre de 2020. O trecho a ser leiloado liga as duas maiores regiões metropolitanas do país (Rio de Janeiro e São Paulo), passando por 34 cidades.
A intenção do governo é conseguir realizar o leilão até o final do ano, mas caso ocorra algum atraso no cronograma o leilão pode passar para 2021. Pelo cronograma, as informações sobre o leilão estão em consulta pública a cargo da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). As contribuições serão recebidas até fevereiro de 2020.
O processo será submetido posteriormente a apreciação do Tribunal de Contas da União (TCU). Depois da aprovação do acórdão, haverá a publicação do edital e, por fim a realização do leilão.
Além das duas rodovias, o governo também pretende leiloar no segundo trimestre de 2020, a BR-163, no trecho de 970 km, de Sinop (MT) a Miritituba (PA) e as BRs-153/080/414, no trecho de 852 km entre Anapólis (GO) e Aliança do Tocantins (TO), no terceiro trimestre.
Já no quarto trimestre estão previstos os leilões da BR-116/493 no trecho de 711 km do Rio de Janeiro (RJ), passando por Além Paraíba (MG) até Governador Valadares (MG); a BR-040/495 no trecho de 180 km de Juiz de Fora (MG) ao Rio de Janeiro (RJ), e a BR-381/262, no trecho de 672 km, de Belo Horizonte (MG), passando por Governador Valadares (MG) e indo até Viana (ES).
A BR-262 passa por Belo Horizonte e São Paulo e cortando municípios especializados em diferentes produtos agrícolas, além da pecuária. A rodovia também é um corredor para escoamento de produtos industriais, como do setor automobilístico, cortando ainda o Vale do Aço.
Ferrovias
Leilões ferrovias
Os leilões desse modal se concentrarão nas ferrovias Ferrogrão e Ferrovia de Integração Oeste-leste (Fiol). A Ferrogrão ainda não tem definição do cronograma de concessão. A previsão do governo é que o contrato seja de 65 anos, com entrada em operação em 2030.
A Fiol vai ligar os municípios de Ilhéus e Caetité, ambos na Bahia. Com aproximadamente 537 km de extensão, a ferrovia deve levar o minério de ferro produzido na região de Caetité e a produção de grãos e minérios do Oeste da Bahia através do Porto Sul, complexo portuário a ser construído nos arredores da cidade de Ilhéus. O leilão está previsto para o terceiro semestre, com 30 anos de duração do contrato.
Portos
Leilões portos
Na área portuária, o governo pretende leiloar nove terminais nos estados da Bahia, Ceará, Maranhão, Paraná e São Paulo. No Ceará, está prevista a realização no segundo trimestre do leilão do Terminal Marítimo de Passageiros de Fortaleza. O contrato é de 25 anos e vence o certame quem oferecer o maior valor de outorga.
Na Bahia, o governo vai leiloar um terminal de granéis sólidos no Porto Organizado de Aratu/Candeias, dedicado principalmente à movimentação de fertilizantes, concentrado de cobre e minérios diversos. A previsão é que o contrato seja de 25 anos, mas sua duração ainda está em estudos. A previsão é de realização do leilão no quarto trimestre e vence o certame quem oferecer o maior valor de outorga.
No Maranhão, serão arrendados quatro terminais de granéis líquidos no Porto do Itaqui, em São Luís. Serão três contratos de 25 anos e um de 20 anos, com previsão de realização do leilão no segundo trimestre. O leilão também será na modalidade de maior valor da outorga.
Em São Paulo, o governo vai leiloar dois terminais no Porto de Santos. As duas áreas, localizada na região do Macuco, na margem direita do porto, são dedicadas à movimentação de carga geral (celulose). O leilão vai acontecer no terceiro trimestre, com prazo de duração do contrato de 25 anos.
Já no Paraná, serão leiloadas duas áreas no Porto de Paranaguá. Um terminal de movimentação de carga geral e o outro para movimentação de veículos. O primeiro contrato terá duração de 10 anos e o segundo de 25. A expectativa é que o primeiro leilão ocorra no terceiro trimestre e o segundo no quarto.
Aeroportos
Leilões aeroportos
O governo também vai leiloar 22 aeroportos (divididos em três blocos), como parte da 6ª rodada de concessões de aeroportos. O prazo dos contratos será de 30 anos e vence o certame quem oferecer o maior valor de outorga na assinatura do contrato. A previsão é que o certame ocorra no quarto trimestre.
Os blocos estão divididos da seguinte maneira: Bloco Norte que compreende os aeroportos de Manaus (AM), Tabatinga (AM), Tefé (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Cruzeiro do Sul (AC) e Boa Vista (RR), cuja movimentação anual é de 4,4 milhões de passageiros.
Bloco Sul, que abrange os aeroportos de Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Londrina (PR), Bacacheri em Curitiba (PR), Navegantes (SC), Joinville (SC), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS), que movimentam 12 milhões de passageiros por ano.(Fonte: Revista Globo Rural)
 
Já encontram-se abertas as inscrições para a 26ª edição do Casamento Comunitário promovido pela Prefeitura de Osasco, por meio do Fundo Social de Solidariedade. Os interessados devem procurar a sede do Fundo Social, na Avenida Bussocaba, 140, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.
É necessário levar os documentos pessoais originais e comprovante de endereço atualizado em nome do noivo e/ou da noiva.
Confira a relação completa dos documentos originais necessários para a inscrição:
SOLTEIRO:
• Certidão de Nascimento Original (atualizada em menos de 6 meses)
• RG, CPF e comprovante de endereço atualizado em nome do noivo ou da noiva
• Carteira Profissional do noivo e da noiva
• Comprovante salarial dos noivos
VIÚVO:
• Certidão de Casamento e a Certidão de Óbito do cônjuge falecido (atualizada em menos de 6 meses)
• RG, CPF e comprovante de endereço atualizado em nome do noivo ou da noiva
• Carteira Profissional do noivo e da noiva
• Comprovante salarial dos noivos
DIVORCIADO:
• Certidão de Casamento anterior com averbação do divórcio (atualizada em menos de 6 meses)
• RG, CPF e comprovante de endereço atualizado em nome do noivo ou da noiva
• Carteira Profissional do noivo e da noiva
• Comprovante salarial dos noivos
Serviço
Inscrições para a 26ª edição do Casamento Comunitário - 2020, da Prefeitura de Osasco
Inscrições: Fundo Social de Solidariedade
Endereço: Avenida Bussocaba, nº 140, Vila Campesina
Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h
Público alvo: somente para moradores de Osasco
Mais informações: telefone (11) 3652-9400
Presidente dos EUA reage a ameaça do Irã em vingar a morte de Soleimani.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, neste domingo, 05/01,por meio de sua conta no Twitter, que se o Irã cumprir a ameaça de vingar a morte do general Qassem Soleimani, a resposta militar será “rápida e forte”, contra 52 alvos iranianos.
O número, segundo Trump, representa os 52 funcionários da embaixada dos EUA em Teerã, que foram feitos reféns durante invasão em 1979.
“O Irã está falando muito ousadamente sobre atingir certos alvos dos EUA como vingança por livrarmos o mundo de seu líder terrorista que acabara de matar um americano e ferir gravemente muitos outros, sem mencionar todas as pessoas que ele matou ao longo de sua vida, incluindo recentemente centenas de manifestantes iranianos”, disse Trump em seu Twitter.
Segundo o presidente norte-americano, o Irã há anos não passa de problema para os EUA. “Que isso sirva de alerta de que, se o Irã atingir qualquer americano ou ativos americanos, teremos como alvo 52 alvos iranianos (representando os 52 reféns americanos feitos pelo Irã há muitos anos), alguns deles de nível muito alto e importante para o Irã e para a cultura iraniana. Esses alvos e o próprio Irã serão atingidos rapidamente e com muita força”, acrescentou.
Trump afirma que seu país não aceitará mais ameaças e que revidará qualquer ataque que possa partir do Irã. “Se eles atacarem novamente, o que recomendo fortemente que não façam, nós os atingiremos com uma força jamais vista por eles”.
“Os Estados Unidos gastaram US$ 2 trilhões em equipamento militar. Somos os maiores e, de longe, os melhores do mundo! Se o Irã atacar uma base americana ou qualquer americano, enviaremos alguns desses equipamentos novos e bonitos em sua direção... e sem hesitação!”, completou.
Funeral
Desde ontem, 4, milhares de pessoas participam, em Bagdá, no Iraque, do início das cerimônias fúnebres de Qassem Soleimani com gritos de guerra e palavras de ordem de "morte à América". Em Khadhimiya, norte da capital iraquiana, outros milhares de pessoas se reuniram em um famoso santuário xiita para participar das cerimônias fúnebres.
Em pronunciamento feito na noite do dia 3, Trump disse que o ataque que resultou na morte do general Qassem Soleimani foi uma ação para parar e não para começar uma guerra. O presidente norte-americano classificou Soleimani como “o terrorista número 1 do mundo” e disse que o iraniano estava planejando ataques terroristas contra diplomatas e militares norte-americanos.
Reações
Também por meio de sua conta no Twitter, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, postou que o país vai “honrar a memória do Major Soleimani” e declarou três dias de luto. O presidente da República Islâmica do Irã, Hassan Rouhani, acrescentou que a “resistência contra os excessos dos Estados Unidos vai continuar” e que “o Irã vai se vingar deste crime hediondo”.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Javad Zariff, afirmou que o “ato de terrorismo internacional” dos Estados Unidos, a força mais efetiva de luta contra o Estado Islâmico, é “extremamente perigoso e uma escalada tola”. O chanceler completou que os EUA são responsáveis pelo seu comportamento “aventureiro”.
O primeiro-ministro do Iraque, Adel Abdul Mahdi, condenou o ataque, classificando-o de uma “agressão ao Iraque, ao Estado, ao governo e ao seu povo”, bem como uma violação da condição das forças dos Estados Unidos no país.
Representantes do governo russo criticaram o ato e manifestaram apoio ao Irã. O diretor do Conselho da Europa para Relações Exteriores, Carl Bildt, apontou que a situação enfraquece o Iraque e faz o país mais propenso à atuação de grupos terroristas, como o Estado Islâmico.
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, manifestou preocupação com a situação e advogou pela redução do aprofundamento dos conflitos no Golfo. “Este é um momento em que líderes devem exercitar sua cautela. O mundo não pode permitir uma nova guerra no Golfo”, pontuou.
O ministro das Relações Exteriores do Canadá, François-Phillipe Champagne, divulgou nota em tom semelhante na qual convoca os governantes dos países envolvidos “de todos os lados” para não permitirem a escalada do conflito. “Nosso objetivo continua sendo um Iraque estável e unido”, continuou, acrescentando que o país possuía preocupação com a atuação do general iraniano na região.
Entenda o caso
Ataque dos Estados Unidos no Iraque General iraniano morto
Comandante de alto escalão da Guarda Revolucionária do Irã, Qassem Soleimani (foto), foi morto no dia 2 de janeiro nos arredores do aeroporto de Bagdá. Soleimani era o comandante da unidade de elite Força Quds, uma brigada de forças especiais responsável por operações militares extraterritoriais do Irã que faz parte da Guarda Revolucionária Islâmica.
O governo dos Estados Unidos justificou a ação afirmando que as Forças Armadas do país “agiram preventivamente de forma decisiva, matando Qassem Soleimani para proteger os indivíduos americanos no exterior".
O presidente Donald Trump ordenou a morte do comandante da força de elite iraniana Al-Quds, general Qassem Soleimani, anunciou o Pentágono em um comunicado. Na nota, o Pentágono disse que Soleimani estava "ativamente a desenvolver planos para atacar diplomatas e membros de serviço norte-americanos no Iraque e em toda a região". (Agência Brasil)
 
A primeira-dama Michelle Bolsonaro recebeu alta na manhã deste sábado, 04/12, do hospital em Brasília, onde estava internada após a realização, na última quinta-feira,2, de cirurgias estéticas. Michelle retornou ao Palácio da Alvorada por volta das 11h30.
Segundo boletim médico divulgado pelo hospital DF Star e assinado pelo cirurgião plástico, Régis de Souza Ramos Júnior, após os procedimentos a primeira-dama apresentou “ótima evolução clínica”. Ontem, 3,, ao falar com jornalistas no saguão do hospital, o médico disse que Michelle estava “caminhando, comendo de tudo e muito animada”.
Michelle passou por três procedimentos estéticos, sendo dois na região do abdome e uma troca das próteses de silicone nos seios. Na barriga, foram feitas correções de diástase (afastamento do músculo abdominal) e de uma hérnia umbilical, ocorrência comum em mulheres que passaram por gestações. Já a troca do silicone se deu porque as próteses tinham mais de 10 anos e geravam desconforto na primeira-dama.
Durante sua recuperação no hospital, Michelle recebeu três visitas do presidente Jair Bolsonaro.(Agência Brasil)

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