Quinta, 18 Janeiro 2018 | Login

 

Mais uma vez a tradicional Maratona Internacional de São Silvestre foi dominada por atletas do continente africano. Neste domingo, 31/12, o etíope naturalizado barenita Dawit Admasu levou o bicampeonato da São Silvestre 2017, vencendo a 93ª edição da prova de 15 km pelas ruas de São Paulo, com o tempo de 44min17s. Admasu repetiu o seu feito de 2014. A segunda colocação foi do também etíope Belay Bezabh, seguido pelo queniano Edwin Kipsang Rotich, que já venceu a corrida em 2012 e 2013. 


Foi o desempenho dos brasileiros neste século. Agora, o jejum brasileiro na 
São Silvestre completa sete anos (Marílson Gomes dos Santos foi o primeiro colocado em 2010) e é o maior em 23 anos. Em 1994, Ronaldo da Costa venceu para acabar com uma série de derroras que já durava oito anos.

São Silvestre 2017 masculino

Resultado da prova masculina:

1º Dawitt Admasu (BAH) – 44min17s 
2º Belay Bezabh (ETI) – 44min33s 
3º Edwin Rotich (QUE) – 44min43s 
4º Birhanu Balew (BAH) – 45min06s 
5º Paul Kipchumba Lonyangata (QUE) – 45min28s

O brasileiro melhor colocado foi  Ederson Vilela , com o 11º lugar.

Entre as mulheres 

Também entre as mulheres as africanas sobraram na mais importante Maratona do Brasil. Soberana nas ruas de São Paulo, a  queniana  Flomena Cheyech , de 35 anos de idade, foi a grande vencedora da prova feminina. Flomena completou a prova bem longe das adversárias, com 50min18s - as segunda e terceira colocações foram das etíopes Sintayehu Hailemichael e Adugna Birhane.

Neste ano de 2017, um outro resultado expressivo de Flomena foi a terceira colocação na Maratona de Paris, disputada em abril. Foi a 13ª vitória feminina do Quênia na história da corrida paulistana, enquanto o Brasil tem cinco.

São Silvestre 2017 feminino

Resultado da prova feminina:

1ª Flomena Cheyech (QUE) – 50min18s 
2ª Sintayehu Hailemichael (ETI) – 50min55s 
3ª Birhane Dibaba (ETI) – 50min77s 
4ª Wude Ayalew Yimer (QUE) – 51min35s 
5ª Paskalia Chepkorir (QUE) – 51min55s

A brasileira melhor colocada na São Silvestre deste ano foi Joziane Cardoso , que terminou somente na 10ª posição. Assim como no masculino, o jejum brasileiro segue no feminino. A última vitória do País entre as mulheres aconteceu em 2006, com Lucélia Peres. (Fonte: Esporte - iG @ http://esporte.ig.com.br/ )

 

A Prefeitura da cidade do Sul de Minas comunicou a decisão nesta sexta-feira, pelo Facebook, e o fato gerou vários comentários. O cancelamento foi em ateção a pedido dos protetores de animais

 

A cidade de Alfenas, no Sul de Minas, não terá a tradicional queima de fogos da virada do ano na Praça Getúlio Vargas este ano. O comunicado foi feito nesta sexta-feira (29) pela prefeitura da cidade e não tem nada a ver com crise econômica. É para atender a um pedido dos protetores de animais, que são numerosos no município, em uma demanda muito comum no reveillon: acabar com o barulho que prejudica os bichinhos de estimação. 

O comunicado foi postado no Facebook da prefeitura e recebeu vários elogios. Também houve algumas críticas negativas. O prefeito Luiz Antônio da Silva (PT) diz que se sensibilizou com o pedido das associações protetoras de animais e cancelou o evento de última hora. 


A prefeitura já havia feito uma licitação de R$ 50 mil para comprar os fogos de artifício, mas não chegou a efetivar a compra. O dinheiro será economizado.




“Já estávamos caminhando para não fazer. Foi uma evolução da percepção da gente. Fizemos muitas audiências públicas sobre os problemas dos animais este ano e percebemos que o barulho de fato prejudica os animais”, conta o prefeito. 

Prefeito de Alfenas
Luizinho da Farmácia, como é conhecido, tem em casa o Lhasa Apso Téo e conta que ele era um dos que sofriam com o barulho. “Todo animal sofre, não tem jeito”.

Sem a queima de fogos, restará apenas o som mecânico e a iluminação de Natal na praça. “A praça ficará cheia com ou sem fogos”, prevê. O prefeito diz que já houve um grande show de encerramento do ano no dia 22 de dezembro com a banda de pagode Raça Negra. (Matéria do site UAI - O Estado de Minas)

Parabéns à cidade de Alfenas! Todas os prefeitos do Brasil deveriam seguir esse belo exemplo!  

 Em segundo lugar aparece Marina Silva, seguida de Alckmin, Lula e Joaquim Barbosa

 

Conforme matéria publicada na coluna Expresso, do jornalista Murilo Ramos, da revista Época, em 24/12, uma sondagem realizada pela consultoria Ideia Big Data mostra que o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) está em primeiro lugar na preferência do eleitorado brasileiro que mora nos Estados Unidos. Dos entrevistados, 32% disseram que votariam nele. Bolsonaro é seguido por Marina Silva (12%), Alckmin (11%), Lula (9%) e Joaquim Barbosa (8%). Há mais de 100 mil eleitores brasileiros morando nos Estados Unidos. (Fonte: Época)

 

Opinião do jornalista Renato Ferreira

 

Sem dúvida que a falta de segurança no Brasil e os mais de 60 mil assassinatos por ano no país, fruto da tolerância com o crime e a impunidade nos últimos governos, são  motivos que alavancam a candidatura de Bolsonaro. Os brasileiros já não aguentam mais viver sem segurança nas ruas ou dentro de suas casas. E seria normal ao Bolsonaro, que tem um discurso forte contra a criminalidade mais do que qualquer outro presidenciável, colher fruto e votos desse discurso que vai ao encontro da esperaça do eleitor brasileiro. (Renato Ferreira)

 

Em meio a tantas notícias de escândalos e corrupção, com certeza, um fato de grande importância para o desenvolvimento do país e de interesse do contribuinte, deste final de ano, foi a inauguração da linha de transmissão de energia que liga a Hidrelétrica de Belo Monte, localizada no Pará, ao Sudeste do país, inaugurada na quinta-feira, 21/12 em Ibiraci (MG). O objetivo do "Linhão", como está sendo chamada a nova linha, é aumentar a oferta energética do país e reduzir o uso de termelétricas. A nova linha poderá deixar as contas de energia mais baratas entre 2% a 3%.

A construção dessa linha de transmissão de energia custou R$ 5 bilhões. São sócias na operação as empresas State Grid Brazil, Furnas e Eletronorte. Segundo o governo, durante as obras, foram gerados 27 mil empregos. E conforme informou a Belo Monte Transmissora de Energia (BMTE), a nova linha vai beneficiar 22 milhões de pessoas e dará maior segurança ao Sistema Integrado Nacional (SIN).

O trecho entregue na quinta-feira tem 2.076 quilômetros de extensão e passa por quatro estados, saindo de Xingu, no Pará, passando por Tocantins, Goiás e indo até Estreito, em Minas Gerais.

É a maior rede transmissora de energia da América Latina, com capacidade de levar até 4 Mw para os grandes centros consumidores do país. O novo sistema deve reduzir a necessidade de geração térmica, que tem custo mais elevado.

Entrega do linhão

Linha da Belo Monte para o Sudeste 3 cerimônia

A nova linha de transmissão está sendo entregue com dois meses de antecedência do que o estabelecido pelo contrato original, conforme documento da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A entrada em operação comercial do chamado "Linhão" é vista como fundamental por autoridades brasileiras. A falta de capacidade para levar a energia de Belo Monte ao sistema elétrico já impedia a usina no rio Xingu de ligar turbinas adicionais

Originalmente, a energia de Belo Monte seria escoada primeiro por uma grande linha sob responsabilidade da Abengoa, mas a empresa abandonou o empreendimento em meio a uma crise financeira no final de 2015. A  construtora chinesa SEPCO1 também apresentou dificuldades em alguns trechos da linha. Com isso, a BMTE, empresa criada por State Grid e Eletrobras para construir o linhão, foi obrigada a contratar sete empreiteiras adicionais para acelerar as atividades.

Com isso, a usina passou a depender apenas do linhão da BMTE e de um segundo empreendimento, de traçado semelhante. Esse projeto ficou a cargo da State Grid, mas deve ser entregue apenas ao final de 2019.

Problemas de Belo Monte

A construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no curso do Rio Xingu foi alvo de polêmicas ao longo de toda a sua implantação, sobretudo, no que diz respeito ao aspecto ambiental, social e, até mesmo, de denúncias de esquemas envolvendo o recebimento de propina. De um lado, ambientalistas que questionaram os impactos da obra e, de outro, o lado pró-usina. Uma vez concluída, Belo Monte se tornaria a segunda maior hidrelétrica do Brasil e a terceira maior do mundo.

A região próxima à barragem da usina de Belo Monte, conhecida como Volta Grande do Xingu, com sua área de cerca de 100 quilômetros, segue sendo uma das áreas que mais preocupam ambientalistas, ribeirinhos, índios. Eles afirmam que as alterações no curso do rio já começaram a provocar danos ambientais e sociais, sem contar com todas as mudanças já ocorridas ao longo das obras.

Entre as dificuldades apontadas está o aumento da profundidade do rio e, consequentemente, a diminuição do oxigênio, o que dificulta a pesca para a sobrevivência de ribeirinhos, por exemplo, o que antes era comum na região. Para tentar compensar este e outros danos, o IBAMA exigiu, em 2011, a implantação integral de equipamentos de saúde e educação.

A empresa ficou responsável pela reforma e ampliação do Hospital Geral de Altamira para reforçar o atendimento no município, que recebeu mais de 30 mil trabalhadores na usina. Mas a unidade de saúde só ficou pronta em 2015 e sua operação iniciou pouco antes do começo da operação da usina após a “intervenção” do Ministério Público Federal.

Para a construção do lago de Belo Monte, 500 quilômetros quadrados foram inundados – algo do tamanho da cidade de Curitiba. Este procedimento obrigou cerca de 10 mil famílias a deixarem suas casas. Deste montante, alguns tiveram que correr atrás de novas moradias com o dinheiro das indenizações e o restante se mudou para conjuntos habitacionais.

Em meios aos problemas ambientais e sociais, Belo Monte também foi alvo de denúncias e suspeitas de esquemas de corrupção. Em fevereiro deste ano, a Polícia Federal deflagrou uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão em casas e escritórios de pessoas investigadas por conta do recebimento de propinas durante as obras – baseadas em provas coletadas na Lava Jato.

Entre os alvos da Leviatã estão o ex-senador pelo PMDB do Pará, Luiz Otávio e o filho do senador Edison Lobão, do Maranhão, Márcio Lobão. A família de Lobão, no entanto, já era investigada desde 2016, quando o STF autorizou a abertura de inquérito por desvios nas obras de Belo Monte quando ele ainda era ministro de Minas e Energia.

Edison Lobão se mostrou indignado e falou que seu filho é vítima de injustiça e agressão. Márcio, por outro lado, limitou-se a informar que não cometeu nenhuma irregularidade. Enquanto que Luiz Otávio Campos também negou que tenha cometido qualquer irregularidade sobre o tema.

Já em setembro de 2017, a PF rastreou um novo esquema de propinas envolvendo o consórcio construtor de Belo Monte. Á época, o suposto repasse de milhões de reais seria para beneficiar campanhas eleitorais de políticos, inclusive do atual ministro da Integração Social, Herder Barbalho, filho do senador paraense Jader Barbalho, que concorreu ao Governo do Pará em 2014.

Helder, então, negou qualquer irregularidade a esse respeito e informou que, como candidato ao Governo, não teve participação na arrecadação da campanha. Esta missão, segundo ele, ficou a cargo dos diretórios estadual a nacional do PMDB. Ele reforçou, ainda, que todas as doações de campanha foram registradas no Tribunal Regional Eleitoral (TRE/PA) e as contas foram aprovadas. (G1)

Segundo declarou Mateus Baldassari, ele possui R$ 6,7 milhões em capital de duas offshores que  receberam dinheiro da Odebrecht

 

A quebra do sigilo fiscal do empresário Mateus Baldassari, um dos antigos proprietários do terreno que a Odebrecht comprou e, segundo o Ministério Público Federal, repassou ao Instituto Lula, confirmou sua ligação com as offshores Jaumont e Beluga. Para o MPF, as duas empresas foram usadas para Baldassari receber no exterior parte do valor referente à transação. A transferência do dinheiro foi em 2011 e efetuada por Olívio Rodrigues Júnior, operador de propinas da Odebrecht. A documentação fiscal de Baldassari foi anexada a um processo que tramita na Justiça Federal em que são investigados valores repassados pela Odebrecht à entidade comandada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Baldassari declarou à Receita, em 2010, que tinha cotas da Jaumont, mas não declarou participação na Beluga. Após a entrada em vigor da lei que instituiu o Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária no ano passado, ele fez o ajuste. Com a quebra do sigilo fiscal até o ano de 2016, decretada pelo juiz federal Sergio Moro, confirmou-se a ligação de Baldassari com as duas offshores. (Íntegra da matéria da revista Época)

Caindo a máscara

Aos poucos vão caindo as máscaras de todos os políticos e empresários corruptos deste país, inclusive, da "alma mais honesta do Brasil", conforme se auto declara o ex-presidente Lula.

 

A Prefeitura de Osasco informa que a Ciclofaixa de Lazer da cidade será desativada em toda a sua extensão nos dias 24 e 31 de dezembro.

Após esse período, a Ciclofaixa de Lazer de Osasco voltará a funcionar normalmente aos domingos, das 7h às 16h.

Quem deseja locar uma bicicleta, basta comparecer, com documentos pessoais e um comprovante de residência, na tenda fixa de empréstimos de Bike, instalada em frente à prefeitura, no Boulevard Ulysses Dante Batiston.

A Ciclofaixa de Lazer de Osasco possui 15,5 Kms de faixas exclusivas, com trechos sinalizados por placas, pintura especial em vermelho e faixas exclusivas para os ciclistas nos dois sentidos, ligando o Parque Chico Mendes ao Parque Ecológico do Rochdale.

Serviço:

Interdição da Ciclofaixa de Lazer de Osasco
Dias: 24 e 31/12
Funcionamento normal após esse período
Horário de operação: domingo, das 7h às 16h

Terça, 19 Dezembro 2017 23:54

Fachin determina prisão imediata de Maluf

 

Nesta terça-feira, 19/12, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, determinou a prisão imediata do deputado Paulo Maluf (PP-SP), de 86 anos, em regime fechado. A pena é 7 anos 9 meses e 10 dias de prisão, a qual Maluf foi condenado em maio pelo crime de lavagem de dinheiro.

O deputado paulista havia entrado com embargos de declaração para tentar reverter sua condenação, mas o recurso foi negado em outubro pela Primeira Turma do STF. Após isso, Maluf entrou com novo embargo, em busca de reduzir sua pena, mas Fachin entendeu que o novo recurso não seria mais cabível.

“Por qualquer dos fundamentos, é manifestamente incabível o recurso manejado, restando evidenciado seu caráter meramente protelatório”, escreveu o ministro. “Determino, pois, o imediato início da execução do acórdão condenatório”, acrescentou.

O acórdão condenatório [sentença proferida pela Turma] contra Maluf definiu também que o deputado perca o mandato parlamentar, de acordo com os termos do Parágrafo 3 do Artigo 55 da Constituição Federal, segundo o qual a cassação deve ser determinada pela Mesa Diretora da Câmara “de ofício ou mediante provocação de qualquer de seus membros, ou de partido político representado no Congresso Nacional, assegurada ampla defesa”.   

 

Conforme a denúncia do Ministério Público, Maluf recebeu propina de contratos públicos com as empreiteiras Mendes Júnior e OAS, no período em que foi prefeito da cidade de São Paulo (1993-1996). Os recursos teriam sido desviados da construção da Avenida Água Espraiada, hoje chamada Avenida Roberto Marinho. O custo total da obra foi de cerca de R$ 800 milhões.

As investigações se arrastaram por mais de 10 anos, desde a instauração do primeiro inquérito contra o ex-prefeito, ainda na primeira instância da Justiça. Os procurados estimaram em US$ 170 milhões a movimentação total de recursos ilícitos. O Supremo assumiu o caso após a eleição de Maluf como deputado Federal.

Defesa

Por meio de nota, o advogado defensor de Maluf, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay,  criticou a decisão de Fachin. Para o advogado, por ter recebido um voto favorável por sua absolvição no julgamento da Primeira Turma, o deputado deveria ter direito a apresentar recurso ao plenário. Kakay disse que irá pedir à presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, para reverter a decisão que negou a última apelação de seu cliente.  

"Esta decisão do ministro Fachin vem ao encontro deste momento punitivo e dos tempos estranhos pelos quais passamos", disse o advogado. "Confiamos que a presidência do Tribunal devolverá o direito do deputado de ver seu recurso ser analisado pelo pleno do Supremo." (Fonte: Agência Brasil)

 

 

 

 

Depois de escancarar os esquemas de corrupção nos governos petistas de Lula e Dilma, a empreiteira Odebrecht delata, agora, um esquema de cartel de empreiteiras em obras públicas nos governo tucanos do Estado de São Paulo. A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) informou, nesta terça-feira, 19/12, que investiga dois supostos cartéis de empreiteiras em obras do Rodoanel Mario Covas e do Programa de Desenvolvimento do Sistema Viário Estratégico Metropolitano, ambas em São Paulo, realizadas durante os governos tucanos entre 2004 e 2015. 

Essas investigações são desdobramentos da Operação Lava Jato e foram iniciadas em julho de 2017, após um acordo de leniência fechado pela Odebrecht com o Cade e o Ministério Público Federal em São Paulo. Conforme informações da empreiteira, o esquema funcionou em obras que custaram cerca de R$ 10 bilhões aos cofres públicos. Nesse período, o estado de São Paulo foi governado pelos tucanos José Serra (2007-2010), Alberto Goldman (2010-2011) e Geraldo Alckmin (2011-2018).

Para obter o benefício da leniência, a Odebrecht e seus executivos confessaram a participação no cartel, forneceram informações e apresentaram documentos para colaborar com as investigações. Segundo os beneficiários do acordo, o esquema de corrupção chegou a envolver, pelo menos, 22 empresas.

Ainda constam no processo relatos de funcionários e ex-funcionários da Odebrecht apontando que as condutas anticompetitivas foram viabilizadas em reuniões presenciais e contatos telefônicos envolvendo os representantes das empresas. Dentre outros acertos, estavam o nome do vencedor, os preços apresentados, as condições, as divisões de lotes, as abstenções e as propostas de cobertura, entre outros.

Nesta fase do inquérito administrativo, os representados no processo serão notificados para apresentar defesa. Ao final da instrução, a Superintendência do Cade emitirá parecer opinativo pela condenação ou pelo arquivamento do caso, em relação a cada acusado. As conclusões serão encaminhadas ao Tribunal do Cade, responsável pela decisão final

A Corte poderá aplicar às empresas eventualmente condenadas multas de até 20% de seu faturamento. Já as pessoas físicas, caso identificadas e condenadas, devem ser receber multas de R$ 50 mil a R$ 2 bilhões.

Os acusados negam participação no esquema. Geraldo Alckmin e Alberto Goldman informaram que "o governo de São Paulo é o mais interessado nas investigações do esquema". Serra ainda não se manifestou. (Fonte: metropoles.com)

 

Na tarde de sábado, 16/12, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o prefeito de Osasco, Rogério Lins (Podemos), inauguraram a Creche Pedro Alves de Oliveira, no Jardim São Pedro, zona Sul da cidade.

Creche São Pedro

Trata-se de uma creche moderna construída pela Prefeitura em parceria com o Governo do Estado, por meio do Programa Creche Escola, lançado há 5 anos pelo governador Alckmin.

Creche São Pedro 2

Com 813,78 m² construídos em 4.647,07 m² de terreno, a nova unidade conta com Sala de Direção, Sala de Educadores, Secretaria, Sanitário Administrativo Feminino, Sanitário Administrativo Masculino, Berçário, 6 Salas de Atividades, Sala Multiuso, Fraldário, Cozinha, Despensa, Lactário, Sanitário/Vestiário Infantil Feminino, Sanitário/Vestiário Infantil Masculino, Sanitário/Vestiário Familiar Acessível, Copa para Funcionários, Lavanderia, Depósito de Material de Limpeza, Sanitário/Vestiário Funcionários Feminino, Sanitário/Vestiário Funcionários Masculino.

A inauguração contou com a presença de um grande públicos e dezenas de autoridades, dentre elas a vice-prefeita de Osasco, Ana Maria Rossi; a primeira-dama Aline Lins; a secretária de Educação, Ana Paula Rossi, o vereador e presidente da Câmara Municipal, Dr. Lindoso; os deputados Federais Roberto de Lucena e Renata Abreu (Presidente Nacional do Podemos), o deputado Estadual, Jorge Wilson; o ex-prefeito de Osasco, Francisco Rossi, secretários municipais e vereadores.

Alckmin e Lins exclusivo

Notícias & Opinião cobriu o evento e conversou, com exclusividade, com o prefeito Lins e o Governador Alckmin, que elogiou a obra da Prefeitura e disse que educação de base será prioridade em seu programa de governo. (Fotos: Serginho Gobatti)

Confira neste vídeo: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1554310441325857?pnref=story

Sexta, 15 Dezembro 2017 22:24

Alckmin estará em Osasco neste sábado

 

 

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) estará na cidade da região Oeste da Grande São Paulo, para inaugurar uma creche no Jardim São Pedro, ao lado do prefeito Rogério Lins (Podemos).

A festa de inauguração acontece a partir das 15h30, e o descerramento da placa está previsto para às 18h, com a presença de Alckmin e Lins.

Com 813,78 m² construídos em 4.647,07 m² de terreno, a nova creche terá 150 vagas e fica na Rua José Timótheo da Silva, 389, Jardim São Pedro, zona Sul.

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