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Triplexzinho do Lula é arrematado por R$ 2,2 milhões

Triplexzinho do Lula é arrematado por R$ 2,2 milhões Featured

 
Em abril o triplex foi invadido por membros do MTST e do Povo Sem Medo em protesto contra a prisão do Lula. Ontem, o imóvel foi arrematado por R$ 2,2 milhões
 
 
No dia 16 de abril deste ano, com o objetivo de defender o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e criticar o juiz Sérgio Moro, dezenas de pessoas dos Movimentos Povo sem Medo e do MTST (Movimento dos Trabalhadores sem Teto), criado por Guiherme Boulos, pré-candidato à Presidência da Repúbica pelo PSOL, invadiram o triplex do condominio Solaris no Guarujá. E pasmem! Os sem teto, pessoas simples usadas como massa de manobra pelos seus líderes, tentaram, inclusive, contestar as provas jurídicas que levaram Lula à prisão, afirmando que o triplex não tinha passado por nenhuma reforma e nem possuía elevador privativo. Mas, de nada adiantou o espetáculo dantesco promovido pelos defensores do ex-presidente. Nesta terça-feira, 15/05, o triplexzinho do Lula, totamente reformado pela empreiteira OAS, foi arrematado pela bagatela de R$ 2 mihões e 200 mil no primeiro dia do leilão autorizado pelo juiz Sérgio Moro.
 
Triplex do Lula 2
 
O novo dono do imóvel mais comentado do país nos últimos meses é o empresário Fernando Costa Gontijo, de 64 anos, de Brasília. Contijo tem três dias para depositar os R$ 2,2 milhões, valor mínimo do imóve estipulado no edital do leilão. Conforme determinou o juiz Moro, esse valor será encaminhado para a Petrobras para ressarcimento dos recursos retirados da empresa no escândalo apurado pela Lava Jato. Segundo Contijo, o seu desejo pelo triplex se justifica pela localização e pela história do imóve. O apartamento tem mais de 200 m² e uma vista privilegiada da orla do Guarujá. Para o empresáro, ele fez um bom negócio.
Fernando Gontijo atua no mercado imobiliário há mais de 30 anos e se diz apolítico. O empresário criou a empresa Guarujá Participações especificamente para comprar o triplex, que foi o pivô envolvendo Lula e a empreteira OAS. Segundo informações, Contijo teve passagem pela Via Engenharia, empresa investigada no chamado mensalão do Distrito Federal, escândalo de 2009 que envolveu o ex-governador do DF, José Roberto Arruda (então, no DEM).
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  • TIRO NO PÉ: Com medo de Sérgio Moro, deputados tiram Coaf do Ministério da Justiça

    Para a oposição, isso foi uma derrota de Sérgio Moro. Porém, muitos acreditam que esses 228 parlamentares, votaram contra o combate à corrupção e assinaram um atestado de culpa.

     

    Por 228 votos a favor e 210 contra, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 22/05, após muitas discussões, a Medida Provisória do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que reestrutura o governo federal. A MP reduz de 29 para 22 Ministérios. Na mesma sessão e com votos da oposição e de parte do Centrão, os deputados retiraram o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), das mãos do ministro Sérgio Moro. O Projeto segue agora para votação no Senado, que poderá apresentar mudanças.

    Assim, por decisão desses 228 deputados, o Coaf ficará no Ministério da Economia, sob o comando do ministro Paulo Guedes. Para a oposição e parte do Centrão, essa aprovação foi uma derrota para o Governo Bolsonaro e, principalmente, para Sérgio Moro.

    Mas, será que foi mesmo uma derrota de Sérgio Moro? Na opinião dos governistas, esses 228 parlamentares votaram contra o combate à corrupção e assinaram um atestado de culpa. Pela proposta de Sérgio Moro, era importante que o Coaf ficasse no Ministério da Justiça a fim de facilitar o trabalho de um órgão de inteligência financeira nas investigações dos crimes financeiros e, consequentemente, o caminho de crimes de lavagem de dinheiro.

    Sergio Moro

    Ministro da Justiça, Sérgio Moro - "O Governo continuará combatendo a corrupção mesmo com o Coaf no Ministério da Economia"

    E o próprio Moro não reconhece que foi uma derrota. Para, o importante é que o Governo dê total apoio ao combate à corrupção. Segundo os ministros Sérgio Moro e Paulo Guedes, o governo não terá nenhum problema para investigar as movimentações financeiras irregulares e nem para seguir o caminho de dinheiro desviado, uma vez que tudo será compartilhado entre os dois Ministérios. Paulo Guedes já garantiu, inclusive, que manterá toda a estrutura do Coaf montada por Sérgio Moro.

    O Centrão, grupo informal da Câmara dos Deputados, é formado por cerca de 200 deputados de partidos como PP, DEM, PR, PRB, MDB e Solidariedade, e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM). Nos últimos meses, esses deputados vêm dificultando a tramitação de propostas do Governo, como o avanço na votação da reforma da Previdência, que está sendo discutida na Comissão Especial. O Centrão reclama da "falta de articulação" por parte do Governo Federal. (Renato Ferreira com informação de agências)

     

    Veja, por Estado, como os deputados votaram:

    Destaque: O tucano Aécio Neves (MG) votou contra o Coaf com Moro; enquanto o petista Vicentinho (PT) votou a favor.

    CONTRA O COAF NA JUSTIÇA:

    Roraima

    Edio Lopes PL

    Jhonatan de Jesus PRB

    Joenia Wapichana REDE

    Otaci Nascimento Solidaried

    Amapá

    André Abdon PP

    Camilo Capiberibe PSB

    Professora Marcivania PCdoB

    Vinicius Gurgel PL

    Pará

    Airton Faleiro PT

    Beto Faro PT

    Cristiano Vale PL

    Edmilson Rodrigues PSOL

    Eduardo Costa PTB

    Olival Marques DEM

    Vavá Martins PRB

    Amazonas

    Átila Lins PP

    Bosco Saraiva Solidaried

    José Ricardo PT

    Marcelo Ramos PL

    Rondônia

    Silvia Cristina PDT

    Acre

    Dra. Vanda Milani Solidaried

    Flaviano Melo MDB

    Jéssica Sales MDB

    Jesus Sérgio PDT

    Manuel Marcos PRB

    Perpétua Almeida PCdoB

    Tocantins

    Carlos Henrique Gaguim DEM

    Célio Moura PT

    Dulce Miranda MDB

    Osires Damaso PSC

    Professora Dorinha Seabra Rezende DEM

    Tiago Dimas Solidaried

    Vicentinho Júnior PL

    Maranhão

    André Fufuca PP

    Bira do Pindaré PSB

    Cleber Verde PRB

    Gastão Vieira PROS

    Gil Cutrim PDT

    Hildo Rocha MDB

    Josimar Maranhãozinho PL

    Junior Lourenço PL

    Márcio Jerry PCdoB

    Marreca Filho Patriota

    Pedro Lucas Fernandes PTB

    Zé Carlos PT

    Ceará

    Aj Albuquerque PP

    André Figueiredo PDT

    Denis Bezerra PSB

    Eduardo Bismarck PDT

    Genecias Noronha Solidaried

    Idilvan Alencar PDT

    José Airton Cirilo PT

    José Guimarães PT

    Leônidas Cristino PDT

    Luizianne Lins PT

    Mauro Benevides Filho PDT

    Moses Rodrigues MDB

    Pedro Augusto Bezerra PTB

    Robério Monteiro PDT

    Piauí

    Átila Lira PSB

    Flávio Nogueira PDT

    Iracema Portella PP

    Marcos Aurélio Sampaio MDB

    Margarete Coelho PP

    Marina Santos Solidaried

    Merlong Solano PT

    Rejane Dias PT

    Rio Grande do Norte

    Beto Rosado PP

    Natália Bonavides PT

    Paraíba

    Aguinaldo Ribeiro PP

    Damião Feliciano PDT

    Frei Anastacio Ribeiro PT

    Gervásio Maia PSB

    Hugo Motta PRB

    Pernambuco

    André Ferreira PSC

    Augusto Coutinho Solidaried

    Carlos Veras PT

    Danilo Cabral PSB

    Eduardo da Fonte PP

    Fernando Coelho Filho DEM

    Fernando Monteiro PP

    Fernando Rodolfo PL

    João H. Campos PSB

    Marília Arraes PT

    Ossesio Silva PRB

    Renildo Calheiros PCdoB

    Silvio Costa Filho PRB

    Tadeu Alencar PSB

    Wolney Queiroz PDT

    Alagoas

    Arthur Lira PP

    Isnaldo Bulhões Jr. MDB

    Nivaldo Albuquerque PTB

    Paulão PT

    Sergio Toledo PL

    Severino Pessoa PRB

    Sergipe

    Bosco Costa PL

    Fabio Reis MDB

    Gustinho Ribeiro Solidaried

    João Daniel PT

    Laercio Oliveira PP

    Bahia

    Abílio Santana PL

    Afonso Florence PT

    Alice Portugal PCdoB

    Arthur Oliveira Maia DEM

    Cacá Leão PP

    Daniel Almeida PCdoB

    Elmar Nascimento DEM

    Félix Mendonça Júnior PDT

    João Carlos Bacelar PL

    Jorge Solla PT

    Joseildo Ramos PT

    Lídice da Mata PSB

    Marcelo Nilo PSB

    Márcio Marinho PRB

    Mário Negromonte Jr. PP

    Nelson Pellegrino PT

    Pastor Sargento Isidório Avante

    Paulo Azi DEM

    Raimundo Costa PL

    Ronaldo Carletto PP

    Tito Avante

    Valmir Assunção PT

    Waldenor Pereira PT

    Zé Neto PT

    Minas Gerais

    Aécio Neves PSDB

    Áurea Carolina PSOL

    Dimas Fabiano PP

    Fábio Ramalho MDB

    Gilberto Abramo PRB

    Greyce Elias Avante

    Lafayette de Andrada PRB

    Leonardo Monteiro PT

    Luis Tibé Avante

    Margarida Salomão PT

    Mário Heringer PDT

    Mauro Lopes MDB

    Odair Cunha PT

    Padre João PT

    Patrus Ananias PT

    Paulo Abi-Ackel PSDB

    Paulo Guedes PT

    Pinheirinho PP

    Reginaldo Lopes PT

    Rodrigo de Castro PSDB

    Rogério Correia PT

    Vilson da Fetaemg PSB

    Espírito Santo

    Amaro Neto PRB

    Helder Salomão PT

    Rio de Janeiro

    Alessandro Molon PSB

    Alexandre Serfiotis PSD

    Altineu Côrtes PL

    Aureo Ribeiro Solidaried

    Benedita da Silva PT

    Chico D`Angelo PDT

    Chiquinho Brazão Avante

    Christino Aureo PP

    Daniela do Waguinho MDB

    Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr. PP

    Glauber Braga PSOL

    Gutemberg Reis MDB

    Jandira Feghali PCdoB

    Jorge Braz PRB

    Juninho do Pneu DEM

    Luiz Antônio Corrêa S.Part.

    Marcelo Freixo PSOL

    Otoni de Paula PSC

    Paulo Ramos PDT

    Rosangela Gomes PRB

    Vinicius Farah MDB

    São Paulo

    Alencar Santana Braga PT

    Alexandre Leite DEM

    Alexandre Padilha PT

    Arlindo Chinaglia PT

    Baleia Rossi MDB

    Carlos Zarattini PT

    David Soares DEM

    Fausto Pinato PP

    Geninho Zuliani DEM

    Guilherme Mussi PP

    Herculano Passos MDB

    Ivan Valente PSOL

    Luiz Carlos Motta PL

    Luiza Erundina PSOL

    Maria Rosas PRB

    Milton Vieira PRB

    Nilto Tatto PT

    Orlando Silva PCdoB

    Paulo Pereira da Silva Solidaried

    Paulo Teixeira PT

    Policial Katia Sastre PL

    Roberto Alves PRB

    Rui Falcão PT

    Vinicius Carvalho PRB

    Mato Grosso

    Neri Geller PP

    Professora Rosa Neide PT

    Valtenir Pereira MDB

    Celina Leão PP

    Erika Kokay PT

    Flávia Arruda PL

    Julio Cesar Ribeiro PRB

    Goiás

    Adriano do Baldy PP

    Alcides Rodrigues PRP

    Glaustin Fokus PSC

    Lucas Vergilio Solidaried

    Magda Mofatto PL

    Professor Alcides PP

    Rubens Otoni PT

    Mato Grosso do Sul

    Beto Pereira PSDB

    Bia Cavassa PSDB

    Vander Loubet PT

    Paraná

    Enio Verri PT

    Gleisi Hoffmann PT

    Hermes Parcianello MDB

    Ricardo Barros PP

    Sergio Souza MDB

    Zeca Dirceu PT

    Santa Catarina

    Pedro Uczai PT

    Rio Grande do Sul

    Afonso Motta PDT

    Bohn Gass PT

    Giovani Cherini PL

    Heitor Schuch PSB

    Henrique Fontana PT

    Marcon PT

    Maria do Rosário PT

    Marlon Santos PDT

    Paulo Pimenta PT

    Pedro Westphalen PP

    Pompeo de Mattos PDT

     

    A FAVOR DO COAF NA JUSTIÇA

    Roraima

    Haroldo Cathedral PSD

    Nicoletti PSL

    Shéridan PSDB

    Amapá

    Aline Gurgel PRB

    Luiz Carlos PSDB

    Pará

    Cássio Andrade PSB

    Celso Sabino PSDB

    Delegado Éder Mauro PSD

    Joaquim Passarinho PSD

    Júnior Ferrari PSD

    Nilson Pinto PSDB

    Amazonas

    Capitão Alberto Neto PRB

    Delegado Pablo PSL

    Sidney Leite PSD

    Rondônia

    Coronel Chrisóstomo PSL

    Expedito Netto PSD

    Léo Moraes Podemos

    Mauro Nazif PSB

    Acre

    Mara Rocha PSDB

    Tocantins

    Eli Borges Solidariedade

    Maranhão

    Edilázio Júnior PSD

    Eduardo Braide PMN

    Pastor Gildenemyr PMN

    Ceará

    Capitão Wagner PROS

    Célio Studart PV

    Domingos Neto PSD

    Heitor Freire PSL

    Piauí

    Júlio Cesar PSD

    Rio Grande do Norte

    Benes Leocádio PRB

    General Girão PSL

    Walter Alves MDB

    Paraíba

    Efraim Filho DEM

    Julian Lemos PSL

    Pedro Cunha Lima PSDB

    Ruy Carneiro PSDB

    Pernambuco

    André de Paula PSD

    Daniel Coelho CIDADANIA

    Felipe Carreras PSB

    Gonzaga Patriota PSB

    Luciano Bivar PSL

    Pastor Eurico Patriota

    Raul Henry MDB

    Ricardo Teobaldo Podemos

    Túlio Gadêlha PDT

    Alagoas

    Jhc PSB

    Marx Beltrão PSD

    Tereza Nelma PSDB

    Sergipe

    Fábio Henrique PDT

    Fábio Mitidieri PSD

    Bahia

    Adolfo Viana PSDB

    Alex Santana PDT

    Antonio Brito PSD

    Bacelar Podemos

    Igor Kannário PHS

    João Roma PRB

    José Nunes PSD

    Otto Alencar Filho PSD

    Paulo Magalhães PSD

    Professora Dayane Pimentel PSL

    Minas Gerais

    Alê Silva PSL

    André Janones Avante

    Bilac Pinto DEM

    Cabo Junio Amaral PSL

    Charlles Evangelista PSL

    Delegado Marcelo Freitas PSL

    Dr. Frederico Patriota

    Eduardo Barbosa PSDB

    Emidinho Madeira PSB

    Enéias Reis PSL

    Eros Biondini PROS

    Fred Costa Patriota

    Igor Timo Podemos

    Júlio Delgado PSB

    Léo Motta PSL

    Lucas Gonzalez NOVO

    Misael Varella PSD

    Stefano Aguiar PSD

    Subtenente Gonzaga PDT

    Tiago Mitraud NOVO

    Weliton Prado PROS

    Espírito Santo

    Dra. Soraya Manato PSL

    Evair Vieira de Melo PP

    Felipe Rigoni PSB

    Lauriete PL

    Norma Ayub DEM

    Sergio Vidigal PDT

    Ted Conti PSB

    Rio de Janeiro

    Carlos Jordy PSL

    Chris Tonietto PSL

    Clarissa Garotinho PROS

    Daniel Silveira PSL

    Delegado Antônio Furtado PSL

    Felício Laterça PSL

    Flordelis PSD

    Gelson Azevedo PL

    Gurgel PSL

    Helio Lopes PSL

    Hugo Leal PSD

    Lourival Gomes PSL

    Luiz Lima PSL

    Major Fabiana PSL

    Marcelo Calero CIDADANIA

    Márcio Labre PSL

    Paulo Ganime NOVO

    Professor Joziel PSL

    Sóstenes Cavalcante DEM

    São Paulo

    Abou Anni PSL

    Adriana Ventura NOVO

    Alexandre Frota PSL

    Alexis Fonteyne NOVO

    Bruna Furlan PSDB

    Capitão Augusto PL

    Carla Zambelli PSL

    Carlos Sampaio PSDB

    Celso Russomanno PRB

    Coronel Tadeu PSL

    Eduardo Bolsonaro PSL

    Eduardo Cury PSDB

    Eli Corrêa Filho DEM

    Enrico Misasi PV

    General Peternelli PSL

    Guiga Peixoto PSL

    Guilherme Derrite PP

    Joice Hasselmann PSL

    Júnior Bozzella PSL

    Kim Kataguiri DEM

    Luiz Flávio Gomes PSB

    Luiz Philippe de Orleans e Bragança PSL

    Marcio Alvino PL

    Marco Bertaiolli PSD

    Miguel Lombardi PL

    Pr. Marco Feliciano Podemos

    Renata Abreu Podemos

    Roberto de Lucena Podemos

    Rodrigo Agostinho PSB

    Rosana Valle PSB

    Samuel Moreira PSDB

    Vanderlei Macris PSDB

    Vicentinho PT

    Vinicius Poit NOVO

    Vitor Lippi PSDB

    Mato Grosso

    Emanuel Pinheiro Neto PTB

    Juarez Costa MDB

    Nelson Barbudo PSL

    Distrito federal

    Bia Kicis PSL

    Paula Belmonte CIDADANIA

    Professor Israel Batista PV

    Goiás

    Célio Silveira PSDB

    Delegado Waldir PSL

    Dr. Zacharias Calil DEM

    Elias Vaz PSB

    Flávia Morais PDT

    Francisco Jr. PSD

    Jose Mario Schreiner DEM

    José Nelto Podemos

    Major Vitor Hugo PSL

    Mato Grosso do Sul

    Dagoberto Nogueira PDT

    Dr. Luiz Ovando PSL

    Fábio Trad PSD

    Loester Trutis PSL

    Rose Modesto PSDB

    Paraná

    Aliel Machado PSB

    Boca Aberta PROS

    Christiane de Souza Yared PL

    Diego Garcia Podemos

    Evandro Roman PSD

    Felipe Francischini PSL

    Filipe Barros PSL

    Gustavo Fruet PDT

    Luciano Ducci PSB

    Luiz Nishimori PL

    Luizão Goulart PRB

    Paulo Eduardo Martins PSC

    Pedro Lupion DEM

    Reinhold Stephanes Junior PSD

    Rubens Bueno CIDADANIA

    Sargento Fahur PSD

    Schiavinato PP

    Vermelho PSD

    Santa Catarina

    Carlos Chiodini MDB

    Carmen Zanotto CIDADANIA

    Caroline de Toni PSL

    Celso Maldaner MDB

    Coronel Armando PSL

    Daniel Freitas PSL

    Darci de Matos PSD

    Fabio Schiochet PSL

    Geovania de Sá PSDB

    Gilson Marques NOVO

    Hélio Costa PRB

    Ricardo Guidi PSD

    Rodrigo Coelho PSB

    Rio Grande do Sul

    Afonso Hamm PP

    Bibo Nunes PSL

    Carlos Gomes PRB

    Daniel Trzeciak PSDB

    Danrlei de Deus Hinterholz PSD

    Darcísio Perondi MDB

    Giovani Feltes MDB

    Liziane Bayer PSB

    Lucas Redecker PSDB

    Marcel van Hattem NOVO

    Marcelo Brum PSL

    Marcelo Moraes PTB

    Márcio Biolchi MDB

    Maurício Dziedricki PTB

    Nereu Crispim PSL

    Sanderson PSL

    Santini PTB

    Abstenção

    Dr. Jaziel PL-CE

    David Miranda PSOL-RJ

    Sâmia Bomfim PSOL-SP

    Fernanda Melchionna PSOL-RS

  • PT e PSDB: Qual desses dois partidos chegará mais inteiro nas eleições de 2020?

    Nas eleições de 2016, o PT foi, praticamente, varrido das Prefeituras e Câmaras Municipais. E, se não mudarem, os tucanos correm o mesmo risco, a não ser que algum tucano tenha apoio irrestrito de governantes, como Bolsonaro e Doria.

     

    Por Renato Ferreira - 

    Não é novidade para nenhum brasileiro que as maiores lideranças do PT e do PSDB são ainda, respectivamente, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves. Isto porque o Lula faz política desde os anos 1980, quando fundou o PT, e foi presidente por dois mandatos, enquanto o Aécio, depois de FHC, foi o tucano que mais perto chegou de ser eleito para a Presidência da República. O Geraldo Alckmin, que poderia ter tirado do mineiro essa posição, acabou se transformando num candidato nanico nas eleições de 2018.

    Só que agora, a pouco mais de um ano das eleições municipais de 2020, tanto PT, como PSDB, estão órfãos dessas lideranças. Condenado pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro e, ainda aguardando outras condenações, Lula já está preso há mais de um ano, cumprindo pena de 9 anos de reclusão. Por outro lado, o Aécio Neves já foi também denunciado por crimes de corrupção na Lava Jato e se acabou em termos políticos. Tanto é assim que, depois de perder a eleição para Dilma Roussef, em 2016, teve que desistir da candidatura ao Senado, sendo eleito apenas para Deputado Federal, enquanto aguarda condenação na Justiça e seguir para o mesmo destino de Lula.

    Em 2020, como será?

    Sendo assim, resta uma pergunta no ar: Como PT e PSDB sairão das urnas em 2020? Como todos lembram, já sofrendo as consequências da corrupção, em 2016, mesmo com Lula livre e fazendo campanha abertamente, o PT foi um fiasco e acabou sendo varrido do mapa eleitoral dos municípios. Prova disso foi a eleição em São Paulo, onde o petista Fernando Haddad não conseguiu a reeleição e foi derrotado pelo tucano João Doria.

    Além disso, Câmaras Municipais de importantes cidades, como Osasco, na região Oeste da Grande São Paulo, não elegeu nenhum vereador petista pela primeira vez desde os anos 1990. A derrocada petista foi ainda maior em Estados como no Mato Grosso do Sul, que não elegeu nenhum vereador em suas centenas de municípios.

    Naquelas eleições, os tucanos, ainda sem os efeitos da corrupção, conseguiram bons resultados em todas as regiões do país. Mas, como será o desempenho do PSDB em 2020, depois da derrocada de Aécio Neves e de Geraldo Alckmin? Dividido, o ninho tucano ferve em todo Brasil.

    Doria pode fazer a diferença

    Doria e Lindoso

    Governador de São Paulo, João Doria, e o vereador de Osasco, Dr. Lindoso, ambos do PSDB

    Ao contrário dos petistas, que ainda tentam ressuscitar o Lula, uma vez que não têm outra liderança e puxador de votos no mesmo nível do ex-presidente, os tucanos ainda têm uma tábua de salvação, que tem nome e endereço: João Doria, inquilino do Palácio do Bandeirantes.

    São Paulo e Minas são os dois maiores colégios eleitorais do Brasil e o resultado das eleições gerais nesses estados funcionam como termômetro para as futuras empreitadas eleitorais dos partidos. E petistas, como tucanos, se deterioraram em Minas, em 2018. O ex-governador petista, Fernando Pimentel, ficou pelo caminho, levando consigo a ex-presidente Dilma, candidata favorita ao Senado. Mas, o senador tucano, Antonio Anastasia, favorito para voltar ao Palácio da Liberdade, também derrapou no segundo turno e perdeu feio para o novato Romeu Zema, do Partido Novo.

    Só que em São Paulo, onde os petistas jamais elegeram o governador, os tucanos mostraram mais uma vez a sua força no estado e elegeram João Doria. No primeiro turno, o PT foi mais uma vez um fiasco com a candidatura do sindicalista Luiz Marinho e, no segundo turno, não obteve sucesso apoiando a reeleição de Márcio França, do PSB.

    Então, em 2020, a esperança dos líderes tucanos, é um bom desempenho do governo Doria. Pois, será do Palácio dos Bandeirantes, que os futuros candidatos tucanos, seja para as Prefeituras ou Câmaras Municipais, esperam que venham as melhores contribuições para as suas empreitadas eleitorais.

    Fogo amigo em Osasco

    Rogério Lins Emidio e Lindoso

    Prefeito de Osasco, Rogério Lins (Podemos); deputado estadual, Emidio de Souza (PT); e o vereador osasquense, Dr. Lindoso (PSDB)

    E como não poderia ser diferente, os problemas jurídicos de suas lideranças federais acabam também atingindo petistas e tucanos na esfera municipal. Como já falamos de Osasco, voltamos a citar essa cidade paulista, uma vez que, sendo um município densamente povoado em seus apenas 64 quilômetros quadrados, Osasco representa muito bem um extrato da sociedade brasileira, sobretudo, em termos políticos.

    E as brigas internas no Diretório Nacional atinge, sem dúvida, os diretórios municipais dessas duas siglas, não sendo diferente em Osasco, onde os políticos tentam mostrar suas próprias virtudes aos eleitores, sem falar muito das lideranças maiores, como Lula, Aécio e Alckmin.

    Tendo sua base econômica firmada em grandes indústrias, principalmente, no ramo siderúrgico, Osasco sempre foi um braço forte do petismo. Tanto é assim, que a maioria de seus vereadores na cidade veio do meio sindical, como o ex-prefeito Emídio de Souza, que foi vereador e, atualmente, é deputado estadual.

    Mas, desde o mensalão, passando pelo impeachment de Dilma Roussef e a prisão de Lula, que o PT osasquense não é o mesmo. Pela primeira vez, em 2016, não elegeu nenhum vereador e, em 2018, elegeu somente o Emidio para a Assembleia Legislativa. Mesmo assim, o candidato só se elegeu graças aos votos de fora da cidade. Se dependesse apenas de Osasco, ele não teria sido eleito. Com certeza, Emidio de Souza, será candidato a prefeito em 2020, mas, terá que fazer boas alianças se quiser voltar ao 'Palácio' Bussocaba.

    Assim, como os petistas, os tucanos também não passam por bons momentos na cidade, onde já comandaram a Prefeitura por três mandatos consecutivos, com Celso Giglio e Silas Bortolosso, entre 1993 a 2004, além de outros mandados apoiando prefeitos aliados. Agora, no entanto, os tucanos já estão desde 2005 longe do Executivo osasquense. E não escondem o desejo de voltar a comandar a cidade.

    Mas, como será o desempenho deles em 2020? Com as derrocadas de Aécio Neves e de Geraldo Alckmin e, consequentemente, com as brigas no Diretório Estadual, faz tempo que o ninho tucano de Osasco não é um exemplo de união. E as bicadas amigas já são púbicas e notórias.

    Aliados de Alckmin e de Doria não se entendem e têm até tucanos quase já ora do ninho, que fazem parte da atual administração sob o comando de Rogério Lins, do Podemos. E essa desunião tucana em Osasco já é explícita na própria Câmara Municipal, onde os três representantes do partido - Dr. Lindoso, De Paula e Didi - claramente dão sinais de que não falam a mesma língua quando o assunto é união para as eleições de 2020.

    E é, justamente, em Osasco, classificada como a "melhor esquina do Brasil", pelo saudoso Mário Covas, que João Doria poderá fazer a diferença para os tucanos. O atual governador paulista não teve apoio de Rogério Lins, que apoiou Márcio França, em 2018. Em conversas com seus correligionários da cidade, Doria tem demonstrado que tem como meta reconquistar a Prefeitura de Osasco para os tucanos.

    Enquanto isso, essas desavenças internas de petistas e tucanos poderão beneficiar candidaturas de outros partidos. São os casos, por exemplo, do Podemos, partido do prefeito Rogério Lins, e do PSL, legenda do Presidente Jair Bolsonaro. Com certeza, candidatos desses partidos vão tentar de todas as formas, enfraquecer ainda mais os possíveis candidatos petistas e tucanos.

    Em Osasco, um dos nomes do PSDB que tem sido ventilado como possível candidato a Prefeito é o do ex-presidente da Câmara, Dr. Lindoso, que cumpre seu segundo mandato de vereador. Aliado fiel do governador João Doria, Lindoso concedeu ao governador o Título de Cidadão Osasquense, em 2017. e tem se encontrado com frequência com o Governador.

    Se não houver nenhum fato novo nessa corrida, tudo indica que o candidato tucano em Osasco, com apoio de Doria, deverá mesmo ser o Dr. Lindoso. Se vai ser eleito, aí são outros quinhentos, pois, o tucano terá que enfrentar a candidatura do atual Prefeito, Rogério Lins, que conta com apoio da Deputada Federal, Renata Abreu, presidente nacional do Podemos, e da maioria absoluta dos 21 vereadores. (Renato Ferreira)

  • DE VOLTA À CADEIA: TRF-4 nega recurso e determina prisão imediata de José Dirceu
     
    O ex-ministro petista José Dirceu terá que voltar imediatamente à prisão. A decisão é do Tribunal Regional Federal da 4ª Rregião (TRF-4), que, na tarde desta quinta-feira, 16/05, negou um recurso com pedido de prescrição da pena de 8 anos e 10 meses. A decisão sobre o início imediato do cumprimento pena foi enviado ao juízo de primeiro grau, em Curitiba, Paraná.
    Dirceu está solto desde junho de 2018 após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) referente à primeira condenação. Ele ainda pode recorrer da decisão ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao próprio STF. Antes disso, a defesa ainda pode entrar com embargos dos embargos no próprio TRF-4.
    O pedido negado hoje pelos desembargadores solicitava que os desembargadores reconhecessem a prescrição de dois crimes pelos quais o ex-ministro responde. Trata-se de uma segunda condenação na Lava Jato pelos crimes corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
    A denúncia se refere a propina em contrato da Petrobras com a empresa Apolo Tabulars entre 2009 e 2012. Os advogados de defesa usaram justamente as datas para pedir a prescrição. A defesa ediu também que, caso a primeira tese fosse negada, Dirceu pudesse aguardar em liberdade até julgamento de recursos pelos tribunais superiores, o que também não foi aceito. (Fonte: Congresso Em Foco)

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