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Incêndio atinge refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro

Incêndio atinge refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro Featured

Um dos caminhões estacionados nas proximidades começou a pegar fogo e desencadeou o incêndio
 
 
Nesta segunda-feira, 17/12, um incêndio de grandes proporções atingiu a refinaria de Manguinhos, localizada na Avenida Brasil, zona norte do Rio de Janeiro.
O fogo começou por volta de 14 horas, após um dos caminhões de transporte de combustível pegar fogo. Depois duas horas, o incêndio foi controlado.
Segundo a assessoria de imprensa da refinaria, não há relatos nem de vítimas nem de feridos.
A pista lateral da Avenida Brasil foi fechada ao trânsito e liberada após o incêndio ter sido controlado.
A Refinaria de Manguinhos, que recentemente adotou como nova marca o nome “Refit”, funciona há mais de 60 anos no refino de petróleo no Brasil.
Informações no site da companhia mostram que a unidade refina 15 mil barris de petróleo por dia.
Em comunicado à imprensa, a Refit afirma que, graças à rápida ação da brigada de combate a incêndio da refinaria, o fogo ficou limitado à área de descarga e recebimento de matéria-prima.
Áreas de maior risco, como armazenagem e de produção, foram protegidas. O fogo, que começou em um único caminhão, atingiu em minutos as demais carretas próximas ao local.
O procedimento em casos como este é esperar para que todo produto que existia nos caminhões fosse queimado.
“O incêndio foi controlado e a refinaria abrirá uma sindicância interna para apurar todas as causas que levaram a esse incidente. A Refit pede desculpas ao transtorno causado e segue firme em seu compromisso com a comunidade Fluminense”, disse a companhia.
No final do dia, outra nota foi enviada informando que a empresa “está instaurando uma sindicância para apurar as causas do incidente e que contratou o ex-ministro da Controladoria Geral da União, Sr. Valdir Simão para presidir e coordenar os trabalhos da sindicância”.
Nas redes sociais, internautas relataram que as chamas puderam ser vistas de diversos pontos da cidade como Ponte Rio-Niterói, Ilha do Fundão, Piedade, Freguesia e Vila Isabel. (EXAME)
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  • DESABAMENTO DE PRÉDIO: Depois de um ano da tragédia, as coisas mudaram com o novo Governo

    Desabamento de prédio no Paissandu

    Após pegar fogo, o prédio desabou e matou sete pessoas. Mais dois moradores continuam desaparecidos depois de um ano.

    No dia 1º de Maio - Dia do Trabalho - de 2018, a cidade de São Paulo registrava mais uma tragédia: incêndio e desabamento de um prédio ocupado irregularmente no Lardo do Paissandu. Na época, denunciamos em vídeo que as pessoas que morreram ali - sete mortos e dois desaparecidos - foram vítimas de uma tragédia anunciada provocada pelo descaso de nossas autoridades.

    Passado um ano, parece que esse quadro, felizmente, mudou. O Governo Federal, proprietário do imóvel, já autorizou a venda do terreno e as fiscalizações foram intensificadas contra os líderes de movimentos invasores.

    Com o Governo Bolsonaro, praticamente, acabaram essas invasões criminosas praticadas pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), criado e comandado pelo ex-candidato à Presidência da República, Guilherme Boulos (PSOL).

    Assim, como aconteceu com o MST (Movimento dos Sem Terra) que, sem as verbas públicas não fazem mais invasões em propriedades rurais, também não se registra mais a farra de invasões de prédios urbanos pelo MTST, que aconteciam em governos anteriores. (Renato Ferreira)

    Veja, aqui, o vídeo sobre nossa opinião feito no dia 2 de maio de 2019: https://www.facebook.com/noticiaseopiniao/videos/1678578625558700/?__xts__

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