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Em São Paulo, Podemos confirma apoio a Márcio França, do PSB

Em São Paulo, Podemos confirma apoio a Márcio França, do PSB Featured

Candidatura do atual governador paulista será oficiliazada no dia 4 de agosto na convenção nacional do PSB 

Na manhã deste domingo, 22/07, o Podemos de São Paulo realizou a sua convenção estadual para oficializar as candidaturas de deputados Federais, Estaduais e Senador. Na ocasião, o partido, presidido pela deputada Federal, Renata Abreu, definiu também que o Podemos vai apoiar  a pré-candidatura à reeleição do atual Governador Márcio França, do PSB.  A candidatura de França será oficializada na convenção estadual do Partido Socialista Brasileiro marcada para o dia 4 de agosto, quando o partido definirá também o nome do vice. Nos últimos dias, um dos nomes ventilados para ser vice de Márcio França foi o do ex-prefeito de Osasco, Francisco Rossi (PR), que é pré-candidato a deputado Estadual. 

Com a presença de um grande público, a convenção estadual do Podemos foi realizada na Assembleia Legislativa, Zona Sul de São Paulo. Além de Márcio França, esteve presente também na Alesp, o pré-candidato à Presidência pelo Podemos, o Senador Álvaro Dias (PR). Sua candidatura também será oficializada no dia 4 de agosto na convenção nacional da legenda que será realizada no Paraná.

Neste domingo, o Podemos lançou ainda Mário Covas Neto como candidato ao Senado por São Paulo. Foram aprovados também 100 nomes de candidatos a deputados Federais e de 141 para deputados Estaduais. Agora, após a convenção, o Podemos vai definir se a chapa proporcional no Estado será pura ou se fará coligações com partidos. 

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    Conforme foi noticiado nesta segunda-feira, 12/11, o ex-secretário de Governo de Osasco, Gelso Lima, aceitou o convite da deputada federal reeleita Renata Abreu, presidente nacional do Podemos, para assumir a coordenação geral do mandato da parlamentar no Estado de São Paulo.

    O pedido foi oficializado pela deputada Renata , hoje, em Osasco. Ela visitou funcionários da Secretaria de Educação onde agradeceu pelos votos obtidos.

    Durante a campanha do segundo turno em Osasco, houve, um desencontro entre o Podemos e a campanha do petista Haddad. Alguns membros do Podemos, dentre eles, o Gelso Lima, estiveram presentes num ato suprapartidário em apoio a Fernando Haddad, no Sindicato dos Metalúrgicos. Veja aqui: https://bit.ly/2yO0Uau

    No dia seguinte, o Podemos emitiu uma nota oficial afirmando que o Podemos de Osasco ficaria neutro na campanha e que se algum membro do partido esteve no evento, o fez por conta própria e não como representante do partido. “Não existe possibilidade do PODEMOS fazer algum ato de apoio ao PT em Osasco, ou no Estado de SP”, garantiu o prefeito de Osasco, Rogério Lins, liderança regional e um dos vice presidentes estaduais do PODEMOS", diz a Nota.

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    E também em São Paulo, no governo de João Doria. Na campanha, o Podemos se aliou ao candidato do PSB, Márcio França, candidato à reeleição. que disputou o segundo turno contra o tucano Doria  (Renato Ferreira)

     

    Atualizado às 23h10

    Renata Abreu diz que o Podemos é um partido independente

    Agora há pouco, a assessoria de Imprensa do Podemos de Osasco entrou em contato com Notícias & Opinião, enviando uma fala da deputada Renata Abreu sobre a posição do partido, especificamente, sobre eventual apoio ao Doria, conforme questionamos.

    A presidente nacional da Legenda afirmou que o Podemos é um partido independente nas esferas municipal, estadual e nacional. "O Podemos se posicionará sempre a favor de todas as medidas que forem benéficas à população, independente da sigla partidária", disse.

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    Além do impacto para o governo de Bolsonado, os atuais senadores, dos quais muitos deixarão a Casa, mostram também que estão legislando em causa própria

     

    Nesse momento em que o Brasil elege seu novo Presidente da República e busca cortar gastos públicos, os senadores destoaram e jogaram contra os interesses do povo. Nesta quarta-feira, 07/11, o Senado aprovou o aumento de 16,38% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

    O reajuste terá impacto bilionário no Orçamento para o presidente eleito, Jair Bolsonaro , e para os novos governadores. A aprovação deve gerar um rombo de R$ 4 bilhões para União e estados, segundo cálculos de técnicos da Câmara.

    Ministros do STF

    Como o projeto já foi aprovado na Câmara, em 2016, ele segue para sanção do presidente Michel Temer. A remuneração irá subir de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. O aumento tem efeito cascata, provoca reajustes para magistrados, e faz subir o teto salarial para o funcionalismo — que tem como referência o salário de ministros do STF. A proposta foi aprovada por 41 votos a favor, 16 contrários e uma abstenção.

    Na mesma sessão, o Senado aprovou ainda um outro projeto, que reajusta o salário do procurador-geral da República, para o mesmo valor.

    O reajuste dos vencimentos dos ministros do STF deve gerar uma despesa extra de R$ 4 bilhões ao ano, contando o impacto nas contas públicas da União e dos estados, devido ao efeito cascata, segundo dados da Consultoria de Orçamento da Câmara.

    Apenas para a União, a despesa estimada é de R$ 1,45 bilhão ao ano, sendo R$ 717 milhões no Poder Judiciário, R$ 258 milhões no Ministério Público da União; R$ 250 milhões no Executivo e R$ 220 milhões no Legislativo. No estados, que sofrem uma grave crise fiscal, estima-se um efeito anual de R$ 2,6 bilhões.

    Os novos valores dos vencimentos dos ministros entrarãp em vigor na data da sanção do projeto.

     

    Veja, a seguir, como foram os votos dos senadores:

    A FAVOR DO AUMENTO

    Acir Gurgacz (PDT-RO)
    Aécio Neves (PSDB-MG)
    Ângela Portela (PDT-RR)
    Antonio Anastasia (PSDB-MG)
    Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
    Armando Monteiro (PTB-PE)
    Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
    Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
    Cidinho Santos (PR-MT)
    Ciro Nogueira (PP-PI)
    Dalirio Beber (PSDB-SC)
    Davi Alcolumbre (DEM-AP)
    Edison Lobão (MDB-MA)
    Eduardo Amorim (PSDB-SE)
    Eduardo Braga (MDB-AM)
    Eduardo Lopes (PRB-RJ)
    Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE)
    Garibaldi Alves Filho (MDB-RN)
    Hélio José (PROS-DF)
    Ivo Cassol (PP-RO)
    Jorge Viana (PT-AC)
    José Agripino (DEM-RN)
    José Amauri (Pode-PI)
    José Medeiros (Pode-MT)
    José Serra (PSDB-SP)
    Otto Alencar (PSD-BA)
    Paulo Bauer (PSDB-SC)
    Paulo Rocha (PT-PA)
    Raimundo Lira (PSD-PB)
    Renan Calheiros (MDB-AL)
    Roberto Rocha (PSDB-MA)
    Romero Jucá (MDB-RR)
    Rose de Freitas (Pode-ES)
    Sérgio Petecão (PSD-AC)
    Tasso Jereissati (PSDB-CE)
    Telmário Mota (PTB-RR)
    Valdir Raupp (MDB-RO)
    Vicentinho Alves (PR-TO)
    Walter Pinheiro (sem partido-BA)
    Wellington Fagundes (PR-MT)
    Zezé Perrela (MDB-MG)

    CONTRA O AUMENTO

    Airton Sandoval (MDB-SP)
    Cristovam Buarque (PPS-DF)
    Fátima Bezerra (PT-RN)
    Givago Tenório (PP-AL)
    José Pimentel (PT-CE)
    Lídice da Mata (PSB-BA)
    Lúcia Vânia (PSB-GO)
    Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
    Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
    Regina Sousa (PT-PI)
    Reguffe (sem partido-DF)
    Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
    Roberto Requião (MDB-PR)
    Ronaldo Caiado (DEM-GO)
    Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
    Wilder Morais (DEM-GO)

    ABSTENÇÃO 
    José Maranhão (MDB-PB)

  • Podemos de Osasco nega participação em reunião de "Frente Ampla" em apoio ao PT

     

    Em nota oficial, o Diretório Municipal do Podemos de Osasco nega que a legenda tenha participado de uma reunião para formação de uma frente partidária realizada no Sindicato dos Metalúrgicos.

    NOTA À IMPRENSA

    - O Podemos vem a público informar que:

    Ao contrário do que foi veiculado no jornal Diário da Região, no dia 16/10, o PODEMOS não participou da reunião denominada Frente Ampla de Defesa da Democracia, realizada na noite da referida data, no Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região. Se algum filiado participou, foi um ato individual e sem o consentimento do Diretório.

    O Diretório Municipal de Osasco reitera que não possui laços com o Partido dos Trabalhadores, e que estará em lados opostos.

    “Não existe possibilidade do PODEMOS fazer algum ato de apoio ao PT em Osasco, ou no Estado de SP”, garantiu o prefeito de Osasco, Rogério Lins, liderança regional e um dos vice presidentes estaduais do PODEMOS.

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