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FALA CANDIDATO! O tema de hoje é: CORRUPÇÃO

FALA CANDIDATO! O tema de hoje é: CORRUPÇÃO Featured

 

Notícias & Opinião entrevista candidatos a deputado Estadual e Federal sobre seis temas importantes para a sociedade

 

São 11 candidatos da região Oeste da Grande São Paulo e Capital. O objetivo é saber como eles vêem e quais soluções poderão apresentar como parlamentares para melhorar as áreas de Segurança Pública, Saúde, Educação, Transporte/Mobilidade Urbana e Turismo, como também para combater a Corrupção.

Entrevistamos os seguintes candidatos: Francisco Rossi (PR), Gelso Lima (Podemos), Dr. Alexandre Bussab (PSL), Délbio Teruel (Podemos), Tinha Di Ferreira (PTB), De Paula (PSDB), Jô Antiório (PSD), Ralfi Silva (Podemos), Coronel Tadeu (PSD), CLaudio Piteri (PPS) e Dr. Lindoso (PSDB).

Os vídeos com cerca de 3m30s, em média, estão sendo veiculados, dia sim, dia não, no período de 27 de agosto ao dia 30 de setembro, sempre às 18h.

Hoje, o Coronel Tadeu, Jô Antiório, Dr. Lindoso e Cladio Piteri falam sobre o tema Corrupção.

Esperamos, assim, poder contribuir com a discussão de temas importantes, que hoje estão entre as principais reclamações do povo brasileiro.

 
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  • Candidatos impugnados terão que devolver R$ 38,7 milhões; só o Lula terá que devolver R$ 20 milhões
    Valores são de fundo eleitoral e de doações oficiais feitas aos candidatos. Lula foi enquadrado na Lei de Ficha Limpa
     
     
    As candidaturas que foram impugnadas nas eleições deste ano receberam juntas R$ 38,7 milhões do fundo eleitoral e de doações oficiais – valor que, pelas regras da Justiça Eleitoral, deverá ser integralmente devolvido. Desse número, R$ 20 milhões são apenas da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Além dele, outros 1,2 mil candidatos incorreram na mesma irregularidade.
    Desse total, R$ 36,3 milhões foram gastos; ou seja, há ainda R$ 2,4 milhões repassados que não foram utilizados. Lula, por exemplo, declarou ter gastado R$ 19,7 milhões dos R$ 20 milhões recebidos.
    Os dados foram organizados pela ONG Movimento Transparência Partidária, com base nas informações publicadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na internet. O Ministério Publico Eleitoral (MPE) estuda como reaver os valores.
    Além de elucidar os gastos que devem voltar aos cofres do Tribunal, a organização também lançou uma plataforma para que os cidadãos possam acompanhar outras informações disponíveis. “A Justiça eleitoral não tinha, por exemplo, uma ferramenta para agregar todas as informações sobre os principais gastos de campanha por exemplo”, explicou Marcelo Issa, diretor da ONG.
     
    Uma das informações apresentadas, por exemplo, é o principal gasto dessas eleições. Segundo o relatório, todos os candidatos (impugnados ou não) gastaram um total de R$ 572 milhões com impressões de material publicitário. O segundo maior gasto foi com despesas pessoais. A plataforma possibilita ainda a divisão de gastos com base na idade, gênero e raça dos candidatos. “Acredito que, hoje, a plataforma é capaz de responder a qualquer pergunta sobre os gastos de campanha”, concluiu Issa. (Jovem Pam. Com informações do Estadão Conteúdo)
     
    Opinião
    O Lula e o sabiam que a sua candidatura seria impugnada, mas, mesmo assim engaram o eleitorado. Daqui a pouco, o PT lança outra vaquinha para arrecadar diheiro de seus eleitores para saldar essa dívida. (Renato Ferreira)
     
  • LAVA JATO: PF prende vice-governador de MG e Joesley Batista por suposto esquema de corrupção na Agricultura

     

    Crimes teriam ocorrido durante o governo Dilma Rousseff (PT). Agentes cumprem 63 mandados de busca e 19 de prisão no Distrito Federal e em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Mato Grosso. Dezesseis pessoas foram presas na operação Capitu da PF que investiga JBS e vice-governador de MG

     

    O vice-governador de Minas Gerais, Antonio Andrade (MDB), o empresário Joesley Batista, dono da JBS, e mais 14 pessoas foram presas nesta sexta-feira 09/11, em uma operação que investiga suposto esquema de corrupção no Ministério da Agricultura durante o governo da presidente Dilma Rousseff (PT).

    Ao todo, são 19 mandados de prisão temporária (válida por 5 dias), um deles contra o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB), que está preso no Paraná. (Veja no fim desta reportagem como funcionava o esquema investigado pela Polícia Federal)

    VEJA OS NOMES DOS PRESOS JÁ DIVULGADOS

    Antonio Andrade, vice-governador de Minas e ministro da Agricultura de março de 2013 a março de 2014
    Joesley Batista, sócio da J&F, dona da JBS
    Ricardo Saud, ex-executivo da J&F
    Demilton de Castro, ex-executivo da J&F
    João Magalhães, deputado estadual pelo MDB de MG
    Neri Geller, deputado federal eleito pelo PP de MT e ministro da Agricultura de março de 2014 a dezembro de 2015
    Rodrigo Figueiredo, ex-secretário de Defesa Agropecuária
    Mateus de Moura Lima Gomes, advogado
    Mauro Luiz de Moura Araújo, advogado
    Ildeu da Cunha Pereira, advogado
    Marcelo Pires Pinheiro
    Fernando Manoel Pires Pinheiro
    Walter Santana Arantes, sócio dos supermercados BH e EPA
    Claudio Soares Donato
    José Francisco Franco da Silva Oliveira

    VEJA A LISTA DOS MANDADOS NÃO CUMPRIDOS

    Waldir Rocha Pena, sócio do supermercado BH, que estaria no Uruguai
    Florisvaldo Caetano de Oliveira, funcionário da JBS
    Odo Adão filho, advogado

    A PF cumpriu ainda, segundo os delegados Rodrigo Morais e Mário Velloso, 63 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraíba e Mato Grosso.

    Um dos mandados foi cumprido na casa do vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior (MDB), que foi relator de uma medida provisória em 2014 que teria beneficiado a JBS. A casa do prefeito de Araraquara, Edinho Silva (PT), ex-ministro de Dilma, também foi alvo da Operação Capit

    Num primeiro momento, Saud não havia sido localizado, e a PF chegou a dizer que ele estava no exterior. Mais tarde, entretanto, foi confirmada a prisão do executivo.

    A PF fez buscas no gabinete do vice-governador de MG. Ele foi preso em uma fazenda na região de Vazante, no Noroeste de Minas Gerais. Os mandados foram expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Antonio Andrade foi levado a um presídio em Uberlândia, no Triângulio Mineiro.

    O delegado da PF Mário Velloso, responsável pelas investigações, disse que as prisões foram decretadas pois os investigados estavam atrapalhando as investigações.

    "Para que a gente pudesse coletar todas as provas sem interferência da organização criminosa, e eles vinham obstruindo a Justiça. A gente tem elementos fortes de que os integrantes da organização criminosa estavam atrapalhando a coleta de provas pela Polícia Federal, por isso foram decretadas as 19 prisões.", disse o Delegado.

    A desembargadora Mônica Sifuentes, do Tribunal Regional Federal da 1ª, afirmou em despacho que os executivos do grupo J&F ocultaram "fatos relevantes" nas delações premiadas e que, por esse motivo, foram presos.

    Segundo os advogados de Joesley Batista, as investigações da operação começaram justamente a partir dos depoimentos do empresário. Alegam ainda que ele não poderia ser preso em razão de o acordo de delação prever imunidade. A TV Globo não localizou o advogado de Ricardo Saud.

    O esquema

    Batizada de Capitu, a operação é um desdobramento da Lava Jato e feita em conjunto com a Receita Federal. A operação é baseada na delação do doleiro Lúcio Funaro, apontado como operador do MDB. Em sua delação, Funaro disse que a JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, deu R$ 30 milhões para o MDB, sendo R$ 15 milhões para a Executiva Nacional e mais R$ 15 milhões para o diretório em Minas. O esquema operou entre agosto de 2014 e fevereiro de 2015.

    O que aponta a investigação da PF, baseada na delação de Funaro:

    A JBS deu dinheiro para políticos do MDB e em troca foi beneficiada com medidas do Ministério da Agricultura;
    O esquema funcionou entre 2014 e 2015, no governo da presidente Dilma Rousseff;

    O então ministro, Antonio Andrade, integrante do MDB e hoje vice-governador de MG, foi indicado ao governo pelo grupo político de Eduardo Cunha para ajudar no esquema;

    Segundo a PF, a JBS pagou propina a Andrade, ao sucessor dele no ministério, Neri Geller, e ao então secretário de Defesa Agropecuária, Rodrigo Figueiredo;

    Foram R$ 7 milhões por duas medidas que eram do interesse da empresa: R$ 2 milhões pela regulamentação da exportação de carcaças de animais e R$ 5 milhões pela proibição de um remédio contra parasitas, a Ivermectina;
    Na eleição de 2014, a empresa pagou também R$ 30 milhões para ajudar candidatos aliados de Cunha. O objetivo era eleger esses deputados para que eles ajudassem Cunha a ser presidente da Câmara;

    A JBS repassou esse dinheiro a 6 escritórios de advocacia, que emitiram notas frias para simular uma prestação de serviço à empresa;
    Após ser lavado, o dinheiro foi distribuído da seguinte forma: R$ 15 milhões para o MDB nacional e outros R$ 15 milhões para o MDB de Minas Gerais.

    A rede de supermercados BH participava do esquema para fazer lavagem de dinheiro. Ela comprava carnes da JBS por um preço superior (superfaturamento) e também recebia pagamentos da JBS
    O valor que “sobrava” (era pago a mais) era usado para pagar propina a políticos de MG. O dinheiro era entregue aos destinatários em malas e em caixas de sabão em pó e de sapato.
    Parte dos valores foi repassado como doação oficial na campanha de 2014.

    Se indiciados, os envolvidos vão responder pelos crimes de constituição, participação em organização criminosa, obstrução de Justiça, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro.

    O que dizem os citados

    A J&F Investimentos, holding que controla a JBS, informou por meio do advogado de Joesley Batista, André Callegari, que causa estranheza a decretação de prisão temporária. "Joesley Batista é colaborador da Justiça e tem cumprido à risca essa função. Portanto, causa estranheza o pedido de sua prisão no bojo de um inquérito em que ele já prestou mais de um depoimento na qualidade de colaborador e entregou inúmeros documentos de corroboração. A prisão é temporária e ele vai prestar todos os esclarecimentos necessários".

    Os advogados do deputado federal Neri Geller esclareceram que tão logo conheçam os motivos da prisão e o inteiro teor do processo irão se manifestar.

    Segundo a polícia, Walter Santana Arantes é ligado à rede de Supermercados BH. Ele também seria ligado à empresa DMA, que controla os Supermercados EPA. A rede EPA, citada pela PF no início da operação, afirmou que nunca participou de ações políticas, nem fez qualquer doação ilegal, principalmente que envolvesse qualquer troca de interesses políticos. Ainda segundo o EPA o nome da empresa não faz parte, em momento algim das delações realizadas ou dos autos de busca e apreensão. A defesa de Walter Santana Arantes informou que ele nunca foi sócio dos Supermercados BH e que os sócios são os filhos dele. O Supermercados BH informou que o cumprimento dos mandados de busca e apreensão deu-se de maneira tranquila e em ambiente de cooperação e normalidade. A empresa diz, ainda, que não foi possível conhecer a integralidade dos autos dos pedidos de medidas cautelares que determinaram tais diligências e que irá contribuir com as investigações.

    A reportagem não conseguiu contato com a assessoria do vice-governador. O Governo de Minas Gerais ainda não se posicionou sobre a prisão de Andrade.

    A defesa de Ricardo Saud informou que sua prisão causa perplexidade, "pois ele sempre esteve e permanece à disposição da Justiça, prestando depoimentos e entregando todos os documentos inclusive áudios necessários para corroborar suas declarações."

    O advogado Bruno Espiñeira disse que Lucio Funaro segue colaborando com a Justiça, no que for necessário.

    A reportagem ligou para o gabinete de João Magalhães (MDB), na ALMG, e as ligações não foram atendidas.

    O G1 também procurou a assessoria da ex-presidente da República, Dilma Roussef, que não vai se posicionar sobre a operação.

    O Ministério da Agricultura não vai se pronunciar.

    O advogado Délio Lins e Silva Jr., que representa Eduardo Cunha, disse por meio de nota que “aparentemente, o castelo de cartas de Joesley Batista começa a desmoronar. A história é fantasiosa e, mais uma vez, a palavra sem valor desse delator não vem acompanhada de nenhuma prova. Dessa vez, pelo menos, a Polícia Federal e o Poder Judiciário começam a perceber a farsa. Eduardo Cunha tem convicção de que, ao final, será excluído dessa investigação.”

    O advogado de Rodrigo Figueiredo afirmou que vai se pronunciar a respeito de seu cliente. (Matéria do G1)

  • Bolsonaro visitará Estados Unidos e Israel em suas primeiras viagens internacionais
    O primeiro país a receber o novo = presidente eleito do Brasil será o Chile
     
    Confirmando que o seu governo terá novas diretrizes em termos de política externa, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) já definiu quais serão suas primeiras viagens internacionais. O capitão reformado deverá ter o Chile como seu primeiro destino, depois irá para os Estados Unidos e Israel.
    Primeiro país a receber o futuro presidente, o Chile é considerado como uma referência de prosperidade e crescimento na América do Sul por Bolsonaro. Depois, o político deve visitar Donald Trump, com quem conversou por telefone neste domingo (28) após a confirmação de sua eleição. Em seguida, Bolsonaro deverá visitar Israel, onde esteve há dois anos, e com quem quer mater relações estreitas para a troca de informações sobre tecnologia.
    As viagens, entretanto, só acontecerão após o futuro presidente se recuperar totalmente da facada que recebeu em setembro, durante evento de campanha na cidade de Juiz de Fora. Em dezembro, ele deverá passar por uma cirurgia para retirar a bolsa de colostomia que carrega desde o atentado.
    Transição
    Antes disso, o presidente eleito trabalhará com Michel Temer (MDB) na transição do governo. Bolsonaro e seus ministros de confiança, Paulo Guedes (Fazenda) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), vão se reunir nesta terça-feira (30) para definir quem fará parte da equipe que irá participar das primeiras reuniões com os representantes de Temer, em Brasília, a partir da próxima semana. (Fonte: Jovem Pan)

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