Segunda, 17 Junho 2019 | Login
DEBATE EM MINAS: Mineiros demonstram que querem se livrar do PT

DEBATE EM MINAS: Mineiros demonstram que querem se livrar do PT Featured

 

No debate entre os candidatos ao Governo de Minas Gerais, realizado pela TV Alterosa e transmitido ao vivo pelo Portal UAI, nota-se que o governador Fernando Pimentel (PT) está encurralado pelos demais candidatos.

O principal adversário de Pimentel é o senador e ex-governador, Antonio Anastasia (PSDB). Na última pesquisa do Ibope, divulgada nesta segunda-feira, 17/09, o tucano lidera com 32% das intenções de voto contra 21% do petista.

A situação de Pimentel é complicada porque, além se estar 11 pontos atrás de Anastasia, ele é atacado também por quase todos os demais candidatos, principalmente, pelo candidato do MDB, Adalclever Lopes, e até pela candidata do PSOL, a professora Dirlene Marques.

O candidato do MDB é deputado estadual e era aliado do atual governador, mas, rompeu com o petista para ser candidato. Além disso, o vice-governador mineiro, Antonio Andrade, que também é do MDB e não reconhece a candidatura do seu partido, acaba de declarar apoio ao tucano Anastasia.

Então, pelos apoios e alianças em torno da candidatura do PSDB, pelas pesquisas e pela liderança folgada de Antonio Anastasia, os mineiros, que formam o segundo colégio eleitoral do país, estão demonstrando que não aprovaram o governo petista e tudo indica que o Palácio da Liberdade voltará a ser habitado pelo tucano Anastasia, a partir de janeiro de 2019.

As pesquisas refletem mesmo a realidade do eleitorado mineiro. Na semana passada, estivemos em algumas cidades da zona da Mata de Minas e percebemos que os mineiros estão muito descontentes com o governo de Fernando Pimentel. Além dos prefeitos que reclamam dos atrasos no repasse das verbas do governo Estadual, os professores também não escondem o descontentamento com os constantes atrasos dos salários por parte do governo de Pimentel. (Renato Ferreira)

000

About Author

Related items

  • GOVERNO: Substituto de Levy no BNDES será indicado por Guedes e deverá ser da iniciativa privada
    Presidente do banco pediu demissão neste domingo, após ser criticado no sábado pelo presidente Bolsonaro, que pedia mais transparência do BNDES.
     
    O substituto de Joaquim Levy no comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) será indicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e deve ser da iniciativa privada,segundo informaram integrantes da equipe econômica.
    Levy pediu demissão do cargo neste domingo, 16/06, um dia após o presidente Jair Bolsonaro ter dito que ele estava com a "cabeça a prêmio".
    Bolsonaro disse na tarde deste sábado (15) que, se Levy não demitisse o diretor de Mercado de Capitais do BNDES, Marcos Barbosa Pinto, ele, Bolsonaro, demitiria Levy. Poucas horas depois, Marcos Pinto renunciouao cargo.
    Segundo apurou a TV Globo, o próximo presidente do BNDES terá de focar os trabalhos nas seguintes áreas:
    • programas de saneamento;
    • infraestrutura;
    • privatizações;
    • reestruturação de estados e municípios.
    Ainda de acordo com integrantes do governo, o substituto de Joaquim Levy também deverá ter como objetivos devolver à União parte dos recursos emprestados ao BNDES, além de buscar investimentos no exterior.
    Embora a nomeação de Marcos Pinto tenha sido a "gota d´água' para Bolsonaro, integrantes da equipe econômica afirmam que o presidente estava insatisfeito com Joaquim Levy havia três meses.
    Isso porque, na avaliação desses integrantes, Levy não havia cumprido a promessa de campanha de Bolsonaro de "abrir a caixa-preta" do BNDES em relação a empréstimos para Venezuela e Cuba nem havia buscado investimento no exterior.
    Marcos Pinto, cuja demissão foi cobrada por Bolsonaro, foi chefe de gabinete de Demian Fiocca na presidência do BNDES (2006-2007). Fiocca era considerado, no governo federal, um homem de confiança de Guido Mantega, ministro da Fazenda nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.
    "Ninguém fala em 'abrir a caixa-preta' e ainda nomeia um petista. Então, fica clara a compreensão da irritação do presidente", disse Guedes ao Blog do Camarotti.
    Segundo o colunista João Borges, Guedes e Bolsonaro conversaram neste sábado logo após o presidente ter dito que Levy estava com a "cabeça prêmio". A declaração fez os integrantes da equipe econômica considerarem "insustentável" a situação do agora ex-presidente do BNDES. (G1)
  • Greve geral não; isso é manifestação contra o Brasil!

     

    Em outros países, onde os trabalhadores e sindicatos são organizados, quando se convoca greve geral, todos os setores param voluntariamente. Ninguém sai de casa. O país para literalmente, como acontece na Argentina, por exemplo.

    Já aqui no Brasil, com sindicatos, líderes e movimentos são pelegos, é diferente.

    Convoca-se greve geral, mas, tudo continua funcionando, mesmo com algumas adesões, como metrô, ônibus e táxi. E quem sofre é o povo trabalhador.

    Greve Geral pede Lula livre

    Aí, como não tem greve nenhuma, os cabos eleitorais de políticos irresponsáveis, começam a baderna colocando fogo em pneus para bloquear avenidas e rodovias para depois falar que pararam o país.

    Isso é o que estamos vendo nesta sexta-feira, 14/06, no Brasil. Meras manifestações políticas. (Renato Ferreira)

  • RECONSTRUINDO O BRASIL: Guedes diz que Bancos devolverão R$ 3 bi das "pedaladas" de Dilma
    Manobra fiscal no montante de R$ 40 bilhões foi o motivo principal do impeachment da petista.
    O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou nesta quarta-feira, 12/06, a devolução de parte dos recursos emprestados pelos bancos públicos à gestão da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Os empréstimos, conhecidos como “pedaladas fiscais”, somam cerca de R$ 40 bilhões. No entanto, inicialmente, o governo federal será reembolsado com R$ 3 bilhões da CAIXA.
    A manobra fiscal adotada por Dilma para manipular os índices econômicos de seu governo motivaram o pedido de impeachment da petista.
    A primeira devolução, no valor de R$ 3 bilhões, será feita pela Caixa Econômica Federal. Até o fim do ano, a instituição pretende retornar R$ 20 bilhões aos cofres públicos.
    Paulo Guedes afirma que a devolução dos recursos vai “despedalar” os bancos públicos.
    "Pela primeira vez na história vamos reduzir a dívida com a devolução de recursos dos bancos públicos" afirmou o ministro da Economia. (Plenos News e Agências)

Quem somos

Notícias & Opinião é um site de notícias gerais editado pela Empresa Jornalística Notícias de Paz Ltda - EPP, a partir da Capital e região Oeste da Grande São Paulo.

Como o próprio nome diz, aqui você vai encontrar notícias, entrevistas, artigos, crônicas e opinião sobre política, economia, educação, cultura e esporte, dentre outros temas do nosso dia-a-dia.