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POLÍTICA: Bolsonaro recebe alta e deixa hospital em São Paulo

POLÍTICA: Bolsonaro recebe alta e deixa hospital em São Paulo Featured

 
Nesta quarta-feira, 13/02, o presidente Jair Bolsonaro recebeu alta médica e deixou o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, às 12h20. Cerca de dez carros, acompanhados de batedores da Polícia do Exército e carros da Rota fizeram a segurança do presidente. Um helicóptero da Polícia Militar também auxiliou na segurança. O presidente foi para o Aeroporto de Congonhas de onde seguiu para Brasília, na companhia da primeira-dama, Michele Bolsonaro.
De acordo com o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, na Capital Federal o presidente deve ir direto para o Palácio da Alvorada e não há previsão de compromissos hoje à tarde.
Estável
Segundo o último boletim médico, de hoje (13), "ele recebeu alta com o quadro pulmonar normalizado, sem dor, afebril, com função intestinal restabelecida e dieta leve por via oral."
Ele segue uma dieta leve e com suplemento nutricional. Bolsonaro estava internado desde o dia 27 de janeiro, para a retirada da bolsa de colostomia e a reconstrução do trânsito intestinal.
Após os 17 dias de internação, o presidente passará por um período de descanso e, lentamente, vai retomar os compromissos, de acordo com a autoavaliação de seu bem-estar, informou o porta-voz. Bolsonaro será acompanhado pela equipe médica da Presidência, com enfermeiros e fisioterapeutas.
O porta-voz Rêgo Barros ainda desmentiu boatos postados nas redes sociais sobre a incidência de câncer, infecção hospitalar e outras complicações que não sejam normais no tipo de cirurgia a que Bolsonaro foi submetido. (Com Agência Brasil)
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    Depois de o banco ter devolvido R$ 30 bilhões ao Tesouro neste ano, Montezano comprometeu-se a devolver mais recursos até atingir o valor prometido de R$ 126 bilhões no fim do ano. Empréstimos benevolentes feitos pelos governos petistas a outros países serão objeto de investigação.
     
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    “O que a gente está se propondo a fazer é explicar a 'caixa-preta'. Há uma dúvida clara sobre o que há ou não no BNDES. Cada um me conta uma informação diferente da mesma história. Ao fim de dois meses, quero ser capaz de explicar esse conjunto de regulações, empréstimos, perdas financeiras que contextualizam a 'caixa-preta'. O que sairá desse estudo, eu prefiro não comentar agora. Prefiro fazer o dever de casa e qualificar esse tema", disse Montezanona primeira entrevista coletiva após assumir o cargo.
    Utilizada pelo presidente Jair Bolsonaro, a expressão “caixa-preta do BNDES” refere-se a financiamentos para a exportação de serviços a países em desenvolvimento, como Cuba, Angola, República Dominicana e Argentina. Atualmente, o banco divulga as condições dessas operações na página BNDES Transparente, mas Montezano disse ser prioridade número um da sua gestão prestar mais esclarecimentos à sociedade.
    “Qualquer que seja a conclusão, a gente precisa ser transparente e trazer ela para a sociedade e para a mídia. Qualquer coisa que eu fale agora, pode ser leviano ou parcial. Esperem dois meses para a gente ter algo completo e conclusivo. É a prioridade um do banco. Aspecto de imagem, protocolo, a gente tem de analisar sobre todas essas óticas”, explicou.
    Metas
    Montezano tomou posse hoje (16) no comando do banco, substituindo o economista e ex-ministro Joaquim Levy, que pediu demissão em junho. Além da divulgação dos detalhes da “caixa-preta” do banco, ele anunciou quatro metas: a venda de ações de empresas em poder do banco; a devolução ao Tesouro de R$ 126 bilhões até o fim do ano e de R$ 144 bilhões até o fim de 2022; um plano de metas, orçamento e dimensionamento para os próximos três anos; e a prestação de serviços de assessoria financeira a órgãos do governo federal, a estados e municípios.
    Em relação à venda de ações, Montezano disse que pretende acelerar a venda da participação do banco em empresas públicas e privadas. Hoje, o BNDESPar, ramo do BNDES que detém papéis de empresas, tem R$ 106,8 bilhões em ações, das quais R$ 53,3 bilhões da Petrobras; R$ 16,5 bilhões da Vale; R$ 9,3 bilhões da Eletrobras e R$ 9,26 bilhões da JBS. O banco ainda tem papéis em empresas de celulose e de empresas estaduais do setor elétrico, entre outras.
    Montezano reconheceu que não pode desfazer-se de todos os papéis de uma só vez, para evitar que o preço das ações desabe no mercado e o banco tenha prejuízo. No entanto, comprometeu-se a acelerar as vendas, sem dar prazo. “Boa parte hoje são posições especulativas. Se o preço das ações sobe, é um mero ganho financeiro sem nenhuma entrega para a sociedade. É melhor tirar dinheiro daqui e colocar em outros ativos, como o saneamento, que também vai ter retorno financeiro, mas muito mais outros derivados disso para a sociedade como um todo”, disse.
    Segundo ele, o BNDESPar pode até comprar ações de empresas, se comprovado que a participação renderá retornos para a sociedade, como investimentos em educação e saneamento básico.
    Devolução
    Depois de o banco ter devolvido R$ 30 bilhões ao Tesouro neste ano, Montezano comprometeu-se a devolver mais recursos até atingir o valor prometido de R$ 126 bilhões no fim do ano. Ele esclareceu que o ressarcimento não prejudicará a segurança financeira do banco, porque o dinheiro sairá do caixa da instituição, não do capital (dinheiro que precisa ficar parado para cumprir requisitos de segurança).
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    O presidente do BNDES confirmou que os primeiros clientes do banco serão o Ministério da Infraestrutura, nos projetos de concessões; a Casa Civil, responsável pelo Projeto Piloto de Investimentos, e a Secretaria de Desestatização, Desinvestimentos e Mercados do Ministério da Economia, que coordenará as privatizações. O banco oferecerá assessoria técnica e conhecimento para o planejamento das operações. Numa segunda etapa, o serviço será estendido a prefeituras e governos estaduais. (Agência Brasil)
  • MILAGRE: Rogério e Aline Lins agradecem a Deus por estarem vivos

    Prefeito de Osasco e a primeira-dama estavam internados desde o dia 28 de junho quando sofreram queimaduras de primeiro e segundo graus ao acenderem uma fogueira de festa junina.

     

    Nesta quarta-feira, 10/07, o prefeito de Osasco, Rogério Lins, e sua esposa, Aline Lins, concederam entrevista coletiva após receberem alta hospitalar. No dia 28 de junho, no Arraiá do Servidor, festa junina que a Prefeitura promove há 16 anos, eles acendiam a fogueira quando houve uma explosão provocando chamas que atingiram gravemente o casal. Rogério e Aline sofreram queimaduras de primeiro e segundo graus em cerca de 14% do corpo, principalmente no rosto e membros superiores. Imediatamente, eles foram socorridos e levados ao Hospital Municipal, onde ficaram 12 dias internados. O acidente provocou também ferimentos leves em mais três servidores públicos que foram medicados e liberados no mesmo dia.

    Milagre

    Visivelmente emocionados e ainda abalados pela tragédia, Rogério Lins e Aline fizeram questão de agradecer aos médicos e funcionários do HMAG pelo atendimento e carinho durante a internação. Porém, em primeiro lugar, os agradeceram a Deus e às orações da população. "Foi um grande livramento que Deus nos deu. Um milagre e milagre não tem explicação. Foi questão de segundos e uma explosão seguida de chamas, que segundo os técnicos, chegaram a 800 graus. Os próprios médicos nos disseram que não tem explicação só as queimaduras, pois, as chamas e o calor intenso poderiam ter causado sérios problemas de respitação e até cegueira em nós", disse Rogério.

    Antes de abrir para perguntas dos jornalistas, o prefeito fez um pequeno relato sobre acidente e também agradeceu o apoio que recebeu da população de Osasco e também da equipe médica e de todos os funcionários do hospital, em nome do Doutor Hugo Gregoris de Lima que os acompanhou na coletiva. "Foram momentos difíceis e de muita dor, mas, também esse acidente serviu para nos mostrar o quanto o povo de Osasco é solidário. Recebemos muitas e muitas mensagens do povo de Osasco, de São Paulo, de várias partes do Brasil e também do exterior. E tenho certeza que todo esse carinho foi fundamental para nossa recuperação", enfatizou.

    Indagado sobre que o acidente signicou para a vida do casal, para o presente e futuro, Rogério respondeu: "Muita coisa. Primeiro a forma de como vamos encarar a vida, pois, isso serviu para mostrar que não somos nada. Confesso que nunca passamos - eu e a Aline - 12 dias tão juntos e tão pertos um do outro só falando sobre o que nos aconteceu. Serviu para muita reflexão. Pensamos muito nas nossas filhas e como elas poderiam estar vendo tudo que aconteceu. Graças a Deus, elas estão bem e, agora, vamos estar próximos a elas, em casa. Serei eternamente grato a Deus e onde eu estiver contarei esse testemunho de livramento que Deus nos deu", afirmou Rogério. 

    O tragamento do casal continuará em casa e também com atendimentos específicos no Hospital Municipal. Aline Lins disse que, agora, o foco será total na recuperação deles e, brincando, disse que já proibiu o Rogério de sair pra rua. "Ele não para, quer continuar trabalhando, mas, só vai trabalhar de casa até ficar totalmente recuperado", disse a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade de Osasco.

    Sobre as causas do acidente, Rogério Lins disse não acreditar que houve dolo. Ele disse que a Prefeitura vai rever muitos pontos, mas, garantiu que o Arraiá do Servidor vai continuar. "Trata-se de uma festa solidária no final do ano, que já acontece há 16 anos, sem nenhum problema e cuja renda é revertida para o Fundo Social de Solidariedade para atender aos mais necessitados. Aqui no hosítal, nos preocumamos apenas com a nossa recuperação e a polícia está investigando as causas da explosão". finalizou o prefeito de Osasco. (Renato Ferreira)

     

     

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