Quinta, 22 Agosto 2019 | Login
OPINIÃO: Marina, a candidata de uma tecla só, sai da toca para criticar Bolsonaro

OPINIÃO: Marina, a candidata de uma tecla só, sai da toca para criticar Bolsonaro Featured

Durante os 16 anos de governos petistas e de corrupção, a ex-senadora e ex- seringueira se hibernava e só aparecia de 4 em 4 anos para defender sua "praia" nas campanhas eleitorais.

 

Renato Ferreira -

Alguém viu algum avanço significativo na política ambiental durante os últimos 16 anos no Brasil, em termos de proteção do meio ambiente? Com certeza, pode ter tido algum, mas, no geral, o que se viu nesse período, como nas últimas décadas, foi somente o crescimento do desmatamento e a degradação da natureza, principalmente, na região amazônica, onde também sempre houve, sem nenhuma transparência, a "defesa" de gigantescas reservas indígenas sob controle de ONGs estrangeiras. São Organizações que de fato não se preocupam com a proteção dos indígenas, presas fáceis para especuladores, travestidos de ambientalistas.

No entanto, para Marina Silva, ex-membro do PT, e fundadora da Rede, partido que se diz da "esquerda", a política correta do Meio Ambiente era aquela aplicada nos governos de seu amigo Luiz Inácio Lula da Silva. Tanto é assim que, durante os governos petistas, Marina Silva só aparecia nas campanhas eleitorais, de 4 em 4 anos, para falar do Meio Ambiente; E tudo isso com altos patrocínios de empresas privadas. Passadas as eleições, porém, a candidata de uma tecla só, se hibernava e jamais era vista defendendo outros temas caros à sociedade como Saúde, Educação e Segurança Pública.

Agora, com a vitória de Jair Bolsonaro, que rompeu com o velho sistema corrupto de fazer política em conluio com empreiteiras para assaltar os cofres público, a eterna candidata da Rede resolve sair da toca para criticar as políticas ambientais do atual Governo. Na quinta-feira, 25/04, ela disse que o presidente Bolsonaro promove um "desmonte total", na área do meio ambiente.

''Nenhum governo em toda a história do Brasil, nem mesmo no tempo da ditadura militar, ousou o que está se tentando agora'', afirmou Marina. Será que é isso mesmo que está acontecendo? Ou este governo está mexendo no bolso e nos interesses pessoais de ativistas políticos?

Em rede social, Marina reitera oposição a Bolsonaro. Ela critica, por exemplo, o projeto apoiado pelo governo de extinguir a necessidade de licenças para boa parte das atividades agropecuárias e empreendimentos de infraestrutura.

"Tudo que está sendo feito é um desmonte" disse a ex-ministra, após participar de uma sessão de homenagem aos povos indígenas no plenário do Senado.

Na verdade, sobre os povos indígenas, Bolsonaro sempre disse que apenas vai rever as políticas de demarcações, justamente, para ajudar a comunidade indígena. Para este governo, os índios brasileiros precisam mais de proteção do próprio governo para cultivar suas terras e não serem explorados por aproveitadores.

Muita terra pra pouca gente

Reserva Raposa Serra do Sol

Reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, possui 1.743 089 hectares para pouco mais de 12 mil índios

Hoje, o Brasil tem 600 terras indígenas, que abrigam 227 povos, com um total de aproximadamente 480 mil pessoas. Essas terras representam 13% do território nacional, ou 109,6 milhões de hectares.

Só a reserva Raposa Serra do Sol (foto), em Roraima, possui 1.743 089 hectares e 1 000 quilômetros de perímetro. Ou seja, é pouca gente pra muita terra. E a maioria dessas reservas é formada por terras de muitas riquezas naturais, que na mira de exploradores internacionais. Se o Governo do Brasil não agir rapidamente, em breve essas terras passarão literalmente para mãos de estrangeiros sob o pretexto de que o Brasil não cuida de seus índios. (Renato Ferreira)

000

About Author

Related items

  • RODEIO: Em Barretos, Bolsonaro cavalga no 'Mito' e é aplaudido por mais de 30 mil pessoas

    Aplaudido pela multidão na Arena, Bolsonaro seguiu para a festa de Peão depois de visitar obras no hospital de câncer da cidade.

     

    Enquanto a oposição não dá trégua e tenta a todo custo desestabilizar o Governo, ignorando os feitos positivos, o Presidente Bolsonaro vem conquistando apoio nos mais diversos segmentos sociais. Neste sábado, 17/08, no rodeio de Barretos, ele cavalgou, discursou e foi aplaudido por uma plateia de mais de 30 mil pessoas.
    Considerado o maior evento do tipo no país, no rodeio de Barretos, a tradição manda que no último dia de competições, os peões campeões de suas categorias devem circular pela arena montados em seus cavalos.
    E como um "campeão", sob os aplausos da multidão na Arena, Jair Bolsonaro seguiu o script. Ele foi festa depois de visitar obras de um hospital da cidade e participar do típico jantar da queima do alho. Passava das 21h30m quando o presidente desceu do palco onde havia assinado decreto para flexibilizar as regras de rodeios e foi para o centro da arena.
    Montando o "Mito"
    Bolsonaro em Barretos 2
    De camisa branca e calça jeans, deu duas voltas galopando o "Mito", um cavalo da raça quarto de milha, a mais rápida do mundo — alguns alcançam 80 quilômetros por hora. Este é o quarto ano consecutivo em que Bolsonaro põe os pés na arena lamacenta de Barretos, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer em 1985.
    Neste ano, na condição de presidente da República, ele foi agradecer pelo apoio recebido na campanha do ano passado. E retribuir: justamente com o decreto presidencial que torna sem efeito leis aprovadas por vereadores de diferentes cidades que impedem a prática, sob alegação de maus-tratos a animais. Em Barretos, uma lei municipal proíbe, desde 2006, atividades como a Prova do Laço.
    "Respeito todas as instituições, mas lealdade eu devo a você. O Brasil está acima de tudo. Neste momento em que muitos criticam a festa de peões e a vaquejada, quero dizer com muito orgulho, estou com vocês. Não existe politicamente correto. Existe o que precisa ser feito", disse o Presidente.
    Apoio à Festa do Peão
    Bolsonaro em Barretos 3
    No palco, ao lado de autoridades e representantes da festa, Bolsonaro fechou os olhos no momento da oração. Junto do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), e de Ricardo da Rocha, presidente do Independentes, grupo organizador da Festa de Peão de Barretos, ele saudou o público fazendo com as mãos o gesto de como se estivesse apontando uma arma.
    Em alto e bom som, o locutor de rodeios Cuiabanno Lima clamava a plateia a aplaudir “o simplão da República” que, segundo ele, estava ali para provar que não é “um presidente Vaselina”. Ou seja, em suas palavras, estava de fato comprometido com as causas dos apoiadores de rodeios e vaquejadas.
    "Infelizmente existem ONGs que não sabem da verdade. A gente faz um desafio: pode trazer qualquer ONG aqui pra dentro de Barretos pra assistir o rodeio daqui. Temos mais de 100 veterinários. Na hora em que o animal entra ele é inspecionado. Fazemos tudo dentro da lei. Não é qualquer um que dá a cara pra bater (pelos rodeios)", disse o Presidente.
    A plateia respondeu acendendo a luz dos celulares e, braços ao alto em homenagem ao presidente, entoou refrãos de "Vai Valer a Pena", sucesso gospel da banda de rock cristão Livres para Adorar. Diz um dos trechos da canção: "Não compreendo os Teus caminhos, mas Te darei a minha canção".
    A festa seguiu adiante, e Bolsonaro recebeu de presente duas grandes fivelas pretas, típicas da vestimenta de quem compete por ali. Quem entregou foi a rainha da festa em 2019, Larissa Ferreira, acompanhada da princesa, Jhennyffer Pyetra, que, por sua vez, entregou um chapéu branco tradicional. (Informações de O Globo).
  • BOMBA: Palocci cita filho de Lula, bancos e empresas envolvidos em esquema de propina do PT

     

    Ex-ministro diz que partido recebeu R$ 270 milhões para que governos Lula e Dilma favorecessem bancos e empresas.
     
    A cada nova divulgação de delação do ex-ministro Antônio Palocci, a situação do PT, de Lula e Dilma se complicam ainda mais perante a Justiça do Brasil. Agora, Palocci afirmou que o PT recebeu R$ 270 milhões em propina entre 2002 e 2014.
    Durante depoimento em acordo de delação premiada, Palocci, que foi ministro-chefe da Casa Civil no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, envolveu 12 políticos e 16 empresas em um suposto esquema de corrupção criado para financiar campanhas petistas. O acordo foi homologado pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, e diversos trechos foram encaminhados para a Justiça federal de Brasília, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro.
    Mais de 300 milhões de propina
    Os repasses totais, de acordo com Palocci, chegam a R$ 330 milhões. As informações foram publicadas pela revista Veja. A propina teria sido repassada por empresários em busca de vantagens, em caso de vitória, nas eleições, de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Em troca, eles receberam linhas de crédito no Banco Nacional do Desenvolvimento Social (BNDES), abatimento de impostos e apoio da base governista no Congresso Nacional
    No depoimento, o ex-ministro cita grandes bancos, que teriam repassado R$ 50 milhões. Entre eles, Bradesco, Itaú Unibanco, BGT Pactual e Banco Safra. Ele não menciona os nomes das demais empresas. Entre as instituições jurídicas que teriam recebido recursos ilegais, está o Instituto Lula e a Touchdown, empresa de Luís Cláudio Lula da Silva, de 30 anos, filho caçula do ex-presidente.
    Lula está preso em Curitiba, condenado a oito anos e 10 meses por recebimento de propina por meio de um apartamento triplex no Guarujá (SP). O PT rebateu as acusações. Em nota, o partido afirmou que “nada que Antonio Palocci diga sobre o PT e seus dirigentes têm qualquer resquício de credibilidade desde que ele negociou com a Polícia Federal, no âmbito da Lava-Jato, um pacote de mentiras para escapar da cadeia e usufruir de dezenas de milhões em valores que haviam sido bloqueados”.
    Em nota, o Grupo Bradesco informou que suas empresas “realizaram doações eleitorais aos partidos, todas elas públicas e devidamente registradas, conforme consta no site do Tribunal Superior Eleitoral”. Também informou que repudia “quaisquer ilações descabidas formuladas em relação ao fato”. Também em nota, o BTG Pactual e o Itaú Unibanco negaram irregularidades. A reportagem não conseguiu contato com o Banco Safra.
    Confira o posicionamento do Banco Itaú sobre o caso:
    O Itaú Unibanco repudia veementemente qualquer tentativa de vincular doações eleitorais realizadas de forma lícita e transparente a condutas antiéticas para atender a eventuais interesses da organização. O banco não teve acesso à delação que embasa reportagem de O Globo, mas afirma, de forma enfática, que a declaração mencionada pelo jornal é mentirosa.
    Quando a legislação permitia, o banco fazia doações eleitorais, sempre seguindo um posicionamento apartidário. Contava, para isso, com um comitê formado por integrantes independentes do Conselho de Administração. Esse comitê definia os valores que seriam doados, sempre inferiores à média de grupos empresariais de porte semelhante ao nosso. Nos pleitos de 2006, 2010 e 2014, por exemplo, os montantes doados aos candidatos que lideravam as pesquisas de opinião foram rigorosamente iguais, conforme se pode constatar nos registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e na tabela que acompanha esta nota. Os números desmentem qualquer suposição de que o Itaú Unibanco tenha privilegiado esse ou aquele partido ou que tenha de qualquer forma feito doações eleitorais com o objetivo de obter benefício próprio.
    Em relação especificamente à fusão entre Itaú e Unibanco, anunciada em novembro de 2008 e aprovada pelas autoridades reguladoras competentes no início de 2009, vale destacar que foi respaldada pelos mais respeitados juristas do País e especialistas em setor financeiro, dada a complementariedade dos dois bancos e a posição da instituição resultante da fusão no cenário bancário global. Importante ainda destacar que as autoridades impuseram uma série de condições para aprovar a operação, todas inteiramente atendidas pelo Itaú Unibanco.
    O Itaú Unibanco lamenta que seu nome possa ter sido usado indevidamente para que um réu confesso tenha tentado obter vantagens em acordos com a Justiça. Como sempre, posição das autoridades para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários. (Informações do Estado de Minas)
  • POLÍTICA: Bolsonaro troca cúpula de comissão sobre mortos e desaparecidos políticos
     
    Nesta quinta-feira, 1º de Agosto, o presidente Jair Bolsonaro disse que a troca de membros da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos aconteceu por que “mudou o presidente” da República. "O motivo é que mudou o presidente, agora é o Jair Bolsonaro, de direita. Ponto final. Quando eles botavam terrorista lá, ninguém falava nada. Agora mudou o presidente. Igual mudou a questão ambiental também", disse, o Presidente ao deixar o Palácio da Alvorada.
    O governo trocou quatro dos sete membros da comissão. De acordo com o decreto publicado nesta quinta-feira no Diário Oficial da União, Marco Vinicius Pereira de Carvalho substitui Eugênia Augusta Gonzaga Fávero na presidência do colegiado; Weslei Antônio Maretti substitui Rosa Maria Cardoso da Cunha; Vital Lima Santos substitui João Batista da Silva Fagundes; e Filipe Barros Baptista de Toledo Ribeiro substitui Paulo Roberto Severo Pimenta.
    A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos foi criada em 1995, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, para fazer o reconhecimento de desaparecidos em razão de participação ou acusação de participação em atividades políticas no período de 2 de setembro de 1961 a 15 de agosto de 1979. O período abrange parte do regime militar até o ano em que foi promulgada a Lei da Anistia.
    Hoje vinculada ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, a partir de 2002, a comissão passou a examinar e reconhecer casos de morte ou desaparecimento ocorridos até 05 de outubro de 1988, data de promulgação da Constituição. (Agência Brasil)

Quem somos

Notícias & Opinião é um site de notícias gerais editado pela Empresa Jornalística Notícias de Paz Ltda - EPP, a partir da Capital e região Oeste da Grande São Paulo.

Como o próprio nome diz, aqui você vai encontrar notícias, entrevistas, artigos, crônicas e opinião sobre política, economia, educação, cultura e esporte, dentre outros temas do nosso dia-a-dia.