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POLÍTICA: Será que o Alckmin queria ter levado a facada?

POLÍTICA: Será que o Alckmin queria ter levado a facada? Featured

 

O tucano Geraldo Alckmin, candidato à Presidência em 2018, que levou uma surra na eleição, atribuiu sua derrota à facada que Bolsonaro levou.

“Eu estava subindo e ele, caindo. Só no dia da facada, ele teve 22 minutos de Jornal Nacional”, disse Alckmin, durante debate na Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado, em São Paulo. (Com a informação: Folha de São Paulo e O Antagonista)

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  • MUNDO: Direita vence no Uruguai e tira grupo de Mujica do poder após 15 anos

    Atualmente, a direita governa o Brasil, Chile, Uruguai, Paraguai, Colômbia, Peru, Equador e interinamente também a Bolívia, onde Evo Morales renunciou.

     

    Depois de vários anos com a chamada esquerda governando muitos países na América do Sul, agora, esse quadro mudou. E a maioria dos países tem governo de representantes da direita e centro-direita.

    Nesta semana, o senador do Partido Nacional, de centro-direita, Luis Lacalle Pou foi confirmado como próximo presidente do Uruguai. A eleição foi realizada no último domingo e Lacalle Pou só aguardava os números da contagem secundário para ser oficialmente definido como presidente eleito pela maioria dos uruguaios. A posse do novo mandatário será em 1º de março de 2020.

    Wilfredo Penco, da Corte Eleitoral, disse à agência Efe que o órgão “não faz cálculos” e que não proclamará o presidente “até que a última urna seja aberta”. Porém, como a diferença entre Lacalle Pou e o candidato da Frente Ampla, de esquerda, Daniel Martínez, vinha aumentando, ficou claro que este já não conseguiria reverter a derrota da esquerda no país.

    Pela primeira vez em 15 anos, a coalizão Frente Ampla, formada pelo ex-presidente José “Pepe” Mujica e pelo atual presidente Tabaré Vázquez, fica fora do poder no Uruguai.
    “Meu reconhecimento e obrigado a todos os homens e mulheres que estão defendendo os votos e a democracia em cada mesa nos dias de hoje. Meu pensamento está com vocês”, escreveu o presidente eleito do Uruguai. (Fonte: G1)

    Atualmente, representantes da direita governam o Brasil, com Jair Bolsonaro, Chile, Uruguai, Colômbia, Paraguai Peru e Equador. Na Bolívia, o esquerdista Evo Morales renunciou após acusações de fraudes na eleição que o elegeu para o quarto mandado consecutivo, e a direita governa momentaneamente o país, até a realização de novas eleições.

    Já na Venezuela o chavista Nicolás Maduro ainda se mantém no poder, apesar da pressão da direita e de acusações de fraudes em eleições que beneficiaram Maduro. E na Argentina, a esquerda voltou com o grupo da ex-presidente Cristina Kirchner.

  • ELEIÇÕES 2020: Lindoso passa a comandar o Republicanos em Osasco
    O médico e vereador continua articulando a sua pré-candidatura no PSDB, agora, com apoio de mais uma legenda. Atualmente, o Rebuplicanos tem um vereador em Osasco, Ricardo Silva.
     
    A pouco mais de um ano das eleições municipais, os principais partidos continuam agitados em busca de suas candidaturas ao pleito de 2020. É o caso do PSDB de Osasco. Com três vereadores eleitos em 2016 - Dr. Lindoso, De Paula e Didi - e com novo comando no Diretório Municipal, os tucanos de Osasco ainda continuam divididos quanto ao seu candidato para prefeito. O novo presidente dos tucanos em Osasco é o ex-prefeito Silas Bortolosso, eleito no primeiro semestre deste ano.
    Mas, nessa corrida pela pré-candidatura tucana numa das mais importantes cidades do Estado e do Brasil, quem sai na frente é o médico Dr. Lindoso, vereador de primeiro mandato e que já foi presidente da Câmara Municipal. Dos três vereadores eleitos, até agora, somente o Didi ainda não postulou a pré-candidatura. Ao lado de Lindoso, o vereador De Paula afirma que pretende também ser pré-candidato a prefeito.
    Há poucos dias, o Dr. Lindoso conseguiu uma importante conquista em sua corrida rumo à candidatura para prefeito. O Republicanos 10 (antigo PRB), que já foi adversário do do prefeito Rogério Lins, mas, que vinha tratando de se aproximar e apoiar a reeleição do atual prefeito, por meio de seu ex-presidente, Silvio Neves, acaba de passar para as mãos do grupo de apoio ao Dr. Lindoso.
    Há 15 dias, o vereador osasquense esteve em Brasília, onde se reuniu com o deputado Federal e presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, quando definiram a troca de comando do partido em Osasco, que passa a ser presidido pela esposa de Lindoso, Loraine Malagueta Lindoso. Pela nova formação da diretoria que foi divulgada, o ex-presidente Silvio Neves ocupa a vaga de vice-presidente do Diretório Municipal.
    Oficialmente, o vereador Dr. Lindoso continua no PSDB. Para não ter problema com o mandado, caso ela venha deixar o partido para se candidatar pelo Republicanos, só deverá fazê-lo na janela eleitoral dentro do prazo legal da Justiça Eleitoral. Por enquanto, os três vereadores tucanos falam apenas que a pré-candidatura do partido será disputada nas prévias em 2020.
    Apoio Estadual
    Conforme matéria publicada pelo Jornal Giro no dia 27 de agosto deste ano, durante um evento político em Osasco, o presidente estadual do PSDB, Marco Vinholi, confirmou que o candidato do partido para prefeito em Osasco, será vereador Dr. Lindoso. "Temos plena confiança na sua candidatura e na sua vitória. Espero que Osasco possa ter um prefeito como você, que sempre está preocupado com as causas mais essenciais da cidade" disse Vinholi.
    Na ocasião, segundo o jornal, Vinholi ainda lembrou o apoio do parlamentar na eleição de 2018, na qual, João Doria foi eleito governador do Estado de São Paulo. "Como vereador o senhor tem construído um mandato de excelência e como candidato a deputado estadual o senhor foi um grande parceiro do governador e pode ter certeza que não esqueceremos disso e nem da sua lealdade levantando nossa bandeira em um momento difícil", enfatizou, Vinholi. Ele ainda acrescentou que a executiva estadual dará todo apoio ao nome de Lindoso. "Estaremos de mãos dadas para construir sua vitória, e também, um grande mandato de prefeito", afirmou.
    Tentamos falar com Silvio Neves para saber se o Republicanos seguirá unido sob o comando do grupo do Dr. Lindoso, mas, ainda não obtivemos retorno.
    Atualmente, o partido tem um vereador em Osasco, Ricardo Silva que, segundo comentários de bastidores, estaria pensando em deixar o partido para ingressar no PSD. Na semana passada, no entanto, em conversa com jornalistas na Câmara, ele disse que tudo continua em fase de estudo e que não descarta também a hipótese de continuar no Republicanos. "Meu objetivo no momento, é estudar a melhor proposta partidária, visando a minha reeleição como vereador", disse Ricardo Silva.
    Outras candidaturas
    Além do prefeito Rogério Lins (Podemos), mas que, segundo os bastidores poderá trocar de legendas, outros partidos também virão com candidaturas fortes para disputar a Prefeitura de Osasco. É o caso do PT, cujo candidato deverá ser mesmo o ex-prefeito e atual deputado Estadual Emídio de Souza, inclusive, agora, com o Lula em liberdade. Os petistas acreditam que o ex-presidente, em liberdade, será o principal cabo eleitoral de Emídio de Souza.
    O que não é novidade também para ninguém ligado à política é que o candidato que conseguir apoio do Presidente Jair Bosonaro, deverá ser um páreo duro para os demais concorrentes, não somente em Osasco, como em outras cidades do país. Esse candidato poderá ser do Aliança pelo Brasil, caso os organizadores consigam oficializar o partido até abril junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ou de outra legenda com apoio de Bolsonaro. (Renato Ferreira)
  • BRASIL: Bolsonaro lança o partido Aliança pelo Brasil
    Evento lotou auditório de hotel e contou com apoiadores e parlamentares do PSL que devem se filiar à nova legenda.
    O partido Aliança pelo Brasil, criado pelo presidente Jair Bolsonaro após romper com o PSL, foi lançado oficialmente nesta quinta-feira, 21/11, com a promessa de combater o comunismo, o globalismo e “toda ideologia que atente contra a dignidade humana e a ordem natural”. A primeira convenção da nova legenda foi realizada no auditório lotado de um hotel de Brasília. Bolsonaro esteve presente ao evento ao lado da primeira-dama Michelle Bolsonaro.
    Jair Bolsonaro será o presidente da comissão provisória da legenda, com o seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), como vice-presidente e o advogado Admar Gonzaga como secretário-geral. O filho caçula do presidente, Jair Renan, que ainda não tem atividade política, também fará parte da comissão.
    A maioria dos parlamentares do PSL, que pretendem migrar para a nova sigla, ocupava as primeiras fileiras do auditório. Alguns não conseguiram lugar nas primeiras cadeiras porque chegaram mais tarde. Outros quase não conseguiram entrar.
    Segunda maior bancada parlamentar na Câmara dos Deputados, o PSL conta com 53 deputados no total. No Senado, a legenda possui três integrantes.
    Aliança pelo Brasil logo
    Para ser registrado oficialmente e poder disputar eleições, a Aliança ainda tem um longo caminho: será necessária a coleta de 500 mil assinaturas em pelo menos nove estados, e todas precisam ser validadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
    O prazo para que o partido seja registrado no TSE a tempo de disputar as eleições municipais de 2020 é pequeno: termina em março do ano que vem. A expectativa de Bolsonaro é que o TSE autorize a coleta de assinaturas por meio eletrônico. Caso seja manual, a criação da legenda deve ficar para o final de 2020.
    BOLSONARO
    Em discurso de cerca de meia hora na cerimônia, Bolsonaro disse que a Aliança pelo Brasil é uma oportunidade de unir “todos os brasileiros de bem” pelo futuro do país, depois de ter enfrentado “problemas” em sua legenda anterior, o PSL.
    O presidente também aproveitou para dizer que seu governo fez o Brasil recuperar a confiança do mundo, citou como exemplo a redução da taxa de juros e se comprometeu com a abertura comercial.
    “Tudo passa pela política, não adianta reclamar do Parlamento, do presidente da República, do Poder Judiciário, tudo aqui é política”, disse Bolsonaro. “Nós temos que trabalhar para que essas instituições, cada vez mais, sejam aperfeiçoadas”, acrescentou. “Vamos fazer críticas, mas críticas moderadas”, acrescentou.
    O presidente disse que haverá uma “seleção” de pessoas para comandar o novo partido nos Estados e que não haverá espaço para quem queira “negociar legenda”.
    Hoje mais cedo, ao deixar o Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que nenhum dos ministros de governo irá se filiar ao novo partido para evitar a interpretação de uso da máquina pública. (Fonte: Exame)

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