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DEMOCRACIA: Manifestações espontâneas em todo Brasil demonstram que os brasileiros apoiam as reformas de Bolsonaro

DEMOCRACIA: Manifestações espontâneas em todo Brasil demonstram que os brasileiros apoiam as reformas de Bolsonaro Featured

Em mais de 200 cidades de 21 Estados e do Distrito Federal, milhares de brasileiros vestidos de verde e amarelo foram às ruas em apoio às medidas do governo Federal contra a corrupção.

Por Renato Ferreira - 

Se alguém duvidava da força do povo brasileiro, que elegeu Jair Bolsonaro com mais de 57 milhões de votos, em 2018, com certeza, a partir das manifestações deste domingo, 26/05, mudará de ideia. Foi um apoio maciço de milhares de pessoas que, vestidas de verde e amarelo, foram às ruas em mais de 200 cidades de 21 Estados e do Distrito Federal. Dentre os temas principais, os manifestantes exigiram aprovação da reforma da Previdência e, principalmente, do Projeto Anti-crime do ministro da Justiça, Sérgio Moro.

Manifestações pró Governo rio de janeiro

Sem dúvida, as manifestações de hoje serviram como um termômetro democrático e positivo para o Governo Bolsonaro, que vinha enfrentando problemas para aprovar suas propostas no Congresso Nacional, sobretudo, junto aos membros do Centrão. Mesmo já tendo diminuído as pressões contra o governo na última semana, quando aprovaram a Medida Provisória que reestrutura os Ministérios, parlamentares da oposição e do Centão foram emparedados pelas manifestações de hoje.

A partir de agora, os parlamentares terão que pensar duas vezes antes de continuarem exigindo "articulações" do governo para votarem medidas como a Nova Previdência e o Projeto Anti-crime. Sem cabresto de políticos e sindicatos corruptos, o povo brasileiro mostrou mais uma vez que está ao lado do governo para mudar o Brasil.

Verde e amarelo

Manifestação na av Paulista 2

Ao contrário das manifestações da oposição, quando o povo comparece também, mas, só vão de ônibus, nas manifestações de apoio ao governo, os brasileiros vão espontaneamente para as ruas. E vão vestidos de verde e amarelo para mostrar que as cores do Brasil continuam as cores da Bandeira do Brasil.

Neste domingo de sol, mesmo antes das 14h (horário marcado para o início das manifestações), a Avenida Paulista já recebia um grande público. De todas as estações do Metrô era impressionante o número jovens, homens e mulheres de todas a idades que chegavam à principal via pública de São Paulo e local das principais manifestações paulistanas.

Manifestação na av Paulista nós estávamos lá

Com o jornalista Renato Ferreira, Notícias & Opinião esteve neste domingo na Avenida Paulista. E lá, constatamos que, realmente, trata-se de uma manifestação espontânea de um povo que não suporta mais que o país seja comandado por corruptos. E por mais que a grande imprensa, inconformada com as medidas austeras do governo, tente minimizar o tamanho e os efeitos destas manifestações, a verdade é que a maioria dos brasileiros não se ilude mais com notícias falsas ou opiniões deturpadas dos fatos. Foram também manifestações pacíficas. Não houve, por exemplo, nenhum registro de baderna, quebra-quebra de bens públicos ou privados e nem ônibus queimados. 

O Brasil mudou e os políticos que insistirem na prática de uma velha política, com base na corrupção, estão com os dias contados. Durante o tempo em que permanecemos na Paulista, vimos apenas o senador Major Olímpio e alguns deputados do PSL. Políticos de outros partidos apostavam no fracasso das manifestações. Com certeza, a partir desta segunda-feira, esses políticos já deverão mudar de opinião, caso queira continuar sintonizados com as ruas do país.

Por volta das 16h, cerca de sete quarteirões da Paulista foram tomados por uma verdadeira multidão. E o apoio não era somente dirigido ao Presidente Bolsonaro. Os gritos eram também de apoio incondicional aos ministros Paulo Guedes (Economia), e a Sérgio Moro (Justiça). E, claro, não faltaram também críticas ao Parlamento. A todo momento era possível ouvir críticas, por exemplo, ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). (Renato Ferreira)

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    Enquanto a oposição não dá trégua e tenta a todo custo desestabilizar o Governo, ignorando os feitos positivos, o Presidente Bolsonaro vem conquistando apoio nos mais diversos segmentos sociais. Neste sábado, 17/08, no rodeio de Barretos, ele cavalgou, discursou e foi aplaudido por uma plateia de mais de 30 mil pessoas.
    Considerado o maior evento do tipo no país, no rodeio de Barretos, a tradição manda que no último dia de competições, os peões campeões de suas categorias devem circular pela arena montados em seus cavalos.
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    Montando o "Mito"
    Bolsonaro em Barretos 2
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    Bolsonaro em Barretos 3
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    No geral, país terminou com 55 medalhas de ouro, 45 de prata e 71 de bronze, totalizando 171 medalhas.
     
     
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    Medalhas brasileiras na história dos Jogos Pan-Americanos (Wikipédia)

    (Números compilados até o final da edição de 2019)

    Jogos Ouro Prata Bronze Total Posição
    1951 Buenos Aires 5 15 12 32
    1955 Cidade do México 2 3 13 18
    1959 Chicago 8 8 6 22
    1963 São Paulo 14 20 18 52
    1967 Winnipeg 11 10 5 26
    1971 Cáli 9 7 14 30
    1975 Cidade do México 8 13 23 44
    1979 San Juan 9 13 17 39
    1983 Caracas 14 20 23 57
    1987 Indianápolis 14 14 33 61
    1991 Havana 21 21 37 79
    1995 Mar del Plata 18 27 37 82
    1999 Winnipeg 25 32 44 101
    2003 Santo Domingo 29 40 54 123
    2007 Rio de Janeiro 52 40 65 157
    2011 Guadalajara 48 35 58 141
    2015 Toronto 42 39 60 141
    2019 Lima 55 45 71 171
    Total3844025901376

    Quadro de medalhas do Pan de Lima

    • POS
       
                    PAÍS
                                                                               OURO
                        PRATA
                    BRONZE
                     TOTAL
    • 1
      Estados Unidos
      120
      88
      85
      293
    • 2
      Brasil
      55
      45
      71
      171
    • 3
      México
      37
      36
      63
      136
    • 4
      Canadá
      35
      64
      53
      152
    • 5
      Cuba
      33
      27
      38
      98
    • 6
      Argentina
      32
      35
      34
      101
    • 7
      Colômbia
      28
      23
      33
      84
    • 8
      Chile
      13
      19
      18
      50
    • 9
      Peru
      11
      7
      21
      39
    • 10
      Rep. Dominicana
      10
      13
      17
      40
    • 11
      Equador
      10
      7
      14
      31
    • 12
      Venezuela
      9
      15
      19
      43
    • 13
      Jamaica
      6
      6
      7
      19
    • 14
      Porto Rico
      5
      5
      14
      24
    • 15
      El Salvador
      3
      0
      1
      4
    • 16
      Guatemala
      2
      9
      8
      19
    • 17
      Trinidad e Tobago
      2
      8
      3
      13
    • 18
      Uruguai
      1
      4
      4
      9
    • 19
      Paraguai
      1
      3
      1
      5
    • 20
      Bolívia
      1
      2
      2
      5
    • 21
      Granada
      1
      1
      0
      2
    • 22
      Costa Rica
      1
      0
      4
      5
    • 23
      Santa Lúcia
      1
      0
      1
      2
    • 24
      Barbados
      1
      0
      0
      1
    • 25
      Ilhas Virgens Britânicas
      1
      0
      0
      1
    • 26
      Antígua e Barbuda
      0
      1
      2
      3
    • 27
      Honduras
      0
      1
      1
      2
    • 28
      Panamá
      0
      0
      4
      4
    • 29
      Nicarágua
      0
      0
      3
      3
    • 30
      Aruba
      0
      0
      1
      1
    • 31
      Bahamas
      0
      0
      1
      1
    • -
      Belize
      0
      0
      0
      0
    • -
      Bermudas
      0
      0
      0
      0
    • -
      Dominica
      0
      0
      0
      0
    • -
      Guiana
      0
      0
      0
      0
    • -
      Haiti
      0
      0
      0
      0
    • -
      Ilhas Cayman
      0
      0
      0
      0
    • -
      Ilhas Virgens Americanas
      0
      0
      0
      0
    • -
      São Cristóvão e Névis
      0
      0
      0
      0
    • -
      São Vicente e Granadinas
      0
      0
      0
      0
    • -
      Suriname
      0
      0
      0
      0
  • POLÍTICA: Bolsonaro troca cúpula de comissão sobre mortos e desaparecidos políticos
     
    Nesta quinta-feira, 1º de Agosto, o presidente Jair Bolsonaro disse que a troca de membros da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos aconteceu por que “mudou o presidente” da República. "O motivo é que mudou o presidente, agora é o Jair Bolsonaro, de direita. Ponto final. Quando eles botavam terrorista lá, ninguém falava nada. Agora mudou o presidente. Igual mudou a questão ambiental também", disse, o Presidente ao deixar o Palácio da Alvorada.
    O governo trocou quatro dos sete membros da comissão. De acordo com o decreto publicado nesta quinta-feira no Diário Oficial da União, Marco Vinicius Pereira de Carvalho substitui Eugênia Augusta Gonzaga Fávero na presidência do colegiado; Weslei Antônio Maretti substitui Rosa Maria Cardoso da Cunha; Vital Lima Santos substitui João Batista da Silva Fagundes; e Filipe Barros Baptista de Toledo Ribeiro substitui Paulo Roberto Severo Pimenta.
    A Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos foi criada em 1995, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, para fazer o reconhecimento de desaparecidos em razão de participação ou acusação de participação em atividades políticas no período de 2 de setembro de 1961 a 15 de agosto de 1979. O período abrange parte do regime militar até o ano em que foi promulgada a Lei da Anistia.
    Hoje vinculada ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, a partir de 2002, a comissão passou a examinar e reconhecer casos de morte ou desaparecimento ocorridos até 05 de outubro de 1988, data de promulgação da Constituição. (Agência Brasil)

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