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CORRUPÇÃO: Lula, Palocci, Paulo Bernardo e Odebrecht viram réus em ação na Justiça Federal de Brasília

CORRUPÇÃO: Lula, Palocci, Paulo Bernardo e Odebrecht viram réus em ação na Justiça Federal de Brasília Featured

Os envolvidos são acusados pelo Ministério Público de integrarem um esquema de pagamento de propina pela construtora Odebrecht.
 
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os ex-ministros Antônio Palocci, Paulo Bernardo e o empresário Marcelo Odebrecht viraram réus na 10ª Vara Federal de Brasília. O juiz Vallisney de Souza Oliveira aceitou a denúncia oferecida pelo ministério Público contra os acusados de integrarem um esquema de pagamento de propina. Paulo Bernardo é marido da deputada Federal, Gleisi Hoffmann, presidente nacional do Partido dos Trabalhadores.
De acordo com a investigação conduzida pela Polícia Federal, Lula, Palocci e Paulo Bernardo atuaram, a pedido da empreiteira Odebrecht para aumentar o valor de um empréstimo que o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) faria para Angola. Posteriormente, de acordo com o Ministério Público, a construtora se beneficiou angariando parte do repasse.
A denúncia afirma que a empresa ofereceu a Lula, em 2010, R$ 64 milhões, que foram colocado à disposição do PT. Lula e os ministros teriam cometido o crime de corrupção passiva e Marcelo de corrupção. Ernesto Sá Vieira e Luiz Antonio Mameri também se tornaram réus na mesma ação.
Outras condenações
Condenado pelo caso do triplex do Guarujá pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, Lula já se encontra preso desde 7 de abril de 2018, na Polícia Federal de Curitiba. O ex-presidente petista já foi também condenado na primeira instância pelos mesmos crimes no caso do sítio de Atibaia e o caso deve ser julgado nos próximos meses pelos desembargadores do TRF4 (Tribunal Regional Federa, de Porto Alegre.(Com informações do Estado de Minas)
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    Ex-ministro diz que partido recebeu R$ 270 milhões para que governos Lula e Dilma favorecessem bancos e empresas.
     
    A cada nova divulgação de delação do ex-ministro Antônio Palocci, a situação do PT, de Lula e Dilma se complicam ainda mais perante a Justiça do Brasil. Agora, Palocci afirmou que o PT recebeu R$ 270 milhões em propina entre 2002 e 2014.
    Durante depoimento em acordo de delação premiada, Palocci, que foi ministro-chefe da Casa Civil no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, envolveu 12 políticos e 16 empresas em um suposto esquema de corrupção criado para financiar campanhas petistas. O acordo foi homologado pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, e diversos trechos foram encaminhados para a Justiça federal de Brasília, São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro.
    Mais de 300 milhões de propina
    Os repasses totais, de acordo com Palocci, chegam a R$ 330 milhões. As informações foram publicadas pela revista Veja. A propina teria sido repassada por empresários em busca de vantagens, em caso de vitória, nas eleições, de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Em troca, eles receberam linhas de crédito no Banco Nacional do Desenvolvimento Social (BNDES), abatimento de impostos e apoio da base governista no Congresso Nacional
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    Confira o posicionamento do Banco Itaú sobre o caso:
    O Itaú Unibanco repudia veementemente qualquer tentativa de vincular doações eleitorais realizadas de forma lícita e transparente a condutas antiéticas para atender a eventuais interesses da organização. O banco não teve acesso à delação que embasa reportagem de O Globo, mas afirma, de forma enfática, que a declaração mencionada pelo jornal é mentirosa.
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    Em relação especificamente à fusão entre Itaú e Unibanco, anunciada em novembro de 2008 e aprovada pelas autoridades reguladoras competentes no início de 2009, vale destacar que foi respaldada pelos mais respeitados juristas do País e especialistas em setor financeiro, dada a complementariedade dos dois bancos e a posição da instituição resultante da fusão no cenário bancário global. Importante ainda destacar que as autoridades impuseram uma série de condições para aprovar a operação, todas inteiramente atendidas pelo Itaú Unibanco.
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  • PRISÃO PERPÉTUA: Sugestão de prisão para esses três monstros brasileiros
     
    E os três estupradores - Abdelmassih, José de Paiva e João de Deus - deveriam ficar juntos na mesma cela.
     Por Renato Ferreira -
    Já faz alguns anos que, estarrecido, o Brasil vem acompanhando as idas e vindas de prisões em regime fechado e domiciliar do médico, Roger Abdelmassih, 75 anos, acusado de cometer dezenas de estupros contra mulheres que o procuravam em seu consultório em São Paulo. Nesta terça-feira, 13, a Justiça de São Paulo suspendeu a prisão domiciliar do estuprador por suspeita de fraude nos laudos de saúde, que permitiram o benefício ao detento. Ele é acusado de estuprar 37 pacientes em sua clínica de reprodução assistida.
     Mas, infelizmente, o Brasil não tinha apenas esse monstro travestido de médico. Ele tem como colegas de crimes semelhantes, o médium João de Deus, de Goiás, e o colega de medicina, José Hilson de Paiva, do Ceará. E todos agiam há décadas usando de sua influência como homens públicos e de conhecimentos médicos e espirituais para convencer e coagir suas vítimas.
    Em Goiás
    Recentemente, a Justiça de Goiás negou a concessão de prisão domiciliar ao médium João de Deus. De acordo com a juíza Rosângela Rodrigues, de Abadiânia, não há fatos novos que justifiquem o afrouxamento da prisão do médium. Poderoso na cidade, onde a economia girava em torno de seus negócios, João de Deus é acusado também de cometer homicídios, contra suas vítimas.
    No Ceará
    Outro caso monstruoso envolvendo um médico estuprador foi descoberto há poucos meses no Ceará. Prefeito de Uruburetama, o médico José Hilson de Paiva, foi preso depois que vieram à tona dezenas de casos de estupros praticados pelo médico-prefeito em seu próprio consultório.
    Ginecologista, o médico e prefeito estuprador (do PCdoB), Paiva gravava seus próprios crimes contra mulheres simples que o procuravam atrás de cura para seus problemas. Em anos anteriores, José Hilson de Paiva já havia sido acusado desse tipo de crime, mas, acabou sendo absolvido.
    Depois dessas últimas acusações que estarreceram diretores do Conselho Federal de Medicina, o PCdoB expulsou o médico do seu quadro de filiados. Para evitar que a população fizesse justiça com as próprias mãos, a Justiça do Ceará transferiu o médico monstro para a Unidade Prisional Irmã Imelda Lima Pontes, em Aquiraz.
    Prisão perpétua
    Mas, se esses monstros, travestidos de médicos e médiuns, podem sofrer agressões por outros presos ou pela população, uma boa sugestão seria prisão perpétua para os três. E mais: deveriam ficar juntos numa mesma cela, pois, quem sabe assim, eles resolveriam seus desejos sexuais sem ter que abusar de pessoas simples no seio da sociedade. (Renato Ferreira)

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