Domingo, 08 Dezembro 2019 | Login
BRICS:  Bolsonaro recebe líderes do bloco para reunião de cúpula em Brasília

BRICS: Bolsonaro recebe líderes do bloco para reunião de cúpula em Brasília Featured

Chefes de Estado Grupo, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, estão reunidos em Brasília. Agenda prevê discussão sobre temas como Venezuela, Bolívia, protestos em Hong Kong e mudanças climáticas.
O presidente Jair Bolsonaro recebeu nesta quarta-feira, 13/11, em Brasília, os chefes de Estado dos quatro países que fazem parte do Brics, ao lado do Brasil, para mais uma reunião anual do grupo. Além do Brasil, formam o Brics, a Rússia, Índia, China e África do Sul. r
A programação da 11ª Cúpula do Brics vai até esta quinta, 14, no Palácio Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores.
Na pauta da cúpula então temas como futuro do bloco, crise na Venezuela, crise na Bolívia, série de protestos em Hong Kong e na Caxemira, além das mudanças climáticas.
Bolsonaro também terá reuniões separadas com cada chefe de Estado ou de governo do bloco.
Além do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, participam do encontro do Brics: Vladimir Putin, presidente da Rússia; Narendra Modi, primeiro-ministro da Índia; Xi Jinping, presidente da China; e Cyril Ramaphosa, presidente da África do Sul.
Presidência brasileira
O Brasil está na presidência rotativa dos Brics em 2019 e, segundo o Itamaraty, busca deixar a marca de "pragmatismo" no mandato. Passados mais de dez meses, no entanto, os "resultados concretos e perceptíveis como úteis à sociedade" são considerados tímidos por integrantes do governo.
Os maiores avanços foram em temas de saúde. Desde janeiro, os cinco países lançaram as bases para uma rede de bancos de leite humano – tema no qual o Brasil é referência mundial. Também há esforços para a pesquisa integrada de diagnósticos e medicamentos de combate à tuberculose.
"O Brics responde por metade dos casos de tuberculose do mundo, até pelo tamanho das populações", afirmou o secretário de Política Externa Comercial e Econômica do Itamaraty, Norberto Moretti.
Em outras áreas definidas como prioritárias pelo Brasil, como o combate ao terrorismo e o fomento à inovação, o mandato deve terminar sem avanços palpáveis. Em 2020, a presidência do Brics será exercida pela Rússia. (Fonte: G1)
000

About Author

Related items

  • OSASCO: Lins pede mais moradias populares para a cidade

     

    Na última quarta-feira, 04/12, o prefeito de Osasco, Rogério Lins, reuniu-se com o secretário de Habitação do Estado, Flávio Amary, na sede da Pasta, em São Paulo, para reivindicar mais moradias populares para Osasco. Na ocasião, o prefeito tratou do trâmite de demandas da cidade para o setor habitacional já apresentadas em encontros anteriores, entre as quais a regularização de loteamentos em áreas de assentamento social e a construção de mil moradias.

    As unidades deverão ser construídas pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) para abrigar famílias que moram às margens do Riberião Vermelho, no Jardim D’Ávila, da comunidade Portelinha, na Vila São José, Área BT, e Movimento Raio de Luz, ambas do Jardim Padroeira.

    O secretário de Estado ficou de analisar as reivindicações e atuar para que as mesmas sejam atendidas.

    “Com a viabilização dessas demandas, centenas de famílias receberão o título de regularização fundiária e futuramente novas famílias poderão contar com uma moradia mais digna”, disse o prefeito, que participou da reunião acompanhado do secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano do município, Cláudio Monteiro. (Fonte: Secom/PMO - Imagens: Amanda Bracho)

  • MUNDO: Direita vence no Uruguai e tira grupo de Mujica do poder após 15 anos

    Atualmente, a direita governa o Brasil, Chile, Uruguai, Paraguai, Colômbia, Peru, Equador e interinamente também a Bolívia, onde Evo Morales renunciou.

     

    Depois de vários anos com a chamada esquerda governando muitos países na América do Sul, agora, esse quadro mudou. E a maioria dos países tem governo de representantes da direita e centro-direita.

    Nesta semana, o senador do Partido Nacional, de centro-direita, Luis Lacalle Pou foi confirmado como próximo presidente do Uruguai. A eleição foi realizada no último domingo e Lacalle Pou só aguardava os números da contagem secundário para ser oficialmente definido como presidente eleito pela maioria dos uruguaios. A posse do novo mandatário será em 1º de março de 2020.

    Wilfredo Penco, da Corte Eleitoral, disse à agência Efe que o órgão “não faz cálculos” e que não proclamará o presidente “até que a última urna seja aberta”. Porém, como a diferença entre Lacalle Pou e o candidato da Frente Ampla, de esquerda, Daniel Martínez, vinha aumentando, ficou claro que este já não conseguiria reverter a derrota da esquerda no país.

    Pela primeira vez em 15 anos, a coalizão Frente Ampla, formada pelo ex-presidente José “Pepe” Mujica e pelo atual presidente Tabaré Vázquez, fica fora do poder no Uruguai.
    “Meu reconhecimento e obrigado a todos os homens e mulheres que estão defendendo os votos e a democracia em cada mesa nos dias de hoje. Meu pensamento está com vocês”, escreveu o presidente eleito do Uruguai. (Fonte: G1)

    Atualmente, representantes da direita governam o Brasil, com Jair Bolsonaro, Chile, Uruguai, Colômbia, Paraguai Peru e Equador. Na Bolívia, o esquerdista Evo Morales renunciou após acusações de fraudes na eleição que o elegeu para o quarto mandado consecutivo, e a direita governa momentaneamente o país, até a realização de novas eleições.

    Já na Venezuela o chavista Nicolás Maduro ainda se mantém no poder, apesar da pressão da direita e de acusações de fraudes em eleições que beneficiaram Maduro. E na Argentina, a esquerda voltou com o grupo da ex-presidente Cristina Kirchner.

  • BRASIL: Bolsonaro lança o partido Aliança pelo Brasil
    Evento lotou auditório de hotel e contou com apoiadores e parlamentares do PSL que devem se filiar à nova legenda.
    O partido Aliança pelo Brasil, criado pelo presidente Jair Bolsonaro após romper com o PSL, foi lançado oficialmente nesta quinta-feira, 21/11, com a promessa de combater o comunismo, o globalismo e “toda ideologia que atente contra a dignidade humana e a ordem natural”. A primeira convenção da nova legenda foi realizada no auditório lotado de um hotel de Brasília. Bolsonaro esteve presente ao evento ao lado da primeira-dama Michelle Bolsonaro.
    Jair Bolsonaro será o presidente da comissão provisória da legenda, com o seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), como vice-presidente e o advogado Admar Gonzaga como secretário-geral. O filho caçula do presidente, Jair Renan, que ainda não tem atividade política, também fará parte da comissão.
    A maioria dos parlamentares do PSL, que pretendem migrar para a nova sigla, ocupava as primeiras fileiras do auditório. Alguns não conseguiram lugar nas primeiras cadeiras porque chegaram mais tarde. Outros quase não conseguiram entrar.
    Segunda maior bancada parlamentar na Câmara dos Deputados, o PSL conta com 53 deputados no total. No Senado, a legenda possui três integrantes.
    Aliança pelo Brasil logo
    Para ser registrado oficialmente e poder disputar eleições, a Aliança ainda tem um longo caminho: será necessária a coleta de 500 mil assinaturas em pelo menos nove estados, e todas precisam ser validadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
    O prazo para que o partido seja registrado no TSE a tempo de disputar as eleições municipais de 2020 é pequeno: termina em março do ano que vem. A expectativa de Bolsonaro é que o TSE autorize a coleta de assinaturas por meio eletrônico. Caso seja manual, a criação da legenda deve ficar para o final de 2020.
    BOLSONARO
    Em discurso de cerca de meia hora na cerimônia, Bolsonaro disse que a Aliança pelo Brasil é uma oportunidade de unir “todos os brasileiros de bem” pelo futuro do país, depois de ter enfrentado “problemas” em sua legenda anterior, o PSL.
    O presidente também aproveitou para dizer que seu governo fez o Brasil recuperar a confiança do mundo, citou como exemplo a redução da taxa de juros e se comprometeu com a abertura comercial.
    “Tudo passa pela política, não adianta reclamar do Parlamento, do presidente da República, do Poder Judiciário, tudo aqui é política”, disse Bolsonaro. “Nós temos que trabalhar para que essas instituições, cada vez mais, sejam aperfeiçoadas”, acrescentou. “Vamos fazer críticas, mas críticas moderadas”, acrescentou.
    O presidente disse que haverá uma “seleção” de pessoas para comandar o novo partido nos Estados e que não haverá espaço para quem queira “negociar legenda”.
    Hoje mais cedo, ao deixar o Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que nenhum dos ministros de governo irá se filiar ao novo partido para evitar a interpretação de uso da máquina pública. (Fonte: Exame)

Quem somos

Notícias & Opinião é um site de notícias gerais editado pela Empresa Jornalística Notícias de Paz Ltda - EPP, a partir da Capital e região Oeste da Grande São Paulo.

Como o próprio nome diz, aqui você vai encontrar notícias, entrevistas, artigos, crônicas e opinião sobre política, economia, educação, cultura e esporte, dentre outros temas do nosso dia-a-dia.