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RECEPÇÃO CALOROSA: Presidente Bolsonaro é aclamado no Uruguai

RECEPÇÃO CALOROSA: Presidente Bolsonaro é aclamado no Uruguai Featured

 

Ao chegar em Montevidéu, capital do Uruguai, para a posse do novo presidente Luis Lacalle Pou, neste domingo, 01/03, Jair Bolsonaro foi simplesmente aclamado pelo povo. Uma recepção jamais vista de outro presidente brasileiro no país vizinho.

Lacalle Pou é um político de centro direita, eleito em novembro do ano passado. O jovem presidente assume a Presidência do Uruguai depois de vários anos de governo da chamada "esquerda". O Uruguai passa por um momento difícil em termos de Economia e enfrenta o aumento do desemprego.

E enquanto Bolsonaro é reconhecido pelo povo uruguaio e tem recepção calorosa em Montevidéu, aqui, no Brasil, políticos corruptos como o ex-presidente Lula (PT), ao lado dos presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM), pedem o impeachment do Presidente.

Para o dia 15 de março, está sendo convocada pela internet uma mega manifestação em apoio ao governo Bolsonaro e, consequentemente, contra os parlamentares chantagistas do Congresso, conforme reclamou o general Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional. (Fonte: Portal BR7 - Renato Ferreira)

Confira no vídeo, os aplausos do povo uruguaio gritando Bolsonaro e Brasil: https://bit.ly/2TzMHZ8

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    Por Renato Ferreira -
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  • MANIFESTAÇÕES PRÓ GOVERNO: Mesmo com coronavírus e desmobilização, milhares de pessoas foram às ruas em apoio a Bolsonaro
    Manifestantes pró-governo ignoram pedido do Presidente e fazem marchas e carreatas em todo o país. Maia, Alcolumbre, Toffoli e Doria foram alvos dos manifestantes.
    A oposição ao governo Bolsonaro sofreu, sem dúvida, uma grande derrota neste domingo, 15 de março com as manifestações pró governo, de norte a sul do país. Praticamente, em todas as capitais e em outras centenas de cidades do interior, milhares de pessoas, vestindo verde e amarelo, saíram às ruas para manifestar apoio ao governo Bolsonaro e criticar ações do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal (STF), e também de lideranças políticas que fazem oposição ao governo. Foi um autodenominado movimento nacional pró-governo, realizado em todo Brasil.
    Manifestações povo nas ruas
    E toda essa gente foi para as ruas, mesmo depois do pedido do Presidente Bolsonaro solicitando que adiassem as manifestações, de desmobilização por parte dos organizadores, de decreto sde governadores proibindo eventos públicos e também das restrições ao avanço do coronavírus. Com certeza, se não fosse a ameaça do novo coronavírus e a desmobilização, hoje, o Brasil teria parado literalemente com milhões nas ruas.
    Manifestações Toffoli Maia e Alcolumbre são alvos
    Dentre outras lideranças, os manifestantes gritaram palavras de ordem contra o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ); o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).
    BRASÍLIA
    Manifestações carreata em Brasília
     
     
    Manifestações Bolsonaro com a Bandeira
    Em Brasília, onde o governador do DF, baixou um decreto proibindo eventos com mais de 100 pessoas, os manifestantes portando roupas e bandeiras verde e amarelas, além de cartazes contendo frases contra marcharam pela Esplanada dos Ministérios até o gramado em frente ao Congresso Nacional. Eles foram seguidos por uma carreata.
    Foram registradas manifestações em outras cidades curante a manhã, como em Belém e no Rio de Janeiro.
    Em suas redes sociais, o presidente Jair Bolsonaro postou vídeos da carreata em Brasília e na capital do Pará, e de passeatas na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, e em Ribeirão Preto (SP).
    Na última quinta-feira (12), em pronunciamento veiculado em cadeia nacional de rádio e televisão, o presidente classificou as manifestações como "legítimas" e "expressões da liberdade", mas recomendou que, em meio à pandemia de coronavrírus, as pessoas repensassem a ida às ruas. Hoje, em Brasília, ele chegou a cumprimentar os manifestantes. Houve manifestações também no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, Bahia, Pernambuco, Pará, Goiás, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, dentre outros estados;
    RIO DE JANEIRO
    Manifestantes Praia de Copacabana
    No Rio de Janeiro, os primeiros manifestantes chegaram o Posto 4 da Praia de Copacabana por volva das 10. Do alto de um carro de som, lideranças de movimentos faziam discursos a favor do governo e contra políticos corruptos, que, segundo os manifestantes, têm prejudicado o governo Bolsonaro com derrubadas de vetos e tentando engessar o Orçamento da União. No Rio, o governador Wilson Witzel, desafeto de Bolsonaro, tentou evitar as manifestações, proibindo atos públicos. Hoje, ele tentou até apreender carros de som nas manifestações.
    SÃO PAULO
     Manifestações Av Paulista 2
    Em São Paulo, a Prefeitura comandada por tucanos, como também o governo de João Doria tentaram de todas as formas desestimular as manifestações. A Avenida Paulista, aberta ao público todos os domingos e feriados, foi liberada ao trânsito de veículo, sob o pretexto de evitar aglomerações de pessoas e a transmissão do coronavírus.
    Mas, nem assim, na parte da tarde, os manifestantes desistiram. Vestidos de verde e amarelo, os manifestantes invadiram a Paulista, levando bandeiras do Brasil para o ato, mensagens de apoio ao presidente da República e muitas críticas a parlamentares do Congresso Nacional. A concentração maior de manifestantes foi realizada em frente ao prédio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.
    MINAS GERAIS
    Manifestações Praça da Liberdade em BH
    Em Belo Horizonte, mesmo após desconvocação de Jair Bolsonaro, apoiadores do presidente da República se reuniram no Centro da cidade. O principal ato reuniu milhares de pessoas na Praça da Liberdade, empunhando cartazes, bandeiras do Brasil e gritos contra o Congresso e o STF.
    "Chegou a hora de enfrentar os corruptos, somos muito enganados. Olha quem está lá, Maia, Alcolumbre, Toffoli, Gilmar Mendes, fora! Fora da nossa nação, são bandidos terroristas que vieram assolar a nação ainda mais. Somos Bolsonaro sempre, pelos ideais, caráter, estamos aqui hoje, e nada pode nos parar", disse uma manifetante de BH à reportagem do Estado de Minas.
    JUIZ DE FORA
    Também em Minas Gerals, outra cidade que registrou uma grande manifestação pró governo, na manhã deste domingo, foi Juiz de Fona, maior cidade da Zona da Mata. Todos vertidos com as cores do Brasil e empunhando faixas e cartazes, os manifestantes declararam apoio ao governo Bosolnaro, ao mesmo tempo que criticavam lideranças do Congresso Nacional.
    Foi em Juiz de Fora, onde durante a campanha presidencial em 2018, Jair Bolsonaro ficou gravemente ferido ao ser esfaqueado pelo ativista político, Adélio Bispo, ex-membro do PSOL. Adélio Bispo foi preso e condenado. Após ser considerado portador de problemas mentais, nesta semana, a Justiça determinou que o agressor fosse transferido de um presídio de Mato Grosso Sul para o Hospital Psiquiátrico de Barbacena, em Minas Gerais. (Renato Ferreira)

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