Segunda, 22 Outubro 2018 | Login

Deixando claro o sentimento do antipetismo, Álvaro Dias afirmou que "o Brasil não pode permitir a volta de uma organização criminosa ao poder", referindo-se ao PT

 

Ainda sem a presença de Jair Bolsonaro, candidato do PSL, que se recupera da facada que levou há 20 dias, em Juiz de Fora, no início da noite desta quarta-feira, 26/08, o SBT realizou mais um debate entre os presidenciáveis. Participaram do encontro Álvaro Dias (Podemos), Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB), Marina Silva (Rede), Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT) Cabo Daciolo (Patriota) e Guilherme Boulos (PSOL). O debate foi mediado pelo jornalista Carlos Nascimento.

Durante todo o debate, os oito candidatos evitaram críticas diretas a Bolsonaro que já está, praticamente, no segundo turno e que, segundo alguns especialistas em pesquisas, tem grandes chances de ser eleito já no primeiro turno.

Debate do SBT 2 Carlos Nascimento

O debate foi mediado pelo jornalista Carlos Nascimento

Assim, a briga maior entre os demais candidatos fica por conta da segunda vaga. E dentro desse espectro, Fernando Haddad, que leva toda a rejeição ao PT, foi transformado no principal alvo de seus adversários. Mesmo candidatos com baixos índices de intenção de votos, como Álvaro Dias, Henrique Meirelles e Marina Silva foram duros nas críticas ao candidato petista, seguidos de Geraldo Alckmin e Ciro Gomes que ainda esperam superar Haddad para disputar a eleição com Bolsonaro.

A Marina Silva, por exemplo, disse que o Temer só chegou ao poder porque foi colocado lá pelo PT. Ela criticou também as alianças do PT com o MDB, citando o caso de Alagoas, onde o PT apoia Renan Calheiros. Ciro Gomes tentou se mostrar como experiente e, consequentemente, criticou a falta de experiência de Haddad, sobretudo, sua falta de conhecimento da realidade nacional. Por sua vez, Geraldo Alclkmin também colou Temer no peito de Haddad.

Mas, foi do candidato do Podemos, Álvaro Dias, que Haddad recebeu a crítica mais contundente. "O Brasil não pode permitir que essa organização criminosa, com rastros de sangue, volte ao poder. Não podemos esquecer dos assassinatos dos prefeitos Toninho do PT, de Campinas, e do Celso Daniel, de Santo André, como também das mortes das testemunhas desses assassinatos", disse Álvaro Dias.

Até mesmo a pergunta de um jornalista causou desconforto ao candidato petista. O jornalista quis saber se, eleito, Haddad vai continuar viajando a Curitiba para consultar o seu padrinho Lula. Haddad respondeu que vai a Curitiba como advogado de Lula e que, se for eleito, vai lutar, sim, até o fim para libertar Lula de "uma prisão injusta".

Apoios a Bolsonaro

Também nesta sexta-feira, além de ter sido poupado no debate do SBT, Bolsonaro recebeu dois apoios importantes, que podem significar o início de uma debandada em direção à sua candidatura.

No Hospital Albert Einstein, onde está internado, Bolsonaro recebeu a visita do deputado Federal e pastor evangélico, Marcos Feliciano, candidato à reeleição pelo Podemos, que declarou seu apoio pessoal ao candidato do PSL.

E na cidade de Uberaba, o PSDB local também declarou apoio a Bolsonaro, diante da falta de competitividade do Geraldo Alckmin. Eles, agora, querem o apoio do candidato tucano ao governo de Minas, Antônio Anastasia, que lidera com folga as pesquisas de intenção de votos. (Renato Ferreira)

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A facada em Jair Bolsonaro, que o tirou da campanha nas ruas e o jogou na UTI de um hospital, foi um tiro no próprio pé do mandante (ou mandantes) do mais grave atentado político do país.

E esse crime tem impacto também nos debates após a facada. Na noite desta quinta-feira, 20/09, sem Bolsonaro, a TV Aparecida realizou um debate morno, justamente, porque ali não estava presente o líder das pesquisas e que tem grandes chances de vencer já no primeiro turno.

Chegou a dar sono assistir por mais de duas horas a um debate entre candidatos, cujo objetivo, agora, é evitar a vitória de Bolsonaro já no dia 7 de outubro.

Nos estúdios da TV Aparecida, o que se viu foi um debate sem emoção e sem confronto envolvendo um Alckmin atacando a todos (do jeito Alckmin de atacar), já que está perdendo apoio do Centrão; um Ciro Gomes pisando em ovos porque visa ganhar apoios num possível segundo turno; uma Marina Silva perdida com status de candidata nanica; um Álvaro Dias ciente de que não vai longe; Boulos como sempre um apêndice do PT;  e um Haddad na difícil missão de ter que falar mais do presidiário Lula do que de si próprio. 

E foi justamente entre Haddad e Álvaro Dias um dos momentos que esquentou um pouco o debate. Ao ser perguntado sobre seu programa para a família, Álvaro Dias fez, antes, uma introdução: "Haddad, você está aqui como representante do seu chefe, que se encontra preso por corrupção, que é o pior exemplo para as famílias". (Renato Ferreira)

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Ao contrário do que muitos esperavam, como troca de farpas e um massacre dos demais candidatos pra cima de Bolsonaro, o debate da Band foi morno. O encontro foi marcado por promessas inusitadas, como a de Ciro Gomes que prometeu limpar o nome de todos brasileiros que estão no SPC

 Por Renato Ferreira - 

O primeiro debate entre presidenciáveis 2018, realizado nesta quinta-feira, 09/08, pela TV Bandeirantes, foi morno e sem polarização entre os candidatos, que preferiram não partir para o confronto direto. Os oito participantes aproveitaram a maior parte do tempo para se apresentar ao eleitorado e falar de si próprio.  Não houve o esperado massacre dos demais candidatos contra Jair Bosonaro, que lidera as pesquisas sem o petista Lula. 

No primeiro bloco, quando o mediador, jornalista Ricardo Boechat, fez uma pergunta comum a todos sobre desemprego, feita por internautas, os candidatos acabaram ignorando a pergunta. O primeiro a responder foi Álvaro Dias, do Podemos, que gastou todo o tempo para se apresentar ao eleitorado. Durante o debate, Dias destacou também a sua proposta de "refundar a República". Apenas Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) falaram mais especificamente sobre o tema proposto. Bolsonaro fez menção ao tema desemprego.

O único momento mais quente foi protagonizado pelos candidatos Guilherme Boulos (PSOL) e Jair Bolsonaro, respectivamente, representates das extremas esquerda e direita. Pela contundência da pergunta, tudo indicava que seria aquele o clima do debate. Boulos quis saber sobre uma tal senhora Val que, segundo ele, seria uma "funcionária fantasma" do deputado Federal Bolsonaro. Ainda calmo, Bolsonaro explicou que a senhora Val é uma funcionária dele que presta serviços e Angra dos Reis e que o caso já foi esclarecido pela Câmara dos Deputados. Não satisfeito com a resposta, Boulos subiu o tom e disse: "Morando em Brasília, o senhor não tem vergonha de receber o auxílio moradia?". Foi o bastante para o Capitão reformado do Exército soltar os cachoros pra cima do Boulos, fundador e líder do MTST (Movimento does Trabalhadores Sem-Teto). "Não gastei toda a minha verba de Gabinete e esse auxílio está na Lei. Eu teria vergonha se eu fosse um desocupado que vive invadindo e incendiando propriedades de terceiros. E tem mais: Estou aqui para discutir políticas públicas e não para bater boca com um desqualificado como você". Daí para frente, o debate não tem mais polarização direta entre os candidatos. 

Apesar de se mostrar cordial a Geraldo Alckmin na maioria do tempo, Marina Silva tentou fustigar o tucano em alguns momentos, criticando-o pela aliança com o Centrão que abriga políticos.: "O Brasil necessita de reformas urgentes e o Presidente eleito precisará de apoio do Congresso para aprová-las. A Marina, por exemplo, saiu do Partido Verde alegando que não eram compatíveis. Agora, se aliou aos Verdes, ou seja, voltou a ser compatível". 

O ex-presidente Lula (PT), que se encontra preso desde abril e condenado a mais de 12 anos pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, foi mencionado apenas uma vez. Ao se apresentar, Boulos cumprimentou Lula que, para ele, "é um companheiro preso injustamente". E, se o ex-presidente Lula foi lembrado uma vez, o atual, Michel Temer MDB) não foi mencionado por nenhum candidato. Nem mesmo pelo candidato do seu partido, o banqueiro Henrique Meirelles, que tentou se apresentar como candidato dos trabalhadores. Meirelles acusou, inclusive, o PSDB que, segundo ele, já chamou o Bolsa Família de "Bolsa Esmola". Por sua vez, Alckmin elogiou o programa e disse que o Bolsa Família é fruto da unificação de outros programas sociais dos governos de Fernando Henrique Cardoso, "como o Bolsa Escola", disse Alckmin. 

Menos por propostas de governo, o Debate foi destaque nas redes sociais mais pelos momentos engraçados e promessas inusitadas, como a de Ciro Gomes, do PDT. Como um verdadeiro populista, o pedetista que nasceu em São Paulo e foi criado no Ceará, afirmou que se for eleito ele vai limpar o nome de todos os brasleiros que estão com o nome sujo no SPC. Até o Jair Bolsonaro riu da proposta de Ciro Gomes. O debate serviu também para o Brasil conhecer o candidato nanico, Cabo Daciolo, do Patriota, que teve momentos hilários, falando alto e acusando todos os demais de corruptos. 

No encontro da Band, houve também momentos de trocas de elogios entre os candidados, o que denota a possibilidade de alianças num eventual segundo turno. Um desses momentos foi demonstrado por Jair Bolsonaro e Álvaro Dias. Em vez de fazer uma pergunta ao candidato do Podemos, Bolsonaro elogiou uma proposta do adversário sobre combate à corrupção e apoio à Operação Lava Jato. Então, Álvaro Dias aproveitou para falar de sua proposta e, inclusive, reafimou que convidará o juiz Sérgio Moro para fazer parde de seu governo, caso seja eleito. 

O clima morno do debate da Band pode até ser compreensível por ser o primeiro das eleições 2018 e também por ter muitos estreantes. Dos oito participantes, apenas Geraldo Alckmin, Marina Silva e Ciro Gomes já haviam participado de encontros de presidenciáveis. Já Álvaro Dias, Jair Bolsonaro, Henrique Meirelles, Cabo Daciolo e Guilherme Boulos estrearam nesse tipo de debate. Mais oito debates já estão confirmados até as eleições. E com certeza, como já passaram pelo batismo de fogo, nos próximos encontros os presidenciáveis já deverão estar mais descontraídos e poderá haver mais polarização e confrontos diretos. (Renato Ferreira) 

Próximos debates
RedeTV! – Debate –(17.ago, 22h) – televisão;
TV Gazeta/Estadão (9.set, 19h30) – televisão;
Poder360/Revista Piauí (18.set, 10h) – streaming;
Veja (19.set, 9h) – streaming;
TV Aparecida (20.set, 10h) – televisão;
SBT/Uol/Folha (26.set, 18h20) – televisão;
Record (30.set, 22h) – televisão;
Globo (4.out, 21h30) – televisão.

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Neste sábado, 04/07, na reta final das convenções partidárias, mais quatro legendas oficializaram suas candidaturas à Presidência da República. Em Brasília, os tucanos confirmaram a candidatura de Geraldo Alckmin. Em Curitiba, o Podemos oficializou o nome de Álvaro Dilas. Também em Brasília, a Rede oficializou a candidatura de Marina Silva. E em São Paulo, mesmo preso e condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, Lula teve o seu nome oficializado pelo PT. 

PSDB confirma Geraldo Alckmin

PSDB confirma Alckmin 2 capa

Em sua convenção nacional realizada neste sábado, em Brasília, o PSDB confirmou a escolha de Geraldo Alckmin, 65 anos, como candidato na disputa à Presidência da República. A senadora Ana Amélia (PP-RS) foi confirmada como vice na chapa de Alckmin.

Atual presidente nacional do partido, o ex-governador de São Paulo foi escolhido por 288 presentes à convenção tucana. Um filiado não votou a favor de Alckmin e houve uma abstenção. 

A expectativa entre os tucanos é que Ana Amélia como vice, possa melhorar o desempenho de Geraldo Alckmin na região Sul e no setor do agronegócio, onde ela tem bom trânsito. A escolha de uma mulher para vice representa também um aceno ao eleitorado feminino.

Em discurso na convenção, Ana Amélia Lemos afirmou que será "absolutamente leal" a Alckmin. A senadora declarou que a" régua moral de Geraldo Alckmin é a mesma régua moral" que ela usa no Senado. Para ela, o brasileiro quer um "governo austero".

Antes de acertar a chapa com Ana Amélia de vice, Alckmin fechou aliança com partidos do chamado "Centrão" (DEM, PP, PR, PRB e SD), além de outras três legendas: PTB, PSD e PPS. Conforme explicou o primeiro-vice-presidente do PSDB e coordenador da campanha, Marconi Perillo, os apoios garantirão 45% do tempo de televisão ao candidato tucano.

Podemos oficializa Álvaro Dias

Podemos confirma Álvaro Dias

Também neste sábado, o Podemos confirmou, em Curitiba, o nome de Álvaro Dias, 73 anos, como candidato à Presidência da República. Ele está no quarto mandato de senador e é o atual líder do partido.

O vice da chapa de Álvaro Dias é o economista Paulo Rabello de Castro, do Partido Social Cristão (PSC), que desistiu de candidatura própria para fechar com o Podemos. Além do PSC, o Podemos fechou coligação com o PRP e o PTC.

 Em seu primeiro discurso como candidato, Álvaro Dias fez críticas ao atual sistema político e voltou a repetir a tese de "refundar a República", que defendeu nas entrevistas da pré-campanha eleitoral.

O candidato do Podemos disse, ainda, que vai combater a corrupção e apoiar a continuidade da Operação Lava Jato, que, de acordo com ele, prendeu "os barões que assaltaram a República". "A limpeza não terminou, a limpeza tem que continuar", afirmou.

O senador também revelou que pretende convidar o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, para assumir o Ministério da Justiça, caso seja eleito Presidente da República.

Para Alvaro Dias, Sérgio Moro é o "ícone da nova Justiça brasileira". Ele disse que ainda não conversou com juiz sobre o convite.O 

O senador também afirmou que deseja dar mais espaço às mulheres e que elas  sejam protagonistas no seu governo. "Nós do Podemos somos comandados por uma mulher (deputada Federal Renata Abreu) e, certamente, elas comandarão setores do nosso governo porque são essenciais na refundação da República". disse..

 O atual mandato de Álvaro Dias como senador termina em 2022.

Rede confirma Marina como candidata
Rede confirma Marina

Em Brasília, a Rede Sustentabilidade oficializou por aclamação a candidatura de Marina Silva à Presidência da República. O vice na chapa da Rede é o médico sanitarista, Eduardo Jorge (PV), que em 2014 foi candidato à Presidência da República.

A Rede tem dois deputados federais e um senador, representações e diretórios em todas as unidades da Federação.

Marina Silva nasceu em 8 de fevereiro de 1958, no Acre, em uma pequena comunidade chamada Breu Velho, município de Rio Branco.

Em 1984, ela ajudou a fundar a CUT (Central Única dos Trabalhadores) no Acre. No ano seguinte, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT). Em 1988, foi eleita pela primeira vez a um cargo público nas eleições de 1988, quando foi a vereadora mais votada de Rio Branco.

Nas eleições de 1990, foi eleita deputada estadual. Em 1994, nas eleições gerais, foi eleita senadora, aos 36 anos, tendo sido reeleita no pleito de 2002. Marina foi também ministra do Meio Ambiente no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Em 2010, foi candidata pela primeira vez à Presidência da República, pelo Partido Verde (PV), quando obteve 19 milhões de votos. Voltou a ser candidata nas eleições de 2014, pelo PSB, obtendo 22 milhões de votos. 

PT confirma Lula como candidato, apesar da prisão

Pt confirma Lula

Já em São Paulo, o Partido dos Trabalhadores confirmou a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República. O anúncio foi feito pela presidente da legenda, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), durante a convenção, no bairro da Liberdade. O candidato a vice ainda não foi definido. Durante a semana, o partido anunciou que o nome de Manuela D´Ávila (PCdoB-RS), seria anunciado hoje como vice, mas, esse anúncio foi vetado por Lula. 

“Viemos aqui para votar no nosso candidato a presidente, Lula. Esse é um momento histórico. Lula é o nosso candidato a presidente da República”, disse Gleisi.

O ator Sérgip Mamberti leu uma carta do Lula.. Nela, Lula diz que é a primeira vez em 38 anos que não participa de uma convenção nacional do partido. "Mas sei que estou presente em cada um de vocês".

“Nós tratamos a nossa gente como solução e por isso o Brasil mudou”. Hoje a nossa democracia está ameaçada. Agora querem fazer uma eleição de cartas marcadas. Querem inventar uma democracia sem povo”, diz Lula na carta.

Participaram do evento lideranças do PT, como a ex-presidente Dilma Rousseff, o candidato ao governo de São Paulo pelo partido, Luiz Marinho, o ex-ministro Celso Amorim, o ex-prefeito da capital paulista Fernando Haddad, o senador Lindberg Farias, entre outros.

Movimentos sociais e entidades sindicais também marcaram presença, como o MST, o MTST, CUT, Central dos Movimentos Populares, UNE, entre outros.

Em  determinado momento da convenção, todas as pessoas presentes colocaram uma máscara com o rosto do ex-presidente Lula e gritaram em coro: "Eu sou Lula".

Condenado em segunda instância no caso do triplex em Guarujá, a doze anos e um mês de prisão,  Lula está preso desde o começo de abril, na Polícia Federal de Curitiba. E conforme a lei da ficha limpa, essa condenação torna o petista inelegível. Mas a questão será decidida pelo TSE após o registro oficial da candidatura. O presidente do TSE, ministro Luiz Fux já deixou que qualquer candidatura cujo nome seja enquadrado na Lei da Ficha Lima não será aceita. (Renato Ferreira com informações do Estado de Minas e Agências de Notícias)

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Neste sábado, 28/07, o PSD (Partido Social Democrático) realizou a sua convenção estadual em São Paulo, quando aprovou seu apoio às candidaturas tucanas de Geraldo Alckmin, à Presidência da República, e de João Doria, ao governo do Estado. O partido comandado pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab (presidente licenciado), decidiu também apoaiar  os candidatos do PSDB  ao senado, Mara Gabrilli e Ricardo Tripoli. Pela cidade de Osasco, o PSD aprovou a candidatura do empresário Jô Antiório para deputado Federal.

Lau Kassab e Jô

Lau Alencar (Presidente do PSD/Osasco), Gilberto Kassab e Jô Antiório

No total, o PSD terá 22 candidatos a deputado Federal e 33 a deputado Estadual. Além do PSD e PSDB, a chapa "Acelera São Paulo", de João Doria, também terá o apoio do PP, DEM, PRB e PTC. 

PSD Lindoso e Jô

Dr. Lindoso, candidato a deputado Estadual pelo PSDB; e Jô Antório, candidato a deputado Federal pelo PSD, durante as convenções da chapa Acelera São Paulo

"Estarei assumindo um desafio ainda maior, com a saída do meu amigo Andrea Matarazzo da disputa pela Câmara, fui o escolhido do grupo para concorrer a esse cargo. Sou agora pré-candidato à Deputado Federal, e chegando à Câmara poderemos trabalhar ainda pelo nosso país e pelo futuro dos nossos filhos. É lá que precisamos mudar, é lá que poderemos mudar! Com minha formação em Direito posso ajudar a transformar em projetos de lei os anseios de todos. Com minha atuação de quase 30 anos dentro do setor educacional poderei transformar os anseios de escolas, profissionais de educação e alunos em projetos reais. Com minha experiência de pai farei o possível para que nossos filhos tenham um futuro melhor", afirma Jô Antiório.

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Ex-diretor presidente da Dersa e atual presidente da Cesp está entre os presos

 

Na manhã desta quinta-feira, 21/06, a Polícia Federal deflagrou a operação Pedra no Caminho para prender 15 pessoas suspeitas de desviar dinheiro das obras do trecho Norte do Rodoanel Mário Covas. Dos 15, 14 mandados já foram cumpridos. Segundo o Ministério Público Federal, houve um sobrepreço de R$ 600 milhões nos custos da obra conduzida pelas empreiteiras OAS e Mendes Junior.

Um dos presos é Laurence Casagrande Lourenço, ex-diretor presidente da Dersa, principal alvo da operação. Atualmente, ele é o presidente da Companhia Energética de São Paulo (Cesp).

Em 2017, Laurence acumulou o cargo de secretário de Transportes e Logística do governo Geraldo Alckmin (PSDB) e deixou a pasta quando Márcio França (PSB) assumiu o governo. O acusado atua no governo tucano há 17 anos e tem passagens pela Secretaria da Segurança Pública e Fundação Casa.

A operação Pedra no Caminho também cumpre 51 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo, Carapicuíba, Arujá, Bofete, Ribeirão Preto e São Pedro, no estado de São Paulo, e também em Marataízes e Itapemirim, no Espírito Santo.

O trecho Norte do Rodoanel ainda está em construção e, quando estiver pronto, vai ligar a Rodovia dos Bandeirantes à Rodovia Presidente Dutra (veja no mapa abaixo).

Outros alvos
Além de Laurence, a 5ª Vara Criminal da Justiça Federal em São Paulo expediu mandados de prisão temporária contra um ex-diretor de Engenharia da Dersa, um gerente responsável pelo trecho norte do Rodoanel, fiscais e executivos das construtoras OAS e Mendes Junior e de empresas envolvidas que realizam a obra viária. Um dos alvos está no exterior.

Segundo as investigações, há uma prática de corrupção, organização criminosa, fraude à licitação, crime contra a ordem econômica e de desvio de verbas públicas. As obras contaram com recursos da União, do governo do estado de São Paulo e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e foram fiscalizadas pela Dersa.

A investigação começou em 2016 quando um engenheiro que cuidava do trecho norte se recusou a assinar aditivos do contrato de construção do trecho. Ele afirmou que tentaram obrigá-lo a pedir demissão e depois o transferiram de área.

 

Alckmin: "Surpreso"

Alckmin

Sobre as investigações, o ex-governador Geraldo Alckmin afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que recebeu a notícia com surpresa e "que não tem conhecimento dos dados em que se amparou a ação da Polícia Federal. Laurence Lourenço goza de confiança com anos de bons trabalhos e que se houver algo ilícito, que haja responsabilização", diz nota. (Fonte: G1)

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Na tarde desta quinta-feira, 22/03, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) esteve na cidade de Osasco, onde entregou as obras de reforma e ampliação do Hospital Regional Dr. Vivaldo Simões, no bairro de Presidente Altino. Na ocasião, Alckmin anunciou também o início das obras de ampliação do Terminal Metropolitano da Vila Yara. Acompanhado dos secretários de Estado, David Uip (Saúde), e Clodoaldo Pelissioni (Transportes Metropolitanos), Alckmin foi recebido pelo prefeito de Osasco, Rogério Lins. Participaram também do evento, a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidarieda, Aline Lins, a vice-prefeita Ana Maria Rossi, secretários municipais, deputados estaduais e vereadores.
O Hospital Regional, um dos maiores e mais completos da região Oeste, é referência de atendimento em alta complexidade nas áreas de neurologia, neurocirurgia e traumatologia da região metropolitana Com a reforma e ampliação, ele passa a ter 215 leitos, 99 a mais do que possuia antes, e uma UTI com 40 leitos. O Hospital ocupa uma área construída 21 mil m² e foram investidos R$ 38,4 milhões nas obras e R$ 16,6 milhões na aquisição de equipamentos. O governador anunciou também a convocação de mais 340 profissionais para trabalhar na unidade hospitais, entre médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e farmacêuticos.
Além de novos leitos em várias áreas, o hospital recebeu também melhorias no serviço de diagnóstico para oferta de exames, como ressonância magnética, tomografia, raio-x, colonoscopia e endoscopia, além de um Hemocentro, laboratórios, farmácia, almoxarifado e SAME (Serviço de Arquivos Médicos e Estatísticas). O Regional passa a contar também com um Hospital-dia, com oito leitos de apoio para realização de cirurgias de menor complexidade.
 
Terminal da Vila Yara
Já a reforma e ampliação do Terminal Amador Aguiar, na Vila Yara, incluem melhoramentos, acessibilidade, ampliação e extensão das cinco plataformas de ônibus. Será reformado também o centro comercial localizado no primeiro pavimento, com novos equipamentos e instalações e acessos para melhorar a locomação de todos os usuários.
 
No andar térreo, serão instaladas as plataformas de embarque para passageiros, bilheterias, sanitários e edificações, além guaritas de controle de acesso de veículos, gerador de energia e uma área restria para armazenamento de lixo. O novo terminal vai atender 39 linhas de ônibus.
Conforme destacou o governador Geraldo Alckmin, serão investidos R$ 28,4 milhões nas obras do Terminal. A conclusão das obras está previstas para o mês de maio de 2019. O acesso ao pavimento superior se dará internamente por meio de escada fixa e um novo elevador somado ao já existente no local. Serão investidos R$28,4 milhões na obra, que deverá ser entregue em maio de 2019.
Atualmente, o terminal atende 17 linhas metropolitanas que ligam as cidades Osasco, Carapicuíba, Pirapora de Bom Jesus, Santana de Parnaíba, Cotia, Barueri e Itapevi.
 
Na parte da manhã, Geraldo Alckmin esteve na cidade de Itapevi, onde inaugurou obras viária do Corredor Oeste na divisa com a cidade de Jandira.
 
Notícias & Opinião esteve no Hospital Regional de Osasco e gravou parte das falas do prefeito Rogério Lins e do governador Alckmin. Veja aqui: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1663810563709177?pnref=story
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Visando fortalecer a sua candidatura ao Planalto, principalmente, em seu maior reduto eleitoral, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) já admite que seu partido não tenha candidato ao governo do estado para apoiar a candidatura de seu vice, Márcio França (PSB). Com isso, o PSDB abriria mão do comando de São Paulo depois de 24 anos no Palácio Bandeirantes. Para implementar essa troca de apoio na campanha e também com receio de atritos entre aliados pelo governo paulista, correligionários do governador ensaiam um palanque único no Estado. Nesse caso, os tucanos abririam mão da cabeça de chapa e indicariam o vice na chapa de Márcio França.
 
Para os tucanos, o mais importante nesse momento é fortalecer o projeto nacional em torno de Alckmin e, ao mesmo tempo, afastar qualquer problema com aliados em São Paulo. Na opinião deles, a prioridade é a eleição de Alckmin para a Presidência da República e a volta do partido ao poder depois de 16 anos. Na opinião dos tucanos, isso valeria o sacrifício de perder o governo de São Paulo, o principal estado da Federação.
Márcio França, que não esconde de ninguém a sua candidatura, vai assumir o governo em abril, quando Alckmin renunciará para concorrer à Presidência,. França já lançou sua pré-candidatura e tem anunciado apoio de outras legendas. O assunto ainda não é consenço no PSDB, que tem outros quatro postulantes à sucessão de Alckmin. Um deles é o de João Doria, prefeito da Capital.
No entanto, após José Serra anunciar que não vai disputar a eleição para o governo paulista, a possibilidade de apoio a Márcio França passou a ser admitida publicamente pelo próprio governador e presidente nacional do PSDB. Na opinião de Alckmin, “não é obrigatório” o candidato ao governo ser do seu partido. “Se o Márcio França assumir o governo é natural que ele queira ser candidato, o que é legítimo. E, se pudermos ter um candidato só, melhor", afirmou Alckmin.
França sempre foi apresentado como aliado leal ao governador Alckmin. Com esse perfil, o vice-governador ganha a preferência por já ter uma candidatura consolidada e que terá a máquina estadual na mão durante a campanha. Além disso, os tucanos defendem o apoio a França, alegando que ele só poderá ficar quatro anos no cargo, abrindo, assim, a possibilidade do PSDB ao comando do Estado em 2022. Na sexta-feira, 26, Alckmin e França cumpriram compromisso de agenda conjunta em São Vicente cidade onde o vice iniciou sua carreira política.
Alianças
Se o apoio a Marcio França se consolidar, Alckmin abre mão do Estado mais rico da federação para o PSB, porém, por outro ladi, consegue também atrair para a sua coligação um partido com forte atuação no Nordeste, onde o governador paulista se mostra mais frágil eleitoralmente, e outras legendas que já fecharam apoio a França no Estado, como o PR.
O objetivo do grupo de Alckmin é consolidar o nome do governador como o único candidato de centro na disputa presidencial em 2018. E, assim, amarrando o PSB em São Paulo, Alckmin enfraqueceria uma possível candidatura do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Apoiando França e o PSB em São paulo, o governador ficaria livre para oferecer a vice na chapa ao Palácio do Planalto ao DEM.
 
Mas há resistências no PSDB. Brunco Covas, vice-preveito de São Paulo, afirma: “Sempre vou defender que o PSDB tenha candidatura própria. Há dez anos, por exemplo, fui contra apoiar a eleição do prefeito (Gilberto) Kassab para que o governador fosse candidato pelo PSDB. O Fernando Henrique foi reeleito presidente com palanques de Mário Covas e Paulo Maluf. Tenho certeza de que o Marcio França vai apoiar a eleição de Alckmin independentemente de qualquer contrapartida. Descarto o partido ter um vice”, disse Bruno Covas. (Fonte: Veja)

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Hoje, o governador Geraldo Alckmin anunciou a antecipação da vacinação fracionada contra a febre amarela em 54 municípios paulistas do dia 3 de fevereiro para o dia 29 de janeiro
 
 
A Organização Mundial da Saúde (OMS) passou, nesta terça-feira, 16/01, a considerar todo o estado de São Paulo como área de risco de febre amarela.
Segundo o secretariado da entidade, a decisão foi tomada "considerando o aumento da atividade do vírus" observado na região.
"Consequentemente, a vacinação contra a febre amarela é recomendada para viajantes estrangeiros que visitem qualquer área no estado de São Paulo", diz a OMS, em comunicado.
 
 FEBRE AMARELA: VEJA PERGUNTAS E RESPOSTAS
 
O que mudou
Antes: Até então, a OMS recomendava que viajantes tomassem a vacina contra a febre amarela para áreas de risco do estado de São Paulo, que não incluia a capital paulista e boa parte do interior, além de outros estados do Brasil.
Agora: A recomendação da OMS passa a valer para todo o estado de São Paulo, incluindo a capital paulista.
Nesta terça-feira (16), o governo de São Paulo anunciou que a vacinação fracionada contra a febre amarela em 54 municípios do estado será antecipada para o dia 29 de janeiro. Anteriormente, o governo havia anunciado que a aplicação das doses seria realizada a partir do dia 3 de fevereiro.
A entidade aconselha também quem vai viajar para o estado a adotar medidas para evitar picadas de mosquitos, fique atento para os sintomas da doença e procure atendimento durante ou após a visita, em caso de suspeita da doença.
"A determinação de novas áreas consideradas de risco de transmissão de febre amarela é um processo contínuo, e atualizações serão fornecidas regularmente", diz a OMS.
Por enquanto, o Ministério da Saúde incluía apenas o oeste do Estado de São Paulo como área de risco.
Ministério não vai mudar estratégia em São Paulo
Uma diferença entre a recomendação da OMS, que abrangeu todo o Estado, e as áreas de risco do Ministério da Saúde, que se limitam a municípios de maior risco em São Paulo e não abrangem todo o território.
Essa diferença na recomendação é explicada, em nota do Ministério enviada ao G1, porque a Organização Mundial da Saúde não tem como prever especificamente o destino de viajantes nesses territórios e, por isso, a recomendação foi para todo o estado.
O Ministério da Saúde informa, no entanto, que "a determinação das áreas de vacinação foi feita de acordo o acompanhamento da circulação do vírus, baseada no mapeamento epidemiológico das regiões" e que a recomendação para São Paulo não será modificada.
O coordenador de vacinas do Estado de São Paulo, contudo, espera que até o final do ano todo o Estado de São Paulo seja vacinado -- a depender da quantidade de vacina produzida, que atualmente é de 6 milhões de doses por mês.
"Esperamos que, até o final do ano, todo o estado seja vacinado", diz Marcos Boulos, coordenador de vacinas do estado de São Paulo.
"No longo prazo, também acredito que o Ministério vai pensar em uma estratégia para o Brasil", diz.
Até esta terça-feira (16), a recomendação do governo do estado e da Prefeitura de São Paulo era que somente as pessoas que residem nas áreas de risco, regiões perto de matas em que foram encontrados macacos mortos com o vírus da febre amarela, tomassem a vacinação convencional. As demais pessoas, que vivem fora da área de risco, devem esperar o início da vacinação fracionada.
A Secretaria Estadual da Saúde confirma 21 mortes por febre amarela silvestre no estado desde janeiro de 2017, segundo dados divulgados no último dia 12.
Também foram confirmados 40 casos autóctones (quando a doença é contraída na própria cidade e não vem de pessoas que viajaram para regiões afetadas) de febre amarela silvestre no estado desde janeiro de 2017. Não há casos de febre amarela urbana no Brasil desde 1942.
De acordo com o governo estadual, os locais de infecção que resultaram em morte ocorreram nos municípios de Américo Brasiliense, Amparo, Atibaia, Batatais, Itatiba, Jarinu, Mairiporã, Monte Alegre do Sul, Nazaré Paulista, Santa Lucia e São João da Boa Vista.
A cidade de Mairiporã, que faz divisa com a capital paulista, é uma das que registrou o maior número de contaminações por febre amarela - foram 42 registros e 3 pessoas mortas - sendo que dois dos mortos são residentes na cidade e uma delas estava em trânsito. A Secretaria de Saúde da cidade afirma que mais de 90% da população já foi vacinada.
Desde a confirmação de novas mortes por febre amarela, os postos de saúde do estado, incluindo os da capital, têm ficado lotados e com fila de horas de esperar para a imunização contra a doença com a dose convencional. Apesar da corrida aos postos, a Secretaria Estadual da Saúde diz que não há motivo para pânico.
Vacinação antecipada
 
Também nesta terça (16), o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou que a vacinação fracionada contra a febre amarela em 54 municípios do estado será antecipada para o dia 29 de janeiro. Anteriormente, o governo havia anunciado que a aplicação das doses seria realizada a partir do dia 3 de fevereiro.
A alteração ocorreu após o governo estadual pedir a antecipação ao Ministério da Saúde. A campanha de vacinação também será encerrada com uma semana de antecedência, no dia 17 de fevereiro.
A meta é imunizar 6,5 milhões de pessoas - 2,5 milhões só na capital paulista. A dose fracionada tem tem 0,1 ml, enquanto que uma dose convencional tem 0,5 ml. A vacina permite a imunização por oito anos. Veja a relação das cidades que receberão a vacinação fracionada.
As seringas que serão usadas na campanha de vacinação contra a febre amarela com doses fracionadas já chegaram a São Paulo. Elas são menores e conseguem aplicar doses de 0,1 ml. (Fonte: Conteúdo G1)
 
Transmissão e sintomas da febre amarela
febre amarela sintomas
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Na tarde de sábado, 16/12, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o prefeito de Osasco, Rogério Lins (Podemos), inauguraram a Creche Pedro Alves de Oliveira, no Jardim São Pedro, zona Sul da cidade.

Creche São Pedro

Trata-se de uma creche moderna construída pela Prefeitura em parceria com o Governo do Estado, por meio do Programa Creche Escola, lançado há 5 anos pelo governador Alckmin.

Creche São Pedro 2

Com 813,78 m² construídos em 4.647,07 m² de terreno, a nova unidade conta com Sala de Direção, Sala de Educadores, Secretaria, Sanitário Administrativo Feminino, Sanitário Administrativo Masculino, Berçário, 6 Salas de Atividades, Sala Multiuso, Fraldário, Cozinha, Despensa, Lactário, Sanitário/Vestiário Infantil Feminino, Sanitário/Vestiário Infantil Masculino, Sanitário/Vestiário Familiar Acessível, Copa para Funcionários, Lavanderia, Depósito de Material de Limpeza, Sanitário/Vestiário Funcionários Feminino, Sanitário/Vestiário Funcionários Masculino.

A inauguração contou com a presença de um grande públicos e dezenas de autoridades, dentre elas a vice-prefeita de Osasco, Ana Maria Rossi; a primeira-dama Aline Lins; a secretária de Educação, Ana Paula Rossi, o vereador e presidente da Câmara Municipal, Dr. Lindoso; os deputados Federais Roberto de Lucena e Renata Abreu (Presidente Nacional do Podemos), o deputado Estadual, Jorge Wilson; o ex-prefeito de Osasco, Francisco Rossi, secretários municipais e vereadores.

Alckmin e Lins exclusivo

Notícias & Opinião cobriu o evento e conversou, com exclusividade, com o prefeito Lins e o Governador Alckmin, que elogiou a obra da Prefeitura e disse que educação de base será prioridade em seu programa de governo. (Fotos: Serginho Gobatti)

Confira neste vídeo: https://www.facebook.com/orenatoferreira/posts/1554310441325857?pnref=story

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