Sábado, 23 Março 2019 | Login

O senador goiano chama Gilmar Mendes de bandido e enaltece redes sociais.

 

Com certeza, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) não esperavam que a decisão da Corte de que a Justiça Eleitoral passará a julgar também crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, desde que tenham conexão com caixa 2, teriam tanta repercussão negativa nas redes sociais e também por parte do Congresso Nacional.

Além das críticas na Internet, agora, os ministros estão enfrentando também a fúria de um senador eleito em 2019, justamente, pelo apoio que recebeu de seus eleitores nas redes sociais. Trata-se do jornalista Jorge Kajuru, eleito pelo PSB de Goiás.

Durante entrevista à Rádio Bandeirantes, no dia 20/03, Kajuru fez duras críticas ao ministro Gilmar Mendes, questionando, por exemplo, o milionário patrimônio do ministro. "Quero saber como o ministro tem R$ 20 milhões de patrimônio”. “De onde você tirou esse patrimônio? De Mega Sena? De herança de quem você tirou, Gilmar Mendes? Foram das sentenças que você vendeu, seu canalha!”, afirmou.

Na mesma entrevista, Kajuru afirmou também que a CPI da Toga tem que investigar por que Mendes liberta tantos políticos acusados de corrupção e presos. Ele afirma que o ministro Gilmar Mendes tem sociedade com Beto Richa (PR), Aécio Neves (MG) e Marconi Perillo (GO). “Nós vamos pegar, apurar, investigar todas as empresas que eles são sócios, que eles têm negociação, por que ele protegeu Aécio Neves, por que que ele protege o Marconi Perillo. Por que que ele protege tantos outros políticos?”.

Segundo Kajuru, Gilmar Mendes será o primeiro alvo da CPI da Toga. “Depois vamos nos Lewandowskis da vida”, conclui o senador de Goiás, que aposta na força das redes sociais para aprovar a CPI da Toga no Senado. "As TVs e os grandes jornais não vão noticiar isso, mas, hoje, nós temos as redes sociais para divulgar a corrupção do Legislativo, do Executivo e do Judiciário", enfatiza Kajuru.

Diante dos fatos, Gilmar Mendes pediu que o presidente do STF, Dias Toffoli, tome providências contra o senador Kajuru. (Renato Ferreira)

Veja o vídeo aqui: https://www.facebook.com/noticiaseopiniao/posts/2132984510118107?__xts_

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Segunda, 04 Fevereiro 2019 21:37

NOVO SENADO: Renan fugiu e Kátia sumiu

Já pensou essa mulher como 'vice-presidanta' da República?

 

Por Renato Ferreira - 

Com certeza, a barraqueira e desiquilibrada Kátia Abreu (PDT-TO), vice de Ciro Gomes, protagonizou na sexta-feira, 1°, uma das cenas mais grotescas e autoritárias da história do Senado, digna de um processo no Conselho de Ética.

Gritou, berrou, xingou, ameaçou e roubou pasta da Mesa. Tudo para eleger seu comparsa Renan Calheiros, ganhar um bom cargo na Mesa Diretora e ficar longe de investigações da Justiça.

Porém, as fraudes e o espetáculo dantesco da defensora de Lula, da Dilma e do PT, não deram certo.

Sentindo que sofreria uma derrota humilhante, Renan abandonou o barco e fugiu, deixando a fiel escudeira com cara de mulher traída.

Agora, sem nenhum cargo importante no Senado, o caminho do fujão e da barraqueira os leva em direção à Lava Jato.

Mais uma vitória do povo brasileiro. (Renato Ferreira)

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Opositores do alagoano lutam pelo voto aberto. Na Câmara dos Deputados, o favorito Rodrigo Maia é mais alinhado às propostas do Governo.

Renato Ferreira - 

Nesta sexta-feira, 01/02, os senadores e deputados eleitos em 2018 vão escolher os novos presidentes das duas Casas Legislativas. No Senado, Renan Calheiros (MDB-AL) é um nome que aparece forte, apesar de dividir a própria bancada de seu partido. Já na Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) aparece como favorito.

Armadilha para o Governo

Apesar de ser um nome forte para voltar a presidir o Senado, Renan Calheiros ainda não é uma unanimidade. Ele divide, inclusive, o seu próprio partido, o MDB, A senadora Simone Tebet (MDB-MS) pleiteia ser a candidata do partido, cuja decisão sairá na tarde desta quinta-feira, 31.

Outros partidos também não querem nem pensar na volta de Renan ao comando da Casa. É o caso do PSDB e do Podemos que, inclusive, fazem campanha pelo voto aberto, o que dificultaria em muito a eleição do senador alagoano pelo Plenário.

Para o Governo Bolsonaro, que optou não lançar candidato, com certeza, a eleição de Renan será uma armadilha para os planos do Planalto. Segundo comentários dos bastidores políticos, Renan Calheiros pretende se apresentar amanhã com uma nova roupagem aos seus colegas. Seria uma roupagem mais próxima de um governista.

Mas, tudo não passa de um lobo em pele de cordeiro. Renan foi oposição ferrenha à candidatura de Jair Bolsonaro. Durante a campanha, ele se aproximou ainda mais do PT, fez campanha pelo "Lula livre", pediu votos para Haddad, e fez de tudo para se reeleger senador por Alagoas, como também para a reeleição de seu filho, Renan Calheiros Filho, como governador.

Portanto, Renan Calheiros não tem nenhum compromisso com o Brasil, a não ser com Alagoas. E muito menos com as reformas propostas pelo Governo Bolsonaro. Sua eleição como presidente do Senado será uma grande armadilha para o Presidente da República, que dependerá do Senado para aprovar as principais reformas, como a Trabalhista e da Previdência.

E essa posição de Renan não será somente com relação às reformas. Como foi adversário de Bolsonaro, uma vez na presidência do Senado, Renan Calheiros poderá dificultar todos os projetos do Planalto para inviabilizar o governo de Jair Bolsonaro.

Além ter feito campanha contra Bolsonaro, Renan Calheiros é inimigo declarado do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, ex-juiz federal comandante da Operação Lava Jato. O senador alagoano responde a 18 processos na Justiça e já virou réu vários deles.

Então, diante desse quadro, os bolsonaristas, se quiserem, terão outras opções para evitar a eleição de Renan Calheiros. Além de Simone Tebet, caso vença o Renan dentro do MDB, há outras candidaturas, como de Tasso Jereissati (PSDB-CE), Esperidião Amin (PP-SC), estado onde Bolsonaro obteve uma das maiores votações, de Álvaro Dias (Podemos), e também de novatos, como a do Major (PSL-SP) e de Reguffe (sem partido-DF).

Presidente da Câmara

Rodrigo Maia

O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) é o candidato favorio para a Presidência da Câmara

Assim como no Senado, o governo Bolsonaro vai depender muio também do próximo presidente da Câmara dos Deputados. Lá, o atual presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ) aparece como favorito. Maia já conquistou o apoio de 13 siglas, que contam com 293 deputados. Para vencer no 1º turno, é necessário obter maioria absoluta (257 votos). Caso contrário, a disputa vai para o 2º turno entre os dois candidatos mais bem votados.

Diferente do Senado, onde a eleição de Renan Calheiros é vista como muito prejudicial aos interesses do Planalto, na Câmara, a possível reeleição de Rodrigo Maia configura-se mais alinhada com o governo. Pois, se o Renan fez campanha aberta pelo petista Fernando Haddad, alinhando-se a toda ala emedebista do Nordeste, Rodrigo Maia e o DEM apoiaram a candidatura de Bolsonaro. (Renato Ferreira)

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Na quarta-feira da semana passada, 07/11, o Senado, sob o comando de Eunício de Oliveira, derrotado nas urnas, deu um golpe no Brasil ao aprovar um reajuste de 16% aos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal, que passarão de R$ 33,7 mil para R$ 39,3 mil.

Enquanto isso, o salário mínimo no Brasil é um pouco mais de R$ 900,00. E os reajustes são também mínimos, porque o Governo sempre alega que se aumentar muito o salário mínimo, o país quebra.

No dia seguinte à aprovação no Senado, o presidente do STF, ministro Dias Toffoli, em reunião com presidentes de tribunais de Justiça (TJs), afirmou que o reajuste aos magistrados da Suprema Corte, é "justo e correto".

É bom destacar que os salários dos magistrados do STF são o teto do funcionalismo e o reajuste irá provocar um efeito cascata nos contracheques da magistratura. A estimativa é de que o aumento salarial gere, pelo menos, R$ 4 bilhões de despesas extras nas contas públicas.

Será que o Dias Toffolli vive no Brasil? Se vive, com certeza, ele não conhece a realidade dos milhões de trabalhadores e aposentados que recebem menos de Mil Reais por mês.

Agora, cabe ao Presidente Temer sancionar ou vetar esse reajuste ilegal aos Magistrados. Segundo pesquisa do instituto Paraná, mais de 84% dos brasileiros são contra o reajuste para os Ministros, que têm ajudantes até para tirar suas capas e afastar suas cadeiras na Corte de Justiça.

TRAGICÔMICO é uma publicação de Notícias & Opinião todas às quartas-feiras. (Renato Ferreira)

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Além do impacto para o governo de Bolsonado, os atuais senadores, dos quais muitos deixarão a Casa, mostram também que estão legislando em causa própria

 

Nesse momento em que o Brasil elege seu novo Presidente da República e busca cortar gastos públicos, os senadores destoaram e jogaram contra os interesses do povo. Nesta quarta-feira, 07/11, o Senado aprovou o aumento de 16,38% no salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

O reajuste terá impacto bilionário no Orçamento para o presidente eleito, Jair Bolsonaro , e para os novos governadores. A aprovação deve gerar um rombo de R$ 4 bilhões para União e estados, segundo cálculos de técnicos da Câmara.

Ministros do STF

Como o projeto já foi aprovado na Câmara, em 2016, ele segue para sanção do presidente Michel Temer. A remuneração irá subir de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. O aumento tem efeito cascata, provoca reajustes para magistrados, e faz subir o teto salarial para o funcionalismo — que tem como referência o salário de ministros do STF. A proposta foi aprovada por 41 votos a favor, 16 contrários e uma abstenção.

Na mesma sessão, o Senado aprovou ainda um outro projeto, que reajusta o salário do procurador-geral da República, para o mesmo valor.

O reajuste dos vencimentos dos ministros do STF deve gerar uma despesa extra de R$ 4 bilhões ao ano, contando o impacto nas contas públicas da União e dos estados, devido ao efeito cascata, segundo dados da Consultoria de Orçamento da Câmara.

Apenas para a União, a despesa estimada é de R$ 1,45 bilhão ao ano, sendo R$ 717 milhões no Poder Judiciário, R$ 258 milhões no Ministério Público da União; R$ 250 milhões no Executivo e R$ 220 milhões no Legislativo. No estados, que sofrem uma grave crise fiscal, estima-se um efeito anual de R$ 2,6 bilhões.

Os novos valores dos vencimentos dos ministros entrarãp em vigor na data da sanção do projeto.

 

Veja, a seguir, como foram os votos dos senadores:

A FAVOR DO AUMENTO

Acir Gurgacz (PDT-RO)
Aécio Neves (PSDB-MG)
Ângela Portela (PDT-RR)
Antonio Anastasia (PSDB-MG)
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE)
Armando Monteiro (PTB-PE)
Ataídes Oliveira (PSDB-TO)
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Cidinho Santos (PR-MT)
Ciro Nogueira (PP-PI)
Dalirio Beber (PSDB-SC)
Davi Alcolumbre (DEM-AP)
Edison Lobão (MDB-MA)
Eduardo Amorim (PSDB-SE)
Eduardo Braga (MDB-AM)
Eduardo Lopes (PRB-RJ)
Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE)
Garibaldi Alves Filho (MDB-RN)
Hélio José (PROS-DF)
Ivo Cassol (PP-RO)
Jorge Viana (PT-AC)
José Agripino (DEM-RN)
José Amauri (Pode-PI)
José Medeiros (Pode-MT)
José Serra (PSDB-SP)
Otto Alencar (PSD-BA)
Paulo Bauer (PSDB-SC)
Paulo Rocha (PT-PA)
Raimundo Lira (PSD-PB)
Renan Calheiros (MDB-AL)
Roberto Rocha (PSDB-MA)
Romero Jucá (MDB-RR)
Rose de Freitas (Pode-ES)
Sérgio Petecão (PSD-AC)
Tasso Jereissati (PSDB-CE)
Telmário Mota (PTB-RR)
Valdir Raupp (MDB-RO)
Vicentinho Alves (PR-TO)
Walter Pinheiro (sem partido-BA)
Wellington Fagundes (PR-MT)
Zezé Perrela (MDB-MG)

CONTRA O AUMENTO

Airton Sandoval (MDB-SP)
Cristovam Buarque (PPS-DF)
Fátima Bezerra (PT-RN)
Givago Tenório (PP-AL)
José Pimentel (PT-CE)
Lídice da Mata (PSB-BA)
Lúcia Vânia (PSB-GO)
Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
Regina Sousa (PT-PI)
Reguffe (sem partido-DF)
Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
Roberto Requião (MDB-PR)
Ronaldo Caiado (DEM-GO)
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
Wilder Morais (DEM-GO)

ABSTENÇÃO 
José Maranhão (MDB-PB)

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Candidatura do atual governador paulista será oficiliazada no dia 4 de agosto na convenção nacional do PSB 

Na manhã deste domingo, 22/07, o Podemos de São Paulo realizou a sua convenção estadual para oficializar as candidaturas de deputados Federais, Estaduais e Senador. Na ocasião, o partido, presidido pela deputada Federal, Renata Abreu, definiu também que o Podemos vai apoiar  a pré-candidatura à reeleição do atual Governador Márcio França, do PSB.  A candidatura de França será oficializada na convenção estadual do Partido Socialista Brasileiro marcada para o dia 4 de agosto, quando o partido definirá também o nome do vice. Nos últimos dias, um dos nomes ventilados para ser vice de Márcio França foi o do ex-prefeito de Osasco, Francisco Rossi (PR), que é pré-candidato a deputado Estadual. 

Com a presença de um grande público, a convenção estadual do Podemos foi realizada na Assembleia Legislativa, Zona Sul de São Paulo. Além de Márcio França, esteve presente também na Alesp, o pré-candidato à Presidência pelo Podemos, o Senador Álvaro Dias (PR). Sua candidatura também será oficializada no dia 4 de agosto na convenção nacional da legenda que será realizada no Paraná.

Neste domingo, o Podemos lançou ainda Mário Covas Neto como candidato ao Senado por São Paulo. Foram aprovados também 100 nomes de candidatos a deputados Federais e de 141 para deputados Estaduais. Agora, após a convenção, o Podemos vai definir se a chapa proporcional no Estado será pura ou se fará coligações com partidos. 

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A Câmara dos Deputados e o Senado Federal foram surpreendidos na manhã desta terça-feira, 24/04, com a presença de policiais federais que deflagraram mais uma etapa da Operação Lava Jato contra parlamentares. Os mandados são de apreensão e de prisão contra representantes do PP (Partido Progressista).


 A operação está sendo realizada juntamente com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e cumpre dois mandados de busca a e apreensão nas casas e nos gabinetes do deputado Eduardo da Fonte (PP/PE) - à esquerda na foto - e do senador Ciro Nogueira (PP/PI).


Há também um mandado de prisão contra o ex-deputado federal Márcio Junqueira (RR).

 

Os mandados foram autorizados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, relator da Operação Lava-Jato.


Entenda o caso

O deputado federal Eduardo da Fonte é o principal alvo da operação de hoje. O parlamentar é investigado por suposta prática de associação criminosa (artigo 2.º da Lei 12.850/2013), juntamente com outros parlamentares do PP: Aguinaldo Ribeiro, Arthur Lira, Benedito de Lira, Ciro Nogueira, José Otávio Germano, Luiz Fernando Faria e Nelson Meurer.

Segundo a denúncia do Ministério Público Federal, feita em setembro de 2017, os parlamentares seriam integrantes do núcleo político de uma organização criminosa voltada à prática de delitos contra a Câmara dos Deputados, entre outros, visando "a arrecadação de propina por meio da utilização de diversos órgãos públicos da administração pública direta e indireta". (Fonte: Estado de Minas)

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Por ser um Decreto Presidencial a medida já está em vigor desde a semana passada, mas o governo precisava da aprovação do Congresso
Depois de ser aprovada na Câmara dos Deputados na madrugada de terça-feira, 20, na noite do mesmo dia, o Senado aprovou , por 55 votos a 13 (1 abstenção), o decreto do Presidente Michel Temer que autoriza intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro. O decreto será publicado no Diário Oficial da União. Na Câmara dos Deputados a medida foi aprovada por 340 votos a 72.
Na sexta-feira, 16, a medida foi assinada por Michel Temer e passou a valer imediatmente. No entanto, para continuar vigorando, precisava do aval dos Deputados Federais e dos Senadores da República. Conforme o Decreto, a intervenção valerá até o dia 31 de dezembro de 2018.
Enquanto estiver vigorar a medida, o general de Exército Walter Souza Braga Netto, do Comando Militar do Leste, será o interventor no estado e terá o comando da Secretaria de Segurança Pública, Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e do sistema carcerário do estado do Rio de Janeiro.
Conforme o Decreto, o objetivo da intervenção é tratar do "grave comprometimento da ordem pública" no Rio. E a medida foi tomada após os feriados de carnaval, período em que a cidade do Rio de Janeiro registrou diversos casos de violência envolvendo brasileiros e estrangeiros.
O Decreto diz que o interventor está subordinado ao presidente da República e não está sujeito a regras estaduais que entrem em conflito com o objetivo da intervenção.
O general Braga Netto pode, se necessário, solicitar recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do Rio para restabelecer a ordem pública.
O interventor poderá também, segundo o decreto, requisitar a órgãos civis e militares da administração pública federal meios necessários ao sucesso da intervenção.
Sob a responsabilidade do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), ficam as atribuições sem relação com a área de segurança pública. (Fonte: G1)
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